Ética Cristã e Política – Pr. Luiz Henrique

Ética Cristã e Política – Pr. Luiz Henrique

Lição 12, Ética Cristã e Política

2º Trimestre de 2018 – Título: Valores Cristãos – Enfrentando As Questões Morais de Nosso Tempo

Comentarista: Pr. Douglas Baptista, Líder da Assembleias de DEUS Missão em Brasília – DF

Complementos, Ilustrações e Vídeos: Pr. Luiz Henrique de Almeida Silva – 99-99152-0454.

Para Ajuda Leia a

Lição 10 de 2004 – http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao10-colossenses-orelacionamentodocristao.htm

Lição 7 de 2003 – http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao7-aprendendo-relacionamentodomesticoesocial.htm

Lição 3 de 2002 – http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao13eticaepolitica.htm SLIDES – https://www.slideshare.net/henriqueebdnatv/slides-da-lio-12-tica-crist-e-poltica-6-partes-2tr18-pr-henrique-ebd-na-tv  

VOTAR zero – zero -zero – não anulará a eleição infelizmente – Isto é mentira, se vc anular seu voto, seu voto simplesmente não é levado em conta e os atuais governantes precisarão de menos votos para se eleger, é tudo o que eles querem. PORTANTO VOTE NO MENOS PIOR E DE PREFERÊNCIA VOTE EM CRENTE.
https://www.youtube.com/watch?v=-C0CNZOiNfs  (Veja Vídeo)

TEXTO ÁUREO

“Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.” (Rm 13.7).

VERDADE PRÁTICA

A política faz parte da vida em sociedade. Como o cristão não vive isolado, ele deve ter consciência política, sendo sal e luz neste mundo.  

LEITURA DIÁRIA
Segunda – 1 Pe 2.17 O cristão deve reconhecer as autoridades constituídas
Terça – 1 Tm 2.1,2 A igreja deve orar por todas as autoridades
Quarta – Mt 22.17-21 O cristão deve cumprir seus deveres civis
Quinta – 2 Co 6.14 O cristão não deve se prender ao jugo desigual
Sexta – Rm 13.4 A importância do Estado virtuoso como autoridade
Sábado – Is 5.20 A igreja deve manter a sua integridade num mundo hostil

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – Romanos 13.1-7
1 – Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de DEUS; e as autoridades que há foram ordenadas por DEUS. 2 – Por isso, quem resiste à autoridade resiste à ordenação de DEUS; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação. 3 – Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela. 4 – Porque ela é ministro de DEUS para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de DEUS e vingador para castigar o que faz o mal. 5 – Portanto, é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente pelo castigo, mas também pela consciência. 6 – Por esta razão também pagais tributos, porque são ministros de DEUS, atendendo sempre a isto mesmo. 7 – Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.

OBJETIVO GERAL
Mostrar que a política faz parte da vida em sociedade e que o crente deve ter consciência política.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Apresentar uma perspectiva bíblica da política;Compreender que a separação do Estado da Igreja é uma herança protestante;Mostrar como o cristão deve lidar com a política.  Resumo da Lição 12, Ética Cristã e Política

I – UMA PERSPECTIVA BÍBLICA DA POLÍTICA

1. DEUS governa todos os aspectos da vida humana, inclusive o político.

2. DEUS levanta homens que o glorifiquem na política.

3. O Estado e a política.

4. O Estado e a Bíblia.

II – A SEPARAÇÃO DO ESTADO DA IGREJA: UMA HERANÇA PROTESTANTE

1. A união entre a Igreja e o Estado.

2. A separação entre a Igreja e o Estado.

3. O Modelo de Estado Laico Brasileiro.

III – COMO O CRISTÃO DEVE LIDAR COM A POLÍTICA

1. O perigo da politicagem.

2. Como delimitar a atuação da igreja.

3. Ajustando o foco da igreja.  

SÍNTESE DO TÓPICO I – A Palavra de DEUS nos apresenta uma perspectiva correta da política.

SÍNTESE DO TÓPICO II – Uma das heranças do protestantismo é a separação do Estado da Igreja.

SÍNTESE DO TÓPICO III – O cristão deve lidar com a política com sabedoria e discernimento.  

Resumo do Pr. Henrique da Lição 12, Ética Cristã e Política

INTRODUÇÃO

DEUS colocou alguns de seus servos para administrarem grandes nações. São exemplo disso Abraão (Gênesis 13:17; 23:6), José (At 7.9,10), Ester  (Et 5.2), Daniel (Daniel 2:48).Porém, no Novo Testamento não temos exemplo de DEUS colocando qualquer servo seu no governo de alguma nação. JESUS veio e viveu como homem, israelita, sob o domínio do império romano e não levantou qualquer rebelião contra o governo. Assim fizeram também seus servos apóstolos e profetas.O objetivo do crente não deve ser posição social, ou enriquecimento, ou possessão de reino humano e terrestre, mas a salvação das pessoas.Não há nada mais cientificamente inexato e conceitualmente impossível do que a pretensão de ser apolítico. Ser político é algo inerente à condição do ser humano. Política significava, originalmente, o conhecimento, a participação, a defesa e a gestão dos negócios da polis. É impossível a existência sem autoridades, normas, sanções, mecanismos de participação, formas de decisão.
Ser apolítico é fazer uma opção para fora, uma opção pelo não ser, pela omissão. O apolitismo é uma elaboração de desculpa para o indesculpável, revestida, no caso do cristão, de uma embalagem espiritual, uma “espiritualização” do pecado. A ignorância, o medo, o preconceito, o egoísmo e a não autenticidade são causas de tão danosa escolha.
Na história da batalha entre o reino de DEUS e o reino da perdição, a tarefa do cristão é derrotar o demônio e empurrá-lo para fora desse domínio. É afirmar o senhorio de JESUS CRISTO na história. A luta por um sistema mais justo ou por leis mais justas não pode ser travada às custas do esquecimento de que é necessária a graça de DEUS para transformar o velho homem. E que qualquer mobilização ou ação política deve começar de joelhos. (
http://www.ultimato.com.br/loja/produtos/cristianismo-e-politica). PORTANTO O CRENTE DEVE VOTAR E EM UM CANDIDATO CRISTÃO, CRENTE LEGÍTIMO. PORÉM, O CANDIDATO A PÓLÍTICO TEM QUE DEIXAR SEU CARGO NA IGREJA. (Salmos 10:4 – o ímpio não investiga, pois para ele não há DEUS). Todo crente pode ser candidato desde que seja um crente legítimo, servo de DEUS, porém terá que deixar seu ministério eclesiástico (2 Tm 2:4 Nenhum soldado em serviço se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra.
PPPPPP – NA ESCOLHA DO CANDIDATO – PARTIDO, PASSADO, PROMESSAS DO CANDIDATO, PROJETOS DO PARTIDO, PRINCÍPIOS BÍBLICOS DO CANDIDATO, PRINCÍPIOS BÍBLICOS DO PARTIDO.VOTAR zero – zero -zero – não anulará a eleição, infelizmente – Isto é mentira, se você anular seu voto, seu voto simplesmente não é levado em conta e os atuais governantes precisarão de menos votos para se eleger, é tudo o que eles querem. PORTANTO VOTE NO MENOS PIOR E DE PREFERÊNCIA VOTE EM CRENTE.
https://www.youtube.com/watch?v=-C0CNZOiNfs  (Veja Vídeo)

I – UMA PERSPECTIVA BÍBLICA DA POLÍTICAE disse o Senhor a Samuel: Ouve a voz do povo em tudo quanto te dizem, pois não te têm rejeitado a ti, antes a mim me têm rejeitado, para eu não reinar sobre eles. 1 Samuel 8:7
90% dos políticos ou são pedófilos, ou corruptos, ou adúlteros, ou espíritas, ou ladrões, ou mentirosos, ou gananciosos, quando não são várias dessas coisas ao mesmo tempo, etc…
DEUS nunca precisou de homem algum para defendê-lo. As convicções ali são puramente partidárias. Triste.
Nós não temos um político sequer que poderia assumir o governo do Brasil sem ser acusado de corrupção. Esta é nossa triste realidade. A corrupção, a mentira, o engano, o enriquecimento ilícito, a adoração a Mamom está dentro da chamada igreja e assola nossos líderes, imagine o meio político!
Nós não conseguimos nem concertar dentro da igreja e ainda queremos concertar pessoas cheias de demônios.A igreja está no mundo para ganhar almas, fazendo isso nosso país será de maioria evangélica dentro em breve e os políticos farão de tudo para agradar àqueles que os elegem.

1. DEUS governa todos os aspectos da vida humana, inclusive o político.Política significa organização da sociedade. Tem que haver quem governa e quem é governado. (o errado é a politicagem e o partidarismo que divide, que separa, que causa inimizades). O mal deve ser punido e o bem deve ser premiado. Quem diz o que é bem e o que é mal é aquele que dá autoridade – DEUS.Uma vez falou DEUS, duas vezes tenho ouvido isto: que o poder pertence a DEUS. Salmos 62:11Disse o néscio em seu coração: não há DEUS (Salmos 14:1 Diz o néscio no seu coração: Não há DEUS. Os homens têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras; não há quem faça o bem).Autoridade, ou governante, em nossos lingaujar, é todo aquele que recebe autoridade para governar sobre outros para que haja ordem na sociedade humana. (Potestade ou autoridade)Resistir à autoridade é resistir a DEUS.Romanos 13.1-2 – 1 – Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de DEUS; e as autoridades que há foram ordenadas por DEUS. 

2 – Por isso, quem resiste à autoridade resiste à ordenação de DEUS; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.O crente jamais deve desrespeitar ou desobeder às autoridades, desde que esta autoridade não esteja a serviço do mal, ou que esteja confrontando os princípios bíblicos. Neste acaso o crente terá que escolher entre servir a DEUS ou aos homens, podendo até mesmo perder suas posses materiais e até sua própria vida para isto. Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens. Atos 5:29Não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus; Efésios 6:6 A autoridade para governar quem dá é DEUS, mas não é DEUS quem escolhe a as autoridades hoje, mas o povo.Devemos obediência às autoridades desde que não confrontem a Palavra de DEUS, pois quem é maior é DEUS. O princípio de submissão ao Estado é bíblico e esposado pelo apóstolo Paulo em Romanos (Rm 13.1,2). Nossa submissão está condicionada à Bíblia em primeiro lugar. “Que te parece, Simão? De quem cobram os reis da terra os tributos, ou o censo? Dos seus filhos, ou dos alheios?” (Mateus 17:25b). Pedro respondeu o lógico: “Dos alheios”. E JESUS completou: “Logo, estão livres os filhos. Mas, para que os não escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, tira o primeiro peixe que subir, e abrindo-lhe a boca, encontrarás um estáter; toma-o, e dá-o por mim e por ti.” (Mateus 17:26b-27).O SENHOR da casa de DEUS não precisava pagar imposto pela sua própria casa. mas pagou porque se fez homem como nós para nos salvar. A tudo se sujeitou para nos salvar. Nasceu como homem, estudou como homem, obedeceu pai e mãe como homem, foi batizado sem necessidade como se fosse como qualquer homem, pagou imposto como qualquer homem, morreu como todo homem deveria morrer.
Este imposto era devido por todos os judeus do sexo masculino, acima de 20 anos, que tinham de pagar o imposto anual para manutenção do templo, cujo valor era de duas dracmas, o que equivalia ao salário de uns dois dias de trabalho. imposto de R$ 50,00 aproximadamente.

2. DEUS levanta homens que o glorifiquem na política.DEUS colocou alguns de seus servos para administrarem grandes nações. São exemplo disso Abraão (Canaã – Ouve-nos, meu senhor; príncipe poderoso és no meio de nós … Gênesis 13:17; 23:6), José (governador do Egito – At 7.9,10), Ester, rainha da Pérsia e da Média (Et 5.2), Daniel (Então o rei engrandeceu a Daniel, e lhe deu muitas e grandes dádivas, e o pôs por governador de toda a província de babilônia, como também o fez chefe dos governadores sobre todos os sábios de babilônia. – Daniel 2:48).Porém, no Novo Testamento não temos exemplo de DEUS colocando qualquer servo seu no governo de alguma nação. JESUS veio e viveu como homem, israelita, sob o domínio do império romano e não levantou qualquer rebelião contra o governo. Assim fizeram também seus servos apóstolos e profetas.O objetivo do crente não deve ser posição social, ou enriquecimento, ou possessão de reino humano e terrestre, mas a salvação das pessoas.Temos alguns poucos crentes legítimos ocupando cargos políticos em nosso país, que apesar de usarem métodos antibiblicos para conseguirem seus intentos, defendem a moral e os bons costumes defendidos pela Palavra de DEUS.Sim, DEUS usa pessoas para glorificar o seu nome na política. Alguns defendem a Palavra de DEUS, tentam de todas as formas barrrem as leis atibiblicas que surgem.

DICIONÁRIO Strong Português

AUTORIDADE – εξουσια exousia – (no sentido de Habilidade) – E, aproximando-se JESUS, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Mateus 28:18(Obs minha – Pr. Henrique – modernamente os que presidem sobre o povo são chamados de autoridade porque lhes foi delegada autoridade para governarem).
1) poder de escolher, liberdade de fazer como se quer
1a) licença ou permissão
2) poder físico e mental
2a) habilidade ou força com a qual alguém é dotado, que ele possui ou exercita
3) o poder da autoridade (influência) e do direito (privilégio)
4) o poder de reger ou governar (o poder de alguém de quem a vontade e as ordens devem ser obedecidas pelos outros)
4a) universalmente
4a1) autoridade sobre a humanidade
4b) especificamente
4b1) o poder de decisões judiciais
4b2) da autoridade de administrar os afazeres domésticos
4c) metonimicamente
4c1) algo sujeito à autoridade ou regra
4c1a) jurisdição
4c2) alguém que possui autoridade
4c2a) governador, magistrado humano
4c2b) o principal e mais poderoso entre os seres criados, superior ao homem, potestades espirituais
4d) sinal de autoridade do marido sobre sua esposa
4d1) véu com o qual a mulher devia propriamente cobrir-se
4e) sinal de autoridade real, coroa
 

3. O Estado e a política.É dever do Estado garantir condições mínimas para que tenhamos uma vida digna na sociedadeem que vivemos. DEUS dá autoridade parta que os governantes disciplinem os que praticam o mal (de acordo com a bíblia) e aplaudam o bem (Rm 13.3,4). Assim como o apóstolo Paulo diz em Romanos 13.1,2, nós também devemos obedecer às autoridades desde que não sejam antibiblicas. As leis romanas davam direito ao cidadão romano de ser julgado por juízes – só isso, As leis romanas não protegiam crente algum, pelo contrário os condenava por não adorarem só a césar.
A submissão às autoridades é até onde não fere os princípios cristãos, contidos na bíblia.
As pessoas que governam não foram constituídas por DEUS – DEUS só dá a autoridade para que essas pessoas governem, não as escolheu e nem as apóia. Os soldados romanos não ajudaram Paulo, apenas acabaram com um princípio de tumulto na cidade.
 

4. O Estado e a Bíblia.O crente pode ser policial da polícia civil, ou militar ou do exército. mesmo porque não estamos em guerra. Ninguém é obrigado a matar alguém e se o faz em legítima defesa não está pecando.Se você acredita que DEUS é quem colocou o Lula, a Dilma, ou o Temer, ou qualquer outro para governar o Brasil é bom rever sua teologia. Seria o mesmo que admitir que DEUS é quem escolheu e colocou Hitler, ou outro qualquer para governar algum país. Não confunda uma nação como israel, em seu início, com uma nação sem DEUS como é o Brasil, por exemplo, em sua maioris idólatra.
DEUS não é Democrático e sim Teocrático. Nunca foi da vontade de DEUS que o povo governasse, mas que DEUS governasse sobre o povo.
 Pátria nossa não é aqui. Pátria nossa é o céu – Mas agora desejam uma melhor, isto é, a celestial. Porque, os que isto dizem, claramente mostram que buscam uma pátria. Hebreus 11:14 Por isso também DEUS não se envergonha deles, de se chamar seu DEUS, porque já lhes preparou uma cidade. Hebreus 11:16 Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor JESUS CRISTO, Filipenses 3:20
Não é pecado resistir às autoridades, se essas estão fazendo leis antibiblicas e exigindo seu cumprimento.
É dever de todo crente orar e evangelizar os governantes para que sejam salvos.
Se o crente estiver transgredindo as leis deve temer as autoridades pois elas têm em seu poder a espada ou seja, o direito de punir quem não cumpre suas leis. (mesmo que essas leis sejam antibilicas – por isso o crente deve medir as consequências se vai burlar tais leis – vale a pena ser fiel a DEUS)
A pena capital era a crucificação para os condenados pelos romanos. Então o crente que quer ser fiel a DEUS deve ter sua vida entregue totalmente a DEUS, sabendo que pode ser morto por ser obediente a DEUS e não aos homens.  

II – A SEPARAÇÃO DO ESTADO DA IGREJA: UMA HERANÇA PROTESTANTE

1. A união entre a Igreja e o Estado.

No ano 313, Constantino e Licínio, imperadores romanos do Ocidente e do Oriente respectivamente, promulgaram o Édito de Milão. O decreto outorgou liberdade e tolerância religiosa aos cristãos no Império Romano.

O Edito de Tessalônica, também conhecido como “Cunctos Populos” ou De Fide Catolica foi decretado pelo imperador romano Teodósio em 27 de fevereiro de 380 pelo qual estabeleceu que a “religião católica” tornar-se-ia a religião de estado exclusiva do Império Romano, abolindo todas as práticas politeístas dentro do império e fechando templos pagãos.

O Edito de Tessalônica foi o responsável pelo atraso da humanidade em mais de mil anos. Promoveu o “Período das Trevas”, a inquisição, a intolerância religiosa, crimes, terror e repressão.

A nação de Israel também adotou reis como líderes tanto políticos como religiosos e quase foi totalmente destruída. (1 Sm 10.1; cf. 8.10-19).

 

Não encontramos na Bíblia alguém se convertendo a CRISTO e depois disso se tornando político.Temos dois casos de políticos que se converteram a JESUS – Nicodemus e Arimateia – Um foi ter com JESUS de noite para não ser visto e outro era discípulo oculto. A bíblia silencia a respeito deles depois da morte e ressurreição de JESUS, numa demonstração clara de que não se destacam como cristãos na história dos primórdios da fé cristã e da iniciação da Igreja.O governo romano foi forçado a aceitar o cristianismo devido a ter tentado, mas não ter conseguido acabar com ele. Isso trouxe grandes prejuízos ao reino de DEUS, pois com a união entre o estado e a igreja a verdadeira conversão passou a ser rara.TODA TENTATIVA DE UNIR A IGREJA AO ESTADO FOI CATASTRÓFICA DEVIDO À INCOMPACTIBILIDADE ENTRE AMBAS.O PODER CONCEDIDO A UM HOMEM NÃO PODE IMPEDI-LO DE SE SUBMETER A DEUS. 

2. A separação entre a Igreja e o Estado.

A Reforma Religiosa. Foi o movimento que rompeu a unidade do Cristianismo centrado pela Igreja de Roma. Esse movimento é parte das grandes transformações econômicas, sociais, culturais e políticas ocorridas na Europa nos séculos XV e XVI, que enfraqueceram a Igreja permitindo o surgimento de novas doutrinas religiosas.

Os movimentos religiosos que culminaram na grande reforma religiosa do século XVI tiveram início desde a Idade Média, através dos teólogos John Wycliffe e Jan Huss. Esses movimentos foram reprimidos, mas, na Inglaterra e na Boêmia (hoje República Tcheca), os ideais reformistas perseveraram em circunstâncias ocultas às tendências que fizeram romper a revolta religiosa na Alemanha.

No começo do século XVI, a Igreja passava por um período delicado. A venda de cargos eclesiásticos e de indulgências e o enfraquecimento das influências papais pelo prestígio crescente dos soberanos europeus, que muitas vezes influenciavam diretamente nas decisões da Igreja, proporcionaram um ambiente oportuno a um movimento reformista.

No final da Idade Média surgiu um forte espírito nacionalista que se desenvolveu em vários países onde a figura da Igreja, ou seja, do Papa, já estava em descrédito. Esse espírito nacionalista foi estrategicamente explorado pelos príncipes e monarcas, empenhados em aumentar os poderes monárquicos, colocando a Igreja em situação de subordinação.

 

É EVIDENTYE QUE A VERDADEIRA IGREJA NUNCA ACABOU E CONTINUAVA FIRME EM SEUS PROPÓSITOS DE SALVAÇÃO DOS HOMENS. UMAIGREJA CHEIA DO ESPÍRITO SANTO E SENDO USADA EM DONS ESPIRITUAIS NUNCA DEIXOU DE EXISTIR, EMBORA NÃO FOSSE RECONHECIDA PELO ESTADO E NEM PLEOS LÍDERES RELIGIOSOS DE ENTÃO.

Com a reforma promovida no interior da “igreja” romana surgiu publicamente o interesse por mudanças radicais na igreja como um todo e isso trouxe mudanças também na sociedade que se viu, agora, com o direito de escolher sua religião, sua igreja.

 

A Palavra de DEUS mostra que a ideia de Estado e Igreja não dará bons resultados (At 4.1-7). Por isso, o Estado não deve interferir na Igreja nem a Igreja no Estado. Todavia, o povo de DEUS jamais deve faltar com a sua voz profética diante das injustiças e pecados sociais.(PALAVRAS DO PRÓPRIO COMENTARISTA DA LIÇÃO CITADAS ACIMA – PARTE 2, TÓPICO 2 – QUE TEEM MEU TOTAL E IRRESTRITO APOIO). Só esta pode ser a dedução quando investigada a Bíblia a respeito da política na igreja. 

3. O Modelo de Estado Laico Brasileiro.O governo do Brasil diz ser Laico, porém, dá amplo apoio e favorecimento ao catolicismo romano e a maioria esmagadora da liderança política pratica algum tipo de religião contrária a bíblia.O que é Estado Laico? https://www.significados.com.br/estado-laico/Estado laico significa um país ou nação com uma posição neutra no campo religioso. Também conhecido como Estado secular, o Estado laico tem como princípio a imparcialidade em assuntos religiosos, não apoiando ou discriminando nenhuma religião.Um Estado laico defende a liberdade religiosa a todos os seus cidadãos e não permite a interferência de correntes religiosas em matérias sociopolíticas e culturais.Um país laico é aquele que segue o caminho do laicismo, uma doutrina que defende que a religião não deve ter influência nos assuntos do Estado. O laicismo foi responsável pela separação entre a Igreja e o Estado e ganhou força com a Revolução Francesa.O Brasil é oficialmente um Estado laico, pois a Constituição Brasileira e outras legislações preveem a liberdade de crença religiosa aos cidadãos, além de proteção e respeito às manifestações religiosas.No artigo 5º da Constituição Brasileira (1988) está escrito:“VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;”Contudo, a laicidade do Estado pressupõe a não intervenção da Igreja no Estado, e um aspecto que contraria essa postura é o ensino religioso nas escolas públicas brasileiras.Nos países que não são laicos (teocráticos), a religião exerce o seu controle político na definição das ações governativas. Nos países teocráticos, o sistema de governo está sujeito a uma religião oficial. Alguns exemplos de nações teocráticas são: Vaticano (Igreja Católica), Irã (República Islâmica) e Israel (Estado Judeu).Existe também o conceito de Estado confessional, em que o Estado reconhece uma determinada religião como sendo a oficial da nação. Apesar disso, não se deve confundir Estado teocrático com Estado confessional, porque no primeiro caso é a religião que define o rumo do país, enquanto que no segundo a religião não é tão importante como no primeiro, mas ainda assim tem bastante mais influência do que em um Estado laico. 

III – COMO O CRISTÃO DEVE LIDAR COM A POLÍTICA

1. O perigo da politicagem.O termo politicagem possui significado pejorativo – depreciativo, desagradável. Refere-se à política de interesses pessoais, de troca de favores, ou de realizações insignificantes.
Designa também o conjunto dos políticos que se dedicam à tal prática.
Pode-se dizer, em uma linguagem popular, que a politicagem está ligada à política suja, que inclui a compra de votos, os esquemas de corrupção entre políticos, os desvios financeiros para beneficiamento próprio, as falsas promessas ao povo. É uma política reles e mesquinha, movida pelo desejo do poder e enriquecimento fácil e ilícito.
Politicagem nas Igrejas
Os cargos e posições dentro de algumas igrejas também são disputados pelo simples desejo do poder. É preciso compreender que a politicagem sempre está ligado à forma de liderança dentro de uma organização. As igrejas também possuem a sua hierarquia e esquemas de favorecimento dentro dela – seja para obter cargos ou para influenciar outras pessoas a adentrarem no universo do favorecimento ilícito, conivente com líderes corruptos e ávidos pelo poder.

Os políticos também se valem destes locais para angariarem votos: frequentam igrejas em épocas de eleição para se mostrarem mais “santificados” e injetam dinheiro na mão dos grandes líderes para que estes influenciem os seus subordinados e fiéis a votarem em quem eles querem.

Há também aqueles que se valem de seus grandes cargos e de sua influência dentro das Igrejas para se candidatarem aos cargos políticos – e quase sempre acabam ganhando.

Os dicionários em geral conceituam politicagem como “política reles e mesquinha de interesses pessoais”. O perigo dos atos politiqueiros envolvendo os cristãos é colocar em descrédito o Evangelho e a Igreja. Assim, os políticos contrários às convicções cristãs não podem receber o apoio nem o voto da igreja. No cristianismo primitivo, a igreja em Corinto foi advertida a observar o seguinte princípio: “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre CRISTO e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?” (2 Co 6.14,15). http://www.significando.com.br/politicagem/

 

A política é partidária, portanto, divide em grupos qualquer sociedade. A igreja é um corpo que não pode se dividir. Todos devem ter um mesmo objetivo, a salvação de almas, e devem viver unidos em um mesmo pensamento.Não existe um partido político no Brasil totalmente cristão legítimo e nem debaixo da tutela da igreja evangélica, portanto se unir a qualquer deles é se prender a um julgo desigual com os infiéis. “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre CRISTO e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?” (2 Co 6.14,15). 

2. Como delimitar a atuação da igreja.

Pode-se fazer uma reunião para que haja uma conscientização política, mas isso não significa ocupar o espaço de adoração e pregação da Palavra com campanhas políticas. NÃO PODE SER NA HORA DO CULTO.

A IGREJA DEVE SE REUNIR PARA ANALISAR AS IDEOLOGIAS DOS CANDIDATOS E PRINCIPALMENTE DOS PARTIDOS QUE OS GOVERNAM.

TODO CANDIDATO OU PARTIDO QUE APOIAR LEIS ANTIBIBLICAS DEVE SER COLOCADO COMO NÃO VOTADO PELA IGREJA E COMUNICADO ISSO À IGREJA.

O culto foi idealizado por DEUS para que adoremos a DEUS e não para ímpios ou mesmo crentes discursarem sobre política. Não há espaço no culto legítimo para política.Que fareis pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. 1 Coríntios 14:26. 

3. Ajustando o foco da igreja.

mal realmente a ser combatido pela igreja é o pecado. Não podemos jamais perder a nossa consciência e natureza espiritual. Quando a mensagem de arrependimento for pregada ao mundo, então, vidas serão transformadas. O ESPÍRITO SANTO terá liberdade para convencer os ouvintes do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8). À medida que verdadeiras conversões a CRISTO ocorrem, na mesma proporção, a nossa nação sofre transformações espirituais e sociais. (PALAVRAS DO COMENTARISTA DA LIÇÃO QUE TEEM MEU TOTAL E IRRESTRITO APOIO).

A IGREJA ESTÁ NA TERRA PARA PREGAR O REINO DE DEUS E NÃO DOS HOMENS.Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui. João 18:36
Não são do mundo, como eu do mundo não sou. João 17:16 Deve haver orientação pastoral sobre as bases defendidas por cada partido e que leis antibiblicas apoiam. Não encontramos no Brasil nenhum partido totalmente comprometido com a Bíblia e nenhum candidato digno de confiança por dar excelente testemunho de crente salvo. A ideologia da totalidade dos partidos brasileiros diverge da Bíblia, uns mais, outros menos. A IGREJA INFLUENCIA A SOCIEDADE PREGANDO O LEGÍTIMO E VERDADEIRO EVANGELHO DO SENHOR JESUS CRISTO QUE NUNCA ESTEVE ENVOLVIDO COM POLÍTICA, BEM COMO SEUS LEGÍTIMOS E VERDADEIROS DISCÍPULOS. “Dai a César o que é de César, e a DEUS o que é de DEUS” (Mc 12:17). (Dai ao Estado o que é do estado e a DEUS o que é de DEUS). CONCLUSÃOTEM JEITO?É preciso só de um crente em comunhão com o ESPÍRITO SANTO para governar dependendo de DEUS em tudo o que falar e fizer. Bom exemplo é Samuel. Só que agora existem os partidos e seus projetos políticos antibiblicos.
DEUS não escolhe as pessoas não. DEUS concede a autoridade para governar só.
Quem escolhe as pessoas que exercem cargos políticos? Já viu um governador de joelhos pedindo a DEUS orientação para colocar alguém em um cargo político?
Sabe quem escolhe um Juiz, um Desembargador, um Ministro, um Delegado de polícia, um diretor de CIRETRAM, etc…????
A COREIA DEU-NOS EXEMPLO DE COMO VENCER – PELA ORAÇÃO. OREMOS PELO NOSSO PAÍS E PELOS POLÍTICOS  (1 Timóteo 2:1, 2) Oremos pelo Brasil e pelos políticos que já estão aí e façamos de tudo para não deixar mais nenhum deles no poder, pois já provaram serem corruptos e outras coisas mais.

A URNA é a terceira medida depois da oração e evangelização. Quem colocou essas pessoas para governar fomos nós através do voto. DEUS só dá autoridade de governo a quem nós escolhemos.Romanos 13.1 diz: Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque nãohá autoridade que não venha de DEUS. Então esta explicação é para este versiculo certo.
A autoridade que está na pessoa vem de DEUS, por isso os respeitamos. Por isso mesmo um filho crente respeita seiu pai descrente. A autoridade de DEUS está neste pai.
Nós votamos no presidente, nós o escolhemos. DEUS só dá a autoridade para que o mesmo governe. Não foi DEUS quem o escolheu, foi quem votou nele.
Depois de eleito tem sobre ele a autoridade de DEUS para governar, por isso temos que respitá-lo. Assim que Davi fez com Saul. Teve poder de matá-lo na caverna, mas não o matou devido à unção de DEUS sobre Saul para ser rei de Israel, mas quem quis um Saul governando foi o povo.
Lugar de crente é ganhando almas. Se todos fossem salvos não haveria nem necessidade de políticos
Que políticos haviam no tempo de Samuel? Quem mandava era DEUS e Samuel só passava para ao povo o que DEUS mandou dizer e fazer.
Quem era político na época de Moisés? DEUS mandava dizer e fazer através de Moisés e todos obedeciam ou morriam. É simples. 

DÍVIDA POSITIVA – AMOR – NÃO TEM COMO FICAR SEM ELA

Depois de vermos que não podemos ficar devendo nada a ninguém, de perceber que temos que tomar muito cuidado com nossa vida financeira. Agora vamos meditar em nossa dívida de Amor. Se DEUS nos mostra que amar é levar alguém à salvação – Mas DEUS prova o seu amor para conosco, em que CRISTO morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Romanos 5:8 – nós podemos dizer que amamos as pessoas? Quantas pessoas levamos à salvação neste ano? Qual o resultado prático de nossa vida cristã? Que tipo de amor demonstramos às pessoas? # A lição trata do relacionamento entre crentes e autoridades

# O pai em casa é uma autoridade assim como a mãe e na ausência desses o filho mais velho.
# Na escola são os diretores e os professores
# Na igreja os pastores e membros do ministério
# No governo são as autoridades constituidas
# Mas sempre a autoridade para governar vem de DEUS, senão um pai decrente não poderia ser autoridade sobre seu filho crente.
# Então nunca é a pessoa, mas a autoridade de DEUS que está sobre ela que deve ser respeitada. Davi não matou Saul por causa dessa autoridade de DEUS sobre ele.
# O crente para no sinal vermelho não porque um guarda está vendo, mas porque obedece a uma norma de uma autoridade dada por DEUS para o guarda multar se ele não parar.
# O crente paga seus impostos para manter essa autoridade funcionando e não porque as pessoas que governam merecem.
# DEUS deu autoridade para Nabucodonosor invadir e destruir jerusalém, mas não deu a ele salvação ou perdão por fazer isso.
# DEUS deu a Faraó autoridade sobre Israel para governá-los, mas não lhe deu autoridade para destrui-los.
# DEUS deu autoridadae a Pilatos para julgar JESUS mas não lhe deu autoridade para condená-lo.
# Respondeu JESUS: Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado; mas aquele que me entregou a ti maior pecado tem. João 19:11.
# O crente paga seus impostos para manter essa autoridade funcionando e não porque as pessoas que governam merecem.
# Dai a César o que é de césar e a DEUS o que é de DEUS.
# Uma autoridade jamias condenaria um crente por ajudar aos pobres e necessitados.
# Mas se o crente compra e não paga ai a autoridade está ai para puní-lo com rigor.
# A autoridade está ai para o bem comum.
# Se a pessoa que tem essa autoridade vinda de DEUS a usa em benefício próprio ela vai prestar contas com DEUS e não é motivo para deixarmos de obedecê-las. Se fosse para escolher a quem dar impostos. então ninguém daria dízimos e ofertas na igreja. Damos para DEUS- O pastor que se virecom DEUS onde está colocando esse dinheiro.
# O cristão só póde se voltar contra as autoridades se estas elaborarem leis antibíblicas e exigirem dos cristãos o cumprimento delas.
# Nesses tempos trabalhosos e difíceis que vivemos o crente deve procurar comprar só a vista e não fazer compromissos financeiros para o futuro.
# Quem tem dívida tem amarras que não lhe permitirão ter paz.
# Eu perdi meu emprego a dois a quase dois meses, mas não devo um centavo para ninguém, pois sempre tive esse princípio de não dever nada para alguém.
# Aqui a dívida que estamos falando é financeira, negativa, depois Paulo fala da dívida positiva – do amor.
# Amar é ensinar também autoridade. Os pais devem ensinar seus filhos o princípio de autoridade. As mães devem ser submissas a seus maridos para que seus filhos lhe sejam obedientes e sejam obedientes aos pastores, aos professores, às autoridades.
# Toda rebelião contra uma autoridade deve ser punida para que o rebelado aprenda este princípio.
# Amar nunca acaba – Todo dia, toda hora, todo momento a vida exige amor. Amar é dar a vida por outros, amar é ter que castigar chorando, sofrendo. Amar é se dedicar integralmente.
# Se os pais ensinassem o princípio de autoridade a seus filhos o mundo seria mil por cento melhor.
# Porque o Senhor corrige o que ama,E açoita a qualquer que recebe por filho. Hebreus 12:6.
# O pai que não repreende e não castiga não ama.# Amar significa que desejamos o melhor para nosso próximo – Sua Salvação.
# Paulo segue agora passando para a segunda tábua das leis, segundo análise de alguns que consideram as duas tábuas, alguns crêem que só foi uma tábua, outros que tinham 5 mandamentos em cada uma.
# Na divisão que alguns fazem, os mandamento que são em relação ao relacionamento de DEUS com os homens estavam, na primeira tábua e os mandamentos do homem para com os outros homens estavam na segunda tábua ou do lado inverso de uma mesma tábua para alguns.
# Então na maioria dos pensadores existiam duas tábuas e uma tinha 4 mandamentos de relcionamento com DEUS e 6 mandamentos na outra de relacionamento com os outros homens.
# Na verdade a lei não se resume somente às duas tábuas ou uma como queiram, mas a todo um sistema de regras dadas por DEUS a Israel através de Moisés e seus escritos.
# A primeira lei foi dada a Adão no Éden. Não comer da árvore do conhecimento do bem e do mal.
# O importante é que JESUS resumiu tudo em uma palavra que poucos compreendem – AMOR. Esse não é um amor humano cheio de sentimentalismos (como poderíamos ser felizes no céu sabendo que nossos parentes estão no inferno?)
# AMOR AI É ÁGAPE – Amor perfeito vindo de DEUS, amor espiritual, amor derramado em nossos corações pelo ESPÍRITO SANTO. Não vem de nós.
# JESUS não deixou de amar aos fariseus quando lhes chamou de hipócritas ou de víboras. Não deixou de mar Judas porque ele o haveria de trair.
# JESUS resumiu o amor em dois tipos de relacionamentos – primeiro com DEUS e depois para com os outros.
# Se esse amor é espiritual e vindo de DEUS deve ser exercido para salvação.
# Paulo fala da urgência de acordarmos de um sono de neglicência espiritual.
# Só estamos aqui na terra para que as pessoas sejam salvas. Quantas pessoas foram salvas através de você neste ano?
# Nossa função no reino de DEUS é ganhar almas.
# O que você sabe fazer, qual aptidão tem? Isso é para ser empregado na salvação das pessoas. Se ELE deu a vida por nóps, devemos dar a vida pelos outros e buscar as almas que estão caminhando para a morte.
# ACORDA!!!
# JESUS para você volta quando? depois que você morrer? Seus pais não fizeram praticamente nada. vai seguir os mesmos passos?
# O MESMO ESPÍRITO SANTO QUE ESTAVA DENTRO DE JESUS ESTÁ AI DENTRO DE VOCÊ.
# Até quando vai ficar alimentando a carne e sufocando o ESPÍRITO SANTO que mora ai dentro?
# Só com comunhão com esse ESPÍRITO SANTO é que podemos ser usados para ganhar esses milhões de almas que morrem todos os dias pertinho de você clamando por socorro.
# Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do SENHOR? Isaías 53:1.
# Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim. Isaías 6:8.
# Glória a DEUS! 

COMENTÁRIOS REVISTA CPAD

2º Trim. 1998 –  Lição 11 – O CRISTÃO E O ESTADO – COMENTARISTA Esequias Soares 

“Dai, pois, a César o que é de César e a DEUS. o que é de DEUS” (Mt 22.21).  DEUS delegou poder às autoridades para administrar o Estado, manter a ordem pública para o bem-estar social e garantir o direito de seus cidadãos.  

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – ROMANOS 13.1-7 Cada lição deste trimestre oferece uma oportunidade preciosa para corrigirmos atitudes e valores errados que nossos alunos trazem na bagagem de sua educação ao longo de suas vidas. Sugerimos que aproveite esta ocasião para ajudá-los a se posicionarem no exercício da cidadania. Para esta aula você pode dividir a classe em três grupos, pedindo-lhes que estudem os versículos 8, 9 e 10 de Romanos 13. Dê-Ihes alguns minutos para estudo do texto. Peça que cada grupo apresente relato da pesquisa feita a um desses versículos. Complete a reflexão dos grupos, explorando ao máximo os versículos estudados. E, usando a técnica de perguntas e respostas, incentive a participação de todos procurando averiguar as idéias preconcebidas.  

INTRODUÇÃO

Ser cristão não nos exime de nossos deveres cívicos. A Igreja na condição de segmento da sociedade deve ser submissa ao Estado. A Epístola aos Romanos discorre sobre os cristãos quanto ao seu relacionamento com Estado. É sobre isso que vamos estudar hoje, na apropriada seção da Epístola.  

COMENTÁRIO 

Esta lição define com clareza os papéis estabelecidos por DEUS para Seus filhos no exercício da cidadania. Estudaremos as atitudes de JESUS e Seus discípulos diante dos deveres para com o Estado e às autoridades constituídas. Estas autoridades foram estabelecidas por DEUS para o bem, para a ordem e o cumprimento da lei. Portanto, seguindo o exemplo do Mestre, o cristão deve submeter-se às autoridades conscientemente.  

I. CONCEITO DE ESTADO 

1. Estado. O apóstolo nessa breve seção de sete versículos, descarta a possibilidade de a Igreja desconsiderar as autoridades constituídas. O Estado é a nação politicamente organizada ou uma coletividade organizada para fins de governo, e a política é a arte de bem governar e administrar. Onde houver uma comunidade, há necessidade de uma hierarquia política e de uma organização para protegê-la, beneficiá-la e regê-la por leis que regulamentem com justiça e eqüidade a vida em sociedade.  

2. Pátria. Disse Rui Barbosa: “A pátria não é ninguém: são todos… não é um sistema e nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo, é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade”. O cristão, portanto, deve ser patriota, pois é um filho de DEUS, tendo na sua vida o amor de DEUS e a direção do ESPÍRITO SANTO para praticar a justiça baseada no amor cristão.  

3. As duas pátrias. O apóstolo Paulo também era cidadão de duas pátrias – cidadão do céu (Fp 3.20) e ao mesmo tempo cidadão romano (At 22.25-28). Era cidadão romano, mesmo sendo judeu e, portanto, pertencente a uma raça subjugada por Roma. Ele reconhecia essa dupla cidadania, pois não renunciou a sua cidadania da terra por se tomar cristão, antes se valeu de suas prerrogativas (At 25.11). Por isso também temos compromisso com as duas pátrias – a terrestre e a celestial. 

4. As leis romanas. Roma era um império tirano e pagão. Uma pirâmide de corrupção e poder, quase que indestrutível. Mesmo assim, suas leis protegeram até mesmo o apóstolo Paulo quando sua vida corria risco entre os judeus (At 23.2024). Paulo recorreu às leis romanas, quando sentiu-se violado nos seus direitos como cidadão de Roma (At 25.9-11).  

II. AS AUTORIDADES CONSTITUÍDAS 

1. A submissão (v.la). ”Toda a alma” é o mesmo que todo o homem. O apóstolo escreveu esta mensagem para os cristãos em Roma, a capital do Império. Com certeza devia haver naquela igreja alguma relutância por parte de alguns, com relação ao Estado, de outra forma o apóstolo não iria abordar esse assunto.  

2. “Ordenadas por DEUS” (v.lb). A submissão às autoridades é pelo fato destas serem constituídas por DEUS para o bem-estar social do povo, incluindo os cristãos. O próprio apóstolo viveu essa experiência, quando as próprias leis romanas protegeram o apóstolo da fúria dos judeus (At 25.9-11). DEUS delegou aos homens a sua autoridade.  

3. É pecado resistir às autoridades (v.2). Quem desconsidera as leis e os líderes de sua nação, estado ou município, está simultaneamente desconsiderando o bem-estar da população e a ordem pública. Se o cristão se recusa servir a sua nação, ele não está amando o seu próximo, nem colaborando para o bem-estar da sociedade. 

4. Oração pelos governantes. Agora, a vida espiritual de cada um é outro assunto; por isso devemos orar por eles (1 Tm 2.1-4). Devemos orar pelos nossos governantes, tanto pela sua administração como também para a salvação deles, e para que possamos ter uma vida pacífica na sociedade.   

III- O SERVIÇO MILITAR 

1. A espada (v.4). As forças armadas e as polícias civil e militar ou qualquer corporação afim, não são uma figura decorativa. Essas instituições existem para manter a ordem pública. Por isso é necessário punir os infratores da lei. Essa punição é representada nesse texto (v.4), pela palavra “espada”.

2. Pena capital. Muitos entendem que o v.4 é uma referência à pena capital. Pode ser. DEUS instituiu a pena capital (Gn 9.6; Lv 20.10). Essas penas no Antigo Testamento foram substituídas na Nova Aliança pelas exclusões do rol de membros da Igreja (cf. Lv 20.10; I Co 5.1-5). O apóstolo não ordena, não encoraja e nem aconselha a pena capital; simplesmente reconhece que ela existe. 

3. A Bíblia não condena um cristão ser militar. Não há na Bíblia nenhuma proibição ao serviço militar ou a quaisquer cargos públicos. João Batista recomenda aos soldados que fossem bons servidores do Estado (Lc 3.12-14). Não está escrito que Pedro obrigou Cornélio a abandonar a sua centúria (At 10.30-46), nem tampouco obrigou Paulo ao carcereiro de Filipos a deixar a sua função pública, pois o mesmo carcereiro transmitiu a Paulo e a Silas a ordem de soltura deles (At 16.31-36). 

4. O centurião de Cafamaum. JESUS em nenhum momento condenou ou desprezou o serviço militar ou a quem a ele servia. Tanto é verídico isto que Ele curou o criado deste militar (Mt 8.13). É importante notar que o mesmo que ensinou o amor ao próximo não condenou o centurião por ser um servidor do exército que dominava o próprio povo judeu. 

5. Cafamaum. Provavelmente Cafarnaum era um posto militar importante do governo romano. JESUS não mandou que o centurião de Cafarnaum abandonasse o cargo (Mt 8.5-13). Centurião é o comandante militar de uma centúria (companhia de cem homens) mas poderia ser uma unidade militar maior. 6. Atitude do centurião. Pela atitude que o centurião tomou (Mt 8.8) podemos observar que ele era um homem humilde, talvez até religioso, pois tinha bom testemunho dos judeus (Lc 7.5). A demonstração de fé do centurião, que muito impressionou o Senhor JESUS CRISTO, foi exatamente sobre o serviço militar: “Pois também eu sou homem sob autoridade, e tenho soldados às minhas ordens; e digo a este: Vai, e ele vai, e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu criado: Faz isto, e ele o faz” (Mt 8.9). JESUS se admirou da fé dele (Mt 8.10).  

IV. RECONHECENDO OS DIREITOS DO ESTADO 

1. As leis. O cristão tem o dever de cuidar do bem-estar de todos, e isso inclui o princípio bíblico de amar ao próximo. Não reconhecer as normas baixadas pelo Estado com o propósito de preservar a ordem e o bem-estar da sociedade é uma rebeldia contra os governantes diametralmente contrária a DEUS, pois a autoridade “é ministro de DEUS para o teu bem” (Rm 13.4). 

2. Os limites de César. O apóstolo Paulo escreveu esse ensino num período histórico de relativa calma no Império Romano, com o objetivo de estabelecer regras gerais sobre a conduta do cristão em relação aos governantes terrenos. Essa obediência aplica-se a circunstâncias normais, porque, se de alguma forma essas leis vierem a ferir a consciência cristã fundamentada na Bíblia, não devemos considerá-las, pois os direitos de César terminam onde começam os de DEUS. César não pode ir além dos limites delegados por DEUS. Numa situação como essa ficamos com a Palavra de DEUS (At 4.18,19). 

3. Em caso de anomalia estatal. Num sistema monstruoso, brutal, como o nazismo, a atitude do cristão toma-se bem diferente da que seria numa situação normal. Numa situação de anomalia, a atitude do cristão deve ser semelhante à de Pedro e João: “Julgai vós se é justo, diante de DEUS, ouvir-vos antes a vós do que a DEUS?” (At 4.19; 5.29). 

4. O tributo (v.6). A tributação existe como recursos para gerir o Estado e desta forma proporcionar a segurança do povo, o bem-estar social e manter a ordem pública. Os impostos são revertidos para benefícios da própria sociedade: “Por esta razão pagais tributos”. É, portanto, nosso dever obedecer às autoridades, pagando-lhes impostos (v.7).

5. A responsabilidade cristã. O cristão como cidadão tem o dever de obedecer às autoridades, pagando-lhes os impostos por dever, é mandamento bíblico (Rm 13.7). É pecado sonegar impostos. Somos a luz do mundo (Mt 5.14). A Igreja deve sempre ser o espelho da sociedade. O próprio JESUS pagou impostos, sendo Ele dono de tudo; isso para não escandalizar os que estavam de fora e para nos deixar o exemplo (Mt 17.24-27).  

CONCLUSÃO

Vivemos num país democrático; Demos graças a DEUS por isso. Oremos com perseverança pelas nossas autoridades. É melhor um governo imperfeito do que governo nenhum, onde prevalece o poder absoluto, arbitrário, perverso e desumano. Também, diante de leis perversas não devemos ser omissos. Ver Is 10.1,2; Tg 5.4-6. Jo 19.11 – É DEUS quem concede autoridade aos homens11Respondeu JESUS: Nenhum poder terias contra mim, se de cima te não fosse dado; mas aquele que me entregou a ti maior pecado tem.
PODER… TE NÃO FOSSE DADO. JESUS afirma que todo o poder e autoridade secular existem somente dentro dos limites permitidos por DEUS (cf. Dn 4.34,35; Rm 13.1). O pecado de Pilatos consistiu na capitulação à multidão por causa da sua conveniência política. O pecado de Israel foi maior rejeitou o seu Messias.
Dn 3.4-6 – Quando o Estado fere os princípios da Palavra

4 E o arauto apregoava em alta voz: Ordena-se a vós, ó povos, nações e gente de todas as línguas: 5 Quando ouvirdes o som da buzina, do pífaro, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles e de toda sorte de música, vos prostrareis e adorareis a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor tem levantado. 6 E qualquer que se não prostrar e não a adorar será na mesma hora lançado dentro do forno de fogo ardente.
A mesma idolatria exigida em Apocalipse 13.15 tendo sempre por detrás Satanás:E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.
MORTOS TODOS OS QUE NÃO ADORASSEM A IMAGEM DA BESTA. Será baixado um decreto ordenando a morte de todos que se recusarem a adorar o governante
mundial e sua imagem. Noutras palavras, muitos que resistirem ao anticristo e permanecerem fiéis a JESUS, selarão sua fé com suas vidas (ver 6.9; 14.12,13; 17.9-17).

1 Tm 2.1,2 – Devemos orar pelos que governam

1 Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens, 2 pelos reis e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade.
Esdras 6.10 para que ofereçam sacrifícios de cheiro suave ao DEUS dos céus e orem pela vida do rei e de seus filhos. 

Rm 13.3,4 – Ao Estado compete punir o errado

3 Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela. 4 Porque ela é ministro de DEUS para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de DEUS e vingador para castigar o que faz o mal.

A ESPADA. A espada é freqüentemente associada à morte, como instrumento da sua execução (Mt 26.52; Lc 21.24; At 12.2; 16.27; Hb 11.34; Ap 13.10). DEUS, claramente, ordenou a execução de criminosos perigosos, autores de crimes hediondos e bárbaros (Gn 9.6; Nm 35.31,33).
Tt 3.1 – O crente deve ser obediente às autoridades1 Admoesta-os a que se sujeitem aos principados e potestades, que lhes obedeçam e estejam preparados para toda boa obra;

QUE SE SUJEITEM AOS PRINCIPADOS. Por ser importante para o testemunho e progresso constante do evangelho, o crente deve ser obediente às autoridades civis e governamentais; deve cumprir a lei civil, ser bom cidadão e agir como vizinho cortez e prestimoso (cf. Mt 17.24-27; 22.15-22; Rm 13.1-7; 1 Pe 2.13-17). A única exceção ocorre quando as leis do país conflitam com os ensinos bíblicos (cf. At 5.29).
Ec 8.2-4 – Obedecendo ao governo por causa do Senhor2 Eu digo: observa o mandamento do rei, e isso em consideração para com o juramento de DEUS. 3 Não te apresses a sair da presença dele, nem persistas em alguma coisa má, porque ele faz tudo o que quer. 4 Porque a palavra do rei tem poder; e quem lhe dirá: Que fazes?


OBSERVA O MANDAMENTO DO REI. O rei representa, aqui, o governo humano, instituído que foi por DEUS. Governantes, quando servos de DEUS, motivam o povo a viver em
retidão. A Palavra de DEUS nos ordena a obedecer às leis justas do governo (ver Rm 13.1; Tt 3.1; 1 Pe 2.13-18).


COMENTÁRIO:

INTRODUÇÃO 

Obediência às autoridades

Rm 13.1-7 = 1 Obedeçam às autoridades, todos vocês. Pois nenhuma autoridade existe sem a permissão de DEUS, e as que existem foram colocadas nos seus lugares por Ele. 2 Assim quem se revolta contra as autoridades está se revoltando contra o que DEUS ordenou, e os que agem desse modo serão condenados. 3 Somente os que fazem o mal devem ter medo dos governantes, e não os que fazem o bem. Se você não quiser ter medo das autoridades, então faça o que é bom, e elas o elogiarão. 4 Porque as autoridades estão a serviço de DEUS para o bem de você. Mas, se você faz o mal, então tenha medo, pois as autoridades, de fato, têm poder para castigar. Elas estão a serviço de DEUS e trazem o castigo Dele sobre os que fazem o mal. 5 É por isso que você deve obedecer às autoridades; não somente por causa do castigo de DEUS, mas também porque a sua consciência manda que você faça isso. 6 É por isso também que vocês pagam impostos. Pois, quando as autoridades cumprem os seus deveres, elas estão a serviço de DEUS. 7 Portanto, paguem ao governo o que é devido. Paguem todos os seus impostos e respeitem e honrem todas as autoridades.Êxodo 22:28 — Não rogue pragas contra DEUS e não amaldiçoe nenhuma das autoridades do seu povo. Provérbios 8:16 Os governadores governam com a minha ajuda, e também todas as autoridades e pessoas importantes da terra.Provérbios 16:10 O rei fala com autoridade divina; ele não erra nos seus julgamentos.Provérbios 24:21 Meu filho, tema a DEUS, o SENHOR, e respeite as autoridades. Não se envolva com as pessoas que se revoltam contra eles, 22 pois num instante elas podem se arruinar. Você pode fazer uma idéia da destruição que DEUS ou as autoridades podem causar?Provérbios 25:2 Respeitamos a DEUS por causa daquilo que ele esconde de nós; e respeitamos as autoridades por causa daquilo que elas nos explicam.Provérbios 25:6 Quando você estiver diante das autoridades, não se faça de importante.Provérbios 25:7 É melhor que depois lhe dêem um lugar de honra do que você ser humilhado na presença das autoridades.Provérbios 25:15 A paciência convence até as autoridades; a perseverança pode vencer qualquer dificuldade.Provérbios 29:14 As autoridades que defendem o direito dos pobres governam por muito tempo.Eclesiastes 5:8 Não fique admirado quando você notar em algum lugar o governo fazendo injustiça, perseguindo os pobres e negando os direitos deles. Pois cada autoridade é protegida pela que está acima dela, e as duas são acobertadas pelas autoridades superiores.Eclesiastes 8:4 O rei age com autoridade, e ninguém pode reclamar do que ele faz.Eclesiastes 10:4 Se uma autoridade se zangar com você, não peça demissão; erros sérios podem ser perdoados se você não perder a calma.Eclesiastes 10:16 Um país vai mal quando aquele que o governa se deixa levar pela opinião dos outros, e quando as autoridades começam a se divertir logo de manhã. Mas um país vai bem quando quem o governa toma as suas próprias decisões, e as autoridades sabem se controlar, comem na hora certa e não bebem demais.Isaías 1:23 As suas autoridades são pessoas revoltadas e têm amizade com ladrões. Estão sempre aceitando dinheiro e presentes para torcer a justiça. Não defendem os direitos dos órfãos e não se preocupam com as causas das viúvas.Isaías 1:26 Eu lhes darei autoridades e juízes como os que vocês tinham no passado. Então Jerusalém será chamada de ‘Cidade da Justiça’ e ‘Cidade Fiel’.”Isaías 3:12 Crianças governam o meu povo; o poder está nas mãos das mulheres. Meu povo, as autoridades estão enganando vocês, estão lhes mostrando o caminho errado.Isaías 3:14 Contra as autoridades e os líderes, ele fará esta acusação: “Foram vocês que acabaram com Israel, a minha plantação de uvas! As suas casas estão cheias das coisas que vocês roubaram dos pobres!Isaías 5:13 Portanto, por causa da sua desobediência, o meu povo será levado prisioneiro para fora do país. O povo e as autoridades morrerão de fome e de sede.Isaías 9:16 As autoridades guiaram o povo por caminhos errados, e por isso o povo anda perdido. Depois de apresentar aos romanos a maravilhosa doutrina da salvação, Paulo põe-se a explicar-lhes o que ela significa na vida prática do crente. Em primeiro lugar, discorre sobre a nossa relação com DEUS (12.1,2); em seguida, acerca de nosso relacionamento com os irmãos (12.3-16); depois, com a sociedade e até com os que nos odeiam (12.17-21). Por último, trata de nossa relação com os governos humanos (13.1-7). A Bíblia, por conseguinte, engloba todas as relações humanas, inclusive com os poderes constituídos.Paulo afirma que o evangelho não é algo apenas para se crer, mas também para se praticar. O cristianismo é uma prática de vida. Nesta lição, veremos o que a Bíblia diz acerca de nosso relacionamento com as autoridades humanas responsáveis pelo funcionamento do Estado. 

I. EMBORA CIDADÃOS DOS CÉUS, Vivemos no mundo

1. Os cidadãos dos céus num mundo corrupto.Estado = instrumento de DEUS para promover a justiça e a ordem.Temos por obrigação orar pelas autoridades, a fim de que possam desincumbir-se das tarefas que DEUS lhes confiou. Deste modo, poderemos viver de modo tranqüilo e sem sobressaltos (1 Tm 2.1,2).Somos peregrinos neste mundo e cidadãos dos céus (Fp 3.20).Alguns irmãos em Roma não mais queriam arcar com as suas obrigações em relação ao Estado.Ainda hoje alguns pensam que somos espirituais, e não precisamos preocupar-nos com as leis e obrigações comuns a todos os cidadãos epensam que não devem interessar-se por coisas que não sejam especificamente bíblicas: saúde pública, trânsito, economia, etc. Todavia, diante das leis terrenas, todos temos direitos e obrigações.A Bíblia exige que sejamos bons cidadãos e cumpramos rigorosamente as leis, desde que estas não contrariem a Palavra de DEUS (At 5.29).Tanto os crentes quanto os incrédulos são igualmente responsáveis pela promoção do bem comum.JESUS ordenou: “Dai, pois, a César o que é de César” (Mt 22.21).Paulo também é categórico ao ensinar: os que governam a nação são enviados por DEUS para assumir tal responsabilidade.As autoridades, pois, não foram constituídas para causar terror às pessoas que vivem de modo honrado e digno (Rm 13.6,7).As epístolas pastorais, aliás, exortam-nos a orar pelos reis e pelas demais autoridades (1 Tm 2.2). 2. A função do Estado.Depois da queda de Adão e Eva, o homem tornou-se avesso às leis, passando a comportar-se de maneira cruel, vil e egoísta.Manter a humanidade caída dentro da lei é uma necessidade básica para a promoção e manutenção da ordem pública.DEUS constituiu o Estado para promover a ordem através da observância das leis, para que todos tenham uma vida sossegada (1 Tm 2.1,2).O que é o Estado?É a nação política e juridicamente organizada. Ou seja: é o país governado de acordo com as leis que todos, sem exceção, são obrigados a observar, visando a promoção do bem comum.A atuação das autoridades concentra-se em dois pólos:a- o castigo dos malfeitores eb- o louvor dos que praticam o bem.De acordo com as palavras de Pedro, o Estado deve agir tanto punindo os maus como promovendo o bem comum. Os crentes devem cooperar com as autoridades, mostrando, através de um testemunho digno, serem de fato filhos de DEUS (1 Pe 2.13-15).  II. Por que devemos nos sujeitar as autoridades1. Porque as autoridades foram ordenadas por DEUS.Paulo mostra que DEUS não somente constituiu como mantém as autoridades humanas.No Antigo Testamento, há várias declarações a respeito da soberania divina (2 Sm 12.7,8; Jr 27.5-7; Dn 2.21; 4.17,32; 5.21).O próprio JESUS fez alusão a isto (Jo 19.11). Assim, temos certeza de que não há poder independente de DEUS.Governo, lei e ordem são evidências da intervenção divina na vida e na história da humanidade. Ele é soberano; está no comando de tudo. 2. Quem resiste à autoridade resiste à ordenação de DEUS.Resistir é “opor-se a”. O que resiste à autoridade está em oposição ao próprio DEUS. Esta pessoa trará sobre si a condenação e o justo juízo. III. O que a bíblia diz sobre o estado1. A sujeição às autoridades.”toda a alma esteja sujeita…” É uma ordem dirigida a todos sem qualquer exceção. Em 1 Pe 2.13, sujeitar-se significa “colocar-se debaixo de”, “submeter-se”. Significa ainda que devemos, voluntariamente, obedecer às autoridades constituídas.É uma atitude de reconhecimento das pessoas que ocupam posição de comando numa sociedade juridicamente organizada.O cristão não está sujeito às autoridades por medo, como acontece com os malfeitores, mas devido à sua consciência moldada na Palavra de DEUS (Rm 13.5). Ele vê a necessidade de lei e de ordem em conseqüência do pecado. 2. DEUS e o Estado.A Bíblia deixa claro: se o Estado colocar-se entre o cristão e a sua relação com DEUS, devemos optar por obedecer a DEUS.Devemos sujeitar-nos às autoridades enquanto estas não se puserem entre nós e a nossa lealdade a DEUS e aos seus mandamentos.Acima de qualquer autoridade está JESUS CRISTO – Ele é o Rei dos reis e Senhor dos Senhores. O cristão não se submete à autoridade por causa dela em si, mas por ser filho de DEUS e por observar as Sagradas Escrituras. 3. O Estado e os irmãos na fé.É inadmissível as dissensões em nosso meio, principalmente motivadas por questões políticas.Nossas opiniões não podem, jamais, prejudicar a comunhão cristã.Que estas questões, pois, não sejam levadas para a comunidade dos santos; que elas fiquem no âmbito das relações terrenas. 4. Nossas obrigações em relação ao Estado.A Igreja, como corpo de CRISTO, não está sob o domínio do Estado.Como cidadãos, todos temos obrigações para com este.A expressão “a quem tributo, tributo; a quem honra, honra” (Rm 13.7) é um imperativo a ser considerado por todos os cidadãos, inclusive pelos crentes. 5. Obrigações políticas.É dever de todo o cidadão cumprir o seu papel, exercendo o direito de escolha de seus representantes e governantes.Procuremos sempre optar por aquele que se acha comprometido com a promoção do bem comum.O comércio de votos é uma afronta à democracia e um grave pecado diante de DEUS. 6. Obrigações contributivas.Pagar impostos é um dever de todo o cidadão.Como cristãos, devemos pagar os impostos ao Estado em obediência às leis governamentais, pois assim estamos obedecendo à orientação de JESUS: “Dai, pois, a César o que é de César…” (Lc 20.25). CONCLUSÃO O cumprimento de nossos deveres para com o Estado demonstra a qualidade de nossa vida cristã, engrandece o nome do Senhor e nos torna partícipes da manutenção da ordem pública e da promoção do bem comum.  Subsídios da Revista 2018

Lição 12, Ética Cristã e Política

2º Trimestre de 2018 – Título: Valores Cristãos – Enfrentando As Questões Morais de Nosso TempoComentarista: Pr. Douglas Baptista, Líder da Assembleias de DEUS Missão em Brasília – DF 

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Na lição de hoje estudaremos um tema que em geral divide opiniões e que, erroneamente, se acredita que não deve ser discutido — política. Saiba que quando se trata desse tema, em nossas classes, vão existir dois tipos de alunos: aqueles que não querem ouvir nada a respeito do assunto e que não gostam do tema e os que são muito bem informados quanto à vida política e social do nosso país. Professor(a), em que grupo você está? Essa reflexão é importante, pois vai influenciar diretamente no preparo da lição e na metodologia que você vai utilizar para expor o conteúdo.
Por que atualmente estamos tão cansados da política? Mas, independente do momento político em que o nosso país está atravessando, não é possível viver em sociedade sem a política. É importante ressaltar que o que temos visto atualmente é a chamada “politicagem”, o que é totalmente inverso à política. Como cristãos precisamos fazer a diferença em nossa sociedade e para isso, precisamos estar bem informados a respeito do que aqueles que estão exercendo um cargo político e que muitas vezes receberam o nosso voto estão fazendo. Não podemos também nos esquecer que a Palavra de DEUS nos exorta a orarmos por aqueles que estão exercendo cargos políticos e autoridades governamentais. 

PONTO CENTRAL – A política faz parte da vida em sociedade 

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO TOP1
“Política
O vocábulo ‘política’ vem do grego, polis, ‘cidade’. A política, pois, procura determinar a conduta ideal do Estado, pelo qual seria uma ética social. Ela procura definir quais são o caráter, a natureza e os alvos do governo. Trata-se do estudo do governo ideal’ (Enciclopédia de Bíblia, Filosofia e Teologia, p. 769). ‘Política significava, originalmente, o conhecimento, a participação, a defesa e a gestão dos negócios da pólis’ (Cidade-Estado, na Grécia — citado em Cristianismo e Política, p. 19).
Segundo Champlin e Bentes: ‘A política é um dos seis ramos tradicionais da filosofia. Platão pode ser caracterizado como o pai da política, porquanto em sua filosofia, sobretudo em seu diálogo intitulado República, ele desenvolveu uma extensa teoria política. A filosofia política ocupa-se com a conduta ideal do Estado, com a ética das sociedades organizadas’(Enciclopédia de Bíblia, Filosofia e Teologia, p. 196). Além de Platão, outros grandes filósofos idealizaram a filosofia política, enfatizando certos aspectos considerados preponderantes sobre os outros na sociedade. Enquanto Platão enfatizava o predomínio do indivíduo dos filósofos, e defendia um Estado comunista; Aristóteles destacava o valor da família como ‘unidade central do Estado e não o indivíduo; propugnava um sistema misto de governo, com destaque para um tipo de democracia (não popular) criticando o Estado comunista defendido por Platão (ibidem, p. 789). Agostinho via a política como reguladora dos conflitos entre a Igreja e o Estado; o filósofo italiano Maquiavel defendeu a supremacia do Estado, advogando que todos os meios seriam lícitos, desde que os fins fossem bons. É a famosa máxima, segundo a qual ‘os fins justificam os meios’” (LIMA, Elinaldo Renovato de. Ética Cristã: Confrontando as Questões Morais do Nosso Tempo. 9.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2015, pp. 188, 189). 

CONHEÇA MAIS TOP1

*Consciência Cristã

“Se tivéssemos oportunidade de perguntar a Dietrich Bonhoeffer o que é a consciência cristã, que resposta obteríamos? Certamente responder-nos-ia que a consciência cristã é o exercício pleno de nossa fé, num mundo que jaz no maligno. Por isso, ousou afirmar: ‘JESUS CRISTO, e não o homem ou o Estado, é o nosso único Salvador’.” Para conhecer mais leia “As Novas Fronteiras da Ética Cristã”, CPAD, p.217. 

SUBSÍDIO TEOLÓGICO TOP2
“[…] A Reforma teve causas religiosas, econômicas, políticas, sociais, morais e éticas. O descrédito da Igreja crescera durante, pelo menos, dois séculos e já provocava rebeliões populares. Soberanos, senhores feudais, povo e até mesmo parte do clero já haviam alcançado um elevado grau de insatisfação. A mistura ar-combustível de nosso motor imaginário, sob forte pressão, aguardava apenas uma centelha para explodir. Iniciando a venda de indulgências na Alemanha, o domiciano Johann Tetzel (1465-1519) produziu a centelha que faltava. A ela, seguiu-se a publicação das 95 Teses de Lutero na porta da igreja de Wittenberg. Estava deflagrada a Reforma.
A indulgência era um documento que absolvia pecados. Se o pecador morresse, um parente poderia pagar por ele, abreviando-lhe o tempo de passagem pelo purgatório.
As interpretações da Reforma dependem do ponto de vista de quem a analisa. Sob a perspectiva política, foi uma rebelião contra a igreja católica, cujo chefe, o Papa, arvorara-se em vigário de DEUS, líder acima da autoridade dos reis. Para os que privilegiam as causas morais, ela foi um esforço para deter a corrupção que invadira a hierarquia eclesiástica. Para os que acreditam no determinismo econômico, ela resultou da tentativa do papa em explorar economicamente a Alemanha” (FERREIRA, Paulo. A Reforma em Quatro Tempos: Desdobramentos na Europa e no Brasil. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2017, p. 14). 

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO TOP3
“Pensando em política para os cristãos
Infelizmente para os estudiosos cristãos, a Bíblia não é um livro didático de teologia política para o mundo moderno. Ela nos oferece poucas passagens explícitas sobre o papel adequado dos governos. Romanos 13.1-6 nos fala que os governos são estabelecidos por DEUS e os cristãos devem se submeter à autoridade governante. Isso parece bastante claro, mas já no início de Atos descobrimos que Pedro e os apóstolos foram presos e encarcerados por pregar o Evangelho e fazer sinais e maravilhas. Então um anjo do Senhor organizou para eles uma fuga da prisão e ordenou-lhes que voltassem à arena pública e continuassem a quebrar a lei pregando o Evangelho. Quando arrastados de volta diante das autoridades, eles declararam: ‘Mas importa obedecer a DEUS do que, aos homens’ (At 5.12-29). Aqui a Bíblia parece ensinar que, em algumas circunstâncias, temos de desafiar a autoridade governamental” (MCNUTT, Dennis. Panorama do Pensamento Cristão. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, p. 428, 178).  

PARA REFLETIR – A respeito do tema “Ética Cristã e Política”, responda:
Sobre o governo de todos os aspectos da vida humana, o que as Escrituras mostram?
Mostram que DEUS intervém em nossa jornada diária, pois Ele “trabalha para aquele que nele espera” (Is 64.4). Nesse aspecto, a Bíblia mostra que o Altíssimo “remove os reis e estabelece os reis” (Dn 2.21), “porque não há autoridade que não venha de DEUS; e as autoridades que há foram ordenadas por DEUS” (Rm 13.1).
Que tipo de Estado vivemos hoje?
Vivemos num estado democrático de direito, onde tanto cidadãos quanto autoridades instituídas têm direitos e deveres mediante a carta constitucional do país, isto é, vivemos no império das leis, e por isso, devemos exercer o mesmo princípio de submissão ao Estado esposado pelo apóstolo Paulo em Romanos (Rm 13.1,2).
A partir do exemplo da nação de Israel, qual foi o resultado da união entre Igreja e Estado?
À exemplo da deformação da nação de Israel, o início dessa união trouxe até benefícios, mas em seguida, essa mistura foi trágica.
O que implica o conceito de Estado Laico?
O conceito de Estado Laico é compreendido como a separação entre o Estado e a Igreja. Significa que um não pode interferir nas atividades do outro e vice-versa.
Qual o mal a ser combatido pela igreja?
O mal realmente a ser combatido pela igreja é o pecado. 

CONSULTE – Revista Ensinador Cristão – CPAD, nº 74, p42. 

AJUDA BIBLIOGRÁFICA

AS GRANDES DEFESAS DO CRISTIANISMO – CPAD – Jéfferson Magno Costa

BÍBLIA ILUMINA EM CD – BÍBLIA de Estudo NVI EM CD – BÍBLIA Thompson EM CD.

Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.
CPAD – http://www.cpad.com.br/ – Bíblias, CD’S, DVD’S, Livros e Revistas.

BEP – Bíblia de Estudos Pentecostal.

CHAMPLIN, R.N. O Novo e o Antigo Testamento Interpretado versículo por Versículo. 

Conhecendo as Doutrinas da Bíblia – Myer Pearman – Editora Vida

Comentário Bíblico Beacon, v.5 – CPAD.

Comentário Bíblico TT W. W. Wiersbe

Comentário Bíblico Expositivo – Novo Testamento – Volume I – Warren W. Wiersbe

CRISTOLOGIA – A doutrina de JESUS CRISTO – Esequias Soares – CPAD

Ética Cristã – Norman Geisler – Sociedade Religiosa Edições Vida Nova – Caixa Postal 21266, São Paulo-SP 04602-970

Ética – Pr. Humberto Schimitt Vieira – MANUAL DE ETICA MINISTERIAL – Cantares – Gravadora e Editora – www.gravadoracantares.com.br

ÉTICA E O MELHOR NEGOCIO – Por John Maxwell

Ética ministerial – Jânio Santos de Oliveira – Presbítero e professor de teologia da Igreja Assembléia de DEUS Taquara – Duque de Caxias- Rio de Janeiro – janio-construcaocivil.blogspot.com

Dicionário Bíblico Wycliffe – CPAD

GARNER, Paul. Quem é quem na Bíblia Sagrada. VIDA

http://www.gospelbook.netwww.ebdweb.com.brhttp://www.escoladominical.nethttp://www.portalebd.org.br/, Bíblia The Word.

O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.

Peq.Enc.Bíb. – Orlando Boyer – CPAD

Revista Ensinador Cristão – CPAD.
Revista CPAD – Lições Bíblicas – 2002 – 3º Trimestre – Ética Cristã – Pr. Elinaldo Renovato de Lima

STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.

Teologia Sistemática Pentecostal – A Doutrina da Salvação – Antonio Gilberto – CPAD

Teologia Sistemática – Conhecendo as Doutrinas da Bíblia – A Salvação – Myer Pearman – Editora Vida

Teologia Sistemática de Charles Finney

VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE – http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

ANDRADE, Claudionor Corrêa de. As novas fronteiras da Ética Cristã. CPAD.

DOUGLAS, Baptista. Valores Cristãos: enfrentando as questões morais do nosso tempo. CPAD

GILBERTO, Antonio, et al. Teologia Sistemática Pentecostal. CPAD.

HOUAISS, Antônio. Dicionário da Língua Portuguesa. OBJETIVA.

STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.

Publicado no site do Pr. Luiz Henrique

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