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A Providência Divina na Fidelidade Humana - Francisco A. Barbosa

TEXTO ÁUREO
Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei” (Dn 3.17).

VERDADE PRÁTICA
Se formos fiéis, a providência divina jamais faltará.

HINOS SUGERIDOS
178, 244, 296

LEITURA DIÁRIA
Segunda - Sl 34.17

Deus ouve quando clamamos
Terça - Sl 68.10

bondade de Deus
Quarta - Fp 2.8-11

Jesus, nome sobre todo o nome
Quinta - Sl 50.15

Deus nos livra do mal
Sexta - Sl 59.16

O Senhor nos protege na angústia
Sábado - Mt 6.13

Pertencem a Deus o reino, o poder e a glória

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Daniel 3.1-7,141. O rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro, cuja altura era de sessenta côvados, e a sua largura de seis côvados; levantou-a no campo de Dura, na província de babilônia.2. Então o rei Nabucodonosor mandou reunir os príncipes, os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juízes, os capitàes, e todos os oficiais das províncias, para que viessem à consagração da estátua que o rei Nabucodonosor tinha levantado.3. Então se reuniram os príncipes, os prefeitos e governadores, os capitàes, os juízes, os tesoureiros, os conselheiros, e todos os oficiais das províncias, à consagração da estátua que o rei Nabucodonosor tinha levantado; e estavam em pé diante da imagem que Nabucodonosor tinha levantado.4. E o arauto apregoava em alta voz: Ordena-se a vós, ó povos, nações e línguas:5. Quando ouvirdes o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles, e de toda a espécie de música, prostrar-vos-eis, e adorareis a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor tem levantado.6. E qualquer que não se prostrar e não a adorar, será na mesma hora lançado dentro da fornalha de fogo ardente.7. Portanto, no mesmo instante em que todos os povos ouviram o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério e de toda a espécie de música, prostraram-se todos os povos, nações e línguas, e adoraram a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor tinha levantado.14. Falou Nabucodonosor, e lhes disse: É de propósito, ó Sadraque, Mesaque e Abednego, que vós não servis a meus deuses nem adorais a estátua de ouro que levantei?

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Analisar a tentativa de Nabucodonosor de instituir uma religião mundial.
  • Conscientizar-se de que não podemos aceitar a idolatria.
  • Compreender a fidelidade dos amigos de Daniel ante a fornalha ardente

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
A história narrada no capítulo três ocorreu possivelmente no final do reinado de Nabucodonosor. O texto é mais uma prova de que vale a pena ser fiel a Deus até mesmo quando somos desafiados em nossa fé. Nabucodonosor já havia se esquecido da manifestação do poder de Deus na revelação dos seus sonhos (Dn 2.1-49). Tornou-se um déspota que exigia dos seus súditos um servilismo irracional. No meio da multidão dos súditos, porém, estavam os três jovens hebreus, fiéis ao Deus de Israel, do qual não transigiram de modo algum. [Comentário: Na história que o capítulo 3 de Daniel nos apresenta, percebe-se a obsessão do rei da Assíria, Nabucodonosor, pelo poder quando ele se engrandece e exige que seus súditos o adorem como um deus. Os especialistas em Antigo Testamento afirmam que essa história ocorreu quase ao final do seu reinado (Jr 32.1; 52.29). Temos mais uma prova, aqui no capítulo três, de que vale a pena ser fiel a Deus até mesmo quando nossa fé é desafiada. Aquele soberano esquecera da manifestação do poder do Deus de Israel quando teve resposta na revelação dos seus sonhos, mas embriagado pelo poder e pelo fulgor de sua própria glória, conseguiu com sua presunção, chegar ao ápice da paciência de Deus; não se contentou em ser apenas “a cabeça de ouro” da grande estátua do seu sonho no capítulo dois. Ergue uma imensa estátua de ouro, tendo cerca de 30 m de altura, equivalente a oito andares de um edifício, e ordena que os representantes das nações, seus súditos, se ajoelhassem e adorassem àquela estátua que representava ele mesmo.Tornou-se um déspota que exigia dos seus súditos um servilismo irracional. No meio da multidão dos súditos estavam os três jovens hebreus fiéis ao Deus de Israel, que não temiam recusar-se a adorar a outro deus que não YAHWEH.] Convido você para mergulharmos mais fundo nas Escrituras!
I. A TENTATIVA DE SE INSTITUIR UMA RELIGIÃO MUNDIAL
1. A grande estátua. Embriagado pelo poder e pelo fulgor de sua própria glória, o rei caldeu chegou ao ápice da presunção, não se contentando em ser apenas “a cabeça de ouro” da grande estátua do seu “primeiro” sonho (Dn 2.36-45). Nabucodonosor perdeu o bom senso e construiu uma enorme estátua de ouro maciço (Dn 3.1). Também ordenou que os representantes das nações, súditos seus, se ajoelhassem e adorassem a estátua que o representava. A grande estátua de Nabucodonosor remete-nos a uma outra estátua que será erguida pelo último império mundial gentílico, profetizado como o reino do Anticristo que aparecerá no “tempo do fim” (Ap 13.14,15). [Comentário: Não parece provável que Nabucodonosor tenha erigido uma imagem a um dos antigos deuses da Babilônia, visto que a terra estava cheia de deidades e templos competindo entre si. É possível, no entanto, que esse sonho tivesse marcado profundamente o rei, em relação ao seu lugar no mundo e na história. Afinal, não era ele a cabeça de ouro? Não era ele o primeiro e maior de todos os reis da terra? Não é difícil imaginar a crescente vaidade desse déspota oriental, cuja mente pagã falhou em sondar o verdadeiro significado das percepções espirituais que Deus havia tentado compartilhar com ele. Essa estátua de dois metros e sessenta de largura e vinte e sete metros de altura, que se elevava acima do campo de Dura, sendo visível a quilômetros de distância, proclamava a todos o esplendor do homem que a havia projetado e a glória do rei que ela simbolizava. O campo de Dura certamente ficava próximo de Babilônia, mas sua localização exata é desconhecida. Qualquer que tenha sido o motivo de Nabucodonosor, o decreto que convocava todos os líderes políticos do reino, grandes e pequenos, não deixava dúvida quanto à exigência do rei. Instantaneamente, após o sinal combinado de antemão se o som da orquestra imperial, cada homem deveria prostrar-se em adoração diante da imagem. Roy E. Swim. Comentário Bíblico Beacon. Daniel. Editora CPAD. Vol. 4. pag. 509.]. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Providência Divina na Fidelidade Humana - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orientações:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:

- Apresentem o título da lição: Providência Divina na Fidelidade Humana.

- Depois, perguntem:Quais os desafios que os cristãos enfrentam na atualidade quanto a sua fé em Deus?Escutem atentamente cada resposta e escrevam no quadro. Se necessário, acrescentem outras.

- Depois, falem: Estes são os desafios que nós os crentes fiéis enfrentamos no cotidiano quanto a fé cristã. Na lição de hoje, vamos estudar sobre um desafio enfrentado por 03 jovens, Sadraque, Mesaque e Abedenego, que resolveram não se prostrar diante da estátua do rei Nabucodonosor.

- Agora, peçam para que os alunos relatem este acontecimento. Cada aluno deverá dizer uma frase, completando a história que começa assim:O rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro…Esta atividade tem o objetivo de fazer lembrar os alunos sobre os acontecimentos desta narrativa. Alguns alunos podem não conhecer ou não se lembrar dos detalhes desta história, daí a importância de recontá-la, para que o tema a ser estudado de forma contextualizada seja compreendido e significativo.

- Em seguida, trabalhem os pontos levantados na lição.

- Para concluir, utilizem a dinâmica “Na Fornalha”.Tenham uma excelente e produtiva aula!
Dinâmica: Na Fornalha

Objetivo: Refletir e reconhecer que nas dificuldades Jesus está conosco.

Material:01 caixa de palitos de fósforos(tipo longo).

Procedimento:

- Leiam Daniel 3. 12, 15, 17, 19, 20, 21, 24, 25, 27.

- Solicitem que os alunos acompanhem em suas Bíblias a leitura citada.

- Falem: Lemos o relato sobre 03 jovens judeus que foram jogados na fornalha, mas neste momento de extrema dificuldade tiveram a companhia do 4º. Homem(Deus), que estava com eles, guardando-os na fornalha e não da fornalha.Há momentos que também nos sentimos como se estivéssemos na fornalha, Jesus não nos prometeu ausência de problemas, mas que estaria conosco, conforme lemos em João 16.33 e Mateus 28.20b.- Solicitem agora para que alguns alunos contem uma situação difícil, que eles sentiram como se estivessem na fornalha. Para tanto, peçam para que os alunos risquem o fósforo e, enquanto a chama estiver acesa, contem qual foi o problema e a solução e como se sentiu amparado por Jesus. Caso a chama se apague antes do aluno terminar o relato, deixe que ele conclua.Dessa forma, isto é, com o fósforo aceso, o aluno deverá ter mais objetividade no relato e o fogo se apresenta como um símbolo de ter estado na fornalha da aflição.

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A Providência Divina na Fidelidade Humana - Luciano de Paula Lourenço

Texto Base: Daniel 3:1-7,14

“Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei” (Dn 3:17).
INTRODUÇÃO

Nesta Aula, trataremos acerca da fidelidade de Hananias, Misael e Azarias. Três jovens que tinham uma fé imutável no seu Deus. Eles foram provados numa fornalha ardente, todavia permaneceram fiéis e Deus os livrou da maldade do rei Nabucodonosor e de seus inimigos. Esses jovens não concordaram em se dobrar diante de uma estátua, que representava o orgulho de um déspota, e desobedeceram a uma lei que ia contra os princípios divinos. Nabucodonosor era um homem embriagado pelo poder; ficou cego pelo fulgor de sua própria glória. Ele não se contentou em ser rei de reis, em ser o maior rei da terra, mas quis ser adorado como deus.Obedecer a Deus é sempre a melhor alternativa, mesmo que nos leve até a fornalha ardente. Às vezes cruzamos os vales da sombra da morte, mas temos a presença amiga e consoladora do divino Pastor para nos encorajar. Passamos pelas ondas, pelos rios e até pelo fogo, mas o Senhor sempre aparece para nos livrar (Is 43:2) - “quando passares pelas águas, estarei contigo, e, quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti“. Jesus é o quarto Homem na fornalha ardente (Dn 3:24-25). O senhor não nos livra da fornalha, mas nos salva do fogo da fornalha. Na jornada da fé há tempestade, mas também há Deus conosco; há fornalha ardente, mas há o quarto Homem. As provações vêm, e às vezes com ímpeto, mas Jesus sempre vem ao nosso encontro na hora da crise.

I. A TENTATIVA DE SE INSTITUIR UMA RELIGIÃO MUNDIAL

1. A grande estátua. ”O Rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro, cuja altura era de sessenta côvados, e a sua largura, de seis côvados; levantou-a no campo de Dura, na província de Babilônia” (Dn 3:1).O Império Babilónico foi o primeiro grande império mundial a construir uma grande estátua que deveria ser adorada por todos súditos do império. Provavelmente a imagem que o rei mandou erguer fosse uma estátua dele próprio. Isto significava uma espécie de culto ao rei; uma divinização do governante. É uma prova de que ele não se converteu depois que o seu sonho foi interpretado por Daniel. Adorar a estátua significava, além da idolatria, a adoração ao rei. Judá havia “sentido na pele”, recentemente, o resultado desastroso da idolatria.Era uma estátua muito alta, uma clara demonstração da altivez do rei. Um côvado em Israel media cerca de 40 cm; na época de Ezequiel, media 51,8 cm, porém o côvado babilônico media aproximadamente 49 cm, o que daria à estátua uma altura próxima dos 29 metros (um edifício de mais de nove andares).A obsessão pelo poder faz a pessoa perder o bom senso. O rei Nabucodonosor estava dopado pela ideia de ser o maior e perdeu a autocrítica embriagado pelo próprio poder e cego pelo fulgor de sua própria glória. Ele não se contentou em ser apenas a cabeça de ouro da estátua do seu sonho. No capítulo dois havia uma estátua no seu sonho e no capitulo três ele constrói literalmente uma estátua para si. Essa presunção vislumbra profeticamente outra estátua (imagem) que será erguida pelo último império mundial gentílico profetizado como o reino do Anticristo e será no “tempo do Fim” (Ap 13:14,15). (1)2. A diferença entre as estátuas. É necessário destacar a diferença entre a estátua do capítulo 2 e a do capítulo 3. A estátua do capítulo 2 era simbólica, que surgiu no sonho do rei Nabucodonosor, e a estátua do capítulo 3 era literal, construída pelos homens. A estátua do capítulo 3 tinha a forma de um obelisco e tinha um aspecto um tanto grotesco que revelava a intenção vaidosa de Nabucodonosor de impor-se pela idolatria do homem e sua autodeificação aos olhos dos súditos (cf Dn 4:30).3. A inauguração da estátua de ouro. Todos compareceram à inauguração da estátua, por força do edito do rei, e todos deveriam adorar a estátua de ouro (Dn 3:4). O rei testava seu poder de dominação requerendo dos exilados que renegassem suas crenças e substituíssem seus deuses pelos deuses da Babilônia. O objetivo era escravizar todos os seus súditos e obrigá-los a servirem às divindades caldeias. Ele queria uma religião totalitária em que as pessoas obedecessem não pela lealdade, mas pela força bruta (Dn 3:5,6).Nabucodonosor foi seduzido por seu ego presunçoso que se via superior a tudo e a todos. Ele estava embriagado por sua própria glória temporal e passageira, por isso seu coração se engrandeceu e ele desejou ser adorado como deus. Não lhe bastou a revelação de que o único Deus verdadeiro triunfaria na história conforme está expresso no capitulo dois. Ele preferiu exaltar a si mesmo e para tal instituiu o culto a si e, também, a adoração dos seus falsos deuses. O objetivo era escravizar as consciências e obrigá-las a servirem aos seus deuses.

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Tv EBD - A Providência Divina na Fidelidade Humana - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 4 - A Providência Divina na Fidelidade Humana. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 6 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 4 - 4T/2014

2ª Parte - Lição 4 - 4T/2014

3ª Parte - Lição 4 - 4T/2014

4ª Parte - Lição 4 - 4T/2014

5ª Parte - Lição 4 - 4T/2014

6ª Parte - Lição 4 - 4T/2014

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A Providência Divina na Fidelidade Humana - Ev. Luiz Henrique

Lição 4 - A Providência Divina Na Fidelidade Humana

Lições Bíblicas - 4º Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: A Integridade Moral e Espiritual - O Legado Do Livro De Daniel Para A Igreja Hoje.

Comentários: Pr. Elienai Cabral
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

Questionário

NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

 

TEXTO ÁUREO

Eis que o nosso DEUS, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei” (Dn 3.17).

 

VERDADE PRÁTICA

Se formos fiéis, a providência divina jamais faltará.

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Sl 34.17 DEUS ouve quando clamamos

Terça - Sl 68.10 A bondade de DEUS

Quarta - Fp 2.8-11 JESUS, nome sobre todo o nome

Quinta - Sl 50.15 DEUS nos livra do mal

Sexta - Sl 59.16 O Senhor nos protege na angústia

Sábado - Mt 6.13 Pertencem a DEUS o reino, o poder e a glória

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE- Daniel 3.1-7,14

Daniel 3.1 O Rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro, cuja altura era de sessenta côvados, e a sua largura, de seis côvados; levantou-a no campo de Dura, na província de Babilônia. 2 E o rei Nabucodonosor mandou ajuntar os sátrapas, os prefeitos, os presidentes, os juízes, os tesoureiros, os conselheiros, os oficiais e todos os governadores das províncias, para que viessem à consagração da estátua que o rei Nabucodonosor tinha levantado. 3 Então, se ajuntaram os sátrapas, os prefeitos, os presidentes, os juízes, os tesoureiros, os conselheiros, os oficiais e todos os governadores das províncias, para a consagração da estátua que o rei Nabucodonosor tinha levantado, e estavam em pé diante da imagem que Nabucodonosor tinha levantado. 4 E o arauto apregoava em alta voz: Ordena-se a vós, ó povos, nações e gente de todas as línguas: 5 Quando ouvirdes o som da buzina, do pífaro, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles e de toda sorte de música, vos prostrareis e adorareis a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor tem levantado. 6 E qualquer que se não prostrar e não a adorar será na mesma hora lançado dentro do forno de fogo ardente. 7 Portanto, no mesmo instante em que todos os povos ouviram o som da buzina, do pífaro, da harpa, da sambuca, do saltério e de toda sorte de música, se prostraram todos os povos, nações e línguas e adoraram a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor tinha levantado.

Daniel 3.14 Falou Nabucodonosor e lhes disse: É de propósito, ó Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que vós não servis a meus deuses nem adorais a estátua de ouro que levantei?

INTERAÇÃO

Você já foi desafiado em sua fé? DEUS permite que situações adversas nos sobre- venham para provar a nossa fidelidade. Os amigos de Daniel foram provados por uma fornalha ardente, todavia eles se mantiveram fiéis e DEUS os livrou da maldade dos homens. A fé que nos faz não recuar, não temer e permanecer firmes diante dos males da vida. Os amigos de Daniel não concordaram em se dobrar diante de uma estátua e desobedeceram a uma lei que ia contra os princípios divinos. Diante de leis injustas (como a que legaliza o aborto), a quem obedecer, a DEUS ou ao homem? Obedecer a DEUS é sempre a melhor alternativa, mesmo que nos leve até a fornalha ardente. Hananias, Misael e Azarias não se intimidaram diante da afronta de Nabucodonosor, pois aqueles que confiam suas vidas a DEUS não tem medo da morte ou do que o homem possa fazer. Que tenhamos a mesma fé dos amigos de Daniel para enfrentar as tribulações desta vida.

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Questionário - A Providência Divina na Fidelidade Humana - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 4 - A Providência Divina Na Fidelidade Humana

Responda conforme a revista da CPAD do 4º Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

TEMA: A INTEGRIDADE MORAL E ESPIRITUAL - O LEGADO DO LIVRO DE DANIEL PARA A IGREJA HOJE.

Comentário: Pr. Elienai Cabral

Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas.

 

TEXTO ÁUREO

1- Complete:

Eis que o nosso _________________, a quem nós __________________, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua _________________, ó rei” (Dn 3.17).

 

VERDADE PRÁTICA

2- Complete:

Se formos ________________, a ________________ divina jamais ________________.

 

I. A TENTATIVA DE SE INSTITUIR UMA RELIGIÃO MUNDIAL

3- Embriagado pelo poder e pelo fulgor de sua própria glória, o rei caldeu chegou ao ápice da presunção, não se contentando em ser apenas “a cabeça de ouro” da grande estátua do seu “primeiro” sonho (Dn 2.36-45). O que fez ele?

(    ) Nabucodonosor perdeu o bom senso e construiu uma enorme estátua de ouro, prata, cobre e ferro.

(    ) Nabucodonosor perdeu o bom senso e construiu uma enorme estátua de ouro maciço.

(    ) Também ordenou que os representantes das nações, súditos seus, se ajoelhassem e adorassem a estátua que o representava.

(    ) A grande estátua de Nabucodonosor remete-nos a uma outra estátua que será erguida pelo último império mundial gentílico, profetizado como o reino do Anticristo que aparecerá no “tempo do fim”.

 

4- Quais as diferenças entre a estátua do capítulo dois e a do capítulo três de Daniel?

(    ) A estátua do capítulo dois era literal, construída por ordem do rei caldeu.

(    ) A estátua do capítulo dois era simbólica e apareceu no sonho de Nabucodonosor.

(    ) A estátua do capítulo três era literal, construída por ordem do rei caldeu.

(    ) A estátua erigida tinha a forma de um obelisco que revelava, segundo se supõe, a intenção vaidosa de Nabucodonosor em autodeificar-se.

 

5- Quais os objetivos de Nabucodonosor para a  inauguração da estátua de ouro?

(    ) Com o coração engrandecido, Nabucodonosor desejou ser adorado como deus.

(    ) Nabucodonosor desejava uma religião totalitária em que as pessoas obedecem pela lealdade.

(    ) Não lhe bastou a revelação de que o único DEUS verdadeiro triunfaria na história.

(    ) Ele preferiu exaltar a si mesmo e aos seus deuses.

(    ) O objetivo era escravizar todos os seus súditos e obrigá-los a servirem as divindades caldeias.

(    ) Ele queria uma religião totalitária em que as pessoas obedecem não pela lealdade, mas pela força bruta.

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A Providência Divina na Fidelidade Humana - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO ÁUREO = ”Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei”(Dn 3.1 7).
VERDADE PRATICA = Se formos fieis, a providencia divina jamais faltara
LETURA BÍBUCA = Daniel 3.1-7,14
INTRODUÇÃO
Em todos os tempos, os crentes fiéis têm mantido a decisão de não abrir mão de seu direito de fidelidade a Deus e de obediência a Ele em tudo, mesmo que esta posição irredutível custe-lhes a vida. Daniel nos legou o verdadeiro exemplo de fidelidade a Deus, e sua fidelidade obteve a aprovação e a conseqüente recompensa divina. Deus jamais deixa os seus servos desamparados (SI 9.10).
A TENTATIVA DE SE INSTITUIR UMA RELIGIÃO MUNIDAL
3: 1 - Freqüentemente consideramos as histórias da Bíblia como interessantes, porém não relevantes para nossa situação. Se pudermos imaginar que as personagens envolvidas foram pessoas como nós, com emoções e tentações semelhantes, somente então conseguiremos juntar força. Esta é uma história tão necessária em nossa geração porque a fé deles foi extremamente desafiada, contudo eles tinham uma coragem inabalável. Eles tinham seus valores corretos; eles sabiam para que estavam vivendo e pelo que morreriam. Sem esse tipo de visão não resistiremos à tentação.
O rei fez uma imagem de ouro e levantou-a na planície de Dura, que se acredita estar cerca de vinte quilômetros a sudoeste da Babilônia. Essa grande imagem mediria cerca de 2,70 x 27 metros. É incerto se a própria imagem era deste tamanho ou se estava colocada sobre um mastro dando as dimensões totais desta medida.
3:2-3 - Nabucodonosor reuniu todo o povo importante de seu reino para que viessem à consagração dessa imagem.
3:4-5 - Quem resistiria a sua ordem? O próprio Nabucodonosor era um poderoso monarca e um general tremendamente bem sucedido, que nunca tinha perdido uma batalha. Ele reinou durante quarenta anos sobre a Babilônia, e sua astúcia e sagacidade são brilhantemente registradas pela história.
Além disso, a importância dessa imagem foi mostrada pelo fato de ser feita de ouro (nada avarento quanto a esta honra ao seu deus). Agora ele buscava um reino unido para adorar este ídolo gigantesco, cada vez que se ouvisse o som da música.
A fornalha ardente, 3:6
Não somente a ordem do rei era irresistível em si, a ameaça de morte na fornalha ardente era intimidante. É, na verdade, duro argumentar com uma pessoa que pode nos por num fogo chamejante.
A pressão da multidão, 3:7
A pressão dos iguais é uma das maiores tentações. Se todos estão fazendo alguma coisa, poucas pessoas têm força para serem diferentes. A sociedade é um monstro. A !TI0da é cruelmente coercitiva. Ela ordena: “Faze o que os outros fazem” (vestir, beber, falar, etc.). E assim deve ter sido na Babilônia. Ao som da música as multidões se prostraram para adorar.
A fé deles é declarada, 3:8-15.
Certos caldeus levantaram acusação contra eles, 3.8-12.
3:8 - Os caldeus mantinham uma posição proeminente na sociedade babilônia; assim, quando acusaram os judeus isso foi feito, sem dúvida, para parecer um serviço patriótico quando, na verdade, era instigado pelo ciúme e pela inveja.
3:9-12 - Informaram o rei de que “certos judeus”, aos quais tinham sido dadas posições de importância no seu reino, não queriam curvar-se diante da imagem e que sua recusa em fazer isso tinha o efeito de desrespeitar o próprio rei e os seus deuses. Não nos é dito porque Daniel não foi acusado. Aparentemente, ele não estava com os outros, nesse tempo.
O rei se enraiveceu e não pôde acreditar, 3:13-15.
3: 13-14 - “É verdade?” o rei pergunta a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Pode ter sido inacreditável para o rei que alguém ousasse rejeitá-lo. Seguramente, ele pensou que estava mal informado; ninguém ousaria discutir a palavra do rei ou desobedecer sua ordem.
3: 15 - O rei mostra sua imparcialidade dando-lhes outra oportunidade para provarem sua lealdade. Além do mais, qual deus poderia livrá-los das mãos de Nabucodonosor?
Não precisamos responder-te, 3:16-18.
3: 16 - Estes judeus fiéis não precisavam de mais consideração ou discussão: - Não precisamos dar-te resposta a respeito disto. Em outras palavras, - Não temos que pensar mais sobre isso. Não nos curvaremos! Muitos poderiam ter raciocinado sobre sua situação e mudado de opinião. Eles poderiam ter argumentado: é inútil resistir; por que jogar fora oportunidades de subir de cargo? ídolo nada é apenas um símbolo de homenagem política; isto é somente uma vez, e não por muito tempo; poderia fazer melhor vivendo do que morrendo; ou morte numa fornalha ardente é pedir demais da minha fé. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Providência Divina na Fidelidade Humana - AD Londrina

Aula ministrada pelo Professor Ailton Nantes para EBD da Asssembléia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 4 - 4T/2014

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A Providência Divina na Fidelidade Humana - Pr. Geraldo Carneiro Filho

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA

NITERÓI - RJ 

LIÇÃO Nº 04 - DATA: 26/10/2014 

TÍTULO: “A PROVIDÊNCIA DIVINA NA FIDELIDADE HUMANA”

TEXTO ÁUREO - Dn 3.17

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Dn 3.1-7, 14

PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO

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I - INTRODUÇÃO:

A imagem descrita no capítulo dois, “cujo esplendor era excelente, e a sua vista terrível”, representa o governo dos homens; enquanto a enorme estátua de ouro no presente capítulo simboliza a religião dos homens.

II - NABUCODONOSOR  QUER   INSTITUIR   UMA  RELIGIÃO MUNDIAL:

Ler Dn 3.1-7 - A imagem era grande, de trinta metros de altura e três metros de largura. Somente a cabeça do colosso, do capítulo 2, era de ouro; mas essa imagem inteira era desse metal.

As Escrituras não nos informam se a estátua era de Bel-merodoque, padroeiro de Babilônia, ou se do deus Nebo, do qual foi derivado o nome do rei, ou se era da própria pessoa de Nabucodonosor. De qualquer forma, o ídolo era uma imagem nova e nacional.

Todas as raças, em todas as gerações, têm a constante inclinação de inaugurar novos cultos para satisfazerem o orgulho humano. Mas a exortação para nós é: “Pelejar pela fé que de uma vez para sempre foi confiada aos santos.” Judas 3.

Nabucodonosor queria consolidar todas as nacionalidades do mundo em uma só nação. Para alcançar tal coisa era essencial que o governo fosse supremo em tudo, tanto no sentido religioso como no civil.

Roma pagã, séculos depois, fez o mesmo, perseguindo os crentes não somente porque faziam cultos a Cristo, mas porque não adoraram a César, o imperador, como um ser divino.

Alguns dos governos modernos estão inclinados a agir como absolutos. Se acharem que qualquer doutrina é fanática, pode ser a doutrina do batismo, a da cura divina, a da segunda vinda de Cristo, ou qualquer outra, o pastor da igreja é avisado que deve mudar a doutrina da sua igreja.

Note-se como o rei, para dar prestígio à inauguração da nova religião, ajuntou as autoridades de todas as províncias do seu vasto reino.

Vê-se, na maneira de repetir “os sátrapas, os prefeitos e presidentes, os juízes, os tesoureiros, os conselheiros, os oficiais, e todos os governadores das províncias” (Versículos 2 e 3), a pompa e a ostentação do culto.

Observe-se, também, como se repete na história (Versículos 5, 7, 10 e 15, as palavras: “o som da buzina, do pífaro, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles, e de toda a sorte de música.”

Nesse culto religioso de Nabucodonosor não havia coisa alguma para a alma. Consistia apenas de coisas para agradar os olhos e os ouvidos: um formalismo da melhor música e das cerimônias mais bonitas e atraentes perante a imagem grande em tamanho, mas tudo tão somente para despertar as emoções do povo.

Tudo era muito oco e vazio.   Não havia coisa alguma do verdadeiro sacrifício de  sangue,  de  perdão  do pecado,  do Espírito Santo, nem do novo nascimento com poder de livrar o pecador de seus pecados.

Era uma religião sem sangue que exaltava o homem e se opunha a Deus, que colocava o culto das imagens em lugar do culto a Deus.

III - OS TRÊS HEBREUS SÃO DENUNCIADOS:

Ler Dan 3.8-12 - Podemos imaginar a enorme multidão espalhada na planície de Dura diante da gigantesca estátua de ouro. Ao soar a música das buzinas, dos pífaros, das harpas, das sambucas, dos saltérios, das gaitas e de toda a qualidade de instrumentos, todas as pessoas se prostram em adoração ao ídolo; todas a adoram a não ser os três hebreus, cujos vultos, em pé na planície, se salientavam contra a luz do céu.

Por certo, ao povo de Deus não faltavam inimigos; consta que “no mesmo instante… acusaram os judeus” ao rei.

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A Providência Divina na Fidelidade Humana - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula prévia referente a Lição 4: A Providência Divina na Fidelidade Humana do 4º Trimestre de 2014: Integridade Moral e Espiritual — o legado do livro de Daniel para a Igreja hoje, como preparação dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 4 - 4T/2014

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