Oração e Recomendação às Mulheres Cristãs – Ev. Isaías de Jesus

Oração e Recomendação às Mulheres Cristãs – Ev. Isaías de Jesus

TEXTO ÁUREO= “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens.”

VERDADE PRÁTICA = A oração e o meio pelo qual falamos com Deus intercedemos por nossas necessidades e em favor do próximo.

LEITURA BIBLICA = I TIMÓTEO 2. 1-5,9-11

INTRODUÇÃO

A divisão e a confusão que existem no mundo religioso em nossos dias são contrárias à oração de Jesus na noite anterior à sua morte (João 17:20- 21). Há centenas de denominações ensinando e praticando coisas diferentes. Sabemos que Deus não criou essa confusão. O modelo que ele dá na Bíblia não é difícil de entender, nem impossível de praticar. O problema é que séculos de “modificações”, “tradições” e “melhoramentos” humanos anuviaram nossa visão da simplicidade do plano original revelado pelo Espírito Santo no Novo Testamento.

Em lugar nenhum isto é mais evidente do que na diversidade dos planos de organização de igrejas. Quero desafiar cada leitor a tentar deixar de lado tradições humanas e idéias pré-concebidas para ver claramente a simplicidade do padrão do Novo Testamento de organização de uma igreja. Tão certamente quanto os primitivos cristãos foram capazes de organizar-se em agrupamentos que funcionam, conhecidos como igrejas locais, sinceros seguidores de Jesus podem fazer o mesmo hoje em dia. Mas como? Como em todas as outras facetas da vida, precisamos pôr de lado nossas preferências, opiniões e políticas, para humildemente estudar e aplicar o ensinamento das Escrituras (Tiago 1:21-25).

ORAÇÃO POR TODOS OS HOMENS

Uma ordem dada aos cristãos para orar por todos os homens, e em particular por todos imbuídos de autoridade. Timóteo deve cuidar para que isso seja feito. Paulo não ressalta qualquer forma de oração prescrita, como acharíamos que faria se quisesse que os ministros seguissem uma maneira restrita de orar; mas, em geral, que fizessem deprecações, orações, intercessões e ações de graças: deprecações para evitar o mal, orações para alcançar o bem, intercessões pelos outros, e ações de graças pelas misericórdias já recebidas. Paulo achava que era suficiente dar a eles tópicos gerais. Tendo as Escrituras para orientá-los na oração e o Espírito de oração derramado sobre eles, não precisavam de mais orientações. Observe: O intento da religião cristã é promover a oração; e os discípulos de Cristo devem ser pessoas de oração. Orem em todo tempo com toda oração (Ef 6.18).

Devemos orar a nosso favor em primeiro lugar. Isso está implícito aqui. Também devemos orar por todos os homens, pela humanidade em geral, por pessoas específicas que necessitam ou desejam nossas orações. Veja quão longe a religião cristã estava de ser uma seita, ao ensinar aos homens essa caridade ampla, a orar, não somente por aqueles mais próximos, mas por todos os homens. Orem pelos reis (v. 2); embora os reis dessa época fossem pagãos, inimigos do cristianismo, e perseguidores dos cristãos, mesmo assim, eles devem orar por eles, porque é para o bem público que haja um governo civil, e pessoas adequadas encarregadas da administração dele, por quem, portanto, devemos orar, sim, mesmo quando sofremos debaixo do governo deles.

  1. Deus como centro das nossas orações – Neste estágio, veremos três tipos de oração: 1º – “Ações de Graças”, que é a expressão do nosso reconhecimento e gratidão a Deus pelo que Ele é e fez por nós. A adequada manifestação de gratidão, que enobrece o nosso ser agrada o coração do Pai e enriquece a nossa vida, por isso Paulo declarou imperativamente: “… sede agradecidos” (Cl 3.15). 2º – “Louvor”, que é a oração que está diretamente ligada à pessoa de Deus, na qual ocorre a exaltação por tudo o que Ele fez e toda a sua obra. Louvar é expressar em cânticos e palavras, numa atitude de exaltação e glorificação ao Seu Nome, que Ele é digno de ser louvado. 3º – “Adoração”, é a forma mais elevada de oração, porque se concentra no caráter de Deus, nos Seus atributos e na Sua pessoa. Adorar é simplesmente amar a Deus em resposta ao Seu amor. A Bíblia não define adoração, porque o amor não se define. Em outras palavras, adorar é amar a Deus com todo fervor do espírito, com toda a força da alma e com toda expressão do corpo.
  1. Nós mesmos, como centro das nossas orações – Este estágio da oração visa mudar uma circunstância em nossa própria vida. Nele encontramos também três tipos de oração: Petição (deprecações), entrega e consagração.
  1. a) Petição – é um requerimento formal a uma autoridade baseada na lei ou promessa. Oração de petição não é diferente, ela visa alterar circunstância em nossa vida. É a oração na qual vamos a Deus, a fim de recebermos algum favor, de acordo com a Constituição do Reino, a Bíblia. É necessário ter clareza do que se pede e se está em harmonia com a palavra de Deus. Você tem uma necessidade específica? Transforme-a em objetivo de sua petição e ela será objeto da resposta de Deus;
  1. b) Entrega – é a oração feita quando transfiro os cuidados, as inquietações, angústias, incertezas e pesos da vida nas mãos d’Aquele que tem todo o poder de carregar. Pedro aconselha: “Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós” (1Pe 5.7). Estude a Palavra de Deus e conheça outros exemplos: Mt. 21.21,22; Sl. 37.5; Mt. 6.25,26;34; Lc. 12.29,32;
  1. c) Consagração – é o terceiro tipo de oração deste grupo, caracterizada por ser uma atitude de submissão, dedicação, entrega e obediência a Deus.É o tipo de oração na qual se emprega o “se for da tua vontade”. É a consagração que objetiva a harmonia da nossa vontade com a vontade de Deus, a fim de alcançar sucesso em determinada situação. Este tipo de oração requer, acima de tudo, renúncia da vontade própria, é um modo de viver e um constante desafio à obediência.
  1. Os outros, como centro das nossas orações – Na oração intercessora, vou a Deus como sacerdote, como intercessor, levando a necessidade de outra pessoa. O motivo primeiro deste tipo de oração é ver circunstâncias alteradas na vida de outrem. Um intercessor é aquele que pleiteia a causa de outrem. Existem muitos conceitos sobre intercessão, no entanto podemos extrair da Bíblia o mais simples: “… orai uns pelos outros…” (Tg. 5.16). Quando intercedemos, colocamos a reivindicação na habilidade de Deus e só Ele poderá mudar as circunstâncias.

Pelos reis e por todos os que estão em eminência, isto é, magistrados inferiores: devemos orar por eles e agradecer por eles, orar pelo seu bem-estar e pelo bem-estar dos seus remos, e, portanto, não devemos conspirar contra eles, para que possamos desfrutar da paz do seu governo e dar graças por eles e pelos benefícios que temos debaixo do governo deles, para que tenhamos uma vicia quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade. Devemos rogar pelos reis, para que Deus mude o seu coração, dirija-os e use-os, para que debaixo da autoridade deles possamos ter uma vida quieta e sossegada.

Aqui podemos observar o seguinte: Os cristãos devem ser homens dados à oração: eles devem fluir nisso, dedicando-se às orações, súplicas etc. Em nossas orações devemos ter um interesse generoso pelos outros, bem como por nós mesmos. Devemos orar por todos os homens e dar graças por todos os homens; e não devemos limitar nossas orações e ações de graças somente a nós mesmos e às nossas famílias. A oração consiste em várias partes: súplicas, intercessões e ações de graças; porque devemos orar pelas misericórdias que desejamos, bem como ser gratos pelas misericórdias já recebidas; e devemos censurar os julgamentos que nossos próprios pecados ou os pecados de outros merecem.

Todos os homens, sim, os próprios reis, e aqueles que estão imbuídos de autoridade, precisam receber as nossas orações. Eles querem nossas orações, porque se defrontam com muitas dificuldades e ciladas que fazem parte das suas posições elevadas. Ao orar pelos nossos governos, tomamos o curso mais adequado para levar uma vida sossegada e quieta. Os judeus na Babilônia foram ordenados a procurar a paz da cidade para onde o Senhor os transportou, e orar por ela ao Senhor, porque, na sua paz, eles teriam paz (Jr 29.7).

A SALVAÇÃO DE TODOS

Porque Ele quer que todos se salvem e conheçam a verdade (vs. 4) – A vontade de Deus é que o evangelho avance até que seus feitos se tornem universais. O versículo dois, descreve que a oração de intercessão também é em favor dos reis, ou governantes e visa a salvação deles, confirmado pelos versículos quatro e cinco. Este é o desejo que vem do coração do Pai. A intercessão pode modificar as coisas quando vamos ao Pai com o coração solícito, sincero e humilde, Ele promove meios, circunstâncias e situações para transformar o estado caótico em benção. Portanto, perseveremos na “prática” da intercessão em favor do Brasil, para que o povo e seus governantes se convertam ao Senhor Jesus. Ainda há esperança, o canal para essa transformação está na perseverança em oração. Oremos para que o Brasil e todas as nações conheçam e confessem o único Senhor, que pode interceder por nós diante de Deus, Jesus Cristo.

A MANEIRA DE SE VESTIR DAS MULHERES

A Vestimenta Que Agrada a Deus

A vestimenta mais importante do discípulo verdadeiro de Jesus é interna e  espiritual. Ele já tem removido os panos sujos de pecado e maus   pensamentos, e tem os substituído por novas roupas de santidade e entendimento da vontade de Deus (veja Colossenses 3:1-16). Ele procura cada dia ser mais parecido com seu Senhor, e se esforça para desenvolver as atitudes piedosas que Jesus ensinou e demonstrou (Mateus 5:1-12). Essas transformações internas vão modificar seu comportamento externo, é claro. Ele não vai mentir ou furtar como pessoas mundanas (Efésios 4:25-29). Todos os aspectos da vida dele são colocado sob controle do Deus santo a quem ele serve (1 Pedro 1:13-16).

Através da História, homens e mulheres têm lutado com a questão de como essa transformação interna deve ser refletida exteriormente. Deve o servo de Deus se vestir de um modo diferente do que as pessoas do mundo? Respostas a essa pergunta são quase tão diversas como as modas numa loja de roupas. Alguns argumentam que a vestimenta dos servidores de Deus devem ser completamente diferentes do que as das pessoas do mundo.

Resultados de tais pensamentos incluem as trajes tradicionais de ordens religiosas especiais e outras roupas peculiares, como as adotadas pelo povo Amish. Outros vão ao extremo oposto, dizendo que os cristãos devem ser iguais ao mundo e que eles podem seguir todas e quaisquer modas do mundo.

Deus nos ensina como nos vestir

Quando Deus fala sobre algum assunto em todas as épocas da história bíblica, devemos reconhecer que é importante. Por exemplo, ele ensina sobre a permanência de casamento no período dos patriarcas, na dispensação da lei de Moisés, e no Novo Testamento. Enquanto não adotamos do Antigo Testamento leis específicas sobre o casamento, nós entendemos os princípios do Novo Testamento com a ajuda do Antigo Testamento. Percebemos que são diversos os assuntos que são incluídos em todas as épocas de revelação divina: adultério, idolatria, a importância de sacrifícios apropriados, comer sangue, matar, etc. Desde o jardim de Éden, Deus tem orientado seu povo sobre roupas modestas. Vamos procurar entender esse ensinamento, e tenhamos a fé e o amor suficiente para aceitar o que ele diz, mesmo se não o compreendemos (Isaías 55:6-9).

Deus ensina seu povo a se vestir com modéstia

A dão e Eva.“Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam” (Gênesis 2:25). Na sua inocência, antes de cometer o primeiro    pecado, era normal para Adão e Eva estarem nus, mesmo andando no jardim na presença de Deus. A mesma inocência é vista em criancinhas ainda não corruptas pelo pecado. Mas, quando Adão e Eva conheceram a diferença entre o bem e o mal, ficaram envergonhados e imediatamente fizeram algum tipo de roupa mínima (Gênesis 3:7). A palavra usada aqui sugere que fizeram alguma coisa que foi embrulhada no corpo, evidentemente escondendo as partes mais íntimas do corpo.

Mas Deus não aprovou esse tipo de roupa. Ele lhes fez uma vestimenta de peles (Gênesis 3:21). Essa palavra sugere um tipo de túnica. William Wilson, em seus Estudos de Palavras no Antigo Testamento, diz que essa vestimenta era um tipo de roupa usado por homens e mulheres que, tipicamente, tinha mangas e caiu até os joelhos, raramente aos tornozelos. O que podemos aprender desse primeiro caso? Deus quer que homens e mulheres usem roupas. Não somos como animais, que não sentem vergonha de sua nudez.

Podemos entender, também, que a vontade de Deus desde o princípio é que usemos vestimentas que cobrem o corpo, não meramente alguma coisa embrulhada no corpo para esconder as partes mais íntimas. Cada servo de Deus precisa ser honesto e sincero aqui: as roupas de praia usadas hoje em dia seriam mais parecidas com as roupas que Deus fez, ou com as cintas que Adão e Eva fizeram?

Sacerdotes do Velho Testamento. Ninguém hoje tem motivo para dizer que nós devemos usar roupas iguais aos trajes sagrados usados pelos sacerdotes do Antigo Testamento. Mas, nós podemos aproveitar uma lição importante do motivo que Deus deu junto com algumas regras.

Primeiro, ele proibiu altares elevados, para que a nudez do sacerdote não fosse exposta (Êxodo 20:26). Mais tarde, ele acrescentou outra instrução para melhor evitar esse tipo de problema. Ele ordenou que os sacerdotes usassem calção em baixo de suas túnicas para cobrir a sua nudez (Êxodo 28:40-42).

Deus especificou que o calção iria “da cintura às coxas”. Deus não queria que esses servos mostrassem as coxas expostas ao mundo. Hoje, homens do mundo tiram suas camisas e mostram suas coxas para todo o mundo na praia ou na rua. Homens que servem a Deus precisam perguntar para si, honestamente, se isso é realmente o que Deus pretendia que o povo santo fizesse.

Roupas peculiares ao sexo oposto. Em Deuteronômio 22:5, Deus disse: “A mulher não usará roupa de homem, nem o homem, veste peculiar à mulher; porque qualquer que faz tais cousas é abominável ao Senhor, teu Deus.” Entendemos que não somos sujeitos às ordenanças dadas por meio de Moisés aos israelitas. Portanto, é esclarecedor entender o que Deus estava dizendo. Ele não estava proibindo que homens e mulheres usassem algum artigo de roupa semelhante.

Na época, ambos os sexos usavam túnicas, como ambos homens e mulheres em muitas culturas hoje usam calças compridas. É errado usar esse versículo para condenar as mulheres que usam calças. Mas, Deus quer que mantenhamos distinções entre os sexos (veja, por exemplo, 1 Coríntios 11:14-15).

Ele condena as perversões de homens que se vestem e se comportam efeminadamente (1 Coríntios 6:9).

A vergonha da virgem da Babilônia. Quando Isaías profetizou, a nudez era, ainda, associada com vergonha. Quando ele descreveu o povo da Babilônia como uma virgem abusada, um aspecto da humilhação dela era que o inimigo descobriu suas pernas e sua nudez (Isaías 47:1-3).

Mas hoje em dia, mulheres do mundo voluntariamente mostram suas pernas e ousam expor sua nudez, sem sentir nem um pouco envergonhadas. Será que tornamos tão dessensibilizados ao pecado, devido à cultura corrupta, que já esquecemos como sentir vergonha? (Veja Jeremias 8:5,8,9,11,12.)

Como servos de Deus, temos que ser diferentes, não conformados aos costumes errados do mundo (Romanos 12:1-2). Precisamos saber como sentir vergonha.

A modéstia e bom senso de mulheres cristãs

Agora, vamos ver duas passagens semelhantes no Novo Testamento. “Da mesma  sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom   senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas)” (1 Timóteo 2:9-10).

“Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus. Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus, estando submissas a seu próprio marido” (1 Pedro 3:3-5). Esses trechos não são idênticos (1 Timóteo fala sobre mulheres em geral, enquanto 1 Pedro fala sobre a mulher cujo marido não é cristão), mas há vários pontos paralelos. Vamos estudar alguns pontos chaves.

Jóias. É comum ouvir alguém usar esses versículos para proibir absolutamente todos os tipos de jóias, enfeites de cabelo, etc. Mas esse não é o sentido do texto. A Bíblia, às vezes, usa essa construção (Não faça isso, mas faça aquilo) para enfatizar o que é mais importante, sem proibir o menos importante. João 6:27 é um exemplo claro: “Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará….” Jesus não está proibindo trabalho honesto para suprir as necessidades da vida (compare 2 Tessalonicenses 3:10; 1 Timóteo 5:8), mas está dizendo que devemos dar muito mais importância às coisas espirituais.

Da mesma forma, Paulo e Pedro não proibiram o uso de jóias ou estilos de cabelo, mas disseram que mulheres piedosas devem dar mais ênfase à pessoa interior. É interessante que tanto Paulo como Pedro usaram exemplos do Antigo Testamento para explicar seu ensinamento.

No Velho Testamento, jóias eram comuns, até entre as mulheres fiéis a Deus (veja Isaías 61:10; Provérbios 1:9; Gênesis 24:22,30,53). Excessos devem ser evitados, mas esses servos de Deus não proibiram o uso modesto de jóias. Aqui, é bom observar que os escritos inspirados do Novo Testamento usaram exemplos do Velho Testamento para mostrar como o povo de Deus se veste.

A modéstia começa no coração. Os dois autores, Paulo e Pedro, fazem uma ligação importante entre o coração e as roupas. Algumas mulheres vão insistir em usar o tipo de roupas que elas querem, dizendo que ninguém pode mostrar onde Deus especificamente proibiu mini-saias, ou mini-blusas, ou biquinis, ou roupas muito justas.

O problema nesses casos não é a falta de alguma regra específica nas Escrituras, mas a ausência de uma atitude certa no coração. Regras no vestuário não fazem a mulher modesta. Se o coração estiver errado, a mulher não será mansa e modesta.

A modéstia e bom senso. Em vez de dar uma lista de regras sobre vestimenta, Paulo apela à modéstia e bom senso das mulheres. Uma mulher (ou homem!) cujo entendimento é baseado nos princípios das Escrituras e cujo coração é dedicado a Deus, se vestirá decentemente. Ela não vai procurar chamar atenção por meios carnais, pelo uso de roupas dispendiosas ou que mostram o corpo.

Manso e tranqüilo. Pedro fala do espírito “manso e tranqüilo” como a base das roupas apropriadas. Paulo disse que nós todos devemos procurar viver uma vida “tranqüila e mansa” (1 Timóteo 2:2). O espírito manso e tranqüilo de cristãos — homens, mulheres e jovens — vai determinar o tipo de roupa que realmente agradará a Deus. Os cristãos farão diferença entre as roupas que refletem um espírito piedoso e as que sugerem carnalidade (veja Provérbios 7:10 — roupas fazem uma diferença!)

Vestindo-se para agradar a Deus

Muitas igrejas erram por inventar regras humanas sobre roupas. Mas, muitas outras erram por recusar a estudar e ensinar, cuidadosamente, o que Deus tem dito, para ajudar cada filho de Deus pensar e se vestir de uma maneira que glorifica o nome dele. Que possamos nos vestir para ele, começando com o próprio coração.

A CONDUTA DAS MULHERES NA IGREJA

Talvez não haja assunto mais debatido nas igrejas hoje do que a questão das mulheres servindo como pastoras e pregadoras no ministério. Por este motivo, é muito importante que não se veja esta questão como uma competição entre homens e mulheres. Há mulheres que acreditam que mulheres não devam servir como pastoras e que a Bíblia coloca restrições ao ministério das mulheres – e há homens que crêem que as mulheres podem servir como pregadoras e que não há restrições quanto à atuação das mulheres no ministério. Esta não é uma questão de machismo ou discriminação. É uma questão de interpretação bíblica.

Na igreja, Deus designa papéis diferentes a homens e mulheres. Isto é resultado da forma como a humanidade foi criada (I Timóteo 2:13) e da forma pela qual o pecado entrou no mundo (II Timóteo 2:14). Deus, através do que escreveu o Apóstolo Paulo, estabelece que as mulheres não sirvam em papéis de autoridade em ensino espiritual acima dos homens. Isto impede as mulheres de servirem como pastoras, o que definitivamente inclui pregar a homens, ensinar a homens e ter autoridade espiritual sobre eles.

Há muitas “objeções” a esta visão em relação às mulheres no ministério ou mulheres pastoras. Uma objeção comum é que Paulo restringe as mulheres de ensinar porque, no primeiro século, as mulheres, tipicamente, não possuíam uma educação formal.

Entretanto, I Timóteo 2:11-14, em nenhum momento menciona o status educacional. Se a educação formal constituía em qualificação para o ministério, a maioria dos discípulos de Jesus, provavelmente, não teria sido qualificada. Uma segunda objeção comum é que Paulo restringiu apenas as mulheres de Éfeso quanto à questão do ensino. (I Timóteo foi escrito a Timóteo, que era pastor da igreja em Éfeso).

A cidade de Éfeso era conhecida por seu templo a Ártemis, a falsa deusa greco-romana. As mulheres eram autoridade na adoração a Ártemis. Entretanto, o livro de I Timóteo, em momento algum, menciona Ártemis, tampouco Paulo menciona a adoração a Ártemis como razão para as restrições em I Timóteo 2:11-12.

Mais uma objeção freqüente a esta interpretação sobre mulheres pastoras/pregadoras é em relação a Miriã, Débora, Hulda, Priscila, Febe, etc. – mulheres que ocuparam posições de liderança na Bíblia. Esta objeção falha em perceber alguns fatores relevantes. Em relação a Débora, ela era a única juíza entre 13 juízes homens. Em relação a Hulda, era a única profeta mulher entre dúzias de profetas homens mencionados na Bíblia. A única ligação de Miriã com a liderança era devido ao fato de ser irmã de Moisés e Arão. As duas mulheres mais importantes do tempo dos reis foram Atalia e Jezebel – péssimos exemplos de boa liderança feminina.

No Livro de Atos, capítulo 18, Priscila e Áquila foram apresentados como ministros fiéis a Cristo. O nome de Priscila foi mencionado primeiro, provavelmente indicando que era mais “importante” no ministério que seu esposo. Entretanto, Priscila, em lugar algum, é descrita como participante em uma atividade ministerial que esteja em contradição com I Timóteo 2: 11-14. Priscila e Áquila trouxeram Apolo até sua casa e ambos o discipularam, explicando a ele a Palavra de Deus de modo mais preciso (Atos 18:26).

Em Romanos 16:1, mesmo que Febe seja considerada uma “diaconisa” ao invés de “serva”, isto não indica que fosse uma professora na igreja. “Apto a ensinar” é um título dado aos anciãos, mas não aos diáconos (I Timóteo 3:1-13; Tito 1:6-9). Anciãos/bispos/diáconos são descritos como “maridos de uma só esposa”, e “um homem no qual os filhos crêem” e “homem digno de respeito”. Além disso, em I Timóteo 3:1-13 e Tito 1:6-9, apenas pronomes masculinos são usados para se referir a anciãos/bispos/diáconos.

As mulheres são excelentes em dons de hospitalidade, misericórdia, ensino e ajuda. Muito do ministério da igreja depende das mulheres. As mulheres na igreja não estão restritas ao ministério de orar e profetizar (I Coríntios 11:5), mas o estão em relação à autoridade de ensino espiritual sobre os homens. A Bíblia, em nenhum lugar, faz restrições quanto a mulheres no exercício de dons do Espírito Santo (I Coríntios capítulo 12). As mulheres, tanto quanto os homens, são chamadas a ministrar aos outros, para demonstrar o fruto do Espírito (Gálatas 5:22-23) e a proclamar o Evangelho aos perdidos (Mateus 28:18-20; Atos 1:8; I Pedro 3:15).

Deus ordenou que somente homens servissem em posições de autoridade de ensino espiritual na igreja. Isto não é porque os homens sejam necessariamente professores com melhor qualificação ou porque as mulheres sejam inferiores ou menos inteligentes (o que não é o caso). É simplesmente a maneira que Deus designou para o funcionamento da igreja. Os homens devem dar o exemplo na liderança espiritual – em suas vidas e através de suas palavras. As mulheres devem ter um papel de menos autoridade.

As mulheres são encorajadas a ensinar a outras mulheres (Tito 2:3-5). A Bíblia também não faz restrição a que as mulheres ensinem crianças. A única atividade que as mulheres são impedidas de fazer é ensinar ou ter autoridade espiritual sobre homens. Isto logicamente inclui mulheres servindo como pastoras e pregadoras. Isto não faz, de jeito algum, com que as mulheres sejam menos importantes, mas, ao invés, dá a elas um foco ministerial mais de acordo com o dom dado a elas por Deus.

MULHERES DO NOVO TESTAMENTO

Quando nos aproximamos do Novo Testamento, descobrimos a posição das mulheres piedosas, honradas e belas no mais alto grau. A virgem Maria —“agraciada” — “bendita entre as mulheres”; sua prima Isabel, mãe de João Batista; Ana, idosa viúva de oitenta e quatro anos, dedicada ao serviço de Deus, são as mais belas personagens conectadas ao nascimento de Cristo.

Maria, a irmã de Lázaro, assentava-se aos pés do Senhor para ouvir a Sua palavra. Foi ela que O ungiu para o Seu sepultamento, uma ação que jamais perderá a sua fragrância — “onde quer que este Evangelho for pregado, em todo o mundo, também será referido o que ela fez para memória sua” (Mt 26:13). Ela recebeu um elogio que não poderia ser mais elevado: “Esta fez o que podia” (Mc 14:8). À Maria Madalena foi concedida a alta honra de transmitir a maravilhosa mensagem da ressurreição de Cristo aos Seus discípulos: “Dize-lhes que eu subo para o meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus” (Jo 20:17). Pensem nas mulheres que serviam o bendito Senhor Jesus (Lc 8:3). Que honra!

E quando chegamos ao tempo quando Cristo já havia subido aos céus e o Espírito Santo já havia sido enviado, somos lembrados das “mulheres gregas da classe nobre” (At 17:12) que creram e do elogio que Paulo fez às mulheres que trabalharam no Senhor (veja Rm 16). Ou Priscila, que sob a liderança de seu marido, teve o privilégio de instruir o eloqüente Apolo, declarando-lhe “mais pontualmente o caminho de Deus” (At 18:26). Que belo e honrado caminho foi esse trilhado pelas mulheres cristãs!

CONCLUSÃO

 

O homem e a mulher só consegue ser próximo ou íntimo de alguém quando suas atitudes e conversações são agradáveis ao receptor a que se mantém contato. Com Deus não é diferente porque Ele também é uma pessoa. Deus tem prazer de proporcionar intimidade àqueles que o buscam com sinceridade, revelando as intenções de seu coração. É assim que Deus quer tratar seus servos, como amigos bem próximos, aos quais possa revelar as intenções de Seu coração. Para isso, a igreja do Senhor deve dispor-se a gastar tempo com Ele, orando, lendo sua palavra, intercedendo, evangelizando e compartilhando do amor de Deus com os que estão sem esperança, oferecendo luz àquele que se encontra em trevas, por que esta é a vontade de Deus.

Elaboração pelo:- Evangelista Isaias Silva de Jesus

Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério Belém Em Dourados – MS

BIBLIOGRAFIA

leiaabiblia.blog.br

www.stories.org.br

www.estudosdabiblia.net

Comentário Bíblico Mathew Henry

Publicado no Blog do Ev. Isaías de Jesus

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