O Processo da Salvação – Pr. Luiz Henrique

O Processo da Salvação – Pr. Luiz Henrique

Lição 10, O Processo da Salvação
4º Trimestre de 2017 – Título: A Obra da Salvação – JESUS CRISTO é o Caminho, e a Verdade e a Vida.
Comentarista: Pr. Claiton Ivan Pommerening, Assembleia de DEUS de Joinvile, SC.
Complementos, Ilustrações e Vídeos: Pr. Luiz Henrique de Almeida Silva – 99-99152-0454.
AJUDA –
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao2-mgr-2tr16-a-necessidade-universal-da-salvacao-em-cristo.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao13-ist-3tr15-a-manifestacao-da-graca-salvadora.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao8-1cj-anossaeternasalvacao.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao3-salvacaoesantificacao-ajusticadedeus.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao4-salvacao-ajustificacaopelafeemcristo.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao7-arnf-3tr17-a-necessidade-do-novo-nascimento.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao2-espiritosanto-novonascimebatespsanto.htm
https://ebdnatv.blogspot.com.br/2017/11/figuras-da-licao-10-o-processo-da.html  (FIGURAS)
 
 
 
TEXTO ÁUREO
“JESUS respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do ESPÍRITO não pode entrar no Reino de DEUS.” (Jo 3.5)

 

VERDADE PRÁTICA
O processo bíblico de salvação se dá por meio da justificação, regeneração e santificação do ser humano.
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Jo 1.12,13 A experiência do Novo Nascimento espiritual
Terça – 2 Co 5.17 O Novo Nascimento torna o homem uma nova criação
Quarta – 1 Jo 3.1,2 Quem nasce de novo verá a glória de DEUS
Quinta – 1 Pe 1.23 Fomos regenerados pela Palavra de DEUS
Sexta – Rm 6.11 Novo Nascimento: mortos para o pecado e vivos para DEUS
Sábado – Cl 3.9 Despindo-se da prática do pecado

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – João 3.1-7
1 – E havia entre os fariseus um homem chamado Nicodemos, príncipe dos judeus. 2 – Este foi ter de noite com JESUS e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és mestre vindo de DEUS, porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se DEUS não for com ele. 3 – JESUS respondeu e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de DEUS. 4 – Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Porventura, pode tornar a entrar no ventre de sua mãe e nascer? 5 – JESUS respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do ESPÍRITO não pode entrar no Reino de DEUS. 6 – O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do ESPÍRITO é espírito. 7 – Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Mostrar a natureza da justificação divina;
Explicar o que é a regeneração pelo ESPÍRITO SANTO;
Compreender que somos santificados em CRISTO.
 
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado(a) professor(a), estudaremos a respeito dos tres aspectos da salvação: justificação, regeneração e santificação. Veremos que a fé no Filho de DEUS e no seu sacrifício nos proporciona a justificação diante de DEUS. Depois de justificados, somos regenerados e santificados mediante a ação do ESPÍRITO SANTO. Sem a atuação dEle não há salvação, justificação nem o processo de santificação.
No decorrer da lição, procure enfatizar que, como crentes em JESUS CRISTO, justificados, regenerados e santificados, devemos anunciar ao mundo as virtudes do Reino de DEUS mediante a nossa maneira de viver.
Resumo da Lição 10, O Processo da Salvação
I – JUSTIFICADOS POR DEUS
1. A natureza da Justificação.
2. A necessidade de Justificação.
3. A impossibilidade da autojustificação.
 
II – REGENERADOS PELO ESPÍRITO SANTO
1. A natureza da Regeneração.
2. A necessidade de Regeneração.
3. Consequências da Regeneração.
III – SANTIFICADOS EM CRISTO
1. Uma consequência da salvação.
2. Um esforço pessoal.
3. O desafio de sermos santos.
 
SÍNTESE DO TÓPICO I – Pela fé em CRISTO e mediante a sua graça somos justificados por DEUS.
SÍNTESE DO TÓPICO II – O ESPÍRITO SANTO opera, naquele que cre em JESUS CRISTO, a regeneração.
SÍNTESE DO TÓPICO III – Pela fé somos santificados em JESUS CRISTO.
 
PARA REFLETIR – A respeito do processo da salvação, responda:
Quais são as consequências da justificação?
A justificação tem como consequência direta o perdão dos pecados, a reconciliação do pecador com DEUS, a segurança da salvação e a santificação da vida.
Qual é a necessidade da justificação?
A necessidade da justificação é para que nos encontremos justos e santos diante de DEUS, a fim de que sejamos participantes das bênçãos da salvação e para que o Diabo não acuse o crente dos pecados que CRISTO perdoou.
Qual é a distinção entre regeneração e conversão?
Regeneração é a ação divina de criar um novo homem, dando-lhe um novo coração, transformando-o em nova criação, tornando-o filho de DEUS e fazendo-o passar da morte para a vida. A conversão é a resposta humana à regeneração no processo de salvação, que é voltar-se inteiramente para DEUS; enquanto aquela é um milagre operado por DEUS na natureza humana, um fenômeno incompreensível à mente natural.
O que é a santificação?
A santificação é o processo pelo qual o crente se afasta (separa) do pecado para viver uma vida inteiramente consagrada a DEUS, desenvolvendo nele a imagem de CRISTO.
É possível ser santo de maneira absoluta?
As Escrituras revelam que devemos almejar e priorizar a santificação, pois a nossa natureza pecaminosa insiste em resistir a esse processo. DEUS anela pela santificação dos seus filhos, não por capricho divino, mas porque o pecado nos fere de morte e o nosso Pai de amor não quer ver os seus filhos feridos, mortos no pecado, pois isso contraria sua natureza amorosa. Às vezes achamos que podemos ser continuamente bons e santos (1 Jo 1.10). Na verdade, a nossa meta deve ser essa, mas não podemos deixar de reconhecer que somos simultaneamente justos e pecadores, ou seja, em CRISTO, DEUS nos vê absolutamente santos; no entanto, em relação à nossa natureza inclinada ao pecado, nossa santificação sofre revezes. Por isso é exigido um esforço pessoal e dependência contínua do ESPÍRITO SANTO para sermos santos.
 
CONSULTE – Revista Ensinador Cristão – CPAD, nº 72, p41.
 
 
Resumo rápido do Pr. Henrique
INTRODUÇÃO
Após o interesse da pessoa, ainda descrente, por DEUS, vem o convencimento do ESPÍRITO SANTO do pecado, da justiça e do juízo, depois o arrependimento e a confiança total no sacrifício de JESUS, ai vem a confissão. Continuando o processo de salvação, nas etapas que hoje vamos estudar, acontecem a justificação, a regeneração e a santificação.
 
Observação:
Paulo diz que não conseguiu a perfeição. Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por CRISTO JESUS. Filipenses 3:12
Antes do arrebatamento jamais conseguiremos a perfeição.
Um crente pode ter 50 anos de crente e mesmo assim não ter dado ao ESPÍRITO SANTO chanse de arrumar alguma área de sua vida.
Tem batismo no ESPÍRITO SANTO no corpo de CRISTO e tem batismo no ESPÍRITO SANTO para revestimento de poder para evangelizar.
Tem batismo no ESPÍRITO SANTO no corpo de CRISTO (acontece na hora que se converte) e tem batismo no ESPÍRITO SANTO para revestimento de poder para evangelizar (neste o crente fala em línguas confirmando externamente o batismo – pode ocorrer no mesmo instante em que se converte, pode acontecer antes do batismo nas águas, pode acontecer durante a vida do crente e pode não ocorrer nunca na vida do crente.)
No batismo nas águas não acontece nada sobrenatural. Ninguém é transformado ou aperfeiçoado quando se batiza nas águas. É inteiramente uma decisão humana e realização humana. É externo. Apenas confirmação de que o crente está tomando a decisão de participar da Igreja como membro que já é desde o instante em que se converteu. É um compromisso de ter uma vida diferente quando à vida exterior. A partir dai terá obrigações sociais. É um sepultamento com CRISTO e uma ressurreição com CRISTO para uma nova vida. As coisas velhas passaram. Não poderemos viver mais como se não tivéssemos aceitado a JESUS como único Salvador e Senhor. Nenhum pecado é deixado na água e nenhuma transformação a água vai causar no crente.
Seria muita pretensão do crente achar que já alcançou a perfeição. Perfeito – Só JESUS. Paulo disse que seguia olhando para JESUS – o alvo é JESUS.
 
I – JUSTIFICADOS POR DEUS
Justificação. E a mudança de posição externa e legal do pecador diante de DEUS: de condenado para justificado. Pela justificação passamos a pertencer aos justos. Justificação é o tempo passado da nossa salvação, mas sempre presente em nossa vida espiritual (I Co 6.11Rm 8.30,33b; 5.13.24Gl 2.16).
Regeneração. E a mudança de condição do pecador: de servo do pecado para filho de DEUS. A regeneração é tão séria diante de DEUS, que a Bíblia chama-a de “batismo em JESUS” (I Co 12.13Gl 3.27Rm 6.3). Trata-se de um ato interior, dentro do indivíduo, abrangendo também todo o seu ser. E um termo ligado a família, filhos: “gerar”; é o novo nascimento (Jo 3.5). Mediante a regeneração somos chamados “filhos de DEUS” (cf. Gn 2.7Jo 20.2215.5).
Santificação. E a mudança de caráter (mudança subjetiva); e a mudança de serviço (mudança objetiva), “em CRISTO” (posicionai), como lemos em João 15.4 ;17.26.
 
A JUSTIFICAÇÃO
1. Definição etimológica. Significa, declarar justo pelos méritos de CRISTO.
2. Definição teológica. Declarar alguém justo, como se este jamais houvera cometido quaisquer iniqüidades.
3. Benefícios da justificação. 1) Novo relacionamento com a Lei (At 13.39); 2) Novo relacionamento com DEUS (Rm 5.1,9).
Definição. “Justificação” é o ato de DEUS declarar justo o pecador que pela fé aceita JESUS por seu Salvador (Rm 5.1,33). Tal pessoa passa a ser vista por DEUS como se jamais tivera pecado em toda a sua vida. DEUS declara o pecador livre de toda a culpa do pecado e de suas conseqüências eternas.
Os benefícios da justificação. A justificação nos concede inúmeras bênçãos divinas. Para o estudo desta lição destacaremos apenas três:
a) Remissão dos pecados. O apóstolo Paulo quando pregou na sinagoga de Antioquia da Pisídia fez a seguinte declaração: “Seja-vos notório, varões irmãos, que por este se vos anuncia a remissão dos pecados. E de tudo o que, pela lei de Moisés, não pudestes ser justificados, por ele é justificado todo aquele que crê” (At 13.38,39). CRISTO ao cumprir toda a lei que o homem não pôde cumprir, possibilitou ao homem ser plenamente justificado.
b) Restauração da graça de DEUS. A justificação tem sua origem na livre graça de DEUS (Rm 3.24). Graça é o favor divino dispensado ao homem sem que ele mereça. Mediante o pecado o homem perdeu a proteção divina e passou a viver sob a justa ira divina (Jo 3.36; Rm 1.18). A ira de DEUS representa a reação automática de sua santidade contra o pecado. Porém, ao aceitar a CRISTO pela fé, o pecador é por DEUS justificado, ficando assim, livre da ira divina (Rm 5.9).
c) Imputação da justiça de CRISTO. A graça de DEUS só foi possível mediante a provisão da justiça de CRISTO. Justificação significa mudança de posição perante DEUS: de condenado que era, o homem passa a ser considerado justo. Como isso ocorre? A justiça de CRISTO é creditada à nossa conta espiritual (Rm 3.24-28; 1 Co 1.30).
 
1. A natureza da Justificação.
Houve um julgamento, no qual, fomos considerados culpados (Rm 3.23). Só nos resta apelar para JESUS, nosso advogado e justificador.
O sacrifício expiatório e substitutivo de CRISTO nos livrou da pena (Rm 4.24,25). JESUS nos substituiu pagando por nós na cruz (2 Co 5.21). DEUS nos ama e prova que nos ama, dando seu Filho para morrer em nossos lugar.
Nós não temos méritos na salvação (Rm 5.1; Ef 2.8). A fé foi introduzida no homem quando nasceu aqui na terra. esta fé dá livre-arbítrio ao homem para escolher ser salvo ou não. Esta fé é o meio para nos conduzir a CRISTO, o nosso justificador. A fé não é a causa da justificação. A justificação tem como consequência direta o perdão dos pecados, a reconciliação do pecador com DEUS, a segurança da salvação e a santificação da vida.
 
2. A necessidade de Justificação.
Sem justificação não há salvação.
Só podemos nos apresentar diante de DEUS como justos e santos pela justificação em CRISTO. Existem centenas de bênçãos advindas da salvação. Nossa vitória contra o Diabo e suas acusações de que pecamos são apagadas por CRISTO que nos perdoou (Rm 8.33,34). O crente foi justificado, está livre de condenação e é herdeiro da vida eterna, tendo como resultado prático a paz com DEUS (Rm 5.1).
 
3. A impossibilidade da autojustificação.
JESUS morreu em nosso lugar, levando sobre Ele nossos pecados – Pertence a JESUS a nossa justificação – Nada do que fizermos ou dissermos poderá nos justificar.
 Na parábola do publicano e do fariseu, JESUS ilustra a justificação. (Lc 18.9-14).
Só existe justificação se existir a fé – Abraão é chamado de pai dos que têem fé porque foi justificado por sua fé.
E cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em DEUS, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de DEUS. Tiago 2:23
Mesmo com os nossos defeitos e falhas, em CRISTO, DEUS nos enxerga sem pecado (1 Co 6.11). Assim, o pecador é justificado pela graça de DEUS somente, jamais por méritos pessoais (Rm 3.21,26,28; Ef 2.8; 4.5; Gl 3.11).

II – REGENERADOS PELO ESPÍRITO SANTOA REGENERAÇÃO DO SER HUMANO NAS SAGRADAS ESCRITURASPara nascer é preciso morrer.A idéia de que o batismo é o ato pelo qual os pecados são perdoados, inadvertidamente seguida, ainda hoje, por grupos religiosos que se dizem evangélicos, é uma sutil humanização da doutrina da regeneração. A regeneração Quando correspondemos ao chamado divino e ao convite do ESPÍRITO e da Palavra, DEUS realiza atos soberanos que nos introduzem na família do seu Reino: regenera os que estão mortos nos seus delitos e pecados; justifica os que estão condenados diante de um DEUS santo; e adota os filhos do inimigo. Embora estes atos ocorram simultaneamente naquele que crê, e possível examiná-los separadamente.A regeneração e a ação decisiva e instantânea do ESPÍRITO SANTO, mediante a qual Ele cria de novo a natureza interior. O substantivo grego (palingenesia) traduzido por “regeneração” aparece apenas duas vezes no Novo Testamento. Mateus 19.28 emprega-o com referencia aos tempos do fim. Somente em Tito 3.5 se refere a renovação espiritual do individuo. Embora o Antigo Testamento tenha em vista a nação de Israel, a Bíblia emprega varias figuras de linguagem para descrever o que acontece. 0 Senhor “tirara da sua carne o coração de pedra e lhes dará um coração de carne” (Ez 11.19). DEUS diz: “Espalharei água pura sobre vos, e ficareis purificados… E vos darei um coração novo e porei dentro de vós um espírito novo… E porei dentro de vos o meu espírito e farei que andeis nos meus estatutos” (Ez 36.25,27). DEUS colocará a sua lei “no seu interior e a escreverá no seu coração” Jr 31.33). Ele “circuncidará o teu coração… para amares ao Senhor” (Dt 30.6).O Novo Testamento apresenta a figura do ser criado de novo (2 Co 5.17) e a da renovação (Tt 3.5), porém a mais comum é a e nascer gr. gennaõ, gerar ou dar a luz) . JESUS disse: “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de DEUS” 003.3). Pedro declara que DEUS, em sua grande misericórdia) “nos gerou de novo para uma viva esperança” (1 Pe 1.3). E uma obra que somente DEUS realiza. Nascer de novo diz respeito a uma transformação radical. Mas ainda se faz mister um processo de amadurecimento. A regeneração é o início do nosso crescimento no conhecimento de DEUS, na nossa experiência de CRISTO e do ESPÍRITO e no nosso caráter moral. (Teologia sistemática – Stanley M.Horton – CPAD)  

A REGENERAÇÃO  Jo 3.3: “JESUS respondeu e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de DEUS.”
Em 3.1-8, JESUS trata de uma das doutrinas fundamentais da fé cristã: a regeneração (Tt 3.5), ou o nascimento espiritual.
 Sem o novo
nascimento, ninguém poderá ver o reino de DEUS, i.e., receber a vida eterna e a salvação mediante JESUS CRISTO.
   Apresentamos a seguir,
importantes fatos a respeito do novo nascimento.
(1) A regeneração é a nova criação e transformação da pessoa (Rm 12.2; Ef 4.23,24), efetuadas por DEUS e o ESPÍRITO SANTO (3.6; Tt 3.5). Por esta operação, a vida eterna da parte do próprio DEUS é outorgada ao crente (3.16; 2Pe 1.4; 1Jo 5.11), e este se torna um filho de DEUS (1.12; Rm 8.16,17; Gl 3.26) e uma nova criatura (2Co 5.17; Cl 3.10). Já não se conforma com este mundo (Rm 12.2), mas é criado segundo DEUS “em verdadeira justiça e santidade” (Ef 4.24).
(2) A regeneração é necessária porque, à parte de CRISTO, todo ser humano, pela sua natureza inerente e pecadora, é incapaz de obedecer a DEUS e de agradar-lhe (Sl 51.5; 58.3; Rm 8.7,8; 5.12; 1Co 2.14).
(3) A regeneração tem lugar naquele que se arrepende dos seus pecados, volta-se para DEUS (Mt 3.2) e coloca a sua fé pessoal em JESUS CRISTO como seu Senhor e Salvador (ver 1.12).
(4) A regeneração envolve a mudança da velha vida de pecado em uma nova vida de obediência a JESUS CRISTO (2Co 5.17; Ef 4.23,24; Cl 3.10). Aquele que realmente nasceu de novo está liberto da escravidão do pecado (ver 8.36; Rm 6.14-23), e passa a ter desejo e disposição espiritual de obedecer a DEUS e de seguir a direção do ESPÍRITO(Rm 8.13,14). Vive uma vida de retidão (1Jo 2.29), ama aos demais crentes (1Jo 4.7), evita uma vida de pecado (1Jo 3.9; 5.18) e não ama o mundo ( 1Jo 2.15,16).
(5) Quem é nascido de DEUS não pode fazer do pecado uma prática habitual na sua vida (ver 1Jo 3.9). Não é possível permanecer nascido de novo sem o desejo sincero e o esforço vitorioso de agradar a DEUS e de evitar o mal (1Jo 2.3-11, 15-17, 24-29; 3.6-24; 4.7,8,20; 5.1), mediante uma comunhão profunda com CRISTO (ver 15.4) e a dependência do ESPÍRITO SANTO (Rm 8.2-14).
(6) Aqueles que continuam vivendo na imoralidade e nos caminhos pecaminosos do mundo, seja qual for a religião que professam, demonstram que ainda não nasceram de novo (1Jo 3.6,7).
(7) Assim como uma pessoa nasce do ESPÍRITO ao receber a vida de DEUS, também pode extinguir essa vida ao enveredar pelo mal e viver em iniqüidade. As Escrituras afirmam: “se viverdes segundo a carne, morrereis” (Rm 8.13). Ver também Gl 5.19-21, atentando para a expressão “como já antes vos disse” (v. 21).
(8) O novo nascimento não pode ser equiparado ao nascimento físico, pois o relacionamento entre DEUS e o salvo é questão do espírito e não da carne (3.6). Logo, embora a ligação física entre um pai e um filho nunca possa ser desfeita, o relacionamento de pai para filho, que DEUS quer manter conosco, é voluntário e dissolúvel durante nosso período probatório na terra (ver Rm 8.13). Nosso relacionamento com DEUS é condicionado pela nossa fé em CRISTO durante nossa vida terrena; fé esta demonstrada numa vida de obediência e amor sinceros (Hb 5.9; 2Tm 2.12).

 

1. O homem foi criado por DEUS em perfeição.Só o DEUS Altíssimo, Pessoal e Onipotente, a quem rendemos toda honra e glória, seria capaz disso! O homem não surgiu do acaso, como ensinam os humanistas,
O homem foi criado à imagem e semelhança de DEUS (Gn 1.26,27).
DEUS é a causa primária de todas as coisas, inclusive o ser humano.
O homem que veio à existência em estado de perfeição espiritual, moral, psíquica e física.
O homem é um complexo aparelho psíquico consciente e perfeito, capaz de pensar e agir por vontade própria, que o reveste de responsabilidade moral por seus feitos e de característica singular, acima de todos os seres da Criação (Gn 1.28-31).
O homem foi criado num corpo completo, funcional e com uma anatomia perfeita.
DEUS, soprou-lhe o espírito (Gn 2.7) a fim de propiciar-lhe comunhão

  

2. O homem pecou e foi afetado pelo pecado. Satanás interagindo enganosamente com o livre-arbítrio do homem, seduziu-o e por meio dele (o homem), introduziu o pecado e a morte no mundo (Rm 5.12).
Um dos principais significados do vocábulo pecado é errar o alvo.
O propósito de DEUS para a raça humana foi desvirtuado pela desobediência de nossos primeiros pais (Gn 2.15-17).
O pecado passou a contaminar todo homem que vem ao mundo, tornando-o presa fácil de Satanás.
Mediante a disseminação de ideologias materialistas, como a que estamos estudando hoje, o pecado, afasta a humanidade cada vez mais de DEUS.

  

3. O homem necessita da regeneração. “Mas DEUS, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo lugar, que se arrependam” (AT 17.30). No próprio juízo de DEUS ao primeiro casal, extensivo a toda raça humana, veio também implícita a promessa de sua redenção (Gn 3.15)
Na época exata, o Filho Unigênito de DEUS tomou a forma de homem para, através de sua obra vicária, redimir o ser humano de seus pecados e das mãos de Satanás (vv. 24-26; Fp 2.5-11).
A parte de DEUS está perfeitamente consumada, como claramente expõe reiteradamente a Epístola aos Hebreus.
Basta ao homem crer na providência divina e pela fé salvífica em CRISTO, aceitá-la, ao invés de dar ouvidos ao pós-modernismo humanista, que o leva cada vez mais para o abismo.
CRISTO veio para restaurar todas as coisas, a partir do homem (Mt 19.28; At 3.21).
Quando o pecador se arrepende de seus pecados e aceita a JESUS como seu Salvador, ele experimenta a nova vida em CRISTO, gerada pelo poder do ESPÍRITO SANTO, que nele passa a habitar após receber a salvação.

  Assim, enquanto o mundo continua em busca da nova humanidade através dos caminhos do pós-modernismo humanista, negando a necessidade da regeneração bíblica, nós, os cristãos redimidos pelo sangue de CRISTO, reafirmamos com ousadia os fundamentos da sua doutrina, sem a qual o revestir-se do novo homem jamais poderá ser alcançado.  

A REGENERAÇÃO DOS DISCÍPULOS  Jo 20.22 “E, havendo dito isso, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o ESPÍRITO SANTO.” 

A outorga do ESPÍRITO SANTO por JESUS aos seus discípulos no dia da ressurreição não foi o batismo no ESPÍRITO SANTO como ocorreu no dia de Pentecoste (At 1.5; 2.4).   Era, realmente, a primeira vez que a presença regeneradora do ESPÍRITO SANTO e a nova vida do CRISTO ressurreto saturavam e permeavam os discípulos.
  Regeneração: Ato que se dá na vida de quem aceita a CRISTO, tornando-o partícipe da vida e da natureza divina.

(1) Durante a última reunião de JESUS com seus discípulos, antes da sua paixão e crucificação, Ele lhes prometeu que receberiam o ESPÍRITO SANTO, como aquele que os regeneraria: “habita convosco, e estará em vós” (14.17). JESUS agora cumpre aquela promessa.
(2) Da frase, “assoprou sobre eles”, em 20.22, infere-se que se trata da sua regeneração. A palavra grega traduzida por “soprou” (emphusao) é o mesmo verbo usado na Septuaginta (a tradução grega do AT) em Gn 2.7, onde DEUS “soprou em seus narizes [de Adão] o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente”. É o mesmo verbo que se acha em Ez 37.9: “Assopra sobre estes mortos, para que vivam”. O uso que João faz deste verbo neste versículo indica que JESUS estava lhes outorgando o ESPÍRITO a fim de neles produzir nova vida e nova criação. Isto é, assim como DEUS soprou para dentro do homem físico o fôlego da vida, e o homem se tornou uma nova criatura (Gn 2.7), assim também, agora, JESUS soprou espiritualmente sobre os discípulos, e eles se tornaram novas criaturas. Mediante sua ressurreição, JESUS tornou-se em “espírito vivificante” (1Co 15.45).
(3) O imperativo “Recebei o ESPÍRITO SANTO” estabelece o fato que o ESPÍRITO, naquele momento histórico, entrou de maneira inédita nos discípulos, para neles habitar. A forma verbal de “receber” está no aoristo imperativo (gr. lebete, do verbo lambano), que denota um ato único de recebimento. Este “recebimento” da vida pelo ESPÍRITO SANTO antecede a outorga da autoridade de JESUS para eles (Jo 20.23), bem como do batismo no ESPÍRITO SANTO, pouco depois, no dia de Pentecoste (At 2.4).
(4) Antes dessa ocasião, os discípulos eram verdadeiros crentes em CRISTO, e seus seguidores, segundo os preceitos do antigo concerto. Porém, eles não eram plenamente regenerados no sentido da nova aliança. A partir de então os discípulos passaram a participar dos benefícios do novo concerto baseado na morte e ressurreição de JESUS (ver Mt 26.28; Lc 22.20; 1Co 11.25; Ef 2.15,16; Hb 9.15-17. Foi, também, nessa ocasião, e não no Pentecoste, que a igreja nasceu, i.e., uma nova ordem espiritual, assim como no princípio DEUS soprou sobre o homem até então inerte para de fato torná-lo criatura vivente na ordem material (Gn 2.7).
(5) Este trecho é essencial para a compreensão do ministério do ESPÍRITO SANTO entre o povo de DEUS: (a) os discípulos receberam o ESPÍRITO SANTO (i.e., o ESPÍRITO SANTO passou a habitar neles e os regenerou) antes do dia de Pentecoste; e (b) o derramamento do ESPÍRITO SANTO em At 2.4. Isto seguiu-se à primeira experiência. O batismo no ESPÍRITO no dia do Pentecoste foi, portanto, uma segunda e distinta obra do ESPÍRITO neles.
(6) Estas duas obras distintas do ESPÍRITO SANTO na vida dos discípulos de JESUS são normativas para todo cristão. Isto é, todos os autênticos crentes recebem o ESPÍRITO SANTO ao serem regenerados, e a seguir precisam experimentar o batismo no ESPÍRITO SANTO para receberem poder para serem suas testemunhas (At 1.5,8; 2.4; ver 2.39).
(7) Não há qualquer fundamento bíblico para se dizer que a outorga por JESUS do ESPÍRITO SANTO em 20.22 era tão somente uma profecia simbólica da vinda do ESPÍRITO SANTO no Pentecoste. O uso do aoristo imperativo para “receber” (ver supra) denota o recebimento naquele momento e naquele lugar.

  1. A natureza da Regeneração.Ao aceitarmos a JESUS como único Salvador e Senhor, somos mudados de filhos da ira para filhos de DEUS.No NT, o termo palingenesia é usado em relação à restauração escatológica (Mt 19.28) de todas as coisas. Em Tito, na única outra vez em que a palavra é usada, ela se refere à salvação do indivíduo (Tt 3.5). Outras expressões do NT são usadas para a mesma verdade, mas todas têm em comum a idéia de uma mudança dramática semelhante, e denominada novo nascimento. O novo nascimento significa renascer ou nascer do alto (Jo 3.31 Pe 1.23), ser nascido de DEUS (Jo 1.13), ser gerado por DEUS (1 Pe 1.3), ser vivificado (Ef 2.5Cl 2.13). Esta renovação ocorre pelo poder do ESPÍRITO SANTO (Jo 3.5Tt 3.5) e faz do homem uma nova criatura (q.v.; 2 Co 5.17Ef 2.54.24).A regeneração deve ser distinguida da justificação. A justificação muda o relacionamento do crente com DEUS. A regeneração afeta sua natureza moral e espiritual e a transforma. A justificação remove sua culpa; a regeneração, sua atrofia espiritual, de forma que ele passa da morte espiritual para a vida espiritual. A justificação traz o perdão dos pecados; a regeneração, a renovação da vida espiritual para que o indivíduo possa atuar como um filho de DEUS.A regeneração também deve ser distinguida da santificação (q.v.). A santificação, ou a vida de crescimento progressivo na graça, começa somente após a regeneração e continua até que o crente vá estar com CRISTO. Contudo, a santificação é citada em termos similares à regeneração. O cristão é exortado a ser transformado pela renovação de sua mente (Rm 12.2), a revestir-se do novo homem (Ef 4.22-24Cl 3.9,10), e a considerar- se morto para o pecado, mas vivo para DEUS (Rm 6.3-11). Estas passagens mostram que o período de santificação do crente começa com sua regeneração.A regeneração só pode ocorrer com a fé porque elas estão unidas (Ef 2.8). Uma não ocorre sem a outra.As igrejas Católica Romana e Anglicana ensinam uma forma de regeneração batismal, e algumas igrejas da Reforma até falam da regeneração ocorrendo “antes, durante, ou depois do batismo”. As Escrituras, porém, não ensinam a regeneração batismal de moído algum. Embora Pedro fale do batismo salvando o crente (1 Pe 3.21), ele diz que a regeneração é causada pela Palavra de DEUS (1 Pe 1.23), como faz Tiago (Tg 1.18). Parece claro que o que Pedro quer dizer é que o batismo no ESPÍRITO salva, a aplicação real do sangue de CRISTO pelo ESPÍRITO SANTO aos nossos pecados na regeneração. CRISTO coloca tal ênfase no ato de fé de aceitá-lo como Salvador (Jo 3.16,365.24), que qualquer regeneração, sem um conhecimento racional dele e uma aceitação pessoal não é sequer considerada. As objeções nas Escrituras para a circuncisão e para a observação da lei como um meio de regeneração mostram que qualquer ensino de uma eficácia de batismo ex opere operato também não tem lugar. A Palavra de DEUS fornece o conteúdo daquilo em que uma pessoa deve crer para ser salva, e o batismo significa e confessa o poder purificador do sangue de CRISTO para remover os pecados; mas a fé salvadora, dada como um dom ao homem no momento da regeneração, é a condição.Bibliografia. Biíly Graham, “The New Birth”, em Fundamentais ofthe Faith, Carl F. H. Henry, ed., Grand Rapids. Zondervan, 1969, pp, 189-208. Herman A. Hoyt, The New Birth, Findlay, Ohio. Dunham, 1961. Robert D. Knudsen, “The Nature of Regeneration”, em Christian Faith and Modern Thought, Carl F. H. Henry, ed., Nova York. Channel Press, 1964, pp. 307-321. R. A. K. – DICIONÁRIO WHICLIFFE 2. A necessidade de Regeneração.Sem a regeneração seriamos apenas robôs, mas como regenerados somos novas criaturas, as coisas velhas passaram, tudo se fez novo. Temos uma luta para lutar agora.Para nascermos no reino de DEUS temos que morrer no reino de Satánás, ou reino das trevas. Ao ouvirmos a pregação da Palavra de DEUS esta Palavra fez em nós um corte profundo e nos fez morrer para o pecado e nascer para DEUS, para a santificação, para uma vida nove, agora enxergando o reino da luz.Agora em intimidade com o ESPÍRITO SANTO temos entusiasmo espiritual e vida abundante (Jo 7.38), onde outrora havia morte, ofensa e pecado (Ef 2.1). É o agir do ESPÍRITO pela Palavra que faz germinar vida no coração do salvo (Tg 1.18). 3. Consequências da Regeneração.Algumas caracteristicas do crente regenerado vão aparecendo gradativamente. O crente é batizado no ESPÍRITO SANTO, recebe dons espirituais, passa a ter um amor intenso a DEUS (1 Jo 4.19; 5.1); o amor pelos irmãos (1 Jo 3.14); a rejeição das coisas mundanas (1 Jo 2.15,16); o amor à Palavra de DEUS (Sl 119.103; 1 Pe 2.2); o amor pelas almas perdidas (Rm 9.1-3); o desejo de estar em comunhão com DEUS e adorá-lo (Sl 42.1,2; 63.1; Ef 5.19,20); a vitória sobre o pecado, a carnalidade e as práticas contrárias ao Evangelho (1 Jo 5.18; Gl 5.16; 2 Co 5.17); o conhecimento da vontade de DEUS (1 Co 2.12); o testemunho interior do ESPÍRITO SANTO atestando nossa filiação ao Pai (Rm 8.16); o intenso interesse de praticar a justiça (1 Jo 2.29). Quanto mmais lugar o crente der ao ESPÍRITO SANTO, mais intimidade terá com DEUS e maior poder terá para fazer uma grande obra para DEUS. III – SANTIFICADOS EM CRISTO1. Uma consequência da salvação.Santificação posicional – Na posição de salvos agora somos declarados santos.A justificação efetuada por DEUS para nos salvar põe-nos em correto relacionamento com Ele. Já a santificação comprova a realidade da justificação em nossa vida, manifestando seus frutos em nós; em nossa vida.SANTO é aquele crente que vive separado do pecado, do mal, do mundo (mundanismo), e dedicado a DEUS e ao seu serviço. Observe as palavras de Paulo em Atos 27.23: “Porque, esta mesma noite, o anjo de DEUS, de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo”.O cristão tem duas naturezas: uma humana, herdada de Adão, pela geração natural; e outra, divina, através da geração espiritual (I Pe 1.23). Daí a santificação do crente ter dois aspectos: um diante de DEUS, e outro, diante de si mesmo e do mundo (I Jo 3.32 Co 7.1Hb 12.14Mt 5.16). Essas duas naturezas do crente são vistas em Gálatas 5.17 e Romanos 6—8.Em Levítico 20.8 — “Eu sou o Senhor que vos santifica” — vemos a santificação do crente diante de DEUS, mas, no versículo 7, menciona-se a santificação crente diante de si mesmo e do mundo: “Santificai-vos e sede santos” (cf. I Pe LI5).Santificação de objetos, eventos, datas, pessoas, animais. Esse aspecto da santificação é muito comum em relação aoTabernáculo e seus objetos, e seus oficiantes, os quais pertenciam somente a DEUS, como vemos nos livros de Exodo e Deuteronômio. Esse aspecto da santificação implica um só sentido, que é a posse de DEUS, e a dedicação e separação desses elementos para o serviço de DEUS. Alguns exemplos desses elementos santos:*Eventos e datas (Êx 20.8Dt 5.12Lv 25.1023.2).*O Templo (I Rs 9.3).*O altar dos holocaustos (Ex 29.37).*As vestes sacerdotais (Êx 28.229.2940.13).*Pessoas (Êx 13.1228.4129.1,44I Sm 16.5I Cr 15.142 Cr 29.5).*Animais (Nm 18.17Êx 13.2b).Nesse sentido, os templos atuais da igreja são santificados a DEUS, bem como os objetos dedicados ao serviço dEle. 2. Um esforço pessoal.Parta continuarmos sendo santos temos que nos separar a cada dia para DEUS.Santificação de pessoas. Há dois principais sentidos de santificação do crente em relação a DEUS. O primeiro diz respeito à separação do mal para pertencer a DEUS“Ser-me-eis santos, porque eu, o Senhor, sou santo” (Lv 20.26). E o sentido negativo da santificação, pois se ocupa do “não farás isso; não farás aquilo”, etc; é separar-se para DEUS.O segundo sentido de santificação do crente é o positivo. O crente, já separado do mal, dedica-se a DEUS para o seu serviço, ocupa-se em fazer algo para Ele: “De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor e preparado para toda boa obra” (2Tm 2.21). Paulo, ao falar de DEUS, disse: “de quem eu sou e a quem eu sirvo” (Ato 27.23).A santificação é dúplice. Ser santo não é somente evitar o pecado, mas também servir ao Senhor, com a vida; com os talentos; com os dons; com os bens; com a casa; com o tempo; com as finanças; com os serviços, inclusive mão de obra. Por isso, muitos crentes não conseguem viver uma vida santa; eles não vivem pecando continuadamente, mas não querem nada com as coisas do Senhor, nem com a sua obra, nem com a igreja para zelar por ela e promovê-la. 3. O desafio de sermos santos.Ser santo significa lutar e vencer o pecado todo dia, mas antes, temos que estar em comunhão com DEUS. Os tempos da santificação. A santificação de pessoas quanto à vida cristã abrange três tempos:Santificação passada e instantânea (I Co 6.II;Hb 10.10,14Fp 1.1I Co 1.2Jo 15.4). É aspectual e posicional, isto é, o crente estando “em CRISTO” (Cl 1.20; Fp I.I). O crente posicionalmente “em CRISTO” não pode ser mais santo do que o é no momento da sua conversão, pois a santidade de CRISTO é a sua santidade (c£ I Jo 4.17). Na Igreja Romana, alguns são “canonizados” (feitos santos) depois de mortos, mas no Remo de DEUS é diferente: os salvos são santos aqui, enquanto estão vivos!Santificação presente e progressiva (2 Co 7.1). É temporal, vivencial. Ê a santificação experimental, ou seja, na experiência humana, no dia-a-dia do crente (I Ts 5.23Hb 13.12 — “para santificar o seu povo”). A Santificação posicionai e a experimental (progressiva) são vistas juntas nestas passagens: Hebreus 12.10 com 12.14; Filipenses 3.15 com 3.12; João 15.4 com 15.5;Coríntios 1.2; Filipenses I.I; e Levítico 20.7 com 20.8.Santificação futura e completa (Ef 5.27I Ts 3.13). È plena; trata-se da santificação final do crente (I Jo 3.2). Ela ocorrerá à Segunda Vinda de JESUS, para levar os seus (I Jo 3.2Ef 5.26,27). Seremos então mudados: “num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Co 15.52).Os meios divinos de santificação:DEUS, o Pai (I Ts 5.23). DEUS, o Filho (Hb 10.1013.12Mt 1.21). DEUS, ESPÍRITO SANTO (I Pe 1.2), cujo título principal — ESPÍRITO SANTO — já indica a sua missão principal: santificar.A correção divina. E um meio de santificação (Hb 12.10,11).A Palavra de DEUS. Lida, crida, estudada, ouvida, amada, meditada, pregada, ensinada, obedecida, vivida, memorizada (SI 119.II; Jo 15.317.17; SI 119.9; Ef 5.26).A paz de DEUS em nós. Seu cultivo, sua busca, sua promoção (Hb 12.141Ts 5.23a). Nestas duas passagens, a paz está ligada à santificação do crente.A fé em DEUS. Esta, baseada na sua Palavra, é um meio divino de santificação (Rm 4Hb 11.332Ts 2.13b; Ato 26.1815.9).Alerta divino. A Palavra de DEUS tem um alerta para a igreja quanto à santificação: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14). E ainda: “Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes, e nunca falte o óleo sobre a tua cabeça” (Ec 9.8). Tenhamos cuidado com a falsa santidade, enganosa, sectarista, fartsaica e exclusivista (2 Tm 3.5); sigamos a verdadeira santidade (Ef 4.24). CONCLUSÃO Justificados por DEUS, temos agora a natureza de DEUS em nós pela justificação. A necessidade de nossa justificação por JESUS se dá pela nossa incapacidade de nos autojustificarmos. Somos regenerados pelo ESPÍRITO SANTO e a nova natureza advinda da regeneração se dá pela nossa nova vida em CRISTO. A necessidade de regeneração nos conduz a uma entrega total ao trabalho do ESPÍRITO SANTO em nosso espírito. As consequências da regeneração são sentidas pelo crente em um novo processo de santificação em CRISTO como consequência da salvação. Agora há a necessidade de um esforço pessoal. É um grande desafio que enfrentamos agora de sermos santos.  ESTUDOS DE DIVERSOS AUTORES E LIVROS COM CORREÇÕES Soteriologia — a Doutrina da Salvação – Antonio GilbertoEm Tito 3.5, está escrito: “segundo a sua misericórdia nos salvou”. O verbo está no pretérito: “nos salvou”. Isso nos leva a refletir sobre a certeza dessa gloriosa salvação em CRISTO JESUS. Somos salvos mesmo? Temos visto casos de crentes antigos que descobrem, para a surpresa de muitos, que ainda não eram salvos segundo o evangelho!Por que as igrejas de Efeso e Corinto eram tão diferentes? Aos coríntios disse Paulo, inspirado pelo ESPÍRITO SANTO: “Vigiai justamente e não pequeis; porque alguns ainda não têm o conhecimento de DEUS; digo-o para vergonha vossa” (I Co 15.34). Apenas fazer parte de uma congregação formada por salvos não significa ser salvo!A salvação não é coletiva, e sim individual. Vemos que, no passado, entre o povo de DEUS viveu um povo denominado o “vulgo” (Nm 11.4Ex 12.38). Esse “vulgo” não era convertido e tornou-se em Israel uma perturbação, uma fonte de fraquezas, de desobediência, de rebeldia e de pecado. Em Lucas 15.8 JESUS contou uma parábola acerca de uma moeda perdida dentro de casa. E no livro de Ezequiel menciona-se uma ovelha “perdida” dentro do rebanho (34.4b). O leitor tem plena convicção da parte de DEUS de que está salvo mesmo} Por CRISTO, segundo “o evangelho da vossa salvação”? (Ef 1.3Rm 1.16,17Tt 3.5).Em Lucas 9.23, JESUS disse: “E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me”. Observe a parte final do versículo: “e siga-me”. O que significa isso? È perseverar em seguir ao Senhor JESUS; é persistir em seguir aos passos dEle. Enfim, implica ser um dos seus discípulos. Na aludida referência, JESUS não falou primeiramente de “vir a mim”, mas “vir após mim”.O que é ser um discípulo dEle segundo o evangelho? Consideremos o texto de Lucas 14.26,27,33:Se alguém vier a mim e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher; e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.E qualquer que não levar a sua cruz e não vier após mim não pode ser meu discípulo. Assim, pois, qualquer de vós que não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.Como vemos no texto acima, o Senhor JESUS aplica um tríplice teste pelo qual se confirma um verdadeiro discípulo. Por três vezes, o Mestre disse: “não pode ser meu discípulo”. Somos — eu e o leitor — de fato discípulos de JESUS, ou apenas pensamos que o somos?O QUE É SALVAÇÃOO que é a salvação em CRISTO? A palavra “salvação” é de profundo significado e de infinito alcance. Muitos têm uma concepção muito pobre da inefável salvação consumada por JESUS, o que às vezes reflete numa vida espiritual descuidada e negligente, em que falta aquele amor ardente e total por JESUS e a busca constante de sua comunhão.Salvação é uma milagrosa transformação espiritual, operada na alma e na vida — no caráter — de toda a pessoa que, pela fé, recebe JESUS CRISTO como seu único Salvador pessoal (Ef 2.8,92 Co 5.17Jo 1.123.5). Observe as afirmações bíblicas “é nova criatura” (conversão) e “tudo se fez novo” (nova vida, novo e íntegro caráter).Não se trata apenas de livramento da condenação do inferno; a salvação abarca todos os atos e processos redentores, bem como transformadores da parte de DEUS para com o ser humano e o mundo (isto é, a criação), através de JESUS CRISTO, nesta vida e na outra (Rm 13.11 I; Hb 7.252 Co 3.18Ef 3.19).Pessoalmente — isto é, em relação à pessoa —, a salvação que CRISTO realiza abrange: a regeneração espiritual do crente, aqui e agora (Tt 3.52 Co 3.18); a redenção do corpo do crente, no futuro (Rm 8.23I Co 15.44); e a glorificação integral do crente, também no futuro (Cl 3.4Ef 5.27).Como receber a salvação. Há três passos necessários para um pecador receber a gloriosa salvação em CRISTO. Primeiro, reconhecer mediante o evangelho que é pecador (Rm 3.23). Segundo, confiar em JESUS como o seu Salvador (Ato 16.31). Terceiro, confessar que o Senhor JESUS é o seu Salvador pessoal, “Visto que… com a boca se faz confissão para a salvação” (Rm 10.10).A obediência honesta do pecador movido por DEUS a esses três passos resultará na sua salvação, operando o ESPÍRITO SANTO e a Palavra. Isso não falha; não se trata de uma mera teoria; é a verdade de DEUS sobre a salvação do pecador, revelada aos homens segundo a infalível Palavra de DEUS e o testemunho da infinitude de salvos em CRISTO por toda parte.Pleno conceito e convicção de salvação. Vemos em Hebreus 2.3 uma cristalina verdade sobre a salvação: “… uma tão grande salvação”. O que denota esta expressão? Ela diz respeito às riquezas imensuráveis da salvação; às bênçãos subseqüentes a ela; à eternidade infinita dela; ao seu alcance imensurável; e à sua sublimidade.Se todos os crentes tivessem uma plena visão da salvação; se pudessem ver plenamente ao longe a tão grande salvação que receberam, com certeza teriam atitudes diferentes no seu dia-a-dia. Teríamos tanto regozijo, tanta motivação, tanto entusiasmo, tanta convicção, tanto anseio e enlevo pelo céu, que não haveria na Terra um só salvo descontente, descuidado, negligente e embaraçado com as coisas desta vida e deste mundo!Ademais, teríamos uma tão profunda compreensão do que é o céu — e, por isso, teríamos tanto desejo de ir para lá—, que o Diabo não teria na igreja um só fã, um só admirador de suas coisas, um só aliado. Mas, há crentes que admiram e gostam das coisas do Maligno e se aliam a ele. Por mais que não admitam, pelo fato de não atentarem para a “tão grande salvação”, tornam-se vulneráveis às investidas do Tentador.Visão atrofiada da salvação. Inúmeros crentes, por terem uma visão atrofiada da salvação em CRISTO, levam uma vida comprometida com o mundo, descuidada, negligente, sem amor, sem dedicação, sem ideal, sem uma busca constante da face do Senhor. Quais devem ser os passos normais de uma vida salva:

  1. Regeneração espiritual;
  2. Plenitude do ESPÍRITO SANTO;
  3. Maturidade espiritual;
  4. Dedicação ao Senhor no seu trabalho.

 Em que consiste a salvação? È importante, antes de avançarmos, respondermos a algumas perguntas. Em que consiste a salvação para o caro leitor? No seu passado na fé? Ou seja, apenas livramento da condenação do pecado? No seu presente na fé? Quer dizer, apenas livramento do poder do pecado? Ou no seu futuro na fé? Isto é, apenas livramento da presença do pecado?Na verdade, a salvação consiste na resposta afirmativa a todas as três perguntas mencionadas. A nossa “grande salvação” em CRISTO nos livra: da condenação, que outrora era uma realidade; do poder do pecado, pois hoje ele não tem domínio sobre nós, se é que não “andamos segundo a carne, mas segundo o espírito” (Rm 8.1b); e da presença do pecado, haja vista a nossa glorificação futura.O que não é salvação. É importante, ainda nessa introdução à Soteriologia, apresentar algumas definições do que não é a salvação em CRISTO:

  1. Apenas ter uma religião com o nome de cristã. O que dizer dos seguidores do mormonismo, cujo nome da igreja é JESUS CRISTO dos Santos dos Últimos Dias. São eles salvos por seguirem a uma religião “cristã”?
  2. Apenas freqüentar ou tornar-se membro de uma igreja local. Uma coisa é pertencer a uma igreja, e outra é pertencer à Igreja.
  3. Apenas ter e ler a Bíblia. Isso os católicos romanos fazem!
  4. Apenas professar um credo religioso. Ser salvo é muito mais que adotar, seguir, abraçar dogmas.
  5. Apenas praticar a “regra áurea” de Mateus 7.12. Boas obras não salvam ninguém (Ef 2.8,9).
  6. Apenas aspergir um infante com “água benta”. Afinal, dependendo da idade da criança, sequer tem a capacidade de crer para a salvação (Mc 16.16a;Rm 10.9).
  7. Apenas batizar um adulto ou uma criança. Batismo não salva, mas destina- se a quem já é salvo (Mc 16.16b).
  8. Apenas “confirmar” um adepto da sua confissão religiosa.
  9. Apenas participar da Ceia do Senhor, ou da Eucaristia.
  10. Apenas ter um irrepreensível código de conduta, bom testemunho, porte.
  11. Apenas praticar sempre boas obras.

O que é salvação. E tudo o que JESUS realizou e ensinou para levar uma raça pecadora à comunhão com um DEUS santo. Trata-se da redenção do ser humano do poder do pecado (I Pe 1.18,19). Ê, ainda, a libertação do cativeiro espiritual (Rm 8.2). E a saída do pecador dentre o poder das trevas do pecado (Cl 1.13). E, finalmente, é o retorno do exílio espiritual do pecador para DEUS (Ef 2.13). Isso é salvação em resumo.Como se vê, o homem não pode efetuar a sua salvação, nem ao menos ajudar nisso (Ef 2.8,9Tt 2.11Jn 2.9b). Daí ter dito o salmista: “A salvação vem do Senhor; sobre o teu povo seja a tua bênção” (SI 3.8). A salvação é pela graça de DEUS, e não por nosso esforço próprio, conquanto os salvos sejam chamados para a prática das boas obras (Ef 2.10).A salvação é chamada de novo nascimento (Jo 3.5) e de ressurreição (Cl 3.1), Não obstante o pecador venha a desejar a “tão grande salvação”, é JESUS CRISTO quem o ressuscita dentre os mortos no pecado e o faz nascer de novo.Afinal, um bebê nada pode fazer para nascer, assim como um morto nada pode fazer para ressuscitar — toda ajuda tem de vir de fora.Introdução à SoteriologiaSoteriologia é em suma o conjunto de doutrinas da salvação. Há pelo menos umas vinte doutrinas relacionadas com a nossa gloriosa salvação em CRISTO. Discorremos de modo resumido sobre as doutrinas da salvação, a saber:

  1. A doutrina do pecado (Rm 3.235.12,20), pois o pecado é a causa da perdição da humanidade.
  2. A doutrina da graça de DEUS (Tt 2.113.4), haja vista ser a graça a salvação quanto ao seu alcance.
  3. A doutrina da expiação pelo sangue (Lv I7.I I), uma vez que a expiação implica a salvação quanto ao pecado.
  4. A doutrina da redenção (Ef 1.7), que trata da salvação quanto a libertação e resgate do pecador.
  5. A doutrina da propiciação (Ex 32.30), que enfatiza a salvação como um ato benevolente de DEUS.
  6. A doutrina da fé salvífica (Ef 2.8), que trata do meio requerido por DEUS, da parte do pecador para a sua salvação.
  7. A doutrina do arrependimento (Mc 1.14,15), que está intimamente ligada à doutrina da fé salvífica.
  8. A doutrina da confissão dos pecados (Rm 10.9,10).
  9. A doutrina do perdão dos pecados (Cl 3.13).
  10. A doutrina da regeneração espiritual (I Pe 1.3;Tt 3.5), que trata do que ocorre no íntimo do pecador ao receber de DEUS a salvação.
  11. A doutrina da imputação da justiça de DEUS ao crente (Gn 15.6Rm 4.2-115.132 Co 5.19; Fm v.I8;Tg 2.23).
  12. A doutrina da adoção de filhos (Gl 4.5,6).
  13. A doutrina da santificação do crente (I Co 6.112 Co 7.1), isto é, a santificação posicionai, “em CRISTO”, e também a progressiva, no tempo presente.
  14. A doutrina da presciência de DEUS (I Pe 1.2).
  15. A doutrina da eleição divina (I Pe 1.2).
  16. A doutrina da predestinação dos salvos (Rm 8.29).
  17. A doutrina da chamada para a salvação (Rm 8.30).
  18. A doutrina da justificação somente pela fé em CRISTO (Rm 8.30), haja vista ser a justificação a nossa salvação ante a presença de DEUS.
  19. A doutrina do julgamento do crente (2 Co 5.10Rm 14.10). E uma doutrina relacionanada à Escatologia.
  20. As doutrinas da glorificação dos salvos (Rm 8.30) e da salvação, nas eras divinas futuras (Ef 2.7I Tm 1.17Jo 1.29).
A SALVAÇÃO NO SENTIDO FACTUAL OBJETIVO
A salvação é um fato em si, isto é, no sentido objetivo. Ela tem um lado objetivo (o lado divino), e um, subjetivo (o humano). O primeiro refere-se a DEUS como o Doador da salvação; e o segundo refere-se ao homem como o recebedor.
No sentido objetivo, a salvação tem três aspectos, todos simultâneos: a justificação, que nos declara justos (esse aspecto tem a ver com a nossa posição diante de DEUS: “em CRISTO”); a regeneração, que nos declara filhos (tem a ver com a nossa condição espiritual, interior); a santificação, que nos declara santos, mediante a nossa fé no sangue derramado de JESUS.
A salvação no seu sentido objetivo, diante de DEUS, não tem tempos, mas aspectos ou lados. Ao mesmo tempo em que uma pessoa é pela fé em CRISTO justificada, é também regenerada e santificada.
Justificação. E a mudança de posição externa e legal do pecador diante de DEUS: de condenado para justificado. Pela justificação passamos a pertencer aos justos. Justificação é o tempo passado da nossa salvação, mas sempre presente em nossa vida espiritual (I Co 6.11Rm 8.30,33b; 5.13.24Gl 2.16).
Regeneração. E a mudança de condição do pecador: de servo do pecado para filho de DEUS. A regeneração é tão séria diante de DEUS, que a Bíblia chama-a de “batismo em JESUS” (I Co 12.13Gl 3.27Rm 6.3). Trata-se de um ato interior, dentro do indivíduo, abrangendo também todo o seu ser. E um termo ligado a família, filhos: “gerar”; é o novo nascimento (Jo 3.5). Mediante a regeneração somos chamados “filhos de DEUS” (cf. Gn 2.7Jo 20.2215.5).
Santificação. E a mudança de caráter (mudança subjetiva); e a mudança de serviço (mudança objetiva), “em CRISTO” (posicionai), como lemos em João 15.4 ;17.26.
 
A SALVAÇÃO NO SENTIDO EXPERIMENTAL SUBJETIVO
Na experiência humana, a salvação é subjetiva. A salvação experimental tem três tempos (não aspectos): passado, presente e futuro.
No passado. Justificação; é o que DEUS fez por nós. E a salvação da pena do pecado. Ela é referida na Bíblia como ocorrida no passado da vida cristã.
… haveis sido justificados em nome do Senhor JESUS e pelo Espirito do nosso DEUS (I Co 6. Z l).
E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou… Quem intentará acusação contra os escolhidos de DeusP E DEUS quem os justifica (Rm 8.30,33).
Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com DEUS por nosso Senhor JESUS CRISTO (Rm 5.1).
Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de DEUS, sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em CRISTO JESUS (Rm 3.23,24).
Sabendo que o homem não é justifcado pelas obras da lei, mas pela fé em JESUS CRISTO, temos também crido em JESUS CRISTO, para sermos justificados pela fé de CRISTO e não pelas obras da lei, porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justifcada (Gl 2.16).
No presente. Santificação em conduta, diante do mundo. Ê a salvação do poder do pecado. E aquilo que DEUS faz em nós agora. Uma frutinha pode ser perfeita, e não ser madura.
Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda imundíàa da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de DEUS (2 Co 7.1).
E o mesmo DEUS de paz vos santifque em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor JESUS CRISTO (l Es 5.23).
Aquele que diz que está nele também deve andar como ele andou (l Jo 2.6).
.. . operai a vossa salvação com temor e tremor (Fp 2.12).
No futuro. Glorificação; é o que DEUS fará conosco na glória celestial (I Pe 1.5). Será a salvação da presença do pecado. Trata-se da nossa inteira “conformação” com JESUS CRISTO.
Amados, agora somos flhos de DEUS, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar; seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos (1 Jo 3.2).
… nós mesmos, que temos as primícias do ESPÍRITO, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber; a redenção do nosso corpo (Rm 8.23).
E isto digo, conhecendo o tempo, que é já hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto de nós do que quando aceitamos a fé (Rm 13.11).
E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo, assim também CRISTO•, ofere:endo~se uma vez; para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez; sem pecado•, aos que o esperam para a salvação (Hb 9.27,28).
Evidências da salvação experimental. São os testemunhos do ESPÍRITO em nosso interior (Rm 8.16); da Palavra de DEUS (Ato 16.31); da nossa consciência (I Jo 3.19); da transformação da nossa vida (2 Co 5.17); dos frutos produzidos (Mt 5.87.16-20); da aversão ao pecado (I Jo 3.9); do cumprimento da doutrina (2 Jo v.9); do amor (e comunhão) fraternal (Jo 13.35); e da vitória sobre o mundo (I Jo 4.5).
 
Como triunfar sobre o pecado. Os passos para vencer o pecado, triunfando sobre ele, são os seguintes:
1- Amar a Palavra de DEUS, a ponto de escondê-la no coração; isso faz com que o crente vença o pecado (Sm 119.11).
2- Crer no poder do sangue de JESUS, isto é, no sacrifício expiatório que Ele realizou, a fim de que o pecado não tenha domínio sobre nós (I Jo 1.9).
3- Confiar no poder do ESPÍRITO SANTO, o qual habita em nós e, se Ele exercer pleno predomínio em nosso viver, faz-nos triunfar sobre o pecado (Rm 8.2).
4- O ministério sacerdotal de CRISTO. Ele venceu todas as coisas, e, se estivermos nEle, também venceremos o pecado (Hb 4.15,16).
5- A nossa fé depositada em JESUS CRISTO também nos faz triunfar sobre o pecado (Fp 3.9).
6- Finalmente, a nossa total submissão e entrega a CRISTO (Rm 6.14). E submissão implica ser obediente à sua vontade e também agradar-lhe por amor.
Conclusão. A nossa recomendação final, ao concluir este tópico sobre a doutrina do pecado é, como diz o escritor sacro: “Evita o pecado!” A Palavra de DEUS admoesta: “Meus filhinhos (…) não pequeis” (1 Jo 2.1). Lembre-se de que “Obedecer é melhor do que sacrificar” (I Sm 15.22). E “sacrificar”, aqui, também pode significar “remediar”.
Evitemos, pois, os pecados vindos de dentro; e, de fora: “A ninguém imponhas precipitadamente as mãos, nem participes dos pecados alheios; conserva-te a ti mesmo puro” (I Tm 5.22).
 
Tudo épelagraça de DEUS. Na vida do crente, ela gera crescimento na fé (2 Pe 3.18). E por meio dela que triunfamos contra o mal (Rm 6.14Hb 13.9Ato 4.332 Co 12.9
 
A DOUTRINA DA CONFISSÃO
No original, o verbo homologeo (gr.) e o substantivo homologia são os termos para confissão. Confessar é dizer de coração o que DEUS diz sobre nós na sua Palavra (Rm 10.9,10Lv 5.5Sm 38.18I Jo 1.9). No sentido bíblico, confissão não se refere primeiramente a confessar pecados. Significa concordar com o que DEUS diz sobre nós — e dEle — na sua Palavra, bem como reconhecer os nossos pecados e faltas como sendo nossos e admitir os nossos erros, falhas, pecados e declará-los (Ato 19.18).
Vemos em Hebreus 3.1 que JESUS CRISTO é o Sacerdote da nossa confissão, isto é, a quem confessamos quanto à nossa salvação e tudo o mais pertinente à fé. Em I João 1.9, está escrito: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça”.
Elementos da confissão. De acordo com o I João 1.9, a confissão deve ser contrita e definida: “nossos pecados”. Observe que são “pecados” (plural). Outro elemento é a renúncia ao pecado (Pv 28.13). E, quanto for o caso, a confissão deve ser com restituição.
Confissão secreta. E a confissão feita somente a DEUS. Confissão de pecados cometidos pelo crente e conhecidos somente por ele e DEUS. Tais pecados devem ser confessados secretamente ao Senhor, dependendo isso da base bíblica desse crente e da confiança plena e firme no que DEUS declara na sua Palavra.
Confissão pessoal. E a confissão feita a pessoas contra quem pecamos. Nesse caso, antes de irmos a DEUS contritamente, temos de tratar com o ofendido ou o cúmplice, pois a comunhão espiritual é tanto vertical (comunhão com DEUS) como horizontal— comunhão com o próximo (I Jo I.7a).
Confissão pública. E a confissão feita à igreja, à congregação. São pecados conhecidos, cometidos contra a coletividade cristã.
 
A DOUTRINA DA REGENERAÇÃO ESPIRITUAL
O termo regeneração tem a ver com a nossa inclusão na família de DEUS (I Pe 1.3,23Tt 3.5). Em Gênesis 1.27, temos a criação natural do homem; em Efésios 2.10, temos a sua criação espiritual.
Regeneração é o ato interior da conversão, efetuada na alma pelo ESPÍRITO SANTO. Conversão é mais o lado exterior e visível da regeneração. Uma pessoa verdadeiramente regenerada pelo ESPÍRITO SANTO é também convertida (cf. Lc 22.32).
Sendo regenerado pelo ESPÍRITO SANTO, o crente é declarado filho de DEUS (Jo). O que ocasiona a regeneração espiritual não é primeiramente a justificação pela fé, mas a comunicação da vida de CRISTO — da “vida eterna” ao pecador arrependido. Justificação tem a ver com o pecado do pecador; regeneração tem a ver com a natureza do pecador. Justificação é imputada por DEUS; regeneração é comunicada por DEUS.
Bem vês que a fé cooperou com as suas ohras e que, pelas obras, a fé foi aperfeiçoada, e cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em DEUS, e foi-lhe isso imputado como justiça, efoi chamado o amigo de DEUS (Tg 2.22,23).
 
A DOUTRINA DA IMPUTAÇÃO DA JUSTIÇA DE DEUS
Imputação é o lançamento ou creditamento da justiça de CRISTO a nosso favor, mediante a nossa fé em CRISTO (Rm 4.3ss; Gl 2.16ss; 3.6-8; Gn 15.6;Tg 2.23). “O Senhor Justiça Nossa” (Jr 23.6). “Mas vós sois dele em JESUS CRISTO, o qual para nós foi feito por DEUS (…) justiça” (I Co 1.30).
O princípio da doutrina da imputação da justiça de DEUS é visto em passagens como Gênesis 3.216.14 (hb.); e 15.6. Em Filemom v. 18 e Filipenses 4.17 vemos a imputação ilustrada na prática natural:
E, se te fez algum dano ou te deve alguma coisa, põe isso na minha conta.
Não que procure dádivas, mas procuro o fruto que aumente a vossa conta.
Assim como a justiça divina é imputada ao que nEle crê, ao ímpio impenitente são imputados os seus pecados contra DEUS (Sm 32.2). E também, da mesma forma, à nossa conta podem ser imputados males que cometemos contra o próximo (2Tm 4.16Ato 7.60I Ts 4.6Mt 6.12 — “as nossas dívidas”).
Somos feitos justos diante de DEUS, não primeiramente pela influência da moral cristã sobre nós, mas primacialmente pela imputação da justiça (retidão) de DEUS sobre nós, pela fé em JESUS CRISTO. Aleluia ao DEUS Trino!
Respondida está, por DEUS, a pergunta de Jó, de antanho: “Como seria justo o homem perante DEUS, e como seria puro aquele que nasce da mulher?” (Jó 25.4).
 
A DOUTRINA DA ADOÇÃO DE FILHOS
A adoção de filhos é mencionada em textos como Romanos 8.15Efésios 1.5; e João 1.12.
Porque não recehestes o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor; mas recehestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.
[DEUS PaíJ … nos predestinou para filhos de adoção por JESUS CRISTO, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade.
Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de DEUS: aos que crêem no seu nome.
A expressão “adoção de filhos” é uma única palavra no original: huiothesis — de huios, “filho”, e thesis, “posição”. A idéia da adoção de filhos também se encontra no Antigo Testamento (Êx 2.10 com Hb 11.24Êx 4.22 com Os 11.1Mt 2.15).
Em Efésios 1.4,5 está escrito que fomos predestinados por DEUS para adoção de filhos, antes da fundação do mundo; portanto, antes da existência do homem. Isso exclui qualquer mérito humano e somente revela a graça infinita de DEUS.
Na antiga Grécia. A adoção de filhos, na antiga Grécia, nada tinha a ver com a filiação da criança, e sim com a sua posição em relação à família (gr. huiothesis). Por meio do ato da adoção, o “filho”, ao atingir a idade necessária, passava à posição de herdeiro da família. Daí a expressão bíblica “adoção de filhos” (Gl 4.4,5).
O ato da “adoção de filhos” passou dos gregos para os romanos, e assim chegou aos tempos do Novo Testamento e da igreja. Biblicamente, então, DEUS “adota” a quem já é seu filho.
No presente. Há bênçãos desfrutadas já nesta vida, decorrentes da adoção, como: o nosso nome de família: “chamados filhos de DEUS” (I Jo 3.1Ef 3.14,15); o testemunho do ESPÍRITO SANTO em nosso interior, de que somos filhos de DEUS (Rm 8.16); o recebimento do ESPÍRITO SANTO (Rm 8.15Lc 11.11-13); a disciplina da parte de DEUS que nos é ministrada, como seus filhos: “Se estais sem disciplina (…) sois então bastardos, e não filhos” (Hb 12.8; cf. vv.6-11); a nossa herança celestial, declarada e garantida por DEUS (Rm 8.17); e a redenção do nosso corpo.
Por meio da adoção, os nossos nomes foram registrados no livro da vida do Cordeiro (Lc 10.20Fp 4.3Ap 17.83.513.820.12,1521.27).
No futuro. Em Romanos 8.23, vemos que os nossos privilégios quanto à adoção de filhos de DEUS têm ainda um lado futuro: “… gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo”. Isso se dará à vinda de JESUS para levar a sua Igreja.
Vede quão grande caridade nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamadosfilhos de DEUS.
Por isso, o mundo não nos conhece, porque não conhece a ele. Amados, agora somos filhos de DEUS, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque como é o veremos. E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele épuro (l Jo 3.1-3).
 
A DOUTRINA DA SANTIFICAÇÃO DO CRENTE
A justificação efetuada por DEUS para nos salvar põe-nos em correto relacionamento com Ele. Já a santificação comprova a realidade da justificação em nossa vida, manifestando seus frutos em nós; em nossa vida.
SANTO é aquele crente que vive separado do pecado, do mal, do mundo (mundanismo), e dedicado a DEUS e ao seu serviço. Observe as palavras de Paulo em Atos 27.23: “Porque, esta mesma noite, o anjo de DEUS, de quem eu sou e a quem sirvo, esteve comigo”.
O cristão tem duas naturezas: uma humana, herdada de Adão, pela geração natural; e outra, divina, através da geração espiritual (I Pe 1.23). Daí a santificação do crente ter dois aspectos: um diante de DEUS, e outro, diante de si mesmo e do mundo (I Jo 3.32 Co 7.1Hb 12.14Mt 5.16). Essas duas naturezas do crente são vistas em Gálatas 5.17 e Romanos 6—8.
Em Levítico 20.8 — “Eu sou o Senhor que vos santifica” — vemos a santificação do crente diante de DEUS, mas, no versículo 7, menciona-se a santificação crente diante de si mesmo e do mundo: “Santificai-vos e sede santos” (cf. I Pe LI5).
Santificação de objetos, eventos, datas, pessoas, animais. Esse aspecto da santificação é muito comum em relação aoTabernáculo e seus objetos, e seus oficiantes, os quais pertenciam somente a DEUS, como vemos nos livros de Exodo e Deuteronômio. Esse aspecto da santificação implica um só sentido, que é a posse de DEUS, e a dedicação e separação desses elementos para o serviço de DEUS.
 
Alguns exemplos desses elementos santos:
*Eventos e datas (Êx 20.8Dt 5.12Lv 25.1023.2).
*O Templo (I Rs 9.3).
*O altar dos holocaustos (Ex 29.37).
*As vestes sacerdotais (Êx 28.229.2940.13).
*Pessoas (Êx 13.1228.4129.1,44I Sm 16.5I Cr 15.142 Cr 29.5).
*Animais (Nm 18.17Êx 13.2b).
Nesse sentido, os templos atuais da igreja são santificados a DEUS, bem como os objetos dedicados ao serviço dEle.
Santificação de pessoas. Há dois principais sentidos de santificação do crente em relação a DEUS. O primeiro diz respeito à separação do mal para pertencer a DEUS
“Ser-me-eis santos, porque eu, o Senhor, sou santo” (Lv 20.26). E o sentido negativo da santificação, pois se ocupa do “não farás isso; não farás aquilo”, etc; é separar-se para DEUS.
O segundo sentido de santificação do crente é o positivo. O crente, já separado do mal, dedica-se a DEUS para o seu serviço, ocupa-se em fazer algo para Ele: “De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor e preparado para toda boa obra” (2Tm 2.21). Paulo, ao falar de DEUS, disse: “de quem eu sou e a quem eu sirvo” (Ato 27.23).
A santificação é dúplice. Ser santo não é somente evitar o pecado, mas também servir ao Senhor, com a vida; com os talentos; com os dons; com os bens; com a casa; com o tempo; com as finanças; com os serviços, inclusive mão de obra. Por isso, muitos crentes não conseguem viver uma vida santa; eles não vivem pecando continuadamente, mas não querem nada com as coisas do Senhor, nem com a sua obra, nem com a igreja para zelar por ela e promovê-la.
 
Os tempos da santificação. A santificação de pessoas quanto à vida cristã abrange três tempos:
Santificação passada e instantânea (I Co 6.II;Hb 10.10,14Fp 1.1I Co 1.2Jo 15.4). E aspectual e posicionai, isto é, o crente estando “em CRISTO” (Cl 1.20; Fp I.I). O crente posicionalmente “em CRISTO” não pode ser mais santo do que o é no momento da sua conversão, pois a santidade de CRISTO é a sua santidade (c£ I Jo 4.17). Na Igreja Romana, alguns são “canonizados” (feitos santos) depois de mortos, mas no Remo de DEUS é diferente: os salvos são santos aqui, enquanto estão vivos!
 
Santificação presente e progressiva (2 Co 7.1). É temporal, vivencial. Ê a santificação experimental, ou seja, na experiência humana, no dia-a-dia do crente (I Ts 5.23Hb 13.12 — “para santificar o seu povo”). A Santificação posicionai e a experimental (progressiva) são vistas juntas nestas passagens: Hebreus 12.10 com 12.14; Filipenses 3.15 com 3.12; João 15.4 com 15.5;
Coríntios 1.2; Filipenses I.I; e Levítico 20.7 com 20.8.
 
Santificação futura e completa (Ef 5.27I Ts 3.13). È plena; trata-se da santificação final do crente (I Jo 3.2). Ela ocorrerá à Segunda Vinda de JESUS, para levar os seus (I Jo 3.2Ef 5.26,27). Seremos então mudados: “num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Co 15.52).
 
Os meios divinos de santificação:
DEUS, o Pai (I Ts 5.23). DEUS, o Filho (Hb 10.1013.12Mt 1.21). DEUS, ESPÍRITO SANTO (I Pe 1.2), cujo título principal — ESPÍRITO SANTO — já indica a sua missão principal: santificar.
A correção divina. E um meio de santificação (Hb 12.10,11).
A Palavra de DEUS. Lida, crida, estudada, ouvida, amada, meditada, pregada, ensinada, obedecida, vivida, memorizada (SI 119.II; Jo 15.317.17; SI 119.9; Ef 5.26).
A paz de DEUS em nós. Seu cultivo, sua busca, sua promoção (Hb 12.141Ts 5.23a). Nestas duas passagens, a paz está ligada à santificação do crente.
A fé em DEUS. Esta, baseada na sua Palavra, é um meio divino de santificação (Rm 4Hb 11.332Ts 2.13b; Ato 26.1815.9).
Alerta divino. A Palavra de DEUS tem um alerta para a igreja quanto à santificação: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14). E ainda: “Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes, e nunca falte o óleo sobre a tua cabeça” (Ec 9.8). Tenhamos cuidado com a falsa santidade, enganosa, sectarista, fartsaica e exclusivista (2 Tm 3.5); sigamos a verdadeira santidade (Ef 4.24).
 
A DOUTRINA DA ELEIÇÃO DIVINA
“Eleição” e “escolha” são apenas um termo, no original: eeloge. A eleição “olha” para o aspecto passado da nossa salvação (I Pe 1.2Ef 1.4). Eleição divina é, pois, a nossa escolha para a salvação, feita por DEUS. Nós, pecadores por natureza, não sabemos escolher, mas o Senhor nos escolhe (Jo 15.16).
E claro que a eleição, em si, não implica salvação:
Mas devemos sempre dar graças a DEUS, por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter DEUS elegido desde o principio para a salvação, em santificação do Espirito efié da verdade (2 Ts 2.13).
eleitos segundo a presciência de DEUS Pai, em santificação do Espirito, para a obediência e aspersão do sangue de JESUS CRISTO: graça e paz vos sejam multiplicadas (l Pe 1.2).
Na Bíblia mencionam-se a eleição divina coletiva, como a de Israel (Is 45.4;) e a da Igreja (Ef 1.4); e a individual, como a de Abraão (Ne 7.9) e a de cada crente (Rm 8.29). A vocação e a eleição do crente, do seu lado humano. Em 2 Pedro LIO lemos: “Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis”.
A escolha divina ocorre da maneira como é descrita em I Ts 1.4-10. Ela se dá pelo recebimento do evangelho, pela fé, e permanência em CRISTO, mediante a santificação daqueles que se convertem dos ídolos ao DEUS vivo e verdadeiro, a fim de servi-lo “e esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dos mortos, a saber, JESUS, que nos livra da ira futura” (v. 10).
DEUS não elege uns para a salvação, e outros, para a perdição. O homem é capaz de fazer a livre-escolha. E a graça de DEUS não é irresistível, como muitos ensinam, valendo-se do falacioso chavão “Uma vez salvo, salvo para sempre”.
 
A DOUTRINA DA JUSTIFICAÇÃO
Justificação é o ato judicial de DEUS, pelo qual Ele declara justo diante dEle o pecador que põe sua fé para a salvação em JESUS, ficando assim isento de culpa e condenação (Rm 8.30). A justificação é um ato e também um processo, como a santificação experimental na vida do crente; ela é primeiramente um ato de DEUS.
O que é justificar? E DEUS declarar justo diante dEle o transgressor que crê em JESUS como o seu Salvador pessoal (Rm 4.3-58.33). Justificar, como DEUS justifica, é mais que perdoar. Em teologia sistemática, a justificação precede a santificação, mas na Bíblia a santificação precede a justificação (I Co 6.11), que também é um processo — “justificação de vida” (Rm 5.18).
Diferenças entre justificar e perdoar. O perdão remove a condenação do pecado; a justificação nos declara justos diante de DEUS; isto é, como se nunca tivéssemos pecado! Quão maravilhosa é a graça de DEUS! Aleluia!
Somente DEUS pode perdoar e também justificar a um só tempo. O homem jamais pode fazer isso; ele pode relativamente perdoar, mas não justificar — declarar justo um transgressor da lei. Como é possível um DEUS perfeitamente justo perdoar e também justificar o ímpio, transgressor, sobrecarregado de delitos e pecados?
Mediante o seu amor, DEUS substituiu o culpado pelo inocente. O imaculado Cordeiro de DEUS, no Calvário, pelo amor divino, nos substituiu, levando sobre si os nossos pecados.
Verdades fundamentais da justificação pela fé, As verdades fundamentais da justificação pela fé em DEUS são: (I) a sua origem, que é a graça de DEUS (Rm 3.24;Tt 3.7); a sua base, o sangue de JESUS (Rm 5.9); o seu meio, a fé (Rm 5.13.25); o seu testemunho perante os homens são as obras (Tg 2.24); e a sua causa instrumental é a ressurreição de JESUS CRISTO (Rm 4.25).
A DOUTRINA DO JULGAMENTO DO CRENTE
A doutrina do julgamento do crente é geralmente estudada, em teologia sistemática, sob a escatologia. Trata-se do Tribunal de CRISTO, isto é, o julgamento da igreja após o seu arrebatamento (2 Co 5.10Rm 14.10I Jo 4.17). É o dia da prestação de conta da nossa vida; da nossa mordomia cristã, da nossa diaconia ante o citado Tribunal.
Segundo a Palavra de DEUS, o julgamento do crente é tríplice. No passado, o crente foi julgado em CRISTO, no Calvário, como pecador (2 Co 5.21). No presente, ele é julgado como filho de DEUS, durante a sua vida (I Co 11.31). No futuro, será julgado como servo de DEUS, quanto à sua fidelidade no serviço prestado a DEUS (2 Co 5.10).
Não será um julgamento de pecados do crente (Rm 8.1Jo 5.24), mas das obras do crente (Ap 22.1214.13). Todos os crentes serão julgados, e não apenas alguns. Este autor e o leitor — eu e tu — também: todos havemos de
comparecer ante o tribunal de CRISTO” (Rm 14.10). “… para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal” (2 Co 5.10).
Os critérios do julgamento. Os critérios de julgamento do crente no Tribunal de CRISTO envolvem: a “lei da liberdade cristã” (Tg 2.12), haja vista sermos livres para fazermos ou não a vontade de DEUS (vamos responder por essa liberdade diante do Senhor naquele dia); a qualidade do trabalho que fazemos para DEUS (Mt 20.1-16); vemos neste ensino de JESUS que muitos crentes trabalharão a vida toda (“o dia todo”, v. 12), mas receberão a recompensa de quem trabalhou apenas “uma hora”. Não será primeiramente a quantidade de trabalho que será julgada, e sim primeiramente a qualidade desse trabalho.
Outros critérios de julgamento serão: o “material” empregado no trabalho feito para DEUS (I Co 3.8,12-15); a conduta do crente por meio do seu corpo (2 Co 5.10
; o modo como tratamos nossos irmãos na fé (Rm 14.10Tg 5.9Ef 6.8Cl 3.25); e os motivos secretos do nosso coração que nos levaram aos respectivos atos (I Co 4.5Rm 2.16).
Um aviso a todos os que ensinam na casa de DEUS: o seu julgamento será maior, mais rigoroso e mais exigente:
Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres; sabendo que receberemos mais duro juízo lg 3.1).
Qualquer; pois, que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos céus (Mt 5.19).
 
Quarto Trimestre de 2006
LIÇÃO 9 –SALVAÇÃO, O PLANO DE DEUS PARA A REDENÇÃO HUMANA
TEMA –As Verdades Centrais da Fé Cristã
COMENTARISTA : Claudionor Correia de Andrade
  
O processo da Salvação
Salário:
Todos os seres humanos pecaram e mereciam um salário, um pagamento por isso, pois DEUS é justo e paga cada um segundo sua obra.
Rm 3.23 Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de DEUS;
Rm 5.12 Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.
Rm 6.23 Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de DEUS é a vida eterna, por CRISTO JESUS nosso Senhor.
1Pe 1.17 E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação,
O salário é o pagamento justo pelo trabalho feito, e em nosso caso, merecíamos todos morrer, tanto a morte física, como a de nossa alma, quanto de nosso espírito.
 
Dom:
A salvação do salário merecido se dá pela graça de DEUS que é favor imerecido:
Como uma mãe que vai visitar seu filho num presídio, filho que andava drogado, filho que lhe xingava e espancava, filho assassino e ladrão.
Essa mãe chega e abraça seu filho e lhe oferece o presente, mas o filho, surpreso e sem reação lhe diz: Mãe, como pode a senhora vir me visitar, me abraçar, me beijar e ainda me dar um presente, se eu a xingava e espancava, eu não mereço isso.
A mãe porém lhe diz: Não é pelo merecimento, meu filho, mas é pelo meu amor por você.
Aconteceu o mesmo entre o rei Davi e Mefibosete, filho de Jonatas, Davi lhe disse que o estava tratando bem e lhe dando uma herança, não por que ele merecesse, mas era pela aliança que tinha com seu pai, era por amor a seu pai.
Assim, DEUS, por meio de CRISTO faz aliança conosco, não por nossos méritos, mas pelo seu infinito amor e somente por causa do sacrifício de CRISTO em nosso lugar.
DEUS nos enviou o salvador para, por meio Dele, de seu sacrifício, pudéssemos ser livres dos nossos pecados e reconciliados com DEUS.
O dom é o presente dado sem merecimento.
1Tm 1.15 Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que CRISTO JESUS veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.
Rm 5.10 Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com DEUS pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.
Rm 6.23 Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de DEUS é a vida eterna, por CRISTO JESUS nosso Senhor.
 
 
 
RESUMO DA REVISTA: (Utilizando os títulos da revista da CPAD atual  e os comentários da revista da CPAD de 18/02/2001 – Pr. Elienai Cabral)
Lembrando que esses complemento são para auxílio dos alunos e professores, que deverão ter como base de seus ensinos a revista da CPAD 4º trimestre de 2006.
 
 
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Veremos o que a Bíblia ensina acerca da salvação; é um tema que se estende do Gênesis ao Apocalipse.
Salvação é uma palavra de amplo sentido, que abrange todos os atos e processos redentores, a saber: justificação, redenção, graça,
propiciação, imputação, perdão, santificação e glorificação. A salvação procede de DEUS e não do homem. Foi concebida por DEUS o Pai,
consumada por JESUS o Filho, e oferecida ao crente por intermédio do ESPÍRITO SANTO. O homem não teve participação alguma no plano de salvação. Resta-lhe apenas aceitar o Dom de DEUS. Tão logo o homem pecou, DEUS anunciou seu projeto para salvá-lo (Gn 3.15).
Salvação é palavra de profundo significado e de infinito alcance. Muitos têm uma concepção bastante pobre da inefável salvação consumada por JESUS, o que às vezes reflete numa vida espiritual descuidada e negligente, onde falta aquele amor ardente e total por JESUS, e busca constante de sua comunhão.
Salvação não significa apenas livramento da condenação do Inferno. Ela abarca todos os atos e processos redentores e transformadores da parte de DEUS para com o homem e o mundo através de JESUS, o Redentor, nesta vida e na outra.
A salvação é o resultado da redenção efetuada por JESUS, o meio que DEUS proveu para livrar o homem de seus pecados. Salvação é o usufruto desse livramento.
A doutrina da salvação diz respeito ao plano divino para restaurar o homem do pecado e, conseqüentemente, livrá-lo da condenação eterna.
CRISTO é o único caminho ao Pai. A salvação nos é concedida mediante a graça de DEUS, manifesta em CRISTO JESUS e está baseada na morte, ressurreição, e exaltação do Filho de DEUS.
A doutrina em apreço pode ser estudada sob os vários aspectos da salvação.
 
Neste domingo, veremos o que a Bíblia ensina acerca da salvação; é um tema que se estende do Gênesis ao Apocalipse.
 
 
I. O QUE É A SALVAÇÃO
1. Definição etimológica. Sōtēria, além de salvação, traz as seguintes significações: “libertação, Livramento do poder e da maldição do pecado. Restituição do homem à plena comunhão com DEUS” (Dicionário Teológico).
2. Definição teológica. DEUS ofereceu o seu Unigênito para salvar pela graça, por intermédio da fé, os que o aceitam como o único e suficiente Salvador (Ef 2.8-10).
 
 
II. A GRAÇA DE DEUS NA SALVAÇÃO DO HOMEM
Agostinho realça a doutrina da graça divina: “A graça de DEUS não encontra homens aptos para a salvação, mas torna-os aptos a recebê-la”.
1. Definição etimológica. Favor imerecido.
2. Definição teológica. Aceitar e a usufruir, de imediato, das bênçãos do Plano de Salvação (Ef 2.8,9).
3. Objetivos da graça de DEUS. 1) salvar o homem da condenação do pecado; e 2) restringir a ação deste pecado.
 
 
III. ELEIÇÃO E PREDESTINAÇÃO
1. Eleição (Ef 1.4,5). Antes mesmo de o Universo ter sido criado.
 
 Ef 1.4,5 “Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em caridade, e nos predestinou para filhos de adoção por JESUS CRISTO, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade.”
ELEIÇÃO. A escolha por DEUS daqueles que crêem em CRISTO é uma doutrina importante (ver Rm 8.29-33; 9.6-26; 11.5, 7, 28; Cl 3.12; 1Ts 1.4; 2Ts 2.13; Tt 1.1). A eleição (gr. eklegoe) refere-se à escolha feita por DEUS, em CRISTO, de um povo para si mesmo, a fim de que sejam santos e inculpáveis diante dEle (cf. 2Ts 2.13). Essa eleição é uma expressão do amor de DEUS, que recebe como seus todos os que recebem seu Filho JESUS (Jo 1.12). A doutrina da eleição abarca as seguintes verdades:
(1) A eleição é cristocêntrica, i.e., a eleição de pessoas ocorre somente em união com JESUS CRISTO. DEUS nos elegeu em CRISTO para a salvação (1.4; ver v. 1). O próprio CRISTO é o primeiro de todos os eleitos de DEUS. A respeito de JESUS, DEUS declara: “Eis aqui o meu servo, que escolhi” (Mt 12.18; cf. Is 42.1,6; 1Pe 2.4). Ninguém é eleito sem estar unido a CRISTO pela fé.
(2) A eleição é feita em CRISTO, pelo seu sangue; “em quem [CRISTO]… pelo seu sangue” (1.7). O propósito de DEUS, já antes da criação (1.4), era ter um povo para si mediante a morte redentora de CRISTO na cruz. Sendo assim, a eleição é fundamentada na morte sacrificial de CRISTO, no Calvário, para nos salvar dos nossos pecados (At 20.28; Rm 3.24-26).
(3) A eleição em CRISTO é em primeiro lugar coletiva, i.e., a eleição de um povo (1.4,5, 7, 9; 1Pe 1.1; 2.9). Os eleitos são chamados “o seu [CRISTO] corpo” (1.23; 4.12), “minha igreja” (Mt 16.18), o “povo adquirido” por DEUS (1Pe 2.9) e a “noiva” de CRISTO (Ap 21.9). Logo, a eleição é coletiva e abrange o ser humano como indivíduo, somente à medida que este se identifica e se une ao corpo de CRISTO, a igreja verdadeira (1.22,23; ver Robert Shank, Elect in the Son (Eleitos no Filho). É uma eleição como a de Israel no AT (ver Dt 29.18-21; 2Rs 21.14).
(4) A eleição para a salvação e a santidade do corpo de CRISTO são inalteráveis. Mas individualmente a certeza dessa eleição depende da condição da fé pessoal e viva em JESUS CRISTO, e da perseverança na união com Ele. O apóstolo Paulo demonstra esse fato da seguinte maneira: 
(a) O propósito eterno de DEUS para a igreja é que
sejamos “santos e irrepreensíveis diante dele” (1.4). Isso se refere tanto ao perdão dos pecados (1.7) como à santificação e santidade. O povo eleito de DEUS está sendo conduzido pelo ESPÍRITO SANTO em direção à santificação e à santidade (ver Rm 8.14; Gl 5.16-25). O apóstolo enfatiza repetidas vezes o propósito supremo de DEUS (ver 2.10; 3.14-19; 4.1-3, 13,14; 5.1-18). 
(b) O cumprimento desse propósito para a igreja como corpo não falhará: CRISTO a apresentará “a si mesmo igreja gloriosa… santa e irrepreensível” (5.27). 
(c) O cumprimento desse propósito para o crente como indivíduo dentro da igreja é condicional. CRISTO nos apresentará “santos e irrepreensíveis diante dele” (1.4), somente se continuarmos na fé. A Bíblia mostra isso claramente: CRISTO irá “vos apresentar santos, e irrepreensíveis, e inculpáveis, se, na verdade, permanecerdes fundados e firmes na fé e não vos moverdes da esperança do evangelho” (Cl 1.22,23).
(5) A eleição para a salvação em CRISTO é oferecida a todos (Jo 3.16,17; 1Tm 2.4-6; Tt 2.11; Hb 2.9), e torna-se uma realidade para cada pessoa consoante seu prévio arrependimento e fé, ao aceitar o dom da salvação em CRISTO (2.8; 3.17; cf. At 20.21; Rm 1.16; 4.16). Mediante a fé, o ESPÍRITO SANTO admite o crente ao corpo eleito de CRISTO (a igreja) (1 Co 12.13), e assim ele torna-se um dos eleitos. Daí, tanto DEUS quanto o homem têm responsabilidade na eleição (ver Rm 8.29; 2Pe 1.1-11).
2. Predestinação. Basta o homem receber a CRISTO para desfrutar, de imediato, dos benefícios da eleição e da predestinação.
A PREDESTINAÇÃO. A predestinação (gr. proorizo) significa “decidir de antemão” e se aplica aos propósitos de DEUS inclusos na eleição. A eleição é a escolha feita por DEUS, “em CRISTO”, de um povo para si mesmo (a igreja verdadeira). A predestinação abrange o que acontecerá ao povo de DEUS (todos os crentes genuínos em CRISTO).
(1) DEUS predestina seus eleitos a serem: 
(a) chamados (Rm 8.30); 
(b) justificados (Rm 3.24; 8.30); 
(c) glorificados (Rm 8.30); 
(d) conformados à imagem do Filho (Rm 8.29); 
(e) santos e inculpáveis (1.4); 
(f) adotados como filhos (1.5); 
(g) redimidos (1.7); 
(h) participantes de uma herança (1.14); 
(i) para o louvor da
sua glória (1.12; 1Pe 2.9); 
(j) participantes do ESPÍRITO SANTO (1.13; Gl 3.14); e 
(l) criados em CRISTO JESUS
para boas obras (2.10).
(2) A predestinação, assim como a eleição, refere-se ao corpo coletivo de CRISTO (i.e., a verdadeira igreja), e abrange indivíduos somente quando inclusos neste corpo mediante a fé viva em JESUS CRISTO (1.5, 7, 13; cf. At 2.38-41; 16.31).

RESUMO. No tocante à eleição e predestinação, podemos aplicar a analogia de um grande navio viajando para o céu. DEUS escolhe o navio (a igreja) para ser sua própria nau. CRISTO é o Capitão e Piloto desse navio. Todos os que desejam estar nesse navio eleito, podem fazê-lo mediante a fé viva em CRISTO. Enquanto permanecerem no navio, acompanhando seu Capitão, estarão entre os eleitos. Caso alguém abandone o navio e o seu Capitão, deixará de ser um dos eleitos. A predestinação concerne ao destino do navio e ao que DEUS preparou para quem nele permanece. DEUS convida todos a entrar a bordo do navio eleito mediante JESUS CRISTO.

 
 
SE HOUVESSEM PREDESTINADOS  A SALVOS E OUTROS A PERDIDOS NÃO HAVERIA NECESSIDADE DE PREGAÇÃO DO EVANGELHO.
  
IV. A REGENERAÇÃO
1. Definição etimológica. Gerar de novo, nascer outra vez.
2. Definição teológica. Concede gratuitamente ao pecador uma nova vida espiritual através dos méritos de CRISTO.
3. A necessidade da regeneração. Para se entrar no céu (Jo 3.3); para se resistir ao pecado (1 Jo 3.9); para se ter uma vida de retidão (1 Jo 2.29).
O termo “regeneração”, como o temos em Tito 3.5 refere-se à renovação espiritual do indivíduo. Significa ser gerado novamente; receber nova vida, reconstruir, restaurar, reviver.
É a ação poderosa, criativa, decisiva e instantânea do ESPÍRITO SANTO, mediante a qual Ele recria a natureza interior do pecador arrependido.
Existem várias expressões bíblicas que esclarecem o sentido de regeneração.
*Novo Nascimento.
a) O que significa nascer de novo? Sobre esse aspecto da salvação JESUS asseverou a Nicodemos: “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de DEUS” (Jo 3.3). JESUS salientou a necessidade mais profunda dos homens: uma mudança radical e completa da totalidade da natureza e do caráter. Este milagre é operado no espírito do ser humano, através do qual este é recriado de conformidade com a imagem divina. Aquele que realmente nasceu de novo está liberto da escravidão do pecado e passa a ter desejo e disposição de obedecer a DEUS e seguir as orientações do ESPÍRITO SANTO.
b) O que não significa novo nascimento. Primeiro, não se realiza pela vontade e participação humana (Jo 1.13). Segundo, não depende de esforços humanos (Tt 3.5; Ef 2.8,9). Isto é, não há nada que o homem possa fazer por si mesmo ou pelos outros. Terceiro, não é o batismo em águas. O batismo em águas pode simbolizar a regeneração, mas não a produz. Quarto, não é a prática de boas obras (Tt 3.5).
*Nova criação (2 Co 5.17; Gl 6.15; Ef 2.10). Mediante a palavra criativa de DEUS, os que aceitam a JESUS CRISTO pela fé, são feitos novas criaturas. O crente é uma criatura renovada segundo a imagem de DEUS, que compartilha da sua glória. Em relação à primeira criação material, o homem está caído e morto, porém, na segunda, a espiritual, ele é renovado pelo ESPÍRITO SANTO.
*Renovação (Tt 3.5; Cl 3.10). A “renovação do ESPÍRITO SANTO” refere-se à outorga constante da vida divina aos crentes à medida que se submetem a DEUS (Rm 12.2).
*Ressurreição espiritual (Ef 2.5,6). É preciso morrer para o mundo e ressuscitar para uma nova vida em CRISTO. A Palavra de DEUS diz que os que recebem a CRISTO morrem e são sepultados com Ele, para ressuscitarem em novidade de vida (Rm 6.2-7).
 
 
V. A JUSTIFICAÇÃO
1. Definição etimológica. Significa, declarar justo pelos méritos de CRISTO.
2. Definição teológica. Declarar alguém justo, como se este jamais houvera cometido quaisquer iniqüidades.
3. Benefícios da justificação. 1) Novo relacionamento com a Lei (At 13.39); 2) Novo relacionamento com DEUS (Rm 5.1,9).
Definição. “Justificação” é o ato de DEUS declarar justo o pecador que pela fé aceita JESUS por seu Salvador (Rm 5.1,33). Tal pessoa passa a ser vista por DEUS como se jamais tivera pecado em toda a sua vida. DEUS declara o pecador livre de toda a culpa do pecado e de suas conseqüências eternas.
Os benefícios da justificação. A justificação nos concede inúmeras bênçãos divinas. Para o estudo desta lição destacaremos apenas três:
a) Remissão dos pecados. O apóstolo Paulo quando pregou na sinagoga de Antioquia da Pisídia fez a seguinte declaração: “Seja-vos notório, varões irmãos, que por este se vos anuncia a remissão dos pecados. E de tudo o que, pela lei de Moisés, não pudestes ser justificados, por ele é justificado todo aquele que crê” (At 13.38,39). CRISTO ao cumprir toda a lei que o homem não pôde cumprir, possibilitou ao homem ser plenamente justificado.
b) Restauração da graça de DEUS. A justificação tem sua origem na livre graça de DEUS (Rm 3.24). Graça é o favor divino dispensado ao homem sem que ele mereça. Mediante o pecado o homem perdeu a proteção divina e passou a viver sob a justa ira divina (Jo 3.36; Rm 1.18). A ira de DEUS representa a reação automática de sua santidade contra o pecado. Porém, ao aceitar a CRISTO pela fé, o pecador é por DEUS justificado, ficando assim, livre da ira divina (Rm 5.9).
c) Imputação da justiça de CRISTO. A graça de DEUS só foi possível mediante a provisão da justiça de CRISTO. Justificação significa mudança de posição perante DEUS: de condenado que era, o homem passa a ser considerado justo. Como isso ocorre? A justiça de CRISTO é creditada à nossa conta espiritual (Rm 3.24-28; 1 Co 1.30).
  
VI. A ADOÇÃO
1. Definição etimológica. Significa colocar na posição de filho.
2. Definição teológica. A partir desse momento, passa esse alguém, mediante o sacrifício de CRISTO no Calvário, a desfrutar de todos os privilégios que DEUS preparou àqueles que aceitam a CRISTO como único e suficiente Salvador.
3. Os privilégios da adoção. O crente é considerado como filho do Pai Celeste (1 Jo 3.2); como irmão de JESUS (Hb 2.11); como herdeiro dos céus (Rm 8.17).
 
ADOTA: RECEBIDO NA FAMÍLIA DE DEUS COM PRIVILÉGIOS DE FILHO.
Ef 2. 19 Assim, pois, não sois mais estrangeiros, nem forasteiros, antes sois concidadãos dos santos e membros da família de DEUS,
Hb 2. 10 Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e por meio de quem tudo existe, em trazendo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse pelos sofrimentos o autor da salvação deles.
11 Pois tanto o que santifica como os que são santificados, vêm todos de um só; por esta causa ele não se envergonha de lhes chamar irmãos,
12 dizendo: Anunciarei o teu nome a meus irmãos, cantar-te-ei louvores no meio da congregação.
13 E outra vez: Porei nele a minha confiança. E ainda: Eis-me aqui, e os filhos que DEUS me deu.
14 Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo;
15 e livrasse todos aqueles que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão.
16 Pois, na verdade, não presta auxílio aos anjos, mas sim à descendência de Abraão.
17 Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a DEUS, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo.
18 Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados.  
 
 VII. A SANTIFICAÇÃO
1. Definição etimológica. Separação do mundo e consagração a DEUS.
2. Definição teológica. Consagrar-se totalmente a DEUS e ao serviço de seu Reino.
3. A santificação é um processo. O homem, continuamente, torna-se, pela ação do ESPÍRITO SANTO, mais parecido com DEUS.
4. Os propósitos da santificação. Identificar-se com o seu Criador (Lv 19.2; Gl 2.19) e Dedicar-se ao serviço de DEUS (Êx 19.6).
5. Os meios da santificação. A Palavra (Jo 17.17); o sangue de JESUS (Hb 13.12); o ESPÍRITO SANTO (2 Ts 2.13); a fé em DEUS (At 26.18).
 
O termo “santificação” significa “tornar-se santo”, “consagrar-se”, “separar-se do mundo”, para pertencer a DEUS, ter comunhão com Ele e servi-Lo com alegria.
É através do processo de santificação que o homem regenerado passa a ter um relacionamento íntimo com DEUS em sua vida diária.
*Os sentidos da santificação. Santificação tem o sentido genérico de separação, dedicação, consagração de pessoas ou coisas para uso exclusivo do Senhor (Êx 13.2; Jr 1.5; Lv 27.14,16; 2 Cr 29.19).
Em se tratando de santificação do crente, dois sentidos principais fluem da Palavra de DEUS.
a) Separação do mal, para pertencer a DEUS (Lv 20.26). É chamado de aspecto negativo da santificação, porque ocupa-se de “não farás isso; não farás aquilo” etc.
b) Separação para servir a DEUS; dedicação a DEUS, para seu serviço (Êx 19.5,6). É chamado de aspecto positivo da santificação, porque ocupa-se de fazer o que DEUS ordena quanto à santificação (2 Co 7.1; Ap 22.11; Pv 4.18; 1 Ts 5.23).
*Os meios da santificação.
a) O crente é santificado pela Palavra de DEUS (Jo 17.17). A Palavra tem poder purificador (Ef 5.26); ela nos corrige (1 Pe 1.22; Sl 119.9; Jo 17.17; 1 Jo 1.7); ela penetra profundamente (Hb 4.12).
b) O crente é santificado pelo sangue de JESUS (Hb 13.12). O sangue de JESUS expiou a nossa culpa, nos justificou diante de DEUS (Rm 3.24,25), e também é a provisão da nossa santificação diária (Rm 7.18; 8.7,13; 1 Jo 1.7).
c) O crente é santificado pelo ESPÍRITO SANTO (Rm 1.4; 15.16). Essa obra do ESPÍRITO manifesta-se pelo poder e a unção que garantem ao crente a vitória sobre a carne (Rm 8.13; Gl 5.17-21).
 
CONCLUSÃO
Como é maravilhoso experimentar a salvação em CRISTO JESUS! Todavia, o melhor está por vir. Quando Ele voltar para buscar a sua Igreja, haveremos de experimentar a salvação em toda a sua plenitude. Conforme ensina o apóstolo Paulo, os salvos seremos transformados num abrir e fechar de olhos ante o toque da última trombeta. E, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Aleluia! Você já experimentou a salvação? Aceite a CRISTO imediatamente.
 
 
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES
Subsídio Teológico
 
“O Alcance da Salvação.
1. A salvação é para o mundo inteiro. Através do sacrifício perfeito de CRISTO, todos os habitantes da terra foram representados, e os seus pecados foram potencialmente perdoados. CRISTO ‘é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro’ (1 Jo 2.2).
2. A salvação é para os que crêem. Apesar de CRISTO haver morrido pelos pecados do mundo inteiro, há um sentido em que a expiação é uma provisão divina feita especialmente por aqueles que crêem. Paulo apresenta JESUS CRISTO como o ‘Salvador de todos os homens, especialmente dos fiéis’ (1 Tm 4.10). Deste modo, apesar de a salvação estar à disposição de toda a humanidade, de forma experimental ela se aplica exclusivamente àqueles que crêem.
3. Alguns abandonarão a salvação. A Bíblia dá a entender que muitos daqueles pelos quais CRISTO morreu, aceitarão a sua provisão salvadora, mas depois abandonarão, perdendo com isto o direito à vida eterna […]”
(OLIVEIRA, R. de. As grandes doutrinas da Bíblia. 7.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p.217-8.)
  
Subsídio Bibliológico – comentários da revista da CPAD de 18/02/2001 – Pr. Antônio Gilberto)
“A regeneração tem lugar naquele que se arrepende dos seus pecados, volta-se para DEUS (Mt 3.2) e coloca a sua fé pessoal em JESUS CRISTO
como seu Senhor e Salvador.
“A regeneração envolve a mudança da velha vida de pecado em uma nova vida de obediência a JESUS CRISTO (2 Co 5.17; Ef 4.23,24; Cl 3.10). Aquele que realmente nasceu de novo está liberto da escravidão do pecado, e passa a ter desejo e disposição espiritual de obedecer a DEUS e de seguir a direção do ESPÍRITO (Rm 8.13,14). Vive uma vida de retidão (1 Jo 2.29), ama aos demais crentes (1 Jo 4.7), evita uma vida de pecado (1 Jo 3.9; 5.18) e não ama o mundo (1 Jo 2.15,16).
“Quem é nascido de DEUS não pode fazer do pecado uma prática habitual na sua vida. Não é possível permanecer nascido de novo sem o desejo sincero e o esforço vitorioso de agradar a DEUS e de evitar o mal (1 Jo 2.3-11, 15-17, 24-29; 3.6-24; 4.7, 8, 20; 5.1), mediante uma comunhão profunda com CRISTO e a dependência do ESPÍRITO SANTO (Rm 8.2.14).
“Aqueles que continuam vivendo na imoralidade e nos caminhos pecaminosos do mundo, seja qual for a religião que professem, demonstram que ainda não nasceram de novo (1 Jo 3.6,7).
“Assim como uma pessoa nasce do ESPÍRITO ao receber a vida de DEUS, também pode extinguir essa vida ao enveredar pelo mal e viver em iniqüidade. As Escrituras afirmam: ‘se viverdes segundo a carne, morrereis’ (Rm 8.13). Ver também Gl 5.19-21, atentando para a expressão ‘como já antes vos disse’ (v.21).
“O nosso nascimento não pode ser equiparado ao nascimento físico, pois o relacionamento entre DEUS e o salvo é questão do espírito e não da carne (3.6). Logo, embora a ligação física entre um pai e um filho nunca possa ser desfeito, o relacionamento de pai para filho, que DEUS quer manter conosco, é voluntário e dissolúvel durante nosso período probatório na terra. Nosso relacionamento com DEUS é condicionado pela nossa fé em CRISTO durante nossa vida terrena; fé esta demonstrada numa vida de obediência e amor sinceros (Hb 5.9; 2 Tm 2.12)”. (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD, pág. 1576).
                            
 A HISTÓRIA DA NOSSA SALVAÇÃO
  INTRODUÇÃO:
O Apóstolo Paulo Em Ef 2.1-10 Nos Mostra Os Três Tempos Da Nossa Salvação: Passado, Presente E Futuro. O Que Éramos, O Que Somos E O Que Seremos Em Cristo Jesus. É Como Se Já Estivéssemos No Céu Com Deus, Fazendo Uma Retrospectiva De Nossa Existência.
 
No Passado, O Que Éramos:
Antes De Aceitarmos A Cristo, Como Éramos? Esse É O Nosso Passado. Tanto Para Quem Nasceu Num Lar Evangélico, Como Para Quem Nunca Ouviu Falar Do Evangelho, Não Importa, Todos Pecaram E Destituídos Estávamos Da Glória.
1.1     Estávamos Mortos Em Ofensas E Em Pecados (V.1)
Morte=Separação De Deus
Início Da Morte Na Terra = Adão (Ver Gn 3 = O Pecado E Gn 5 Filho De Adão = Imagem De Adão.)
Daí Em Diante As Mortes Se Manifestam = Morte Espiritual (Espírito Separado De Deus = Morto Para Deus), Moral (Alma = Só Quer Aprender E Fazer O Que É Contrário A Deus) E Física (Corpo = Só Quer Fazer O Que Lhe Dá Prazer = Comer, Beber, Dormir E Sexo).
Os Pecados São Frutos Do Pecado Que Herdamos De Adão, São Ofensas A Deus, São Delitos Que Merecem Castigo, Merecem Punição.
1.2     Andávamos Segundo O Curso Do Mundo (V.2)
É Seguir Conforme O Pensamento Humano, É O Viver Segundo A Moda, Moda Esta Que É Direcionada E Planejada Por Satanás, Através De Seus Súditos, Principalmente Lésbicas E Gays (Costureiros E Marchands).
1.3     Fazíamos A Vontade Da Carne (V.3)
É A Natureza Inclinada Ao Pecado, Que Atende Aos Desejos (Concupiscência) Degradantes Do Pecado. É A Vontade Subjugada Ao Pecado. A Carne Cobiça Contra O Espírito.
1.4     Éramos Filhos Da Ira (V.3)
A Ira De Deus É Uma Reação Natural E Automática De Sua Santidade Contra O Pecado. É Uma Barreira Espiritual Que Sua Natureza Santa E Eterna Mantém Contra O Pecado. Assim Como Deus Ama, Ele Castiga E Repreende A Quem Ele Ama E Aborrece Aquele Que O Aborrece E Lhe É Infiel.
 
No Presente, O Que Somos:
Depois Que Aceitamos A Jesus Cristo Como Senhor E Salvador, O Que Somos? Esse É O Nosso Presente. É Só Para Crentes  Salvos.
2.1     Somos Filhos Da Misericórdia De Deus (V.4)
É O Contrário De Ira De Deus. É Ter Dó, Comiseração Pela Miséria De Outrem. A Palavra Deus Muda Tudo Na Vida De Qualquer Que Se Chega A Ele. Sua Misericórdia É Indescritível.
 
2.2     Fomos Vivificados Em Cristo (V.5)
Antes, Estávamos Mortos No Pecado, Separados De Deus; Agora Estamos Vivos Por Causa Da Morte De Cristo Em Nosso Lugar; Assim Como O Poder De Deus Vivificou A Cristo Nós Também Morremos Com Cristo E Ressuscitamos Para Uma Nova Vida, Agora, Vivos Para Deus, Mortos Para O Pecado. Saúde Espiritual=Amor, Graça E Misericórdia.
 
2.3     Temos Uma Nova Cidadania Com Deus (V.6)
Antes Cansados Do Pecado, Agora Descanso, Assentados Nos Lugares Celestiais.
Cidadãos Têm Normas = Constituição, Nós Como Cidadãos Dos Céus Temos Normas = Bíblia
O Cristão Verdadeiro E Autêntico Vive Sob Esse Novo Governo (De Deus) E Não Se Conforma Com Este Mundo De Corrupção.
 
2.4   Somos Feitura De Deus (V.10)
A Transformação Operada Pelo Espírito Santo Na Vida Do Pecador O Recria Espiritualmente, Não Quer Dizer Que Retira O Espírito Do Homem E Coloca Outro Novo, Mas Fica Tão Perfeito Que Parece Que É Um Novo. Agora Vamos Fazer Boas Obras, Não Para Sermos Salvos Ou Para Ganharmos Reconhecimento Ou Prêmio, Mas Porque Agora Isso É Natural Em Nossa Vida.
 
No Futuro, O Que Seremos:
O Pecado Trouxe O Medo Do Futuro. O Salvo Está Tranqüilo Quanto Ao Seu Futuro E Preparado Para Ele.
 
3.1     Seremos A Prova Da Obra Redentora (V.7)
Mostrar Nos Séculos Vindouros. Hb 2 = Eis-Me Aqui E Os Filhos Que Tu Me Deste.
Is 53 = Ele Verá Sua Posteridade E Ficará Satisfeito (Com O Sacrifício Que Fez)
Como Deus Comprovará Que Tinha Um Plano De Salvação Para O Homem Que Ele Tanto Ama?
Resposta=Mostrando-Nos Lá No Céu Ao Seu Lado.
 
3.2     Seremos O Testemunho Da Manifestação Da Graça De Deus (Vv.8,9)
Pela Graça Somos Salvos, Por Meio Da Fé. Somos Fala De Continuidade, Deus Não Nos Desampara E Nem Nos Deixa Só, Ele É O Nosso Socorro Bem Presente Na Hora Da Angústia.
A Graça É A Fonte Que Deus Abriu No Calvário E Quem Quiser Tome De Graça Da Água Da Vida. Exemplo Davi E Mefibosete (Se Dissesse Não Quero, Perderia Tudo). Tome Posse Da Vida Eterna. Temos Bênçãos Que Tomamos Posse Agora E Outras Que Só Depois.
  
 
TRÊS VERDADES SOBRE A SALVAÇÃO
(Pr. Geziel Gomes)  I Ts 5.8

INTRODUÇÃO: JESUS disse: A verdade vos libertará, Jo 8.36

1- O MUNDO INTEIRO ESTÁ DEBAIXO DE CONDENAÇÃO
A-   Os judeus pecaram, por isso estão debaixo de condenação
B-   Os gentios pecaram,  por isso estão debaixo de condenação Cada criatura pecou, por isso está sob condenação.

2- SOMENTE DEUS PODE SALVAR O PECADOR
B-   Somente Ele tem graça suficiente para salvar
C-   Somente ele tem poder suficiente para salvar
A-   Ele ofereceu JESUS para ser o nosso Salvador

3- CADA PESSOA TEM DIREITO Á SALVAÇÃO
B-   Basta arrepender-se, At 3.19
C-   Basta ter fé em JESUS, Jo 3.16
A-   Basta apropriar-se da salvação garantida, Jo 1.12

CONCLUSÃO: Por que não o fazer agora?

 
DESTINADOS PARA A SALVAÇÃO
(Pr. Geziel Gomes)
I Ts 5.9
I-   DEUS QUER QUE SEJAMOS SALVOS
2-     Ele sabe que somos pecadores
3-     Sozinhos não podemos salvar-nos
4-     Estamos perdidos, Rm 3.23
1-     Ele nos ofereceu Seu Filho
II-  QUE TIPO DE SALVADOR É CRISTO?
2-     Salvador poderoso, Hb 7.25
3-     Salvador único, I Tm 2.5
4-     Salvador gracioso, Ef 2.8
1-     Salvador e Senhor, Lc 2.11
III-  DE QUE JESUS NOS SALVA?
2-     Dos perigos da vida – Paulo, Daniel
3-     De enfermidades – como o leproso
4-     Da destruição – Noé, Jó
1-     Do pecado – Isaque, Samaritano
IV-  ELAS ESTÃO ESPIRITUALMENTE
2-     Na nossa justificação, Rm 5.9
3-     Na nossa purificação, I Jo 1.7
1-     Na nossa reconciliação, Ef 2.13; Cl 1.20
V-  ELAS ESTÃO PODEROSA EFETIVAMENTE
2-     Na celebração da ceia, I Co 11.25
4-     Nas vitórias da Igreja
5-     No cântico dos anjos, Ap 5.9
 
A ALEGRIA DA SALVAÇÃO – Sl 51.12
(Pr. Geziel Gomes)
1.    Uma alegria que provêm de DEUS, Lc 15.22-24
A.  DEUS é a fonte de todo o gozo
B.   DEUS se alegra com a salvação de um pecador, por ser mais um filho que nasce
2.    Uma alegria que está no coração de JESUS, Lc 15.4-6
A.  A alegria do Senhor é a nossa força Ne 8
B.   “O trabalho da sua alma Ele verá e ficará satisfeito”, Is 53
3.    Uma alegria que alcança os anjos, Lc 15.10
A. A alegria da salvação contagia os anjos
B., Eles irradiam essa alegria por todo o Universo
4.    Uma alegria que inunda o coração do novo crente
A A  alegria de perder o peso do pecado
B. A alegria de entrar na família de DEUS
5.    Uma alegria que deve contagiar a igreja
A. Cada novo convertido é uma vida que escapa do Inferno
B.  Cada novo crente é uma ovelha no santo Rebanho de CRISTO  
 
PERGUNTAS SOB RE A SALVAÇÃO
01- O QUE DEVE O HOMEM FAZER PARA SER SALVO?
O primeiro passo é se expor à Palavra de DEUS. Ouvir a Palavra com atenção, com reflexão, com reverência, com interesse, com sede de conhecer a Verdade: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará… se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8.32, 36). “De sorte que a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de DEUS”. (Romanos 10.17). O segundo passo é arrepender-se de seus pecados, confessá-los e deixá-los: “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia”. JESUS iniciou o Seu ministério dizendo: “Arrependei-vos, pois está próximo o reino dos céus”(Mateus 3.2). O terceiro passo é aceitar o convite de JESUS e permitir que Ele more no seu coração: “Eis que estou à porta , e bato. Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”. (Apocalipse 3.20). O quarto passo é permanecer na fé, permanecer no caminho: “MAS AQUELE QUE PERSEVERA ATÉ O FIM SERÁ SALVO”. (Mateus 24.13) “Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito”. (João 15.7; Romanos 3.23-24; 10.9; Atos 3.19).
02- QUAL O SIGNIFICADO DE “NOVO NASCIMENTO”?
Novo nascimento, regeneração ou nascimento espiritual são termos semelhantes e significam receber a VIDA ETERNA e a salvação em CRISTO JESUS. “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de DEUS”. (João 3.3). O NOVO NASCIMENTO é experimentado por aquele que se arrepende de seus pecados e os deixa, crê no Senhor JESUS, e O aceita como Senhor e Salvador. O homem nascido de DEUS, nascido do ESPÍRITO é uma NOVA CRIATURA, uma nova pessoa que evita o pecado e está disposta a viver em obediência a DEUS e conforme a Sua palavra. O Novo Nascimento é o maior milagre que DEUS opera na vida do homem. “Portanto, se alguém está em CRISTO, nova criatura é; as coisas velhas já passaram, tudo se fez novo”. Novo Nascimento é sinônimo de libertação, de transformação. Significa sair das TREVAS e ir para a LUZ; sair do reino de Satanás e ir para o reino de DEUS; deixar de ser apenas CRIATURA DE DEUS para ser FILHO DE DEUS.(2 Coríntios 5.17; Romanos 12.2; Efésios 4.22-25; Colossenses 3.7-10; 1 João 3.9; 5.18).
03 – O QUE É A FÉ?
A FÉ não se explica através da lógica humana. Fé é crença, convicção, certeza, confiança, entrega. É a certeza de que algo vai acontecer, não importando se as condições sejam contrárias. A definição bíblica para a fé é a seguinte: “É a CERTEZA das coisas que se esperam, e a prova das coisas QUE NÃO SE VÊEM” (Hebreus 11.1). Fé é a crença de que o Senhor está no comando de todas as coisas, em quem depositamos total e irrestrita confiança.
04 – QUAL O SIGNIFICADO DE “SOIS SALVOS PELA GRAÇA MEDIANTE A FÉ”?
Essa afirmação está em Efésios 2.8. Daremos o exemplo de um rio. Para que a água possa fluir de forma ordenada e consistente, é necessário que haja um leito, uma vala ou um canal. Esse caminho, leito, canal ou vala representam a nossa FÉ. A água é a GRAÇA de DEUS. Não há rio sem leito. Sem fé, sem entrega incondicional, sem obediência a graça de DEUS não encontra caminho para se derramar sobre nós. “Sem fé é impossível agradar a DEUS, porque é necessário que aquele que se aproxima de DEUS creia que Ele existe, e que é galardoador dos que O buscam (Hebreus 11.6).
05- O BATISMO NAS ÁGUAS É INDISPENSÁVEL À SALVAÇÃO?
Não. Ao ladrão arrependido, na cruz, JESUS afirmou que naquele mesmo dia ele estaria salvo, independente de batismo nas águas. Pelo ato do batismo o crente, já salvo, confirma seu compromisso de seguir a CRISTO. É certo que a Palavra diz: “Quem crer e for batizado será salvo”. Mas em seguida afirma: “…mas quem não crer será condenado” (Marcos 16.16). Então, quem não crer será condenado. ” É a falta de fé que leva à condenação, e não a ausência de um sacramento”. Outras referências confirmam esse raciocínio: “Quem nEle crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não crê no unigênito Filho de DEUS” (João 3.18); “Pela graça sois salvos, por meio da fé”. (Efésios 2.8).
06 – E AS EXPRESSÕES FILHOS DA LUZ, FILHOS DO REINO, FILHOS DO ALTÍSSIMO, FILHOS POR ADOÇÃO, FILHOS DA OBEDIÊNCIA?
São expressões semelhantes que caracterizam a situação dos que, pela fé em JESUS CRISTO, foram constituídos filhos de DEUS. Nessa condição, estão habilitados a receberem as bênçãos divinas (Mateus 8.12; Lucas 6.35; João 12.36; Gálatas 4.5; Efésios 5.8; 1 Tessalonicenses 5.5; 1 Pedro 1.14; 1 João 3.10).
07 – QUAL A DIFERENÇA ENTRE SEIO DE ABRAÃO E PARAÍSO?
Os antigos hebreus denominavam “Seio de Abraão” o lugar para onde iam os justos, para “desfrutarem da companhia de DEUS e dos patriarcas”. Na atual dispensação o termo é inadequado. JESUS disse ao ladrão na cruz: “Em verdade te digo que hoje estarás COMIGO NO PARAÍSO” (Lucas 23.43). O apóstolo Paulo afirmou que gostaria de “partir e estar COM CRISTO” (Filipenses 1.23).
08- QUAL O SENTIDO DA EXPRESSÃO “MORTE VICÁRIA DE CRISTO”?
Vicário significa : que faz as vezes de outrem ou de outra coisa. Logo, CRISTO morreu em nosso lugar. Morte vicária e morte substitutiva são expressões equivalentes (João 3.16).
09 – E MORTE PROPICIATÓRIA?
Propiciar quer dizer tornar favorável, propício. O sangue de JESUS propiciou a redenção da humanidade, satisfez a justiça de DEUS e reconciliou os homens com Seu Criador. (1 João 4.10).
10 – E MORTE EXPIATÓRIA?
Expiar significa cumprir a pena no lugar do outro; pagar o preço por outra pessoa. É comum a expressão “bode expiatório” que indica o estado de uma pessoa inocente que sofre punição em lugar do verdadeiro culpado. JESUS, com Seu sangue, pagou o preço de nossa redenção, de nosso resgate, colocando-se em nosso lugar, fazendo expiação por nossos pecados (Daniel 9.24).
11 – O QUE É MORRER EM CRISTO?
Significa o estado do homem que permaneceu na fé em JESUS CRISTO e morreu na condição de filho de DEUS. “Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2.10). “Permanecei em mim, e Eu permanecerei em vós” (João 15.4-a).
12 – QUE SIGNIFICAM “MORTE ETERNA” E “VIDA ETERNA”?
MORTE ETERNA
 é a eterna separação de DEUS. É o estado dos que morrem sem CRISTO e viverão para sempre em tormentos. VIDA ETERNA significa a futura situação dos santos, pois viverão em eterna comunhão com DEUS, na presença de DEUS: “Em verdade, em verdade vos digo: quem crê, tem a vida eterna” (João 6.47).
13 – O CRENTE PODE FICAR SEM SER ARREBATADO?
Crente é aquele que crê no Senhor JESUS. A Palavra diz que “todo aquele que crê no Filho tem a vida eterna” (João 3.36). Logo, todos os crentes serão arrebatados ­ os que estiverem vivos por ocasião da vinda de JESUS. Os mortos em CRISTO ressuscitarão (1 Tessalonicenses 4.16-17). Só deixará de ser arrebatado se tiver abandonado a fé. 
 
 
AJUDA BIBLIOGRÁFICA
CPAD – http://www.cpad.com.br/ – Bíblias, CD’S, DVD’S, Livros e Revistas. BEP – Bíblia de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE – http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
BÍBLIA ILUMINA EM CD – BÍBLIA de Estudo NVI EM CD – BÍBLIA Thompson EM CD.
Peq.Enc.Bíb. – Orlando Boyer – CPAD
Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.
O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.
Revista Ensinador Cristão – nº 53 – CPAD.
Comentário Bíblico Beacon, v.5 – CPAD.
GARNER, Paul. Quem é quem na Bíblia Sagrada. VIDA
CHAMPLIN, R.N. O Novo e o Antigo Testamento Interpretado versículo por Versículo. 
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
AS GRANDES DEFESAS DO CRISTIANISMO – CPAD – Jéfferson Magno Costa
O NOVO DICIONÁRIO DA BÍBLIA – Edições Vida Nova – J. D. Douglas
Comentário Bíblico Expositivo – Novo Testamento – Volume I – Warren W. Wiersbe
http://www.gospelbook.net
www.ebdweb.com.br
http://www.escoladominical.net
http://www.portalebd.org.br/
SOTERIOLOGIA – AS GRANDES DOUTRINAS DA BÍBLIA – Pr. Raimundo de Oliveira – CPAD
Comentário Bíblico TT W. W. Wiersbe
Teologia Sistemática Pentecostal – A Doutrina da Salvação – Antonio Gilberto – CPAD
A TENTAÇÃO E A QUEDA – Comentário Neves de Mesquita
Bíblia The Word.
TERMOS BÍBLICOS PARA SALVAÇÃO – BEP – SALVAÇÃO
Teologia Sistemática – Conhecendo as Doutrinas da Bíblia – A Salvação – Myer Pearman – Editora Vida
CRISTOLOGIA – A doutrina de JESUS CRISTO – Esequias Soares – CPAD
Conhecendo as Doutrinas da Bíblia – Myer Pearman – Editora Vida
Dicionário Bíblico Wycliffe – CPAD
Contra o Calvinismo – Roger Olson – Editora Reflexão
Teologia Sistemática de Charles Finney

Publicado no site do Pr. Luiz Henrique

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