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O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus - Ev. Juarez Soares

Texto Áureo
“Há só Legislador e um Juiz, que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?” (Tg 4.12)
Introdução
O estudo desta semana é um importante alimento para nossas almas. Através da preciosa palavra de Deus, a epístola de Tiago, traz para nossos corações um alento sem igual. Desejoso que os crentes de sua época pudessem desfrutar de todas as bênçãos espirituais direcionadas a igreja, o sábio homem de Deus deixou ensinamentos maravilhosos para o nossos dias. Que o Espirito Santo, possa continuar derramando sobre a igreja sua graça, e manifestando entre nós as grandezas do serviço cristão.
I - O perigo e colocar-se como juiz
Os conselhos práticos escritos na epístola estuada neste trimestre, tem sido de grande utilidade para igreja. Existem muitas barreiras a serem superadas até nossa chegada aos céus. O grande desafio do evangelho da atual época, na pós-modernidade, é encontrar o perfil cristão desejado pelo SENHOR Jesus para sua igreja. A igreja necessita voltar a agir como o verdadeiro evangelho ensina.  A atualidade da epístola de Tiago e uma reportam a brevidade dos nossos projetos, das condições da vida diária. Um caminho aberto ao entendimento do pleno significado da vida em comunidade, família e igreja. A prática da vida exigida pelos cristãos nos dias hodiernos requer um compromisso coeso com as finalidades de uma vida sem mácula. A carta de Tiago evidencia a realidade enfrentada pela igreja espalhada pelos estados, cidades, vilarejos, bairros e becos de nossa grande nação.E dever do cristão exercer discernimento em seus julgamentos; “e por que não julgas também a vós mesmos o que é justo?” (Lc 12.57). Jesus convida a todos a fazerem um julgamento correto, porém se sabemos muitas coisas, e não usamos esses conhecimentos, primeiramente em nós, a aplicação destes julgamentos de nada vale o saber.”Jesus censurou aqueles que “julgavam segundo a carne”, e Ele mesmo sendo o autor de todas as coisas disse;  ” eu a ninguém julgo” ( Jo 8.15).  Observando a posição de Cristo como de filho de Deus, vemos o quanto precisamos melhorar.O novo testamento deixa claro que, o crente não deve julgar seu irmão na fé. Existem muitas consequências advindas do julgamento alheio, para isso é importante notarmos pelos menos quatro aspectos destas proibições.   Em primeiro lugar, o julgamento não é seguro. A palavra de Deus adverte “não julgueis, pra que não seja julgado” (Mt 7.1) “.. porque no que julgas a outro, a ti mesmo te condenas” (Rm 2.1). Como o próprio texto proclama, o julgamento alheio pode se torna a referência de um julgamento sobre aqueles que o manifesta.  Em segundo lugar, não estamos qualificados para isso, vejamos o caso da mulher pega em adultério, os seus juízes estavam prontos para a matança, e esperavam de Cristo Jesus uma brecha para concluírem seus pensamentos (Jo 8.4,5). Existem pessoas que estão sendo colocados em situações semelhantes todos os dias e não tem quem possa defendê-las. Depois da resposta de Jesus muitos mudam de ideia, e por que isso aconteceu? O maior juiz estava entre eles mesmos, as suas consciências, estavam tão contaminadas pelo pecado, que não sobrou nenhum para que levassem a cabo a morte daquela mulher.Jesus apelou para julgamento interior, visto que a consciência daqueles homens os acusava talvez por pecados ainda maiores. Em terceiro lugar, julgar aos outros não pertence a nós; “Quem és tu que julgas o servo alheio?” “Para seu próprio senhor ou esta em pé ou cai” (Rm 14.4). Devemos estar cientes que o julgamento pertence a Deus e não aos homens, observamos; “aquele que julga… julga a seu irmão… julga a lei; ora, se julga a lei, não és observador da lei, mas juiz.” (Tg 4.11). O perigo de termos um sentimento contrário ao que estamos aprendendo, isto é, a aplicação correta da lei e o julgamento pertencem exclusivamente a Deus. Quando o homem ultrapassa a barreira de sua condição deixa de ser um cumpridor da lei e torna-se um juiz. Por fim, em quarto lugar, do ponto de vista aplicado por Paulo em sua epistola aos Coríntios no capítulo quatro e versículos três a cinco; “… pois quem me julga é o SENHOR”.  ”Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o SENHOR”.O julgamento pode em muito atrapalhar a vida de quem se compromete a fazê-lo. O julgamento esta de certa forma ligado ao falar mal do irmão. O falar mal ou julgar um irmão é colocar-se em lugar de um juiz. Não podemos perder tempo com coisas que não edificam a nossa vida neste mundo é muito breve (1 Pe 1.24 ).Devemos observar o que Tiago ensina para ter uma vida quieta e longa sobre esta terra. Para sermos verdadeiramente abençoados pelo SENHOR dos céus, devemos não apenas observar sua lei, mas cumpri-las. Somente a Ele pertence a nossa vida, somente a Ele pertence o julgamento verdadeiro, Glória a Ele para sempre.
II - A brevidade da vida e a necessidade do reconhecimento da soberania divina (Tg 4.13-15).
O estudo do livro de Tiago nos conduz-nos a pensar os argumentos de uma vida melhor e organizada diante de Deus. A importância de estarmos em sintonia com a vontade divina nos leva a plena dependência dEle. A afirmação de Tiago quanto à brevidade de nossas vidas ele diz; “digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã”, mostra a fragilidade dos desígnios humanos. A necessidade de termos confiança absoluta em Deus guarda-nos que sejamos ansiosos pelo futuro (Mt 6.34). É natural ao homem sonhar e por isso a tendência de conjeturar algo inexato ou um objetivo não alcançado. E fácil percebemos isto no mundo atual, quando pessoas, muitas delas levadas pela ganância, vão às casas lotéricas e fazem o seu jogo na expectativa de alcançarem um prêmio. Mesmo sabendo que as chances de ganharem algum dinheiro são remotas, apostam na incerteza, acreditando que um dia ponderam alcançar a riqueza desejada. Jesus quando instrui os seus discípulos sobre o aspecto dos projetos humanos cita uma parábola (Lc 12.15,21.), onde este homem sem se preocupar com o que iria acontecer com seu futuro decide construir grandes celeiros para armazenar a sua colheita.Preocupado apenas com o seu bem estar, “alma descansa, come, bebe e folga”, desejava estar tranquilo e esperançoso num futuro incerto. Poderia a morte bater em sua porta naquele mesmo dia? Poderia de alguma forma perder os seus bens? Jesus o chama de louco, pois a incerteza decorrente da vida estava sendo colocada em sua riqueza. A soberania divina deve estar acima dos nossos desejos e vontade, pois Deus é o que cumpre o desejo de nosso coração (Sl 37.4). Quando observamos o caminhar de nossa trajetória neste mundo encontramos muitos que estão aborrecidos com suas vidas, absurdamente estressados com muitas coisas que poderiam esperar. Mas infelizmente os seus corações estão sobre carregados com as ilusões deste mundo.
Diante da brevidade da nossa vida, o homem em sua maioria, esquece que tudo provém de Deus, e Ele está no controle de tudo. Quando escreveu sua carta Tiago advertiu a cada um, comparando nossa vida como um vapor, que aparece por um momento e logo se dissipa. A vida humana consiste em um espaço de tempo muito pequeno comprada a eternidade com Cristo.
Ao passo que, se temos em mente que a permanência na obediência a palavra de Deus pode nos garantir a vida eterna, deveríamos entregar plenamente tudo a Ele.  Desta forma, concordarmos com a petição de Tiago, “se o SENHOR quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo” somente assim poderemos desfrutar de ricas e copiosas bênçãos.
Além da vontade divina acima de tudo, “se o SENHOR quiser”, Tiago ainda elenca o fato de é preciso estar vivo para alcançar. O exemplo do vapor pode fazer ainda mais sentido quando imaginamos que a promessa pode ser alcançada ou não. Portanto diante daqueles que muitas vezes dizem; “quem tem promessa não morre”, fica o exemplo do vapor citado por Tiago. Podemos ter promessas, podemos ter pedido se o SENHOR quiser, mas se faltar a vida, nada seremos. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus - Francisco A. Barbosa

TEXTO ÁUREO

“Há só um Legislador e um Juiz, que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?” (Tg 4.12).

VERDADE PRÁTICA

Não podemos estar na posição de juízes contra as pessoas, pois somente Deus é o Justo Juiz.

HINOS SUGERIDOS

225, 454, 578.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Sl 62.11
O poder pertence a Deus

Terça - Gn 17.1
Deus é o Todo-Poderoso

Quarta - Pv 21.31
A vitória vem do Senhor

Quinta - 1Sm 2.7
A soberania divina

Sexta - Cl 4.1
O verdadeiro Senhor

Sábado - Mt 28.18
Todo poder no céu e na terra

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Tiago 4.11-17.11 - Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão e julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz.12 - Há só um Legislador e um Juiz, que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?13 - Eia, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos.14 - Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece.15 - Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo.16 - Mas, agora, vos gloriais em vossas presunções; toda glória tal como esta é maligna.17 - Aquele, pois, que sabe fazer o bem e o não faz comete pecado.

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Analisar os perigos de se colocar como juiz dos irmãos.
  • Conscientizar-se da brevidade da vida.
  • Mostrar que a arrogância e a autossuficiência são pecados.

PALAVRA CHAVE

Julgar: Pronunciar sentença (de condenação ou de absolvição); sentenciar.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
A lição dessa semana é a continuação dos conselhos práticos de Tiago aos seus leitores. Os assuntos com maior destaque são a “relação social entre os irmãos” e o “planejamento da vida”. Aprenderemos que, uma vez nascidos de novo, não podemos nos relacionar de maneira conflituosa com os outros. Outro aspecto importante que estudaremos é que o planejamento da nossa vida tem de estar de acordo com a soberana vontade de Deus - único legislador e juiz da vida. Ele é quem sempre terá a última palavra. [Comentário: Qual o perigo de se julgar alguém ou falar mal? Na sequência do estudo da epístola universal de Tiago, estudaremos hoje a passagem de Tg. 4:11-17. Continuando com as preciosas lições de conselhos práticos, Tiago afirma que quando falamos mal de um irmão ou o julgamos nos tornamos juízes. Jesus nos alerta para que antes de julgar o nosso próximo devemos examinar a nós mesmos (Mt 7.1-3). Somos falhos, imperfeitos e não conhecemos o que vai no interior de cada um, isso, por si só, já nos torna incapazes de lançar juízo contra nossos irmãos. Somente Deus pode julgar o homem com retidão, Ele é santo, justo e conhece as nossas verdadeiras intenções. A Revista Ensinador Cristão (CPAD), n°59, p.41, traz o seguinte: “Nos versículos 13-15, Tiago lembra-nos da brevidade da vida e da soberania de Deus sobre ela. Quem é verdadeiramente o juiz perfeito, senão Deus? Nós somos simples assistentes, e muitas vezes, os próprios réus necessitados do perdão divino“. Revista Ensinador Cristão CPAD, n°59, p.41. Em suma, o resumo da Lei está em dois mandamentos: amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Você ama seu irmão? Não o julgue! Quando julgamos já estamos descumprindo a lei divina. Nesta lição, portanto, estudaremos duas questões principais abordadas por Tiago: o perigo de se fazer julgamentos precipitados e indevidos contra pessoas e a capacidade de reconhecer os atos de Deus em nossos planos. Estas questões estão presentes em nosso dia a dia, afinal, qual de nós nunca emitiu um juízo de valor sobre uma atitude ou sobre a vida de outra pessoa? Ou quem de nós jamais fez planos pessoais sem se lembrar de Deus?] Convido você para mergulharmos mais fundo nas Escrituras!
I. O PERIGO DE COLOCAR-SE COMO JUIZ (Tg 4.11,12)
1. A ofensa gratuita. Não há postura mais problemática em uma igreja local quanto a do “disse-me-disse”. Infelizmente, tal comportamento parece ser uma questão cultural. Algumas pessoas parecem ter satisfação em destilar palavras que machucam. O que ganham com isso? Um ambiente incendiado por insinuações maldosas, onde elas mesmas passam a maior parte das suas vidas sofrendo e levando outros a sofrerem. Assim, Tiago inicia a segunda seção bíblica do capítulo quatro abordando o relacionamento interpessoal entre os crentes (v.11). Devemos evitar as ofensas e as agressões gratuitas, pois o “irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte; e as contendas são como ferrolhos de um palácio” (Pv 18.19). As ofensas só trazem angústias, tristezas e desgraças. [Comentário:Outra vez Tiago aborda a questão da fala e o cuidado com aquilo que falamos. Devemos estar prontos para falar com as pessoas exortando-as, aconselhando-as e ensinando-as a serem melhores e estarem mais próximas de Deus. O cristão deve evitar falar mal das pessoas e assim não atrair para si um duro julgamento. Tiago trata do perigo de nos colocarmos no lugar de Deus para exercer juízo contra uma pessoa. Mas de que forma pode um servo de Deus aparentemente assumir a posição de juiz? Quando abre a boca para falar mal de outras pessoas. O apóstolo não entra em detalhes. Basta a ele apenas dizer que não devemos falar mal uns dos outros, pois quem fala mal de seu irmão fala mal da lei, e por sua vez, quem fala da lei não é mais observador, e sim juiz. Comentando o texto de Pv 18.19, Pv 18.19, Russell Norman Champlin escreve o seguinte: “O irmão ofendido resiste mais que uma fortaleza. O hebraico original, neste versículo, é dificílimo de compreender, se não mesmo impossível; por isso também vários significados têm sido sugeridos, dentre os quais destacamos dois: (1.) Fala-se aqui (tal como diz a King James Version) de um irmão ofendido. É mais difícil “conquistá-lo de volta” para a amizade do que capturar uma cidade forte. As pessoas sentem muito as ofensas e tornam-se duras de coração, não querendo reconciliar-se. (2.) Ou então o irmão é ajudado (Revised Standard Version), conjectura feita pela Septuaginta sobre o que este versículo quer dizer. Temos de lembrar que essa versão da Septuaginta foi traduzida por judeus eruditos de Alexandria, que deveriam ser excelentes conhecedores do idioma hebraico. Se o significado, realmente, for o do irmão ajudado, devemos compreender que essa ajuda fará desse homem um aliado (e não um inimigo), e ele se tornará uma cidade forte. A versão siríaca e a Vulgata Latina, bem como o Targum, concordam com essa tradução. Adicione-se a isso a tradução da Imprensa Bíblica Brasileira. Mas a nossa versão portuguesa - a Atualizada - fica com a primeira possibilidade. Sinônimo ou Antítese. Se estiver correta a primeira significação, acima, então a segunda linha do provérbio fortalece a ideia com uma adição sinônima. As divergências entre irmãos (amigos) tornam-se como as barras que guardam um castelo e não podem ser quebradas. Em outras palavras, a disputa nunca será solucionada, e a alienação tornar-se-á permanente. Mas, se está correto o segundo sentido, que se vê acima, então a segunda linha métrica forma uma antítese. Em contraste com a boa união entre irmãos (amigos), haverá a contenda que separa e aliena, e, como as barras de um castelo, não podem ser quebradas. “A amargura das querelas entre ex-amigos é proverbial” (Ellicott, in loc.). A situação ideal é esta: Irmãos unidos são mais fortes do que um castelo; eles resistem juntos com maior vigor do que as barras de ferro de proteção de um castelo. CHAMPLIN, Russell Norman, Antigo Testamento Interpretado versículo por versículo. Editora Hagnos. pag. 2630.]. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orientações:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, iniciem o estudo da lição. Observem as seguintes sugestões:

- Para introduzir o estudo da lição, apliquem a dinâmica “O Caso Miguel”.- Falem que o tema da aula é sobre a advertência de que não devemos julgar as pessoas, além da brevidade da vida e o planejamento da vida de acordo com a vontade de Deus, a arrogância, presunção, a autossuficiência humana.Em seguida, leiam o que consta na epístola de Tiago sobre:- A advertência de que não devemos julgar as pessoas:”Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão, e julga a seu irmão, fala mal da lei, e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz. Há só um legislador que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és que julgas a outrem?” Tg 4. 11 e 12- Sobre a brevidade da vida, arrogância, autossuficiência e o planejamento da vida de acordo com a palavra de Deus:”Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos; Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece. Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo. Mas agora vos gloriais em vossas presunções; toda a glória tal como esta é maligna.  Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado”. Tiago 4:13 a 17

- À medida que vocês forem lendo os versículos teçam comentários e apresentem exemplos de acordo com o tipo de aluno que vocês têm, para que o estudo seja contextualizado.

- Para trabalhar sobre a importância do planejamento, os projetos pessoais, utilizem a dinâmica “Árvore do Sonho”, que proporcionará a reflexão sobre a importância de cada indivíduo ter objetivos e projetos de vida, procurando concretizá-los de acordo com a vontade de Deus.- Para finalizar, leiam o texto A Melhor e a Pior Comida do Mundo”,que proporcionará a reflexão e advertência sobre o cuidado com a língua, usando-a para o bem, não falando mal dos outros nem emitindo falso testemunho portando-se como juiz do próximo.Tenham uma excelente e produtiva aula!
Dinâmica: O Caso Miguel

Objetivo:

Exemplificar através de uma história o mau julgamento que fazemos dos outros.

Material:

07 pessoas para ler o relato sobre Miguel: padeiro(Manoel), a mãe, o trocador do ônibus, o vendedor da lanchonete, o porteiro, o faxineiro e Miguel

02 cópias do texto “O Caso de Miguel”(postado no procedimento). O1 cópia deverá ser cortada, separando a fala de cada personagem. A outra deve ficar com o professor.

01 quadro ou 01 cartolina

01 marcador para quadro branco ou um pincel atômico

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O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula prévia referente a Lição 11: O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus do 3º Trimestre de 2014: Fé e obras — ensinos de Tiago para uma vida cristã autêntica, como preparação dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 11 - 3T/2014

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O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus - Luciano de Paula Lourenço

Texto Base: Tiago 4:11-17
“Há só um Legislador e um Juiz, que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?” (Tg 4:12)

INTRODUÇÃO
Há duas questões essenciais que fazem parte do nosso cotidiano: o perigo de se fazer julgamento indevido contra pessoas e a capacidade de reconhecer os atos de Deus em nossos planos. Quem nunca emitiu um juízo de valor sobre uma atitude ou sobre a vida de outra pessoa? E quem nunca fez planos pessoais sem se lembrar de Deus? É sobre isto que trataremos nesta Aula.
I. O PERIGO DE COLOCAR-SE COMO JUIZ (Tg 4:11,12)
Tiago, mais uma vez, aborda a questão da fala e o cuidado com aquilo que falamos. Sabemos que é possível falar com as pessoas exortando-as, aconselhando-as e ensinando-as a serem melhores e estarem mais próximas de Deus. Mas também é possível falar mal das pessoas e atrair para si um duro julgamento.
1. A ofensa gratuita. É interessante que logo após a condenação do mundanismo (Tg 4:1-10), tratado na Aula 10, Tiago passa para os relacionamentos apropriados entre os crentes. Ele entra logo na questão da maledicência: declarar guerra contra os irmãos, usando a língua para falar mal uns dos outros. Para conseguir os nossos interesses, nós frequentemente julgamos os irmãos, falamos mal dos irmãos, porque queremos destruir sua reputação, sua eficácia, sua importância, para que assumamos o seu lugar, para que tenhamos alguma vantagem. Isto é tipo do mundanismo, a maledicência que nos torna juízes dos irmãos.
Falar mal é algo que pode ser feito de várias maneiras. Nós podemos falar a verdade sobre uma pessoa e ainda assim sermos desagradáveis, ou podemos espalhar mexericos que os outros não precisariam ficar sabendo. Podemos estar questionando a autoridade de alguém, ou anulando as suas boas obras por meio de calúnias. Isto, obviamente, destrói a harmonia entre os crentes (veja 2Co 12:20; 1Pe 2:1).
Segundo o pr. Eliezer de lira, “algumas pessoas parecem ter satisfação em destilar palavras que machucam. O que ganham com isso? Um ambiente incendiado por insinuações maldosas, onde elas mesmas passam a maior parte das suas vidas sofrendo e levando outros a sofrerem. Devemos evitar as ofensas e as agressões gratuitas, pois o “irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte; e as contendas são como ferrolhos de um palácio” (Pv 18:19). As ofensas só trazem angústias, tristezas e desgraças”.
2. Falar mal dos outros e ser juiz da lei (Tg 4:11). “Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão e julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz“.
De acordo com a lei régia do amor, devemos amar nosso próximo como a nós mesmos. Falar mal do irmão, ou julgar sem motivo, é opor-se a essa lei como se não tivesse valor. Transgredir a lei deliberadamente é uma forma de desrespeito e desprezo. Equivale a dizer que a lei não é boa nem digna de obediência.
Tiago, aqui, está tratando da lei real - a lei que liberta ou condena, a lei que deve ser observada. Ele diz que a lei está sendo atacada. O problema especifico que está sendo confrontado infringe o nono mandamento: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (Ex  20:16). Ele também infringe a lei mais fundamental de Cristo: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22:39). Jesus designou este mandamento como sendo o segundo maior mandamento (Mc 12:31). Se um crente fala contra outro crente, ele fala mal da lei e julga a lei, porque não está mostrando amor e não está tratando os outros como gostaria de ser tratado. A sua desobediência mostra desrespeito pela lei, pois ele está julgando a sua legitimidade. Ao fazer isto, ele está se colocando acima de Deus. Quando julgamos os outros desta maneira difamadora, estamos claramente deixando de nos submeter a Deus.
3. O autêntico Legislador e Juiz pode salvar e destruir (Tg 4:12). ”Há só um Legislador e um Juiz, que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?”.
Há um só legislador (a origem da lei) e um Juiz (que faz a lei vigorar). Nós, que somos responsáveis diante da lei de Deus, não podemos nos colocar no lugar de Deus. Deus recompensa aqueles que obedecem à lei e destrói aqueles que a desobedecem. Disse Jesus: “E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo” (Mt 10:28). Quem critica seu irmão e fala mal dele vai ter de acertar as contas com Deus, pois na prática está se colocando no lugar dEle. Portanto, Tiago remove qualquer direito que pudéssemos reivindicar de criticar o nosso próximo. Por trás do espírito de crítica, está uma atitude que usurpa a autoridade de Deus e que está repleta de orgulho. Não deve haver críticas ásperas e severas no corpo de Cristo.
Podemos pensar que simplesmente criticar um membro da igreja ou espalhar um mexerico pouco interessante não seja algo tão grave - especialmente em comparação com outros pecados. Mas a Bíblia vê isto como um pecado de suma gravidade, porque infringe a lei do amor e tenta usurpar a autoridade de Deus. Como estudamos na Aula 08 (Tg 3:1-12), a língua é um instrumento de pecado mortal. Não ousemos minimizar o perigo que ela representa.
Todavia, é bom ressaltar que Tiago 4:12 não proíbe a ação adequada de uma igreja contra um membro que está agindo em flagrante desobediência a Deus. Ele, como pastor principal em Jerusalém, sabia que a igreja tem o dever de agir de forma sistemática e direta em alguns momentos. Ananias e Safira foram julgados duramente por Deus, por intermédio de Pedro, e Paulo ordenou a exclusão do crente coríntio que tinha relações sexuais com a mulher do próprio pai (1Co 5:6). Há situações em que a igreja precisa ser enfática na forma como administra os erros de seus membros, sob pena de se igualar ao mundo. Claro que a disciplina sempre deve ter os objetivos de corrigir e reabilitar. Não podemos lançar no mundo uma pessoa que Jesus salvou, mas não podemos também compactuar com um pecado cometido, como se nada de errado houvesse ocorrido.
É claro que não é sobre esse tipo de julgamento que Tiago está falando. Na verdade, ele está preocupado com as palavras críticas que condenam ou julgam as ações dos outros e a sua posição perante Deus. Ele está confrontando as pessoas que poderiam ser tentadas a se colocar como cães de guarda, vigiando os outros crentes. Como você reagiria se soubesse que seu nome foi citado em uma conversa, sendo mal falado ou tendo sua imagem denegrida de forma indevida e injusta? Da mesma forma que você gostaria de ser tratado, deve igualmente tratar o seu próximo.
II. A BREVIDADE DA VIDA E A NECESSIDADE DO RECONHECIMENTO DA SOBERANIA DIVINA (Tg 4:13-15)
1. Planos meramente humanos (TG 4:13). ”Eia, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos a cidade tal, e lá passaremos um ano, e negociaremos, e teremos lucros“.
Tiago condena a atitude pecaminosa de quem planeja com presunção e autoconfiança sem levar em conta a vontade de Deus. Ele descreve um homem de negócios que traçou um plano completo para o futuro. Observe os detalhes. Ele considera o tempo (hoje ou amanhã); as pessoas envolvidas (nós); o lugar (cidade tal); a duração (passaremos um ano); a atividade (negociaremos) e o resultado esperado (teremos lucro). O que ficou faltando? Em nenhum momento ele pensa em Deus. Precisamos fazer planos para o futuro, mas se levarmos em consideração apenas a nossa vontade, estaremos pecando.
2. A incerteza e a brevidade da vida (TG 4:14). ”Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece”.
Não é correto planejar como se o amanhã fosse certo. “Não digas […] amanhã” (Pv 3:28). Não sabemos o que o dia de amanhã nos reserva.
- A incerteza da vida. O sábio escritor do livro de Provérbios, referindo-se à incerteza e a brevidade da vida disse: “Não te glories do dia de amanhã; porque não sabes o que produzirá o dia” Pv 27:1). Esses negociantes estavam fazendo planos seguros para um ano, enquanto não podiam ter garantia de um dia sequer. Eles diziam: nós iremos, nós permaneceremos, nós compraremos e teremos lucro (Tg 4:13). Essa postura é a mesma que Jesus reprovou na parábola do rico insensato em Lucas 12:16-21. Aquele que pensa que pode administrar o seu futuro é tolo. A vida não é incerta para Deus, mas é incerta para nós. Somente quando estamos dentro da vontade de Deus é que podemos ter confiança no futuro. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus - AD Londrina

Aula ministrada pelo Pr. Euclides de Olivio para EBD da Asssembléia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 11 - 3T/2014

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TV EBD - O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 11 - O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 11 - 3T/2014

2ª Parte - Lição 11 - 3T/2014

3ª Parte - Lição 11 - 3T/2014

4ª Parte - Lição 11 - 3T/2014

5ª Parte - Lição 11 - 3T/2014

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Questionário - O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 11- O Julgamento e a soberania pertencem a DEUS

Responda conforme a revista da CPAD do 3º Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

Tema: FÉ E OBRAS - Ensinos de Tiago para uma Vida Cristã Autêntica

Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas.

 

TEXTO ÁUREO

1- Complete:

“Há só um ____________________________ e um Juiz, que pode __________________________ e destruir. Tu, porém, quem és, que __________________________ a outrem?” (Tg 4.12).

 

VERDADE PRÁTICA

2- Complete:

Não podemos estar na __________________________ de __________________________ contra as pessoas, pois somente DEUS é o _________________________ Juiz.

 

I. O PERIGO DE COLOCAR-SE COMO JUIZ (Tg 4.11,12)

3- Como é a ofensa gratuita no meio da Igreja?

(    ) Devemos evitar as ofensas e as agressões gratuitas, pois o “irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma torre forte; e as contendas são como fechaduras de um palácio”.

(    ) Não há postura mais problemática em uma igreja local quanto a do “disse-me-disse”.

(    ) Infelizmente, tal comportamento parece ser uma questão cultural.

(    ) Algumas pessoas parecem ter satisfação em destilar palavras que machucam.

(    ) O que ganham com isso? Um ambiente incendiado por insinuações maldosas, onde elas mesmas passam a maior parte das suas vidas sofrendo e levando outros a sofrerem.

(    ) Tiago inicia a segunda seção bíblica do capítulo quatro abordando o relacionamento interpessoal entre os crentes.

(    ) Devemos evitar as ofensas e as agressões gratuitas, pois o “irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte; e as contendas são como ferrolhos de um palácio”.

(    ) As ofensas só trazem angústias, tristezas e desgraças.

 

4- Como é o falar mal dos outros e ser juiz da lei (Tg 4.11)?

(    ) Nós, servos de CRISTO, fomos chamados para ser mestres, não juízes.

(    ) O pecado de falar mal do outro foi por Tiago tratado com clareza ainda no versículo 11.

(    ) Quem empresta os seus lábios para caluniar e emitir falso testemunho, além de estar pecando, coloca-se como o juiz do outro, mas não cumpridor da lei.

(    ) Nós, servos de CRISTO, fomos chamados para ser discípulos, não juízes.

(    ) Quem busca estabelecer condições para amar o próximo não pode ser discípulo de JESUS de Nazaré.

(    ) Já imaginou se hoje, DEUS, o nosso Pai, tratasse-nos numa posição de Juiz? Provavelmente estaríamos perdidos!

 

5- Como o autêntico Legislador e Juiz pode salvar e destruir (Tg 4.12)?

(    ) Portanto, antes de emitir uma palavra de julgamento contra uma pessoa, responda: “Tu, porém, quem és, que condenas a outrem?”

(    ) Com o objetivo de demonstrar o porquê de não podermos nos colocar como juízes dos outros, o texto bíblico recorda do quanto somos pecadores e declara que há apenas um Legislador (criador das leis) e Juiz (apto para julgar a todos).

(    ) Apenas o Criador tem o poder de salvar e destruir.

(    ) Portanto, antes de emitir uma palavra de julgamento contra uma pessoa, responda a esta questão: “Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?

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O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus - Ev. Luiz Henrique

Lição 11- O Julgamento e a soberania pertencem a DEUS

LIÇÕES BÍBLICAS - 3º Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: FÉ E OBRAS - Ensinos de Tiago para uma Vida Cristã Autêntica

Comentário: Pr. Eliezer de Lira e Silva
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

Questionário

NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

 

TEXTO ÁUREO

“Há só um Legislador e um Juiz, que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?” (Tg 4.12).

 

VERDADE PRÁTICA

Não podemos estar na posição de juízes contra as pessoas, pois somente DEUS é o Justo Juiz.

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Sl 62.11 O poder pertence a DEUS

Terça - Gn 17.1 DEUS é o Todo-Poderoso

Quarta - Pv 21.31 A vitória vem do Senhor

Quinta - 1 Sm 2.7 A soberania divina

Sexta - Cl 4.1 O verdadeiro Senhor

Sábado - Mt 28.18 Todo poder no céu e na terra

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Tiago 4.11-17

11 Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão e julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz. 12 Há só um Legislador e um Juiz, que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem? 13 Eia, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e  contrataremos, e ganharemos. 14 Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece. 15 Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo. 16 Mas, agora, vos gloriais em vossas presunções; toda glória tal como esta é maligna. 17 Aquele, pois, que sabe fazer o bem e o não faz comete pecado.

 

OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

Analisar os perigos de se colocar como juiz dos irmãos.

Conscientizar-se da brevidade da vida.

Mostrar que a arrogância e a autossuficiência são pecados.

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O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus - Ev. José Roberto A. Barbosa

O JULGAMENTO E A SOBERANIA PERTECEM A DEUS

Texto Áureo Tg. 4.12 - Leitura Bíblica Tg. 4.11-17

Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

Somos tentados a sermos senhores do nosso destino, como diz um conhecido poema,  capitães da própria alma. Nos tempos de “quem sabe faz a hora”, é comum às pessoas dispensarem os cuidados de Deus. Na lição de hoje atentaremos para a necessidade de não incorrermos no risco de julgar os outros. Em seguida, nos voltaremos para a soberania de Deus, diante das possibilidades das decisões centradas no ser humano. Por fim, destacaremos o perigo da arrogância humana, manifestada na presunção, e a importância da humildade na vida do cristão.

1. NÃO JULGAR OS OUTROS

As múltiplas atribuições eclesiásticas nos fazem esquecer de que somos membros da mesma família. Tiago nos lembra de que Deus, em Jesus, nos ensinou a amar uns aos outros, e a tratar o próximo como a nós mesmos (Tg. 2.8). Em relação aos nossos irmãos, quando os julgamos, nos tornamos senhores sobre eles. Devemos sempre lembrar que Deus, e não nós,  é o verdadeiro legislador (Tg. 4.12). Há crentes que não perdem a oportunidade de se colocar diante dos outros membros da igreja. Existem igrejas que, no sentido bíblico-etmológico do termo, são desgraçadas, os membros não têm misericórdia uns dos outros. Há aqueles que torcem, e em alguns casos, favorecem a queda dos irmãos e irmãs na igreja. Philip Yancey costuma dizer que encontra mais graça entre os Alcoólicos Anônimos (AA) do que em determinadas comunidades cristãs. Existem crentes capazes se sentir satisfação com a queda dos outros, e transformá-las em fofoca. E o pior, há os que não se preocupam em ajudar em ver o outro em condição de risco. Quando os vê caídos, ao invés de estender a mão, aproveitam a oportunidade para usar a língua contra o próximo. As igrejas, muito mais do que templos, deveriam ser comunidades de acolhimento. As igrejas não devem fomentar a discórdia, considerando que essa é uma obra da carne (Gl. 5.17-19). Muito pelo contrário, nossa tarefa é a de construir pontes, não muralhas diante dos nossos irmãos. A divisão na igreja, como ocorria em Corinto, é característica de congregações carnais (I Co. 3.1-3).  As “panelinhas” somente servem para incentivar a discórdia, a beleza da igreja está justamente na capacidades de conviver, inclusive com os diferentes. Quem nos julga é a palavra de Deus, ela aponta quando pecamos, e nos dar a possibilidade de arrependimento. Como cristãos devemos fazer o mesmo, até mesmo nos casos de disciplina, essa deve ser feita com amor, visando o reestabelecimento o transgressor (I Co. 5.1-13).

2. A SOBERANIA DE DEUS A BREVIDADE DA VIDA HUMANA

Somente Deus é soberano, isto é, Ele determina, ao Seu tempo, a realização dos seus desígnios. Devemos reconhecer que Deus é Senhor da Sua vontade, Ele não precisa pedir conselhos (Rm. 11.34). Por isso, faz-se necessário reconhecer que diante da complexidade da vida, é Deus que está no comando de todos as coisas (Tg. 4.14). Mas nós, enquanto seres limitados, não podemos determinar como será o futuro, mesmo que tenhamos os devidos cuidados (Pv. 27.1). Jesus reprovou a confiança própria ao contar a parábola do rico insensato (Lc. 12.16-21). Aqueles que acham que são senhores do seu destino, que não depositam sua confiança em Deus, não passam de tolos. Vita brevis, essa é uma declaração latina clássica, que quer dizer “a vida é breve”. Devemos ter sempre diante dos nossos olhos a realidade da morte. Se as pessoas se lembrassem disso de vez em quando, teriam motivos para serem mais humildes. Jó reconheceu que seus dias eram mais velozes do que a lançadeira do tecelão (Jó 7.6). E afirma ainda que nossa vida na terra pode ser comparada a uma sombra (Jó. 8.9) e como se isso não fosse suficiente, defende que o homem nascido de mulher é de poucos dias e cheio de tribulação (Jó. 14.1,2). Moisés, nas palavras de um salmo, também diz que “acabam os nossos anos como um suspiro, pois passa rapidamente e nós voamos” (Sl. 90.9,10). Não podemos ter a ilusão de que somos capazes de controlar nosso futuro. Evidentemente não estamos estimulando a falta de planejamento, que também é um equívoco. Antes devemos colocar nossos projetos diante de Deus, sabendo que somente Ele será capaz de levar nossos planos adiante. Como fazem as pessoas do presente século, não devemos imaginar que estamos no controle das nossas vidas. Quando o Titanic foi construído, tiveram a audácia de firmar que nem Deus seria capaz de afundá-lo, mas a história mostrou o contrário. A torre de Babel é um exemplo bíblico de projeto humano, distanciado das orientações divinas e que resultou em ruína (Gn. 11).

3. A PRESUNÇÃO HUMANA, UM PERIGO DIANTE DE DEUS

Somos seres frágeis, mas nem todas as pessoas se apercebem desse fato. Há aqueles que pensam que são indestrutíveis. Antes de qualquer coisa, destacamos nossa ignorância em relação ao futuro, e que nossa vida passa como um vapor (Tg. 4.14). Por isso, precisamos ter consciência da nossa dependência de Deus (Tg. 4.15). Trilhar o caminho da presunção é demasiadamente perigoso para o cristão. Isso porque a presunção nos faz acreditar que somos senhores do nosso destino (Tg. 4.16). Esse pensamento pode nos conduzir à desobediência, por desconsiderarmos Deus, tornando-O desnecessário. A desobediência premeditada conduz à apostasia, impossibilitando o retorno. Há cristãos que por desconsiderarem Deus, e se acharem senhores das suas vidas, se desviam do caminho. A mensagem de Pedro é de advertência a esse respeito: seria melhor que não tivessem conhecido o caminho da justiça, do que o conhecer e ter se desviado dele (II Pe. 2.21). Devemos seguir o exemplo de Jesus, que aprendeu a obediência ao Pai, e se submeteu até o fim à Sua vontade (Jo. 4.34). Fazer a vontade do Pai precisa ser nossa principal doutrina (Jo. 7.17). Paulo nos conclama a entender a vontade do Senhor (Ef. 5.17), além de ressaltar que essa é boa, agradável e perfeita (Rm. 12.2). Entregar-se à vontade própria é demonstração de presunção, é tornar-se escravo dos próprios caprichos. Ser cristão genuíno é uma atitude de rendição, uma disposição a dizer não a si mesmo, a confiar em Deus. Ser cristão é ponderar, e saber que não é senhor do seu destino, muito menos capitão da sua alma. Ser cristão é uma entrega incondicional à vontade de Deus, uma demonstração de confiança. Quando dependemos de Deus, fazemos nossos projetos, acompanhamos sua execução, mas estamos cientes dos nossos limites. E independentemente dos resultados, reconhecemos que Deus é o Senhor, e que tudo fará conforme Seus desígnios (Rm. 8.28).

CONCLUSÃO

A mensagem de Tiago é oportuna para os dias atuais, considerando que muitas pessoas tornaram Deus desnecessário em suas vidas. Há aqueles que acreditam em Deus, mas vivem como se Ele não existisse. Como cristãos genuínos, devemos colocar o Senhor em cada situação da nossa existência. As mais simples decisões do cotidiano podem ser postas aos pés do Pai, através da oração. Os cristãos, ao contrário do que afirma a filosofia humanista, não é senhor do seu destino, muito menos capitão da sua alma. A vida do cristão está nas mãos de Deus, Ele é, verdadeiramente, o capitão das nossas vidas e o Senhor das nossas almas.

BIBLIOGRAFIA

LOPES, H. D. Tiago. São Paulo: Hagnos, 2006.

WEIRSBE, W. W. Exodus: be delivered. Colorado Springs: David Cook, 2010.

Publicado no Blog Subsídio EBD 

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