O Cultivo das Relações Interpessoais – Ev. Juarez Alves

O Cultivo das Relações Interpessoais

Texto Áureo

“Ao único Deus,sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo o sempre. Amém!” (Rm 16.27).

Introdução

Chegamos ao fim de mais um trimestre, coraoado por ótimos comentários, voltados para uma das cartas mais importante no ministério do apóstolo Paulo. Diante de todos os revezes enfrentado pelo apóstolo, vemos ainda no final da sua epístola uma grande contribuição para os nossos dias. Paulo, inspirado pelo Espírito Santos (Ef 3.7), não esqueceu de nenhum daqueles que por muito tempo marcaram o seu ministério e a sua vida em particular. Louvamos a Deus por sempre sermos inspirados por palavras como estas tiradas do coração de Deus para as santas escrituras.

I – Valorizando as relações interpessoais.

Em um aspecto geral, o apóstolo Paulo sabia que todo o sucesso de seu ministério nunca depederia de sua capacidade pessoal, mais foi marcados por aqueles que abandoram suas vidas cotidiana, abandoram suas casas e foram fiel ao ministério proposto. Olhando como se nada importasse Paulo saiu de sua terra a proclamar o evangelho principamente aos gentios (Gl 1.15-20). E como é de se esperar, a obra precisa de obreiros ( Mt 9.37), precisa de pessoas as vezes capaz ou que possam ser capacitada. Nem sempre as pessoas que assistem diante de Deus são as mais qualificadas ( Is 6)  sempre necessitam de algo da parte do SENHOR em suas vidas. Desta forma encontramos até os discipilus de Cristo, alguns que estavam pelo dinheiro (Jo 12.6)  outros pelos milagres (Jo6.64-67),  mas realmente alguns que buscavam o reino de Deus ( Jo 6.68). A necessidade pela busca de companheiros sempre sinaliza um desafio a ser enfrentado na obra do SENHOR. Por isso, Paulo louva a Deus pelas vidas daqueles que estavam a sua volta, verdadeiros companheiros pelos quais faziam com que seu ministério florescesse.

Mas nem todos os que acompanhavam a Paulo estavam diacordo com o seu minisério (At 15.37-39). Lembramos que o ministério de um homem pode ser constituido por muitas adversidades e problemas, são desafios diários, mas este nunca será completo se faltar os companheiros. O verdadeiro obreiro é aquele que entre as grandes batalhas ele é reconhecidos por aqueles que o acompanham. Muita vezes preso e por vezes abandonado, mas encontrou aqueles em que podia confiar ( I Co 4.17). Verdadeiramente o maior conflito entre as relações interpessoaos é a disposição para o ide do SENHOR.

Nem todos podem ir ou não querem ir, por vários motivos ou situações. Certa feita, ouvi em uma preleção que existe dois tipos de pessoas que são encontradas nas igrejas, as capacitada e as disponíveis. As capacitadas são as que mais existem nos nossos  dias, pessoas com graduação as vezes baicháreis ou até mesmo mestres. Mas esbaram em um fim comum, nunca estão prontos para a obra do SENHOR. Os seus afazeres, trabalhos, ocupações impedem de alcançarem a boa obra do mestre. Por outro lado existem os disponíveis para o trabalho, geralmente se observa isto nas igrejas. Os menos  qualificados pela vida simples que possuem, muitas vezes sem uma escolaridade expleciva, mas estão sempre presente, fazem a obra do Senhor com amor, com reverência, são prestativos, ativos nos trabalhos da igreja, frequentam ativamente os cultos e sempre dispostos. Estes que são muitas vezes vistos  na hora de uma separação, porque podem ser confiáveis para boa obra. Diante disto vemos estas qualidades expressa na vida de muito nos dias hodiernos.

2 – Irmãos abençoados.

O apóstolo lembra do que  Febe fazia pelo seu ministério (Rm 16.1.2). O serviço do SENHOR não pode ser negligenciado, muito menos esquecidos por aqueles que neles trabalham, a lembrança do nome desta mulher em sua epístola mostra o carinho com que ele, o apóstolo, tratava os seus. Vivemos hoje um esquecimento crônico em muitos lugares. Onde pessoas que serviram ao SENHOR por toda uma vida, estão esquecidos em algum “canto”. Muitas vezes até sem nenhum honra por ter labutado por anos a fio pela obra do mestre. Mesmo sabendo que a obra feita no SENHOR tem uma recompensa, tem uma benção advinda da persistência, pois a obra do SENHOR tem uma recompensa ( I Co 15.58).

O ministério de Paulo foi coroado com muitas outras pessoas que marcaram a sua vida. Encontramos também um casal muito importante na vida de Paulo, Priscila e Áquila, este casal de judeus acompanharam de perto o ministério de Paulo. Um ministério próspero se enquadra também num perfil de valorizar as pessoas que estão a sua volta e Paulo certamente sabia fazer assim. Como Priscila é citada em primeiro plano em reação ao seu esposo Áquila, podemos entender que a sua ajuda era indispensável ao seu ministério. Quem nunca ouviu aquela expressão que esposa de pastor não tem nome, sempre é citado a esposa do pastor é assim ou assim, nas festas é apresentada com o a esposa do pastor fulano de tal, e por ai vai. Mas no caso de Priscila não somente foi lembrada, como também colocada em primeiro plano na carta de Paulo. Certamente pelo bom trabalho e obra.

O ministério de Jesus também foi marcado pela presença feminina. O exemplo e o dinamismo das mulheres tem marcado a evangelização do mundo. Lembramos que a primeira aparecição de Jesus ocorreu as mulheres (Mc 16.1-7) , enquanto iam preparar o corpo do mestre. Os discipulos estavam em casa, certamente com medo de possívies retalhações dos sacerdotes ou dos próprios romamos. Mas as mulheres virtuosas enfrentaram as adversidades para fazer esta obra. Quem não se lembra das igrejas mantidas por mulheres nos porões das casas durante o período da chamada “cortina de ferro”. Quando muitos pastores e missionários foram mortos, suas esposas continuaram a obra que seus maridos haviam começado. Deus sempre tem os seus, por onde o evangelho é proclamado e muitas vezes não aos capacitados e mestres mas os disponíveis.

Jesus se referia freqüêntemente as mulheres em suas histórias e parábolas. Nós todos conhecemos bem a parábola da mulher que colocou fermento na massa do pão uma história explicando o reino do Céu. Nós temos ouvido as parábolas da ovelha perdida, o filho perdido e a moeda perdida uma moeda perdida por uma mulher e talvez parte de seu dote. Temos ouvido sobre as dez virgens em uma parábola que tem significado até o final dos tempos.

Jesus contou a história de uma pobre e persistente viúva, ilustrando a importância da persistência na oração. Jesus falou da mulher de Ló em uma ilustração, bem como a rainha de Sabá. E nós já notamos alguns detalhes de como Ele elogiou a viúva no templo que deu suas duas moedas.

Em  Mateus 21, após a história dos dois filhos  apenas um dos quais realmente obedecia a seu pai  Jesus disse que até mesmo as prostitutas entrariam no reino do Céu antes dos líderes religiosos de seus dias. Exatamente em seu primeiro sermão em Nazaré, Ele fez referência à viúva de Sarepta nos dias de Elias. Quando falou aos Seus discípulos sobre a segunda vinda, Ele falou sobre duas mulheres trabalhando num moinho. Jesus falava freqüentemente de mulheres e se referia a elas ao ilustrar seus ensinos.

Agora, consideremos uns poucos exemplos no real relacionamento de Jesus com as mulheres. Um escritor analisou isso desta maneira:

“Em Seu relacionamento com as mulheres, a conduta de Jesus era tão marcante que somente se pode chamar isso de admirável. Ele tratava as mulheres como totalmente humanas, iguais aos homens em todos os aspectos. Nenhuma palavra de depreciação sobre as mulheres jamais se encontrou em seus lábios. Como o Salvador que se identificava com os oprimidos e os deserdados, ele falava às mulheres e sobre as mulheres com completa liberdade e afabilidade.”

O que dizer de Jesus curando mulheres? Ele curou a sogra de Pedro e no sábado. Ele transgrediu duas regras ao mesmo tempo, pois não somente a curou num dia de sábado, mas Ele a tocou  segurou-lhe a mão.

Um outro episódio está relatado em  Lucas 13:10-17  a mulher que havia sido afligida por 18 anos. Outra vez, Ele a curou no dia de sábado e Jesus colocou as mãos sobre ela publicamente um absoluto não-não entre o povo judeu.

Também está relatada a história do filho da viúva da vila de Naim, que foi ressuscitado. Jesus interrompeu o funeral e trouxe alegria a um coração cheio de dor. Quando a filha de Jairo foi ressuscitada Jesus outra vez quebrou todos os costumes judaicos, tocando a garota que estava morta e trazendo-a de volta à vida. Em Seu caminho para aquele compromisso, uma mulher na multidão esforçou-se para tocar a orla de Sua túnica. Jesus parou e perguntou: “Quem Me tocou?” Ele chamou essa mulher de seu lugar escondido e apresentou como uma mulher digna de cura. Ele reconheceu sua fé e determinação. Ele tratou-a como uma pessoa em seu próprio direito.

Uma última experiência de Jesus e seu relacionamento com as mulheres aconteceu no caminho do Calvário. As mulheres estavam chorando. Elas talvez não houvessem tido muito contato com Jesus antes, mas seu coração foi tocado com Seu sofrimento. Nós deveríamos ter mais homens como essas mulheres! Homens como Simão, o Cireneu, que não pôde ficar quieto quando viu um Homem sofrendo sob uma cruz. Mas as mulheres choraram e Jesus as percebeu.

Nenhuma ocorrência é relatada nos evangelhos de alguma mulher ter sido alguma vez hostil para com Jesus. Jesus associava-se livremente com homens e mulheres e apresentava sua mensagem para ambos. As mulheres eram tratadas como iguais em todos os aspectos. Ele escolheu mulheres, bem como homens, para ser seus amigos especiais. Ele aceitava graciosamente sua afeição e honrava isso como algo belo. Ele nunca hesitou em ministrar às mulheres. Ele demonstrou que é possível associar-se com as mulheres em um elevado plano espiritual. Assim, por Sua própria aceitação delas, Ele pode verdadeiramente ser descrito como um defensor das mulheres.

III – A unidade

O apóstolo elenca também a unidade entre o corpo de Cristo, por causa das dissenções e muitas contentadas  que poderiam surgir em meio a congregação (Rm 16.17). Em meio as sociedades humanas existem as dissenções,  por isso a necessidade procurar sempre melhorar as relações interpessoais. A estratégia do nosso  adversário é sem dúvida causar  divisão e a separação. O perigo da quebra do vínculo cristão pode ser muito prejudicial as relações interpessoais. O perigo de uma conversa mal colocada, uma fofóca, um comentário desnecessário podem causar um grande desconforto entre os irmãos. A unidade do corpo de Cristo é reconhecida pela continua evangelização, amor pelas almas e a necessidade diaria de manter uma comunhão uns com os outros. Paulo sabia que para haver o crescimento da obra ministerial precisava também se manter um padrão ético igualitário, onde não houvesse privilégio entre os irmãos e assim mantinha a harmonia entre as pessoas.

Conclusão

A epístola aos Romanos tem como característica principal mostrar a condução humana diante dos desafios enfrentados por todos os cristãos em nossos dias. Como precisamos estar atentos ao chamado do mestre, verdadeiramente a ceara é grande e poucos os ceifeiros, dos quais ainda muitos precisam se conscientizar da difícil  mas gratificante obra do SENHOR.

Evang. Juarez Alves

Publicado no Blog do Ev. Isaías de Jesus

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