A Comunicação na Família – Sulamita Macedo

A Comunicação na Família – Sulamita Macedo

Professoras e professores, observem estas orientações:

1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

– Cumprimentem os alunos.

– Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.

– Perguntem como passaram a semana.

– Escutem atentamente o que eles falam.

– Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

– Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 – Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

3 – Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).

Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:

– Apresentem o título da lição: A comunicação na família.

– Para introduzir o estudo do tema, utilizem a dinâmica “Convivência em Revisão”.

– Lembrem-se de que ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.

– Para concluir, leiam o texto de reflexão “Quanto você ganha por dia?”, postado abaixo.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Convivência em Revisão!

Objetivos:

Analisar nossas ações no âmbito familiar.

Enfatizar a importância de uma boa comunicação entre os membros da família.

Material:

01 caixa

01 tesoura

01 prego

01 lixa

01 chave

01 cotonete

Procedimento:

– Fale que dentro da caixa há vários objetos, que poderão ou não ser utilizados, dependendo tão somente de nossa iniciativa. Então, comecem a mostrar cada um deles, perguntando para que servem. Por exemplo:

Tesoura: cortar, separar, dividir, retirar excessos.

Prego: Fixar, unir.

Lixa: Retirar as asperezas, os excessos.

Chave: Abrir ou fechar.

Cotonete: Limpar ouvido.

– Agora, perguntem: Como estes objetos, figuradamente, podem ser utilizados para que a convivência familiar seja melhorada?

Exemplos:

Tesoura: Cortar, separando o que deve permanecer daquilo que deve ser rejeitado.

Prego: Fixar a Palavra de Deus nas nossas mentes, unindo o que lemos com as ações que executamos.

Lixa: Retirar o que está em excesso, deixando limpo sem “asperezas”.

Chave: Abrir espaço para ações benéficas. Fechar espaço para atitudes destrutivas promotoras de desavenças.

Cotonete: Retirar aquilo que nos impede de escutar o outro.

– Para finalizar, façam um breve comentário sobre os benefícios e malefícios causados pelas atitudes dos membros familiares, proporcionando ou não ambiente de boa convivência.

Por Sulamita Macedo.

Texto de Reflexão

Quanto você ganha por dia?

Um menino com uma voz tímida e os olhos de admiração, pergunta ao pai quando ele chegava do trabalho:

– Papai quanto o senhor ganha por hora?

O pai num gesto severo, já cansado, irritado pelos problemas do dia-a-dia, falta de dinheiro, enfim ele responde duramente:

– Escuta aqui meu filho, isso nem a sua mãe sabe, não me amole que estou cansado tá!

Mas o filho insiste:

– Papai, por favor só me fala quanto o senhor ganha por hora.

Então aí o pai respondeu:

Tá bom meu filho. Aí ele fez os cálculos rapidamente, três reais, por que você quer saber?

Aí então o filho disse:

– Então pai, o senhor poderia me emprestar um real?

O pai já cheio de ira e tratando o filho já com mais brutalidade, respondeu:

– Há então era essa a razão que você queria saber quanto eu ganho né, só me procura por dinheiro, vá dormir e não me amole mais seu aproveitador!

Já era noite e o menino foi dormir, uma lágrima caiu no canto dos seus olhos e o pai então depois do banho deitou na cama e começou a refletir o que havia acontecido, e se sentiu culpado.

Talvez o filho precisasse comprar alguma coisa, querendo aquele um real. Foi aí então que pensou em aliviar a sua consciência que estava pesada, afinal ele era pai. Foi até o quarto do filho e em voz baixa perguntou:

– Filho, você ainda está dormindo?

– Não papai, respondeu o filho sonolento.

– Olha aqui está o dinheiro que você me pediu, tá feliz meu filho?

– Puxa papai, muito obrigado, disse o filho levantando da cama e retirando mais dois reais da caixinha que estava debaixo da cama dele, disse ao pai:

– Papai, agora já completei o dinheiro, tenho três reais. Você poderia me vender uma hora do seu tempo?

– Sabe pai, é tão bom ter você sempre por perto e saber que eu posso contar com você, você é tão ocupado e não tem tempo para mim, então eu precisei comprar uma hora do seu tempo.

Quanto vale seu tempo? Você vai disponibilizar o seu tempo para o seu filho ou o seu filho vai ter que comprar o seu tempo?

Autoria Desconhecida.

Publicado no blog Atitude de Aprendiz

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