EBD

A Morte de Jesus – Luciano de Paula Lourenço

A Morte de Jesus – Luciano de Paula Lourenço

Texto Base: Lucas 23:44-50

“E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isso, expirou (Lc 23:46).

INTRODUÇÃO

A morte de Jesus Cristo na cruz não foi um acidente, foi uma agenda estabelecida por Deus. Você e eu não podemos desconsiderar a grandeza e a profundidade desta verdade, porque na mente de Deus, nos decretos de Deus, o Cordeiro de Deus foi morto desde a fundação do mundo. Ele nasceu para morrer. Ele nasceu para ser o nosso substituto, nosso representante, nosso fiador. Na verdade, a cruz sempre esteve incrustada na mente de Deus, em Seu coração amoroso. Jesus Cristo jamais recuou diante dessa cruz. Ele caminhou resoluto para ela como um rei caminha para sua coroação. Portanto, a cruz de Cristo além de ser um fato já planejado na eternidade, expressa para você e para mim o gesto do maior amor de Deus por nós.

A Morte de Jesus – Sulamita Macêdo

A Morte de Jesus – Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orientações:

1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

– Cumprimentem os alunos.

– Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.

– Perguntem como passaram a semana.

– Escutem atentamente o que eles falam.

– Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

– Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 – Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

A Morte de Jesus – Bruno Bromochenkel

A Morte de Jesus – Bruno Bromochenkel

A Cruz de Cristo — o Centro do Evangelho
A Cruz de Cristo é o centro do Evangelho! Sem a cruz hão haveria salvação e as bênçãos dela advindas. Precisamos com urgência voltar a pregar a mensagem da Cruz. O apóstolo Paulo disse que “aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação” (1 Co 1.21). Uma tradução mais fiel ao texto seria: “Aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura do que é pregado”.
É o conteúdo da mensagem da cruz, Cristo, que traz salvação. Não é qualquer mensagem ou qualquer coisa que se diga sobre o cristianismo que produz salvação. Já vi um pregador dizer que se pega peixe até mesmo com esterco e que da mesma forma alguém pode ser salvo com qualquer tipo de mensagem. Não é de admirar que haja tantas igrejas com gente doente. A salvação vem quando se prega a Cristo, o conteúdo da mensagem da cruz e não uma mensagem corrompida. O que era pregado pelos apóstolos? Paulo responde: “nós pregamos a Cristo crucificado” (1 Co 1.23). Paulo ainda diz que “longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo” (G1 6.14).
A Morte de Jesus – Rede Brasil de Comunicação

A Morte de Jesus – Rede Brasil de Comunicação

Igreja Evangélica Assembleia de Deus Recife / PE

Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais

Pastor Presidente: Aílton José Alves

Av. Cruz Cabugá, 29 – Santo Amaro – CEP. 50040 – 000 Fone: 3084 1524

LIÇÃO 12 A MORTE DE JESUS 2º TRIMESTRE 2015

(Lc 23.4450)

INTRODUÇÃO

O nascimento de Jesus Cristo foi um marco na história da humanidade e, de igual modo, a sua morte na cruz. A causa primária do sacrifício vicário de Cristo, foi os pecados da humanidade. Jesus morreu, a fim de nos livrar da condenação eterna (Rm 6.23). Veremos nesta lição, que a morte de Cristo não foi uma fatalidade, “um acidente de percurso”, pois ela estava predita nas Escrituras. Descreveremos ainda o seu julgamento, o método utilizado, e por fim, o real significado da sua morte na Cruz.

A Morte de Jesus – Prof. Adaylton Almeida

A Morte de Jesus – Prof. Adaylton Almeida

INTRODUÇÃO 
A crucificação foi um método de execução cruel utilizado na Antiguidade e comum tanto em Roma quanto em Cartago. Abolido no século IV, por Constantino, consistia em torturar o condenado e obrigá-lo a levar até o local do suplício a barra horizontal da cruz, onde já se encontrava a parte vertical cravada no chão.
Uma vez posto na cruz, de braços abertos, o condenado era amarrado e pregado na madeira pelos pulsos e pelos pés e morria, depois de horas de exaustão. A morte ocorria por parada cardíaca ou asfixia, pois a cabeça pendida sobre o peito dificultava a respiração.
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