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Dons de Revelação - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se h√° alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, trabalhem a li√ß√£o 03. Vejam as sugest√Ķes abaixo:

- Falem sobre o t√≠tulo da li√ß√£o “Dons de Revela√ß√£o”.

- Utilizem a din√Ęmica¬†“Presentes do Esp√≠rito Santo”.

- Escrevam no quadro ou cartolina os dons de Revelação:

Palavra da Sabedoria

Palavra da Ciência

Discernimento de Espíritos

- Depois, estudem sobre cada dom, dessa forma:

O que é?

Exemplos desses dons na Bíblia(Antigo e Novo Testamento)

Exemplos destes dons hoje na Igreja.

- Trabalhem os pontos levantados na lição sempre de forma participativa e contextualizada.Tenham uma excelente e produtiva aula!
Din√Ęmica: Presentes do Esp√≠rito Santo

Objetivo: Conhecer os tipos de Dons Espirituais

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Dons de Revelação - Luciano de Paula Lourenço

Texto B√°sico: 1Co 12:8,10; Atos 6:8-10; Daniel 2:19-22
Que fareis, pois, irm√£os? Quando vos ajuntais, cada um de v√≥s tem salmo, tem doutrina, tem revela√ß√£o, tem l√≠ngua, tem interpreta√ß√£o. Fa√ßa-se tudo para edifica√ß√£o” (1Co 14:26).

INTRODUÇÃO

Paulo relacionou tr√™s grupos de Dons espirituais, a saber:¬†tr√™s Dons de Revela√ß√£o¬†(Palavra de sabedoria, Palavra de ci√™ncia - ou conhecimento e do Discernimento de esp√≠ritos);¬†tr√™s Dons de Poder (F√©, Cura e Opera√ß√£o de milagres);¬†tr√™s Dons de Elocu√ß√£o¬†(Profecia, Variedade de l√≠nguas e Interpreta√ß√£o de l√≠nguas). √Č certo que em nenhuma deles o objetivo de Paulo foi o de quantificar os Dons, ou seja, definir quantos s√£o, mas, o de qualific√°-los, ou seja, discorrer sobre o objetivo e o uso correto de cada um.
Quanto aos Dons de Revela√ß√£o,¬†que estudaremos nesta Aula, s√£o dados pelo Esp√≠rito Santo para que as pessoas revelem mist√©rios ocultos aos homens, com a tomada de atitudes e condutas que evidenciem que Deus sabe todas as coisas e que nada lhe fica oculto. S√£o evid√™ncias da onisci√™ncia divina no meio do Seu povo. Por interm√©dio dos Dons de Revela√ß√£o, a Igreja de Cristo manifesta¬†sabedoria, ci√™ncia e discernimento sobrenaturais. Eles s√£o de grande necessidade aos santos, habilitando-os a entenderem muito mais e a combaterem os esp√≠ritos do erro e suas artimanhas por toda parte. Hoje, estamos presenciando a prolifera√ß√£o, inclusive dentro das igrejas, de falsas doutrinas, de imita√ß√£o dos dons, de modernismos teol√≥gicos, de inova√ß√Ķes antib√≠blicas, de falsos avivalistas, de “milagreiros” ambulantes, etc. Por isso que √© t√£o importante a manifesta√ß√£o destes Dons na Igreja.¬†Reavivemos, pois, o dom que h√° em n√≥s (2Tm 1:6).

I. A PALAVRA DA SABEDORIA

“Porque a um, pelo Esp√≠rito, √© dada a palavra da sabedoria”(1Co 12:8a).
1. Conceito.¬†”Sabedoria”, segundo o¬†Dicion√°rio B√≠blico Beacon¬†quer dizer¬†“julgamento de Deus diante das demandas feitas pelo homem, especificamente pela vida crist√£”.¬†Esta “Sabedoria” n√£o √© o resultado da capacidade cognitiva humana; √© uma capacidade divina de julgar as quest√Ķes pr√°ticas do nosso dia a dia de maneira que o nome do Senhor seja exaltado.
De acordo com¬†Est√™vam √āngelo de Souza,¬†”a palavra de sabedoria √© a sabedoria de Deus ou, mais especificamente, um fragmento da sabedoria divina, que √© dada por meios sobrenaturais”. √Č uma capacidade vinda diretamente de Deus, mediante a a√ß√£o direta do Esp√≠rito Santo em nossas vidastornando-nos capazes de resolver problemas tidos como insol√ļveis.
A liderança, bem como todos aqueles que querem servir à Igreja de Cristo, deve buscar este Dom a fim de administrar e servir com excelência. A Bíblia nos mostra que os diáconos eram homens cheios do Espírito Santo e que Estêvão dispunha de tanta sabedoria que ninguém conseguia se sobrepor a ele durante a sua pregação (At 6:10).
Tiago¬†exorta todo crente a buscar em Deus a Sabedoria - “E, se algum de v√≥s tem falta de sabedoria, pe√ßa-a a Deus, que a todos d√° liberalmente e n√£o o lan√ßa em rosto; e ser-lhe-√° dada” (Tg 1:5).¬†Aqui, Tiago est√° falando a respeito da “habilidade de tomar decis√Ķes em circunst√Ęncias dif√≠ceis“; n√£o diz respeito ao conhecimento adquirido pelo homem. Muitos homens s√£o dotados de grande capacidade intelectual, mas infelizmente desconhecem a Deus.
Jesus agradeceu ao Pai¬†por esta revela√ß√£o aos seus ‚Äėpequeninos’: “Gra√ßas de dou, √≥ Pai, Senhor do C√©u e da Terra, porque escondeste essas coisas aos s√°bios e inteligentes e as revelaste √†s criancinhas; assim, √≥ Pai, porque assim te aprouve“.
2. A Bíblia e a palavra de Sabedoria. No Antigo Testamento, temos alguns exemplos notórios deste Dom:
- Quando da constru√ß√£o do Tabern√°culo¬†- “Assim, trabalharam Bezalel, e Aoliabe, e todo homem s√°bio de cora√ß√£o a quem o SENHOR dera sabedoria e intelig√™ncia, para saberem como haviam de fazer toda obra para o servi√ßo do santu√°rio, conforme tudo o que o SENHOR tinha ordenado. Porque Mois√©s chamara a Bezalel, e a Aoliabe, e a todo homem s√°bio de cora√ß√£o em cujo cora√ß√£o o SENHOR tinha dado sabedoria, isto √©, a todo aquele a quem o seu cora√ß√£o movera que se chegasse √† obra para faz√™-la”(√äx 36:1,2).
- Jos√©, filho de Jac√≥, teve momentos especiais em sua vida, em que demonstrou ter a sabedoria concedida por Deus, em situa√ß√Ķes extremamente significativas. Na pris√£o, interpretou os sonhos dos servos de Fara√≥, os quais se cumpriram plenamente. Chamado ao pal√°cio real, diante de todos os s√°bios, adivinhos e conselheiros do rei, interpretou os sonhos prof√©ticos que Deus concedera ao monarca eg√≠pcio, e, ainda por cima, deu instru√ß√Ķes e consultoria gratuita sobre planejamento, economia, contabilidade e finan√ßas a Fara√≥. Se n√£o fosse a Sabedoria do Esp√≠rito de Deus, jamais o jovem hebreu teria tamanha capacidade para interpretar os misteriosos sonhos das vacas gordas e das vacas magras. Por isso, e por vontade divina, foi elevado √† posi√ß√£o de Governador do Egito (cf. Gn 41:14-41).
- Salomão, usou a sabedoria divina ao julgar o caso daquelas mulheres que lutavam pela posse de um recém-nascido (1Rs 3:16-28). Todos os que ouviram a sentença do rei temeram ao Senhor, pois sabiam que sobre o monarca atuara uma Sabedoria sobrenatural vinda diretamente de Deus (1Rs 3:28).
- O profeta Daniel, além do Dom da ciência ou conhecimento, ele também foi contemplado pelo Dom da Palavra da Sabedoria (cf. Dn 1:17; 5:11,12; 10:1).
Em o Novo Testamento, há diversas referências quanto à aplicabilidade dessa sabedoria divina:
- Paulo¬†exorta aos colossenses a que saibam transmitir a palavra aos ouvintes, dizendo: “Andai com sabedoria pata com¬†¬†os que est√£o de fora, remindo o tempo. A vossa palavra seja sempre agrad√°vel, temperada com sal, para que saibais como vos conv√©m responder a cada um” (Cl 4.5,6). A falta dessa Sabedoria de Deus pode causar graves preju√≠zos √† prega√ß√£o do evangelho. Sem a Sabedoria advinda do Esp√≠rito Santo, o espa√ßo ser√° ocupado pela arrog√Ęncia. Pregador arrogante traz esc√Ęndalo e preju√≠zos √† Obra de Cristo. N√£o precisa nem citar exemplos; h√° muitos hoje em plena atividade!
- Estev√£o¬†√© um exemplo claro em que a Palavra da Sabedoria era manifestada. A exposi√ß√£o das Escrituras realizada por ele contagiou sobremaneira os ouvintes e muita inveja aos s√°bios da sinagoga. Veja o que diz o texto sagrado: “E levantaram-se alguns que eram da sinagoga chamada dos Libertos, e dos cireneus, e dos alexandrinos, e dos que eram da Cil√≠cia e da √Āsia, e disputavam com Est√™v√£o. E¬†n√£o podiam resistir √† sabedoria¬†e ao Esp√≠rito com que falava” (At 6:9-10).
Essa mesma sabedoria tem sido identificada na vida de irm√£os humildes ao longo da Hist√≥ria da Igreja. H√° casos em que pessoas de pouca instru√ß√£o formal, usadas por Deus, transmitem mensagens de profundo significado e conte√ļdo espiritual, que provocam admira√ß√£o nos que o ouvem.
E interessante que anotemos que o Dom da Palavra da Sabedoria n√£o faz do seu portador uma pessoa mais s√°bia do que as outras. Segundo Stanley M. Horton, “o Esp√≠rito n√£o torna a pessoa s√°bia por meio deste Dom, nem significa que a pessoa mais tarde n√£o possa cometer erros (cf. o exemplo do rei Salom√£o que, no fim da vida, n√£o s√≥ errou, mas pecou)”.
3. Uma lideran√ßa s√°bia. A Palavra da Sabedoria √©¬†um Dom necess√°rio ao pastoreio - na administra√ß√£o e lideran√ßa.¬†¬†O pr.¬†Elinaldo Renovato, citando Eurico Bergst√©m,¬†disse que “esse Dom proporciona, pela opera√ß√£o do Esp√≠rito Santo, uma compreens√£o (Ef 3:4) da profundidade da sabedoria de Deus, ensinando a aplic√°-la, seja no trabalho seja nas decis√Ķes no servi√ßo do Senhor, e a exp√ī-la a outros, de modo a ser bem entendida”.
Mois√©s¬†tinha esse Dom; diversas s√£o as passagens do livro do Pentateuco que mostram isso na vida desse maravilhoso l√≠der, quando conduzia o povo de Israel, pelo deserto, rumo √† Terra Prometida; leia Deuteron√īmio 34:9-12 e tira suas conclus√Ķes. Clique aqui para ler o texto completo »

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Dons de Revelação - EBD Fora da Caixa

Aula ministrada no site EBD Fora da Caixa.

Baixe, também, os slides da aula, clicando aqui.

Publicado no EBD Fora da Caixa

Lição 3 - 2T/2014

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Dons de Revelação - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula pr√©via referente a Li√ß√£o 3: Dons de Revela√ß√£o do 2¬ļ Trimestre de 2014: “Dons Espirituais e Ministeriais - Servindo a Deus e aos homens com poder extraordin√°rio”, como prepara√ß√£o dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 3 - 2T/2014

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Dons de Revelação - Ev. José Roberto A. Barbosa

DONS DE REVELAÇÃO

Texto √Āureo I Co. 14.26¬† - Leitura B√≠blica I Co. 12.8-10; At. 6.8-10
Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

Os dons de revelação são classificados dentro dessa terminologia porque estão relacionados ao conhecimento. Mas tal ciência não depende de atributos meramente humanos, ditos naturais, mas de Deus, que sobrenaturalmente, descortina o desconhecido. Na aula de hoje aprenderemos sobre os seguintes dons de revelação, conforme listados por Paulo em I Co. 12.8-: palavra de sabedoria, palavra de conhecimento (ciência) e discernimento de espíritos.

1. PALAVRA DE SABEDORIA

Existem diferentes tipos de sabedoria, a sabedoria sat√Ęnica, geralmente empregada para o engano, com prop√≥sitos malignos. A principal caracter√≠stica da sabedoria sat√Ęnica √© a inveja, e o sentimento faccioso, que resulta na desuni√£o (Tg. 3.14-16). Satan√°s teve a pretens√£o de ser maior do que Deus, e de competir com Ele em posi√ß√£o (Ez. 28.12-17). Depois que Deus colocou Ad√£o e Eva no jardim, Satan√°s semeou a d√ļvida no cora√ß√£o dos primeiros pais (Gn. 3.1), e os conduziu para a queda (Gn. 3.4,5). Existe tamb√©m a sabedoria humana, resultante da investiga√ß√£o, na verdade, a sabedoria se distingue do conhecimento. Este se caracteriza pelo ac√ļmulo de informa√ß√Ķes, enquanto que aquele diz respeito √† aplica√ß√£o apropriada do conhecimento. √Č nesse sentido que os autores de Prov√©rbios encaminham seus leitores √† obedi√™ncia, no temor do Senhor, como princ√≠pio da sabedoria (Pv. 4.7). √Č essa mesma sabedoria que Tiago diz que Deus d√° a todos aqueles que O pedirem, e a buscam (Tg. 1.5). O dom de sabedoria (gr. logos sophia), na instru√ß√£o de Paulo aos cor√≠ntios, √© uma manifesta√ß√£o por meio da qual Deus responde, atrav√©s dos l√°bios do crente, a uma necessidade de orienta√ß√£o, que n√£o pode ser realizada pelos meios naturais. A lideran√ßa da igreja pode conduzir o rebanho com a sabedoria que vem do alto, para solucionar um problema, tal como aquele que resultou na escolha dos di√°conos para o servi√ßo na igreja (At. 6.1-3,10). Por isso esse dom √© manifesto atrav√©s de uma palavra, isto √©, de uma express√£o, que nos √© intu√≠da, sobrenaturalmente, diante de um acontecimento e/ou interroga√ß√£o. As respostas que Jesus deu aos seus opositores, durante seu minist√©rio p√ļblico, exemplificam a manifesta√ß√£o desse dom. Aos ser interrogado pela mulher samaritana, a respeito do lugar correto para a adora√ß√£o, Jesus responde que os verdadeiros adoradores s√£o buscados por Deus, e que esses o fazem em esp√≠rito e em verdade (Jo. 4.24). Existem v√°rias passagens, ao longo dos evangelhos em que Jesus se utiliza da palavra de sabedoria: 1) pedido de partilha da heran√ßa ao irm√£o (Lc. 12.13); 2) indaga√ß√£o sobre a validade do batismo de Jo√£o (Mt. 21.25); 3) quest√£o a respeito do pagamento de tributo a Cezar (Mt. 22.21). e 4) debate sobre a ressurrei√ß√£o dos mortos (Mt. 22.32). Deus pode usar os irm√£os da igreja para responder √†s perguntas de crentes e descrentes diante de situa√ß√Ķes adversas, assim como fez com Filipe, quando questionado pelo Eunuco, a respeito da salva√ß√£o (At. 8.26-30).

2. PALAVRA DE CONHECIMENTO

Esse dom diz respeito √† ci√™ncia, ao conhecimento de algo em ocorr√™ncia, ou que est√° para acontecer. Trata-se de uma manifesta√ß√£o de consci√™ncia que n√£o poderia ser sabida pelas vias naturais, por meio de investiga√ß√£o ou pesquisa. Esse conhecimento n√£o √© educacional, resultado de estudos, nem mesmo o b√≠blico. Evidentemente n√£o devemos nos opor √† an√°lise do texto b√≠blico, uma exegese apropriada evita equ√≠vocos interpretativos, e o surgimento de heresias no seio da igreja. Afinal Deus √© a fonte do conhecimento espiritual, ningu√©m pode saber quem Ele √© a menos que Ele mesmo queira se revelar (I Co. 2.4; 13.9). Quando estamos estudando a B√≠blia, considerando os princ√≠pios de interpreta√ß√£o, dependendo do Esp√≠rito Santo, estamos conhecendo o que nos foi revelado na Palavra, que √© inspirada pelo mesmo Esp√≠rito (II Tm. 3.16). Mas o dom da palavra do conhecimento (gr. logos gnoseos) √© uma express√£o instant√Ęnea resultante de uma revela√ß√£o do Esp√≠rito (I Co. 12.8). Devemos partir do pressuposto que Deus √© onisciente, que por esse motivo Ele conhece todas as coisas. √Č poss√≠vel identificar exemplos no minist√©rio de Jesus da manifesta√ß√£o da palavra de conhecimento. Ele tinha revela√ß√£o de fatos que estavam ainda por acontecer, n√£o precisava que algu√©m lhe dissesse determinados assuntos, nem mesmo a respeito das pessoas (Jo. 2.25). Jesus conhecia seus disc√≠pulos, por isso revelou-lhes que L√°zaro estava doente, mas que tal enfermidade n√£o seria para morte (Jo. 11.4-11). Os disc√≠pulos questionaram a respeito da Sua morte, mas Ele sabia, desde o princ√≠pio, que se fazia necess√°rio padecer, morrendo e ressuscitando dentre os mortos (Mt. 16.21). Antes da p√°scoa Jesus enviou Seus disc√≠pulos a uma aldeia, a fim de trazerem um jumentinho, no qual adentraria a cidade de Jerusal√©m (Mt. 21.2). Ele os enviou tamb√©m para prepararem o lugar da p√°scoa, dando orienta√ß√Ķes a respeito, que fora encontrada tal como Ele os dissera (Lc. 22.8-13). Quando Jesus encontrou Pedro, identificou-o como um futuro pescador de homens (Lc. 5.8-10; Jo. 1.42). Tamb√©m se expressou em rela√ß√£o a Natanael como um homem em que n√£o havia dolo (Jo. 1.47). Na conversa com a mulher samaritana, Ele revelou que ela tinha cinco maridos e o que tinha naquele momento n√£o lhe pertencia (Jo. 4.18,18). Antes de ser crucificado, ap√≥s ter sido preso pelas autoridades, Jesus antecipou a Pedro que este o trairia (Lc. 22.34). Como Cristo decidiu esvaziar-se da Sua gl√≥ria (Fp. 2.7), n√£o da divindade, fez a op√ß√£o de depender do Esp√≠rito Santo em Seu minist√©rio terreno, atuando atrav√©s da capacita√ß√£o do Esp√≠rito Santo (Lc. 4.1,18).

3. DISCERNIMENTO DE ESP√ćRITOS

O dom de discernimento de esp√≠rito √© uma capacita√ß√£o sobrenatural, dada pelo Esp√≠rito Santo, para identificar manifesta√ß√Ķes que n√£o procedem de Deus. Nada tem a ver com o julgamento humano, partindo de crit√©rios anal√≠ticos, fundamentados na psicologia. H√° quem pense que o dom de discernimento de esp√≠rito serve para identificar as falhas dos outros, ou que √© uma antecipa√ß√£o do pensamento alheio, com base em t√©cnicas humanas e/ou sat√Ęnicas. O dom de discernimento de esp√≠ritos (gr. diakrisis pneumaton) √© uma habilita√ß√£o sobrenatural que permite a identifica√ß√£o da natureza e do car√°ter dos esp√≠ritos. N√£o podemos esquecer que Satan√°s pode se transformar em anjo de luz, para difundir o engano inclusive dentro da igreja (II Co. 11.14). Estamos diante de uma batalha espiritual, portanto, precisamos estar preparados, inicialmente com toda armadura de Deus, para vencer as hostes celestiais do Maligno (Ef. 6.11,12). Para tanto devemos cingir os lombos com a verdade, vestir a coura√ßa da justi√ßa, cal√ßar os p√©s com a prepara√ß√£o do evangelho da paz, o escudo da f√©, o capacete da salva√ß√£o e a espada do Esp√≠rito (Ef. 6.13-17). Precisamos, para vencer as hostes sat√Ęnicas, permanecer atentos quanto ao “esp√≠rito que agora atua nos filhos da desobedi√™ncia” (Ef. 2.2). E saber que o esp√≠rito do Anticristo, est√° presente no mundo (I Jo. 4.1-3). Existem manifesta√ß√Ķes desse dom no minist√©rio de Cristo, Ele revelava que seus opositores agiam pelo esp√≠rito do Diabo (Lc. 13.11-16), que algumas enfermidades eram provenientes de opress√£o maligna (Mt. 12.22; Mc. 9.25; Lc. 8.29). Paulo, que foi usado pelo Esp√≠rito para revelar que havia um esp√≠rito de adivinha√ß√£o em uma jovem em Filipos (At. 16.16-18), admoesta os crentes, atrav√©s de Ep√≠stola a Tim√≥teo, quanto √†s falsas doutrinas dos √ļltimos dias (I Tm. 4.1). O engano na igreja pode ser identificado atrav√©s do ensinamento b√≠blico, por isso Paulo instrui Tim√≥teo a ensinar (I Tm. 4.11). Mas em alguns casos, de modo sobrenatural e instant√Ęneo, o Esp√≠rito Santo pode capacitar a igreja a identificar uma atua√ß√£o enganosa. Isso evita que a igreja seja conduzida ao erro, e se deixe levar pelo ensino dos falsos mestres, que querem desvirtuar o rebanho de Deus (At. 20.30).

CONCLUSÃO

Os dons de revela√ß√£o s√£o imprescind√≠veis para a igreja crist√£, por meio deles somos capacitados, sobrenaturalmente pelo Esp√≠rito Santo, para responder √†s indaga√ß√Ķes que nos s√£o postas, atrav√©s dos opositores da f√©. Esse mesmo Esp√≠rito tamb√©m pode nos capacitar para conhecer realidades que n√£o poder√≠amos pelas vias naturais. Isso importante para demonstrar, para os descrentes, que Deus conhece todas as coisas. Por fim, o Esp√≠rito Santo, em algumas circunst√Ęncias, pode dar aos crentes a capacita√ß√£o para identificar o engano, evitando, assim, que sejamos desencaminhados pelos falsos mestres, que s√£o guiados por Satan√°s e suas hostes celestiais.

BIBLIOGRAFIA

SOUZA. E. A. de. Nos domínios do Espírito. Rio de Janeiro: CPAD, 1987.

WIGGLESWORTH, S. On spiritual gifts. New Kensisington: Whiteker House, 1998.

Publicado no Blog Subsídio EBD 

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Dons de Revelação - AD Londrina

Aula ministrada pelo Pr. Glaucio para EBD da Asssembléia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 3 - 2T/2014

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TV EBD - O Propósito dos Dons Espirituais - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 2 - O Propósito dos Dons Espirituais. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 2 - 2T/2014

2ª Parte - Lição 2 - 1T/2014

3ª Parte - Lição 2 - 2T/2014

4ª Parte - Lição 2 - 2T/2014

5ª Parte - Lição 2 - 2T/2014

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Questionário - O Propósito dos Dons Espirituais - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 2 - O Propósito dos Dons Espirituais

Responda conforme a revista da CPAD do 2¬ļ Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

Tema: Dons Espirituais e Ministeriais - Servindo a DEUS e aos homens com poder extraordin√°rio

Complete os espa√ßos vazios e marque com “V “as respostas verdadeiras e com “F “as falsas

 

TEXTO √ĀUREO

1- Complete:

“Assim, tamb√©m v√≥s, como ________________________ dons espirituais, procurai _____________________________ neles, para a __________________________________ da igreja” (1 Co 14.12).

 

VERDADE PR√ĀTICA

2- Complete:

Os dons s√£o _________________________________ concedidos por DEUS para _________________________________ e ____________________________________ a Igreja espiritualmente.

 

I - OS DONS NÃO SÃO PARA ELITIZAR O CRENTE

3- Como era a igreja Coríntia?

(    ) Corinto era uma cidade economicamente pobre.

(    ) A Igreja em Corinto localizava-se numa cidade comercial e próxima do mar.

(    ) Era uma das mais importantes do Império Romano.

(    ) Corinto era uma cidade economicamente rica.

(    ) Corinto era marcada pelo culto idolátrico.

 

4- Quando Paulo visitou Corinto e sobre o que, principalmente, escreveu à igreja ali, em sua primeira epístola?

(    ) Durante a primeira viagem missionária de Paulo, a igreja recebeu a visita do apóstolo..

(    ) Durante a segunda viagem missionária de Paulo, a igreja recebeu a visita do apóstolo.

(    ) Por conhecer muito bem a comunidade cristã em Corinto foi que o apóstolo dos gentios tratou, em sua Primeira Epístola dirigida àquela igreja.

(¬†¬†¬† ) Sobre a abund√Ęncia da manifesta√ß√£o dos dons do ESP√ćRITO, chegou a afirmar que √†quela igreja “nenhum dom” faltava.

 

5- Apesar da igreja de Corinto possuir muitos dons, qual era seu principal problema?

(    ) Era materialmente rica.

(    ) Era carnal.

(¬†¬†¬† ) Al√©m de aquela igreja n√£o usar corretamente os dons que recebera do Pai, tinha em seu meio divis√Ķes, inveja, imoralidade sexual, etc.

(    ) Paulo a chama de carnal e imatura.

 

6- As manifesta√ß√Ķes espirituais na igreja local s√£o propriamente indicadoras de seriedade, espiritualidade e santidade?

(    ) Não. Como pode uma igreja evidentemente cristã ser ao mesmo tempo carnal e imoral.

(¬†¬†¬† ) Sim. Uma igreja mesmo onde predominam a inveja, contenda e dissens√Ķes, mesmo assim pode ser chamada de espiritual, e n√£o de carnal.

(¬†¬†¬† ) N√£o. Uma igreja onde predominam a inveja, contenda e dissens√Ķes, nem de longe pode ser chamada de espiritual, e sim de carnal.

 

7- Qual a finalidade dos dons do ESP√ćRITO concedidos por DEUS √† igreja de Corinto?

(    ) Tinham por finalidade prepará-la e santificá-la para o serviço do evangelho: a proclamação da Palavra de DEUS naquela cidade.

(    ) Tinham por finalidade separá-la e enviá-la para o serviço do evangelho na Etiópia.

(    ) Tinham por finalidade honrá-la e guiá-la para o serviço do evangelho na proclamação da Palavra de DEUS em Jerusalém.

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O Propósito dos Dons Espirituais - Ev. Luiz Henrique

Lição 2 - O Propósito dos Dons Espirituais

LI√á√ēES B√ćBLICAS - 2¬ļ Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: Dons Espirituais e Ministeriais - Servindo a DEUS e aos homens com poder extraordin√°rio
Coment√°rio: Pr. Elinaldo Renovato de Lima
Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

N√ÉO DEIXE DE ASSISTIR AOS V√ćDEOS DA LI√á√ÉO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICA√á√ēES DETALHADAS DA LI√á√ÉO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

Veja - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/donsdoespiritosanto.htm

 

TEXTO √ĀUREO

“Assim, tamb√©m v√≥s, como desejais dons espirituais, procurai sobejar neles, para a edifica√ß√£o da igreja” (1 Co 14.12).

VERDADE PR√ĀTICA

Os dons s√£o recursos concedidos por DEUS para fortalecer e edificar a Igreja espiritualmente.

 

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - 1 Co 12.12 A igreja - um só corpo

Ter√ßa¬†- 1 Co 12.4,11 Diversidade de dons no mesmo ESP√ćRITO

Quarta - 1 Co 14.26 Tudo deve ser feito para a edificação

Quinta - 1 Co 12.12-27 A verdadeira unidade

Sexta - 1 Co 1 3-1,2 Exercendo os dons amorosamente

S√°bado - 1 Co 12.7 A manifesta√ß√£o do ESP√ćRITO e sua utilidade

 

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE

1 Coríntios 12.8-11; 13.1,2

I Coríntios 12

8 - Porque a um, pelo ESP√ćRITO, √© dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo ESP√ćRITO, a palavra da ci√™ncia;

9 - e a outro, pelo mesmo ESP√ćRITO, a f√©; e a outro, pelo mesmo ESP√ćRITO, os dons de curar;

10 - e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas.

11 - Mas um s√≥ e o mesmo ESP√ćRITO opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer.

1 Coríntios 13

1 - Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos e não tivesse amor seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

2 - E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor; nada seria.

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O Propósito dos Dons Espirituais - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO √ĀUREO¬†= “Mas um s√≥ e o mesmo Esp√≠rito opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer” (1 Co 12.11).
VERDADE PR√ĀTICA¬†= Os dons do Esp√≠rito s√£o dota√ß√Ķes espirituais e sobrenaturais concedidas por Deus aos crentes para a edifica√ß√£o da Igreja.
LEITURA BIBLICA = I Co 12. 1, 4-11, 31; 4. 20,40
INTRODUÇÃO
Os ensinos acerca dos dons espirituais fazem parte das doutrinas da B√≠blia, e precisam ser estudados e aplicados constantemente na vida da Igreja, a fim de dirimir as d√ļvidas e fortalecer a f√© na atualidade dos dons. O ponto de partida para a manifesta√ß√£o dos dons espirituais √© o batismo no Esp√≠rito Santo, que se evidencia com o “falar em l√≠nguas”. Esse “falar em outras l√≠nguas” √© a evid√™ncia f√≠sica da promessa do “dom do Esp√≠rito” (At 2.38), que difere da manifesta√ß√£o dos dons para a edifica√ß√£o espiritual coletiva da Igreja.

O propósito de Deus para o uso dos dons Espirituais (I Cor 12:1-11)

Estudar acerca dos dons espirituais é algo extremamente importante e necessário. Principalmente no tempo em que vivemos onde encontramos uma enxurrada de heresias e problemas relacionados aos dons espirituais.
Entre as diversas distor√ß√Ķes sobre o assunto podemos destacar:

1)¬†O cessacionismo- √Č uma vis√£o de alguns estudiosos que acreditam que os dons foram apenas para os tempos apost√≥licos. Contudo, n√£o temos provas b√≠blicas, teol√≥gicas e hist√≥ricas consistentes para provarmos essa posi√ß√£o (1 Cor√≠ntios 13:10).

2) O abuso dos dons Espirituais - O uso dos dons espirituais como um instrumento de poder, símbolo de status e promoção de ministérios sem esquecer é claro, do ministro.

3) A ignor√Ęncia de muitos em rela√ß√£o ao prop√≥sito e a finalidade dos dons espirituais;¬†Muitos est√£o completamente alheios aos dons que possuem e ao que a B√≠blia realmente ensina sobre os eles e para que servem. Acham que n√£o podem fazer nada na obra do Senhor. Sua auto-estima espiritual est√° l√° embaixo. Os preju√≠zos para o corpo de Cristo s√£o enormes. De que adianta uma ferramenta poderosa nas m√£os de algu√©m que a desconhece ou n√£o sabe manuse√°-la.

4) Falsificação dos dons espirituais - O diabo é astuto e enganador e pode muito bem copiar os dons espirituais a fim de sermos enganados (II cor 11:13-15). Precisamos estar alerta e vigilantes (I João 4:1). Em Mt 7:21-23 Jesus fala de pessoas que exerceram aparentemente dons espirituais mas não eram conhecidos por Ele!

√Č com base na import√Ęncia desse assunto que a B√≠blia vai tratar dele em v√°rios momentos especialmente em tr√™s cartas de Paulo: Romanos12, 1 Cor√≠ntios 12 e Ef√©sios 4.11 onde est√£o as principais listas dos dons.

Em I Cor 12:1 temos a exorta√ß√£o de Paulo √© “acerca dos Espirituais (Pneum√°tik√≥s) n√£o quero que sejais ignorantes” (A palavra dom n√£o aparece aqui no original). Isto aponta para o fato de que o foco de Paulo n√£o esta s√≥ nos dons, mas tamb√©m na vida dos que os tem! Ali√°s, isto √© um princ√≠pio extremamente importante que abordaremos no ultimo estudo quando abordaremos o assunto do Carisma x Car√°ter (Os dons e a vida de que os usa)!

O QUE SÃO DONS ESPIRITUAIS?

No sentido geral refere-se a todas as dádivas de Deus por meio de Cristo, como o dom da salvação, da vida eterna, o evangelho; Geralmente, como em atos 2:38 quando vem no Singular se refere ao Próprio Espírito como dádiva ou presente de Deus!

No sentido especifico, refere-se √†s capacita√ß√Ķes dadas pelo ES aos crentes para o desempenho de um servi√ßo crist√£o e a opera√ß√£o de Deus, tendo em vista o bem estar e o crescimento da igreja (Ef 4.12; I Pe 4.10; I cor 14.12)

Nos vers√≠culos v. 4-6 Paulo fala da natureza dos dons espirituais, mostrando que eles t√™m um tr√≠plice aspecto: S√£o “charismata”, “diakonia” e “energ√©mata” = dons, minist√©rios e obras. Com isso, Paulo fala sobre: Origem dos dons; o modo como atuam; a finalidade dos dons.

¬∑ Quanto √† origem dos dons = Os dons s√£o “chamarismata”, manifesta√ß√£o concreta de “charis” gra√ßa divina. A gra√ßa de Deus √© a origem de todo dom. A origem dos dons nunca est√° no homem, mas na gra√ßa de Deus. √Č errado os crentes querem distribuir os dons. Ali√°s, nem podemos fazer isso (Atos 8:18-20 Sim√£o, o mago oferece¬†dinheiro¬†para receber o dom do Espirito)

¬∑¬†Quanto ao seu modo de atuar¬†=¬†Os dons s√£o “diaconia”, prontid√£o para servir. √Č concentrar n√£o em mim mesmo, mas no outro. √Č buscar n√£o minha auto-edifica√ß√£o, mas a edifica√ß√£o do meu pr√≥ximo.

¬∑¬†Quanto √† sua finalidade =Os dons s√£o “energ√©mata”, isto √©, obras exteriores. A igreja √© a continua√ß√£o hist√≥rica da encarna√ß√£o de Cristo. Somos o corpo de Cristo na terra. A finalidade do dom √© a realiza√ß√£o de alguma obra concreta, uma ajuda a algu√©m, a edifica√ß√£o da comunidade.

O QUE A BIBLIA ENSINA SOBRE DONS?

a) Precisamos identific√°-los em nossas vidas.¬†Os dons espirituais s√£o capacita√ß√Ķes ou ferramentas para o exerc√≠cio do minist√©rio que o Senhor nos confiou. Al√©m disso, eles apontam para qual o minist√©rio para o qual Senhor nos chamou!

Ap√≥s a identifica√ß√£o de um ou mais dons na nossa vida, a nossa tarefa n√£o p√°ra a√≠. Temos de permitir sua opera√ß√£o e procurar crescer neles (1Co 14.1). Tamb√©m vale a pena lembrar que eles podem ficar adormecidos em n√≥s (II TIM 1:6 “Despertes o dom que h√° em ti …”

b) H√° Diversidade e interdepend√™ncia de dons¬†-¬†O Esp√≠rito Santo intermedia e arruma os dons no corpo para se complementarem uns aos outros. Um m√ļsico n√£o pode produzir uma melodia harm√īnica de uma nota apenas, nem um artista, uma obra prima com uma s√≥ cor.

De igual modo, o propósito do Espírito só pode ser cumprido por meio dos vários dons. Eles devem operar em conjunto e em harmonia uns com os outros e não independentemente em divergência e competição.
Nenhum crente possui todos os dons ( I cor 12.29-30). Assim como n√£o h√° membro auto-suficiente no corpo nem membro sem fun√ß√£o. Da√≠ a necessidade de ajuda m√ļtua na Igreja (Rm 1.11-12);

c)√Č o Esp√≠rito Santo quem concede o dom a quem ele quer (I Cor 12.11).¬†O Esp√≠rito Santo √© livre e soberano na distribui√ß√£o dos dons. No texto de I cor 12 temos quatro verbos chaves que ilustram essa soberania: no verso 11, “Deus distribui”; no verso 18, “Deus disp√Ķe”; no verso 24, “Deus coordena” e no verso 28 “Deus estabelece”. Do come√ßo ao fim Deus est√° no controle.

Assim, ele não vem como resultado de busca. Não se compra nem se arranca dele com vigílias de oração em busca de poder. Não são uma medalha espiritual por tempo de serviço ou dedicação espiritual. Não é o crente que decide o dom que deseja ter e o ministério que vai exercer. Ele não deve se achar mais importante porque exercita dons considerados de maior valor.

d)¬†Os dons s√£o para a edifica√ß√£o e a maturidade da igreja - 1Cor√≠ntios 12.7¬†diz isto:¬†”A cada um, por√©m, √© dada a manifesta√ß√£o do Esp√≠rito para o proveito comum”. Os dons n√£o s√£o para vaidade, obter posi√ß√£o, lucros nem para entretenimento pessoal. Dizer: “eu tenho um dom para meu uso pessoal” √© uma express√£o que n√£o faz sentido.

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