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Gerados pela Palavra da Verdade - Luciano de Paula Lourenço

Texto Básico: Tiago 1:9-11,16-18
“Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva e que permanece para sempre” (1Pe 1:23).

INTRODUÇÃO

Nesta Aula, trataremos de três assuntos importantes. Primeiro - com base Tiago 1:9 - 11 -, trataremos sobre a forma como os cristãos devem encarar a pobreza e a riqueza. Estas condições sociais são enfatizadas por Tiago como circunstâncias transitórias da vida, como situações efêmeras, e também como conjunturas em meio às quais o cristão deve aprender a estar sempre satisfeito. Os cristãos verdadeiros, gerados pela Palavra da verdade e por estarem ligados pelo Evangelho, devem saber se relacionar com o outro independente da sua condição econômica e social. Segundo - com base em Tg 1:16,17 -, trataremos acerca de Deus como a fonte de todo bem verdadeiro. Terceiro - com base em Tg 1:18 -, trataremos acerca do maior de todos os dons que o Senhor nos concede: o de sermos gerados de novo pelo poder da Palavra de Deus. I. A RELAÇÃO ENTRE OS POBRES E OS RICOS DA IGREJA (Tg 1:9-11)
A Bíblia jamais ensina que a riqueza em si é um mal. O próprio Deus deu a Salomão tanto a riqueza como a sabedoria (1Rs 3:12,13). Tudo depende de como a riqueza é adquirida, como é usada e qual o lugar que ela ocupa no coração de quem a possui. À luz das Escrituras Sagradas, o pobre é convidado a gloriar-se em Cristo pela sua nova posição de filho de Deus e pelo que tem permanente no Céu; enquanto o rico, no encontro com o Evangelho de Cristo, é convidado por Cristo a se humilhar para compreender a natureza passageira da sua riqueza.
1. Os pobres na igreja do primeiro século. A história da igreja e os estudos mostram que a igreja do primeiro século era composta de irmãos de condição muito pobre financeiramente. A maioria vinha das classes mais humildes da sociedade; havia ricos, mas poucos. Se Tiago está escrevendo para cristãos judeus na Palestina e Síria, muitos deles, ou quem sabe todos, deviam ser pobres. Temos noticias de uma grande fome que aconteceu por volta daquela época, e é possível que os cristãos, que padeciam no ostracismo, tenham sofrido de modo particularmente severo (veja Atos 11:28,29).
A pobreza, a carência, é uma das situações na vida em que o cristão é muito tentado. Ele é tentado pela falta daquilo que lhe é essencial para sua subsistência; ele também é tentado pela cobiça, pela inveja, pelo ressentimento ao ver outras pessoas receberem aquilo que ele não tem e não pode ter. Então, o irmão carente - materialmente falando - é muito provado por causa de sua situação.
A orientação de Tiago em 1:9 é que o cristão, cuja posição social e econômica é realmente baixa, deve gloriar-se na sua dignidade - “glorie-se na sua dignidade” (Tg 1:9) -, ou seja, não é pecado ser pobre, embora as igrejas neopentecostais ensinam que a vontade de Deus é que nós sejamos ricos e prósperos financeiramente. Este ensino é falso; não há em lugar nenhum do Novo Testamento esse tipo de ensino. Uma pessoa pode ser pobre e digna, especialmente se ela é cristã, se ela ama a Deus; se ela é discípula de Jesus Cristo, existe uma certa dignidade nisso. É claro que o “gloriar-se“, neste contexto, não significa a vanglória arrogante de alguém considerada poderosa, mas o alegre orgulho possuído pela pessoa que valoriza aquilo que Deus valoriza.
A palavra “dignidade” (”exaltação”, ARC) é usada em outros lugares do Novo Testamento como descrição do reino celestial ao qual Cristo foi elevado (Ef 4:8) e de onde desce o Espírito Santo (Lc 24:49). Pela fé, agora os crentes pertencem ao reino celestial como cidadãos (Fp 3:20) e também aguardam do Céu o Senhor Jesus, que transformará o “nosso corpo de humilhação” em “corpo da sua glória” (Fp 3:21). Podemos afirmar, então, que “dignidade” inclui o gozo atual que o crente tem em seu “status” espiritual exaltado e também a esperança de participar do glorioso e eterno reino de Cristo.
É justamente esta combinação do “status” atual e da herança futura que Tiago destaca em Tiago 2.5: “Não escolheu Deus os que para o mundo são pobres, para serem ricos em fé e herdeiros do reino que ele prometeu aos que o amam?“. É claro que Tiago não é da Teologia da Libertação, que diz que Deus fez uma opção preferencial pelos pobres; aqui, ele está constatando uma realidade de que através da história o número de cristãos que vem das camadas mais humildes da sociedade é muito maior do que aqueles que vieram de entre os ricos, nobres, poderosos, influentes, intelectuais e os fazedores de opiniões deste mundo. É só ler a história da igreja que veremos que isso é uma verdade. Então há uma dignidade que os irmãos humildes se lembrem disso, e que Deus os recebe em seu reino.
2. Os ricos na igreja Antiga. ”E o rico, na sua insignificância, porque ele passará como a flor da erva“(Tg 1:10). No início existiam poucos ricos na igreja; muitos que eram detentores de posses vendiam suas propriedades para serem repartidos com os pobres. Também, por serem cristãos, estavam sujeitos a todo tipo de assédio da classe dominante do governo local: havia prisões, arrestamento de bens, tortura e morte. E os judeus - não cristãos - proprietários de muitos bens negligenciavam as obrigações que pesavam sobre eles (Lv 19:10; 23:22; Dt 15:1-18; 1Tm 6:9,17-19). Por causa disso, e pelas suas atitudes, eles eram frequentemente repreendidos por Deus (Am 2:4-8; Lc 6.24; 18.24,25).
Tiago diz que os ricos são como a flor da erva, aquela flor bonita que existe nas campinas, mas que com o calor do sol se secam, se murcham; assim, os ricos passarão na sua insignificância. Portanto, não cobicem as riquezas, diz Tiago para aqueles crentes pobres do primeiro século; não fiquem com inveja dos ricos porque eles passarão num instante e vocês são herdeiros do reino que Deus tem reservado àqueles que O amam.
A lição aqui é que não devemos permitir que as alterações da nossa situação financeira influenciem o nosso compromisso com Deus. Se somos pobres, se temos uma condição humilde, gloriemo-nos nisso, demos graças a Deus por isso. Contudo, se temos condição de progredir, que o façamos; mas se não, lembremos que Deus nos tem reservado um tesouro ainda muito maior e infinitamente muito melhor. E se temos alguma riqueza material aqui neste mundo, lembremos que ela é passageira! Recentemente, o mundo passou por uma crise financeira, que veio de repente, de um dia para o outro muitos milionários ficaram na miséria, entre eles cristãos. Nos Estados Unidos, pessoas venderam suas mansões por míseros dólares, mansões que valiam milhões de dólares, para ter alguma coisa para sobreviver. O mundo está cheio de histórias de pessoas que eram riquíssimas, eram tranquilas financeiramente, mas que no dia seguinte amanheceram pobres sem absolutamente nada.
Se a nossa felicidade e estabilidade espiritual vão depender da oscilação da nossa situação financeira ou do sistema financeiro mundial, então nunca seremos cristãos perseverantes. Nós não devemos depender dessas coisas. Devemos, sim, colocar a nossa confiança em Deus e aguardar nEle e nEle ter o nosso conforto apenas. Esta é a orientação de Tiago.
3. Perante Deus, pobres e ricos são iguais. “O rico e o pobre se encontram; a todos o Senhor os fez”(Pv 22:2). “O que oprime o pobre insulta àquele que o criou, mas o que se compadece do necessitado o honra”(Pv 14:31). Não há predileção entre o rico e o pobre. Ambos foram criados por Deus. São gêmeos com aparências díspares.
Num texto que lembra bastante as denúncias dos profetas do Antigo Testamento, Tiago pronuncia julgamento sobre os ricos (Tg 5:1-6). E, da mesma forma que os “pobres” nos salmos, os cristãos devem olhar para o Senhor com paciência e perseverança, a fim de receberem livramento (Tg 5:7-11).
Contudo, nem Tiago nem os profetas condenam os ricos pelo simples fato de serem ricos. Tiago, por exemplo, enumera os pecados específicos pelos quais “o rico” será julgado: um egoísta acúmulo de dinheiro (Tg 5:2,3); luxo sem sentido (Tg 5:5); fraude contra o trabalhador (Tg 5:4); e perseguição ao justo (Tg 5:6). O fato de que Tiago não condena o rico, só porque ele é rico, provavelmente também é demonstrado em Tg 1:10,11, onde é possível que o “rico” seja um “irmão” em Cristo.
Portanto, jamais se pode avaliar a espiritualidade de uma pessoa pelo que ela possui de bens materiais. O pobre ao ser provado deve dizer: mas quão rico eu sou! O rico ao ser provado pelas glórias do mundo deve dizer: quão vulnerável eu sou! Cada um deve olhar para a sua vida na perspectiva da eternidade. Clique aqui para ler o texto completo »

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Gerados pela Palavra da Verdade - Ev. José Roberto A. Barbosa

GERADOS PELA PALAVRA DA VERDADE

Texto Áureo I Pe. 1.23 - Leitura Bíblica Tg. 1.9-18
Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

A Teologia da Prosperidade, que prefiro denominar de Teologia da Ganância, faz opção pelos ricos, assumindo que os que não têm riquezas são amaldiçoados. A Teologia da Libertação, em outro extremo, defende que Deus fez opção pelos pobres, em detrimento dos ricos. Na lição de hoje estudaremos a respeito desse complexo assunto, e pouco compreendido no contexto evangélico. Mostraremos, inicialmente, a importância de ser gerado pela Palavra da verdade, para se posicionar a respeito do assunto, em seguida, mostraremos o que a Bíblia revela a respeito de ricos e pobres, ressaltando os ensinamentos de Tiago.

1. POBRES E RICOS NA PALAVRA DA VERDADE

Não podemos desconsiderar que a Bíblia diz muito sobre ricos e pobres. As palavras de Jesus, ao longo dos Evangelhos, ressalta a importância de considerar os necessitados (Mt. 25.40). Mas nem sempre a igreja evangélica atenta para essa relevante verdade, argumentando que nem só de pão vive o homem (Mt. 4.4). Essa também é uma verdade, mas isso não deve servir de justificativa para o descaso quanto aos que carecem de auxílio na igreja. Desde o Antigo Pacto Deus demonstrou interesse por aqueles que passavam fome (Lv. 19.9,10). A cultura do desperdício, incentivada pelo mercado, foi condenada por Jesus, que se preocupou em alimentar uma multidão faminta (M6t. 6.34-44). Existem pessoas que passam fome, e se encontram em condição de pobreza extrema, por causa da inveja e partidarismos, não porque não queiram trabalhar (I Co. 12.19-26). É importante fazer esse destaque porque há crentes que para não se envolverem com os pobres preferem culpá-los pela situação na qual se encontram. As generalizações precisam ser avaliadas, principalmente quando se trata daqueles que se encontram em condição de vulnerabilidade. Não podemos deixar de considerar que vivemos em uma sociedade desigual, que predomina a corrupção e que impera os interesses econômicos. O autor de Provérbios já antecipava as implicações de uma nação que não vive a partir de uma ética cristã (Pv. 17.23-26). Evidentemente a pobreza pode ser resultado de uma vida desregrada, controlada pelos vícios, como também mostra o escritor de Provérbios (Pv. 23.29-35). Mas nem sempre, pois o pagamento injusto dos salários pode ser uma das causas da pobreza, em virtude da ganância que se propaga na sociedade, percebemos que as pessoas trabalham cada vez mais, para ganharem cada vez menos (Lv. 19.13). O dinheiro se tornou um deus para o homem do presente século, verdade já revelada por Jesus ao relacioná-lo a Mamom (Mt. 6.24). Ao invés de entesourarem no céu, o ser humano moderno quer cada vez mais, sem se preocupar com aqueles que nada têm (Mt. 6.19-21). A política dos homens é estruturada para retirar os benefícios dos mais pobres, causando dependência e humilhação. Somente quando a cidade celestial vier, teremos um governo no qual o direito dos mais pobres será respeitado (Ap. 21.3-7). Aqueles que se aproveitam dos necessitados serão julgados pelo Senhor, principalmente os que controlam as leis injustamente para tirar vantagens pessoais (Is. 10.1,2).

2. POBRES E RICOS NA EPÍSTOLA DE TIAGO

A Epístola de Tiago, em consonância com a revelação geral das Escrituras, denuncia veementemente aqueles que enriquecem, aproveitando-se da situação de extrema pobreza. A pobreza, de acordo com esse apóstolo, acontece: 1) por causa de mecanismos legais, que suprime o direito daqueles que se endividaram (Tg. 2.1-12); 2) a cultura da ganância, que prima pela ostentação (Tg. 4.-13-17); e 3) mecanismos de opressão, através da retenção dos salários dos mais pobres (Tg. 5.4). Tiago reconhece que vivemos em um mundo caído, que faz com que as pessoas queiram oprimir umas as outras (Tg. 1.18,21; 4.6; 5.19,20). É um problema, como admoesta Paulo, colocar a confiança nas riquezas, principalmente porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males (I Tm. 6.10). A Bíblia, especialmente no Antigo Testamento, não censura a riqueza, contanto que essa seja adquirida honestamente (Sl. 112; Pv. 10.4). Mas Tiago admoesta quanto ao ajuntamento de riqueza ilícita, que acarretará em juízo de Deus, além disso a ostentação trará ruína (Tg. 5.1). Isso acontece porque existem ricos que se entregam ao luxo retendo o salário dos trabalhadores, de forma corrupta e fraudulenta (Tg. 5.4). O autor dos Provérbios adverte àqueles que enriquecem roubando os pobres (Pv. 22.16,22), contrariando a ordenança de Deus dada através de Moisés  (Lv. 19.13; Dt. 24.14,15). O estilo de vida regalado dos ricos, bastante comum na sociedade contemporânea, incentivado pelo consumismo desenfreado, corrompe até mesmo as autoridades constituídas (Tg. 5.6). A política no Brasil reflete essa realidade, os eleitores escolhem seus candidatos, mas esses, ao se elegerem, governam para os ricos, sacrificando os pobres. No Antigo Pacto Amós denunciava aqueles que compravam as sentenças contra os pobres por dinheiro, condenando e matando os justos (Am. 2.6; 5.12,13). Deus advertiu aos juízes para não serem gananciosos (Ex. 18.21), nem parciais (Lv. 19.15), nem tolerarem o perjúrio (Dt. 19.16-19). A prática do suborno, às vezes normatizada pelo costume, foi condenada pelo Senhor (Is. 33.15; Mq. 3.11; 7.3). Existem pessoas que morrem nos hospitais por falta de assistência básica, enquanto isso o dinheiro que deveria ser aplicado na saúde escoa para os cofres dos ricos, para satisfazerem sua luxúria (Tg. 5.5).

3. POBRES E RICOS GERADOS PELA PALAVRA

Não é pecado em si ser rico, Paulo reconhece que esses podem ser crentes, mas que não podem ser altivos, nem devem por sua esperança nas riquezas, antes em Deus, que nos concede abundantemente (I Tm. 6.17). Os ricos que são gerados pela palavra de Deus, não colocam o coração nas propriedades terrenas, sabem que nada trouxeram para este mundo, e que nada também levarão (I Tm. 6.7). Eles não fazem como o rico insensato da parábola contada por Jesus, que se ufanou de tudo o que havia adquirido na terra, sem atentar para seu fim iminente (Lc. 12.20). O salmista advertiu os ricos da sua época para que se suas riquezas aumentassem, não colocassem nelas o coração (Sl. 62.10). O maior capital de um cristão, independentemente da sua posição socioeconômica, é a piedade com contentamento, essa é grande fonte de lucro (I Tm. 6.6). Fazendo assim, o cristão cresce na Palavra de Deus, mais que isso, é gerado por ela (Tg. 1.18). O secularismo está solapando muitos cristãos, isso porque eles são incapazes de fazerem a distinção entre o certo e o errado (Is. 5.20). Deus está advertindo esta geração para que se volte para Sua palavra (Tg. 1.21). Precisamos de uma igreja saudável, fundamentada na Palavra, para evitar o superficialismo. Há igrejas que não têm mais tempo para a exposição do texto bíblico. Os cultos estão sendo transformados em “programas de auditório”, isso porque os “pastores” não querem perder os seus “fiéis”. É preciso também que os ouvintes sejam praticantes da Palavra (Tg. 1.22-25). A falta de compromisso de alguns evangélicos é preocupante, não são poucos os que frequentam a igreja, mas não vivem o que propõe o evangelho. Esses não se espelham na Palavra de Deus, ou seja, não fazem autoexame, findarão condenados com o mundo (I Co. 11.31,32). Bem-aventurados são aqueles que ouvem e praticam a Palavra de Deus, esses serão bem sucedidos em tudo que fizerem (Js. 1.6-8).

CONCLUSÃO

Careceremos de uma geração de cristãos que se fundamentem na Palavra de Deus. Esses não se deixarão conduzir pelos ditames deste mundo relativista, que transforma o errado em certo, o amargo em doce. Os valores desta sociedade estão deturpados, por isso a igreja precisa adotar um posicionamento profético, para denunciar o pecado, não apenas os morais, também os sociais. Não podemos fechar os olhos em relação à corrupção que resulta em pobreza extrema. Devemos ensinar que aqueles que roubam, inclusive os cofres públicos, devem abandonar essa prática, e trabalhar justamente, exercitando a generosidade (Ef. 4.28).
BIBLIOGRAFIA

SHEDD, R. P., BIZERRA, E. F. Uma exposição de Tiago. São Paulo: Shedd  Publicações, 2010.

WIERSBE, W. W. Be mature: James. Colorado Springs: David C. Cook, 2008.

Publicado no Blog Subsídio EBD 

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Gerados Pela Palavra da Verdade - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula prévia referente a Lição 4: Gerados Pela Palavra da Verdade do 3º Trimestre de 2014: Fé e obras — ensinos de Tiago para uma vida cristã autêntica, como preparação dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 4 - 3T/2014

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Gerados pela Palavra da Verdade - AD Londrina

Aula ministrada pela Professora Eliza Nantes para EBD da Asssembléia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 4 - 3T/2014

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A Importância da Sabedoria Humilde - Rede Brasil de Comunicação

Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE

Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais

Pastor Presidente: Aílton José Alves

Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524

 

LIÇÃO 03 - A IMPORTÂNCIA DA SABEDORIA HUMILDE - 3º TRIMESTRE 2014

(Tg 1.5; 3.13-18)

Depois de falar sobre a tentação, provação e paciência, Tiago exortou sobre a busca pela sabedoria, que é um dos principais temas de sua epístola. Nesta lição, definiremos os termos sabedoria e humildade; veremos o significado e exemplos de sabedoria humilde; e também o ensino do apóstolo sobre a oração pela sabedoria.

I - DEFINIÇÃO DOS TERMOS SABEDORIA E HUMILDADE

1.1 Sabedoria. O termo grego para a palavra sabedoria é “sophia” que pode referir-se: a) Habilidade nas questões da vida, sabedoria prática, administração sábia e sensata, como exibida na formação dos melhores planos e na escolha dos melhores meios, incluindo a ideia de juízo sensato e bom senso (Lc 21.15; At 6.3; 7.10; Cl 1.28; 3.16; 4.5); b) A sabedoria divina, incluindo as noções de habilidade infinita, discernimento, conhecimento, pureza (Rm 11.33; I Co 1.21,24; Ef 1.8; 3.10; Cl 2.3; Ap 5.12; 7.12), bem como a sabedoria divina, revelada e manifestada em Cristo e no seu evangelho (Mt 11.19; Lc 7.35; 11.49). “A sabedoria é a capacidade espiritual de ver e avaliar nossa vida e conduta do ponto de vista de Deus. Inclui fazer escolhas acertadas e praticar as coisas certas de conformidade com a Palavra de Deus e na direção do Espírito Santo (Rm 8.4-17). Podemos receber sabedoria indo a Deus e pedindo-lhe com fé (Tg .6-8; Pv 2.6; I Co 1.30)”. (STAMPS, 1995, p. 1926). “Ter sabedoria é pensar bem e agir bem em qualquer empreendimento realizado, seja secular ou espiritual” (CHAMPLIN, 2004, p. 7). Vejamos o que a Bíblia diz sobre a sabedoria:

  • A sabedoria é um atributo divino (I Rs 3.28; Dn 2.20; Sl 104.24; Rm 11.33);
  • Jesus é a personificação da sabedoria (I Co 1.24,30; Cl 2.3);
  • A sabedoria é uma dádiva de Deus aos homens (Dt 34.9; Ed 7.25; Pv 2.6,7);
  • Ela pode ser dada a alguém para confecção de objetos e utensílios (Êx 31.3,6; 35.31,35; 36.1,2);
  • O temor do Senhor é o princípio da sabedoria (Jó 28.28; Sl 111.10; Pv 9.10);
  • A obediência consiste em obedecer aos mandamentos divinos (Dt 4.6);
  • A Palavra de Deus dá sabedoria (Sl 19.7; 119.98; Pv 8.33; Cl 3.16);
  • É bem aventurado quem a acha (Pv 3.13);
  • Somos exortados a buscá-la (Pv 4.5,7; 23.23; Tg 1.5);
  • Ela é mais valiosa que pedras preciosas (Pv 8.11; 16.16).

1.2 Humildade. Segundo Aurélio, humildade significa: “ausência completa de orgulho, rebaixamento voluntário por um sentimento de fraqueza ou respeito; praticar a humildade, modéstia, pobreza”. É o mesmo que ausência de orgulho, soberba ou vaidade. O termo deriva-se do hebraico “ãnãw”, que quer dizer “humilde” e “ãnãwâ” que significa “humildade” (Jó 22.29; Sl 10.12; 138.6; Pv 11.2; 14.21; 15.33; 16.19; 18.12). Nas páginas do Novo Testamento o termo é “tapeinos”, que também significa “humilde” (Mt 11.29; Lc 1.52; Rm 12.16; II Co 7.6; Tg 4.6; I Pe 5.5). Vejamos alguns ensinos bíblicos sobre a humildade:

  • Ela é necessária para quem deseja servir a Deus (Mq 6.8);
  • É uma das principais virtudes dos santos (Sl 34.2; Pv 16.19; Mt 5.3; Ef 4.1,2);
  • A humildade precede a honra (Pv 15.3; 22.4);
  • Deus responde as orações dos humildes (Sl 9.12; 10.17);
  • Os humildes desfrutam da presença de Deus (Is 57.15);
  • Deus livra os humildes de seus inimigos (Jó 22.29);
  • A humildade afasta os juízos divinos (II Cr 7.14; 12.6,7);
  • Os humildes recebem maior graça (Pv 3.34; Tg 4.6);
  • Os humildes são os “maiores” no Reino de Deus (Mt 18.4; 20.26-28);
  • Ela deve ser usada como veste espiritual (Cl 3.12; I Pe 5.5);
  • A falsa humildade deve ser evitada (Cl 2.18,23);
  • A falta de humildade é condenada (Dn 5.22; II Cr 33.23; );
  • As aflições produzem humildade (Dt 8.3; Lm 3.20);
  • Jesus é o maior exemplo de humildade (Mt 11.29; Jo 13.1-3; Fp 2.5-9).

II - A SABEDORIA HUMILDE

Sabedoria e humildade são duas virtudes que devem andar juntas: quem é humilde é sábio e quem é sábio deve ser humilde (Pv 11.2; Jr 9.23). A sabedoria humilde é o reconhecimento que tudo que temos e somos vem do Senhor, inclusive a sabedoria: “… porque dele é a sabedoria e a força… ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos” (Dn 2.20,21). A Bíblia registra diversos exemplos de sabedoria humilde. Vejamos alguns:

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A Importância da Sabedoria Humilde - Thiago Santos

Por Thiago Santos

INTRODUÇÃO
1 - A NECESSIDADE DE PEDIRMOS SABEDORIA A DEUS (TG 1.5)
2 - A DEMONSTRAÇÃO PRÁTICA DA SABEDORIA HUMILDE (TG 3.13)

3 - O VALOR DA SABEDORIA E A ARROGÂNCIA DO SABER CONTENCIOSO (TG 3.14-18)
CONCLUSÃO
A SABEDORIA QUE VEM DO ALTO. TIAGO 3.13,17.
Além de muitas outras lições valiosas, a epístola de Tiago também ensina a respeito da verdadeira sabedoria evidenciada na prática da Palavra de Deus: “Quem dentre vós é sábio e inteligente?”; questiona o líder da Igreja em Jerusalém ao mesmo tempo em que oferece uma forma de se avaliar tal posição: “Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansidão de sabedoria” (Tg 3.13). O comportamento cristão é demonstrado a partir das obras de justiça que são resultantes da fé em Jesus Cristo, “em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência” (cf. Cl 2.3). O ensino de Tiago encontra na sabedoria de Deus a compreensão necessária para o pleno exercício da fé. Tal sabedoria caracteriza-se primeiramente como pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia. A fim de compreendermos como a sabedoria divina é encarada pelo meio irmão do Senhor, precisamos responder algumas perguntas: Qual a natureza da sabedoria divina? Qual o contraste entre a sabedoria terrena e a sabedoria de Deus? E de que forma o caráter cristão é moldado através da genuína sabedoria que vem do alto? Tais questões perduram entre os crentes da atualidade, assim como igualmente mexiam com os da Igreja Primitiva.
A natureza da sabedoria divina
A natureza da sabedoria divina é apresentada nas Escrituras como “a sabedoria que vem do alto”, ou seja, um dom concedido pelo próprio Deus àqueles que o pedem com fé (Tg 1.5).  Em Provérbios 15.33, encontramos que o “temor do Senhor é a instrução da sabedoria”. Sendo assim, a sua essência está em Deus, que a possuiu “no princípio de seus caminhos, antes das suas obras mais antigas”, “desde a eternidade, desde o princípio, antes do começo da terra” (Pv 8.22-23). A sabedoria de Deus é uma dádiva concedida e sem arrependimento, pois “nEle não há mudança, nem sombra de variação” (Tg 1.17). É oferecida por meio de seu Espírito Santo e é ela que “ilumina os olhos do entendimento e permite a compreensão da esperança presente no salvo, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos e a sobreexcelente grandeza do poder divino sobre os que creem, segundo a operação da força do Seu poder, que manifestou em Cristo” (Ef 1.17-18). Desta forma, podemos notar que a sabedoria de Deus é manifestada aos homens, tornando possível uma vida em que a ética, baseada na Palavra de Deus, orienta a humanidade para que esta mantenha um relacionamento verdadeiro com o Criador e com o seu próximo.

Características da sabedoria terrena

A “sabedoria humana”, de acordo com Tiago, possui ao menos três características: é terrena, animal e diabólica (cf. Tg 3.15). Entretanto, é preciso compreender que tipo de sabedoria pode ser classificada de forma tão negativa pelo meio irmão do Senhor. Conforme afirma Timothy B. Cargal, “os três adjetivos indicam: a) Ela é terrena; Tiago deixa claro que ela não se origina do Pai das Luzes, e, portanto não pode ser um dom perfeito e bom (1.17); b) Ela não é espiritual (no grego, psychikos). Essa palavra não sugere que a assim chamada “sabedoria” se oponha às coisas espirituais de per si, mas que ela se origina da ‘alma’ humana (em grego psyche) e não do Espírito de Deus (cf. a ligação que João faz com o Espírito e de ter ‘nascido do alto’, Jo 3.5-8); c) Essa falsa ‘sabedoria’ é, principalmente, ‘diabólica’ (no grego daimoniodes, literalmente ‘demoníaca’). Utilizando este termo, Tiago não está dizendo que ela seja do ‘demônio’, no sentido de ter se originado dele, mas que é demoníaca em sua qualidade. Essa assim chamada ‘sabedoria’ tem sua verdadeira natureza exposta pelo fato de resultar em ‘perturbação e toda obra perversa’ (v. 16). Ao invés de ser uma sabedoria genuína, é simplesmente igual à mesma concupiscência que dá à luz ao pecado (1.14,15), a respeito do qual Tiago anteriormente já preveniu seus leitores” (Comentário Bíblico Pentecostal: Novo Testamento. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, pp.1679-80).
Considerando tais afirmativas, Tiago enfatiza que “onde há inveja e espírito faccioso, aí há perturbação e toda obra perversa” (v.16). Sendo assim, o resultado da sabedoria terrena está na realização de obras contenciosas e prejudiciais à comunhão do Corpo de Cristo. Tal comportamento é condenado pelas Escrituras e serve somente para as satisfações próprias e carnais. A conduta daqueles que adquirem somente a sabedoria terrena é apontada por Paulo como “inclinação da carne” (Rm 8.7). Portanto, os que ignoram a instrução da Palavra de Deus e andam desta maneira, “não podem agradar a Deus” (Rm 8.8). As suas obras são baseadas em injustiça e pecados que ofendem a santidade de Deus, tornando-se inimigos da Cruz de Cristo, pois só pensam nas coisas terrenas (Fl 3.18-19). Estes, não possuem o Espírito Santo e estando com o entendimento entenebrecido, resultam em uma conduta totalmente contrária à Palavra de Deus (Ef 4.18).

O contraste entre a sabedoria humana e a divina

Em contraste, Tiago descreve a sabedoria divina da seguinte forma: “é pura, pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia” (3.17). Notemos que a sabedoria divina possui um caráter oposto ao da sabedoria terrena e se comporta de maneira adequada a Palavra de Deus, conforme afirmou Jesus que “a sabedoria é justificada por todos os seus filhos” (Lc 8.35). Timoty B. Cargal discorre agora a respeito da sabedoria divina: “Tiago se volta às qualidades que simbolizam o ‘bom trato’ nos versos 17 e 18. A lista de características e virtudes que Tiago nos oferece aqui é semelhante à descrição que Paulo faz do ‘fruto do Espírito’ (Gl 5.22,23; cf. Tg 3.17). Tanto Paulo como Tiago enfatizam que essas características devem ser a consequência natural de uma vida renovada por Deus. O que há de interesse nessa lista de Tiago é o número de termos que expressam diretamente ações ao invés de simples qualidades. Aqueles que têm em si mesmos a sabedoria que vem da Palavra que foi neles ‘enxertada’ (1.21), não são apenas ‘amantes da paz’, mas também ‘pacificadores’. São atenciosos com seus semelhantes e não procuram apenas satisfazer sua ambição egoísta. São submissos à vontade de Deus ao invés de serem ‘atraídos e engodados pela sua própria concupiscência’ (1.14). Seus atos são misericordiosos (cf. 2.12,13), são imparciais e sinceros e não como aqueles que demonstram favoritismo (2.1,9). O resultado de viver de acordo com a sabedoria que vem do alto é uma safra de virtudes” (2004, p. 1680). Portanto, os que possuem a sabedoria divina não estão limitados somente ao conhecimento pleno dos preceitos e mandamentos da Escrituras Sagradas, mas procedem de forma coerente com as Escrituras. Esta obediência é encontrada na vida daqueles que desfrutam de uma relação íntima e dependente da graça de Deus.

O caráter cristão é moldado através da sabedoria que vem do alto

Tiago conclui a sua exposição sobre a sabedoria dizendo: “O fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz” (Tg 3.18). A verdadeira sabedoria realça a sua beleza no caráter cristão de forma pacífica e moderada. Como já vimos anteriormente, “Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansidão de sabedoria” (Tg 3.13). Vemos aqui que o comportamento cristão é resultado da sabedoria que rege a conduta, não de uma forma legalista, mas o próprio ensino proporcionado pelo Espírito Santo traz à luz do entendimento, tudo o que é bom, perfeito e agradável aos olhos de Deus. Podemos observar que a influência da sabedoria divina resulta em obras de justiça, conforme caracterizadas acima, por um comportamento que é puro, pacífico, moderado, tratável, cheio de misericórdia e de bons frutos, imparcial e sem hipocrisia. Assim, a conduta cristã passa a ter a beleza de Cristo espelhada na vida daqueles que adquirem a sabedoria, tal como nos diz Provérbios 1.2-5: “Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem as palavras da prudência; para se receber a instrução do entendimento, a justiça e a equidade; para dar ao simples prudência, e aos jovens, conhecimento e bom siso; para o sábio ouvir e crescer em sabedoria, e o instruído adquirir sábios conselhos”. Portanto, quando a instrução da sabedoria é compreendida e praticada, “o bom trato” entre os homens é notório em obras de mansidão de sabedoria, isto é, a instrução está inerente na prática. O caráter de Cristo, que é a expressão mais clara e contundente da Palavra de Deus, se mostra em exemplo de sabedoria viva aos que creem. Há dois aspectos relevantes e determinantes na conduta cristã que nos tornam sábios: primeiramente, os crentes têm a “mente de Cristo” e podem contar com a direção do Espírito Santo em suas vidas (1 Co 2.15-16; Rm 8.14); segundo, é a graça de Deus que possibilita aos crentes agir de forma ética e de acordo com a Palavra, testemunhando ao mundo que a sabedoria divina é possível mesmo em meio ao contexto pecaminoso em que a sociedade se encontra. Assim, o fator que define a prática da sabedoria é o reconhecimento da dependência de Deus que nos capacita a praticar a verdade.

Conclusão

Podemos concluir que a “sabedoria do alto” nos leva a reconhecer que é a ação direta do Espírito, e não a nossa própria jactância em conhecermos particularmente uma série de informações específicas sobre algum assunto de difícil compreensão dos demais ou até mesmo o nosso elevado grau de instrução, que nos torna divinamente sábios. A sabedoria é um dom graciosamente concedido por Deus para aqueles que a buscam com humildade de coração e se permitem serem moldados por ela de forma que o conhecimento adquirido é sabiamente praticado, tornando-se bons frutos, intrínsecos ao caráter daquele que a possui. Portanto, a sabedoria divina não se mostra apenas nos lábios daqueles que a proferem, mas de forma clara na conduta daqueles que a praticam. Salomão, quando encerra Eclesiastes, afirma: “De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem” (Ec 12.13). Desta forma, a vida cristã possui o seu mais alto grau de compreensão da razão de sua existência quando há o entendimento de que, quanto mais parecidos nos tornarmos de Cristo, mais sábios seremos e mais ainda praticaremos a sua gloriosa e amável Palavra.

Publicado no Portal CPAD

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A Importância da Sabedoria Humilde - Pr. César Moisés

Dicas da CPAD para que o professor possa dar uma boa aula.

O pastor César Moisés ajuda você na preparação da sua aula de Escola Dominical falando sobre o tema da lição 3 - A Importância da Sabedoria Humilde.

Lição 3 - 3T/2014

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A Importância da Sabedoria Humilde - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orientações:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, iniciem o estudo da lição. Observem as seguintes sugestões:- Falem que nesta aula, o tema a ser estudado será sobre o tipo de sabedoria que devemos pedir a Deus.

- Iniciem o estudo do tema através da dinâmica “Quer Sabedoria?”

- Depois, escrevam no quadro: Sabedoria Divina e Sabedoria Humana.Reflitam com os alunos sobre a diferença entre elas, como se consegue cada uma e quais atitudes são geradas por estes tipos de sabedoria.Enfatizem a importância da sabedoria que vem de Deus no aspecto espiritual, sentimental, emocional e relacional.

- Depois, trabalhem os demais conteúdos da lição sempre de forma participativa e contextualizada. Dessa forma, a aprendizagem será mais significativa.Tenham uma excelente e produtiva aula!
Dinâmica: Quer Sabedoria?

Objetivo: Iniciar o estudo sobre a sabedoria que vem do alto.

Material:

01 caixa

Nome SABEDORIA digitado

Envelopes pequenos(quantidade depende do número de alunos)

Papel pequeno com o versículo de Tg 3. 17 digitado(01 para cada envelope)

01 pincel atômico ou um marcador para quadro branco

01 cartolina ou um quadro branco

Organizar o material da seguinte forma:

Colar o nome SABEDORIA fora da caixa, que fique bem visível

Colocar o versículo de Tg 3.17 dentro de cada envelope
Colocar os envelopes dentro da caixa

Clique aqui para ler o texto completo »

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TV EBD - A Importância da Sabedoria Humilde - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 3 - A Importância da Sabedoria Humilde. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 6 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 3 - 3T/2014

2ª Parte - Lição 3 - 3T/2014

3ª Parte - Lição 3 - 3T/2014

4ª Parte - Lição 3 - 3T/2014

5ª Parte - Lição 3 - 3T/2014

6ª Parte - Lição 3 - 3T/2014

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Questionário - A Importância da Sabedoria Humilde - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 3 - A Importância da Sabedoria Humilde

Responda conforme a revista da CPAD do 3º Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

Tema: FÉ E OBRAS - Ensinos de Tiago para uma Vida Cristã Autêntica

Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas.

 

TEXTO ÁUREO

1-Complete:

“Não ____________________________ a sabedoria, e ela te ____________________________; ama-a e ela  te ____________________________” (Pv 4.6).

 

VERDADE PRÁTICA

2- Complete:

A ____________________________ que procede de DEUS é ____________________________, por isso, ____________________________ o crente em todas as circunstâncias da vida.

 

COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO

3- Por que Tiago enfatiza a necessidade da sabedoria divina na vida do crente?

(    ) O crente precisa fugir das tribulações, não pode aceitar passar por problemas.

(    ) Porque a sabedoria é condição básica de levar a igreja a viver a Palavra de DEUS com alegria, coerência, segurança e responsabilidade.

(    ) O crente não precisa fugir das tribulações ou negar que passa por problemas.

(    ) O crente não foge da realidade da vida, mas enfrenta-a com sabedoria do alto e na força do ESPÍRITO SANTO.  

 

I. A NECESSIDADE DE PEDIRMOS SABEDORIA A DEUS (Tg 1.5)

4- Como é a sabedoria que vem de DEUS?

(    ) Tiago fala da sabedoria que vem do alto para distingui-la da humana, de origem má.

(    ) Tiago fala da sabedoria que vem do alto para distingui-la da diabólica, de origem humana.

(    )  Irrefutavelmente, a sabedoria que vem de DEUS é o meio pelo qual o homem alcança o discernimento da boa, agradável e perfeita vontade divina.

(    ) Sem esta sabedoria, o ser humano vive à mercê de suas próprias iniciativas, dominado por suas emoções, sujeitando-se aos mais drásticos efeitos das suas reações.

(    ) A Palavra de DEUS nos orienta a vivermos com prudência.

(    ) Quando nos achamos em meio às aflições é possível que nos falte sabedoria.

(    ) O texto de Tiago revela ainda a necessidade de o crente desenvolver-se, adquirindo maturidade espiritual.

 

5- DEUS é o doador da sabedoria?

(    ) O texto bíblico não detalha a maneira pela qual DEUS concede sabedoria.

(    ) O texto bíblico diz que DEUS concede sabedoria na hora da conversão do crente.

(    ) Tiago apenas afirma que o Altíssimo a dá.

 

6- Juntamente com a súplica pela sabedoria que fazemos ao Pai em oração, a epístola fornece riquíssimos ensinamentos sobre a sabedoria (v.5, complete:

a) O Senhor é que dá ____________________________. O Pai atende às orações daqueles que o pedirem.

b) O Senhor dá todas as ____________________________. “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes, o entregou por todos nós, como nos não dará também com Ele todas as coisas?”.

c) O Senhor dá a todos os ____________________________. Ele não faz acepção de pessoas.

d) O Senhor dá ____________________________. É de graça!

e) O Senhor dá sem lançar em rosto. “____________________ na cara”. O Pai Celeste não age dessa forma.

 

7- Falta-nos sabedoria espiritual? Sentimental? Emocional? Nos relacionamentos? Por que devemos pedir a DEUS sabedoria?

(    ) Caso ache em si falta de sabedoria em alguma área, não desanime!

(    ) Busque-a lendo a bíblia e fazendo bons cursos teológicos.

(    ) Peça-a a DEUS, pois é Ele quem dá liberalmente.

(    ) E mais: não lança em rosto!

(    ) Ouça as Escrituras e ponha em prática este ensinamento.

(    ) Fazendo assim, terás sabedoria do alto.

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