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2014

A Providência Divina na Fidelidade Humana - CPAD

INTRODUÇÃO

I - A TENTATIVA DE SE INSTITUIR UMA RELIGIÃO MUNDIAL

II - O DESAFIO À IDOLATRIA

III - A FIDELIDADE A DEUS ANTE A FORNALHA ARDENTE (Dn 3.8-12)

CONCLUSÃO

O PRENÚNCIO DO ESPÍRITO DO ANTICRISTO

DANIEL 3.1-5

Na lição desta semana, estudaremos a respeito da ação maligna arquitetada por Nabucodonosor ao construir uma imagem de ouro, cuja intenção era impor o domínio diabólico sobre o mundo antigo. Seus ardis haveriam de se manifestar tanto na esfera material quanto na espiritual. A narrativa de Daniel descreve a imagem erigida no campo de Dura com a finalidade de apresentar o símbolo do poder babilônico sobre o mundo antigo, assim como a excelência do seu rei que se autodenominava um deus. Por esta causa, vários teólogos veem esta narrativa como o prenúncio da ação do Anticristo que também ambicionará imperar o seu domínio sobre a humanidade no tempo do fim. O “rei que há de vir”, constituirá a imagem da besta a fim de ser adorada por todos os povos da terra (Ap 13.14,15), semelhante ao intento de Nabucodonosor ao decretar o mesmo sobre todos os que exerciam cargo em todas as províncias da Babilônia (cf. Dn 3.4,5). Por conseguinte, vemos aqui a reação nobre de três jovens hebreus, que mesmo em meio à adversidade cruel a que foram submetidos, mostraram-se fieis e determinados a não negarem a fé no Deus Altíssimo (v.12). Da mesma maneira, a Igreja de Cristo também é convidada nestes últimos dias, a resistir às pressões mundanas que incidem contra ela, não abrindo mão dos princípios da Palavra de Deus e nem sendo conivente com o espírito do Anticristo que já opera nos filhos da desobediência e que dominará a terra durante o período da Grande Tribulação. Sendo assim, nesta lição, o professor poderá ensinar a classe com respeito à ação do espírito do anticristo ao longo da história e que se apresentará abertamente no tempo do fim. Analise também o posicionamento dos jovens hebreus mediante a adversidade como exemplo de fé para a Igreja atual, a fim de que os crentes permaneçam fieis a Palavra de Deus e não se conformem com os valores deste mundo.

A apresentação da estátua de Nabucodonosor

No contexto de Daniel, vemos que a imagem erigida no campo de Dura, cuja medida corresponde a aproximadamente vinte e sete metros de altura, por três de largura, teve como finalidade apresentar o símbolo do poder babilônico sobre o mundo antigo. Conforme vimos na lição anterior, o rei havia sonhado com uma estátua constituída de diversos materiais de valores estimáveis, cuja interpretação dada por Daniel significava o advento dos quatro maiores impérios que iriam surgir ao longo da antiguidade. Em virtude disso, o rei entendeu que o seu reino, representado pela cabeça de ouro, deveria ser exaltado acima de todos os demais reinos da terra, porquanto, “o Deus dos céus havia lhe dado o reino, e o poder, e a força, e a majestade” (cf. Dn 2.37,38). Com isso, o déspota teve a ideia de erguer uma imagem que fosse avistada de terras distantes, a fim de demonstrar o símbolo da supremacia do império babilônico acima de todos os reinos da terra. Na obra de Severino Pedro, Daniel, versículo por versículo: as visões para estes últimos dias, o autor declara da seguinte maneira acerca da imagem de ouro que rei erigiu: “‘… e tinha levantado’. O original pode verter as palavras da seguinte maneira: ‘O rei Nabucodonosor fez uma imagem de ouro. E levantou-a’. Estas palavras formam um refrão que percorre a primeira metade do capítulo (versículo 1-18). O grande ídolo de Nabucodonosor era uma imagem nova e nacional. E, evidentemente, o objetivo do monarca era consolidar todas as nacionalidades do mundo em uma só nação. A nação babilônica. ‘Para alcançar tal coisa era essencial que o governo fosse supremo em tudo, tanto no sentido religioso como no civil. A Roma pagã, séculos depois, fez o mesmo, perseguindo os crentes, não somente depois que faziam cultos a Cristo, mas porque não adoravam a César, o imperador, como um ser divino […]’. Nota-se nas palavras, repetidas vezes, que o rei ajuntou ‘os sátrapas, os prefeitos, e presidentes, os juízes, os tesoureiros, os conselheiros, os oficiais, e todos os governadores […] para que viessem à consagração’. Isso era, sem dúvida, uma forma para dar prestígio à inauguração da nova religião, ajuntando, assim, as autoridades de todas as províncias do seu vasto reino” (CPAD, 2005, p.54). Em vista disso, a intenção do rei era perpetuar o seu domínio diabólico por todo o mundo antigo, não somente politicamente, mas também espiritualmente de modo a banir todos os que possuíam alguma crença que fosse contrária à sua autoridade.

O prenúncio do espírito do Anticristo no tempo do fim

Em virtude disso, alguns teólogos veem a narrativa de Daniel como o prenúncio da ação do anticristo nos tempos finais da consumação. O mesmo obterá prestígio de muitas lideranças presidenciais que submeterão seus governos a supremacia do líder satânico. Assim como o rei Nabucodonosor decretou que todos os que exerciam cargo em todas as províncias da Babilônia, deveriam se prostrar perante a estátua de ouro, da mesma maneira o Anticristo determinará que todos adorem a imagem da besta. Desse modo, é possível notar algumas semelhanças entre a personalidade do rei da Babilônia, descrito por Daniel e a pessoa do Anticristo, deparado no livro de Apocalipse. Primeiramente, Daniel apresenta Nabucodonosor como um rei arrogante: a imagem revelada no sonho, interpretado por Daniel, descrevia o rei como a cabeça de ouro da imagem. Por esta causa, o rei se elevou, pensando estar acima de qualquer ordem que existisse seja no plano material quanto no espiritual. Em seguida, vemos a influência que tinha no contexto religioso: o rei determinara que todos se prostrassem diante da estátua de ouro. Com isso, todas as religiões estariam submetidas ao sincretismo imperado pelo rei, inclusive, a crença de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Outra característica significante era a capacidade de domínio que o rei exercia sobre as pessoas de todo o império: por conta do medo imposto pelo déspota, todos o temiam, tendo em vista que aqueles que desobedecessem a ordem do rei seriam lançados na fornalha ardente.

De modo igual, as Escrituras caracterizam o Anticristo também como um ser arrogante: pois “se levantará contra tudo o que se chama Deus ou se adora” (cf. 2 Ts 2.4). Dessa forma se autodenominará como um deus, assentando-se no templo de Deus, querendo parecer Deus. Por conseguinte, exercerá influência no contexto religioso: ordenará a adoração à imagem da besta, a fim de banir qualquer forma de adoração que não seja a instituída pelo Anticristo. Desse modo, “o homem da iniquidade” como é chamado, exercerá total controle sobre a vida espiritual, política e religiosa de todos quantos habitam sobre a terra naquele tempo: a fim de consolidar o seu domínio sobre o mundo, “o rei que há de vir” empregará “a marca de seu nome sobre todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o seu número na mão direita ou sobre a testa” (Ap 13.16,17). Assim sendo, a história de Nabucodonosor pode ser considerada o prenúncio bíblico que evidencia a ação maligna do espírito do Anticristo por de trás dos domínios terrenos, a fim de se opor contra a soberania de Deus.

A reação da Igreja em resposta ao espírito do Anticristo

À medida que Nabucodonosor decretou de forma incisiva a veneração da imagem erigida no campo de Dura, notamos a atitude ousada de três jovens hebreus, que mesmo em meio à adversidade cruel a que foram submetidos, mostraram-se fieis e determinados a não negarem a fé no Deus Altíssimo. Perante a ordem do rei, ao soar da trombeta e de toda sorte de instrumentos de sopro e sons musicais, os jovens hebreus desobedecem a ordem do rei e ousadamente não se prostram diante da imagem. Com isso, são questionados acerca de sua atitude. Em resposta, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, deixam claro que não se prostrariam diante da estátua de ouro do rei, mesmo que fossem lançados na fornalha ardente aquecida sete vezes. Porquanto, “quer Deus os livrasse, ou não, permaneceriam fieis em sua crença no Deus de Israel, Criador dos céus e da terra” (Dn 3.16-18). Em vista disso, receberam a sentença, e manietados, foram lançados na fornalha. Contudo, o quarto homem, cujo rei declarou ser “semelhante ao filho dos deuses”, aparece para livrá-los. Portanto, a fidelidade encontrada nos jovens tornou-se conhecida através da providência divina. De igual modo, a Igreja de Cristo também é convidada, nestes últimos dias, a resistir às pressões mundanas que sobrevêm contra ela a fim de que não abra mão dos princípios da Palavra de Deus e não ceda aos rudimentos carnais que perpetuam na sociedade. A concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida são os fundamentos que norteiam o sistema mundano, cujo intento é atingir as bases da Igreja. A qual deve estar firmada nos valores bíblicos para que possa resistir à ação do espírito anticristão que predomina no mundo. Pois “as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja do Senhor” (Mt 16.18).

Considerações finais

À vista do que tratamos nesta lição, o prenúncio da ação do espírito do Anticristo pode ser entendida nitidamente na narrativa de Daniel por meio da figura do rei Nabucodonosor. Tendo em vista que a ação maligna idealizada pelo rei, em construir a imagem de ouro no campo de Dura, coincide com o fato escatológico, descrito no livro de Apocalipse, a respeito da intenção perversa do Anticristo que há de erigir também, a imagem da besta a fim de que todos os povos, nações, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, sirvam ao propósito do líder satânico na Grande Tribulação. De outro modo, vemos a conduta de Sadraque, Mesaque e abede-Nego como um arquétipo para a Igreja destes últimos dias que também se depara com circunstâncias adversas que querem banir a fé cristã genuína das camadas da sociedade. Sendo assim, a Igreja “não deve se conformar com este mundo” (cf. Rm 12.2), visto que os valores mundanos fazem pressão contra os crentes para que deixem os princípios da Palavra de Deus e consintam com a dissoluta inversão de valores. Porquanto, o que temos visto é fruto da implícita ação diabólica do espírito anticristão na sociedade, empregando valores contrários a Palavra de Deus e que se manifestará abertamente no período da Grande Tribulação. Desse modo, é relevante que o professor nesta lição, explique o simbolismo encontrado na narrativa de Daniel, concernente a atuação do espírito do Anticristo ao longo da história. Considere também a conduta dos jovens hebreus mediante a adversidade como um exemplo de fé para a Igreja da atualidade.

Publicado no Portal CPAD 

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A Providência Divina na Fidelidade Humana - Rede Brasil de Comunicação

Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE

Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais

Pastor Presidente: Aílton José Alves

Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524

LIÇÃO 04 - A PROVIDÊNCIA DIVINA NA FIDELIDADE HUMANA - 4º TRIMESTRE 2014

(Dn 3.1-7,14)

INTRODUÇÃO

No capítulo 3 do livro de Daniel, Misael, Hananias e Azarias, se depararam com um culto idólatra promovido pelo rei que, por meio de um decreto, obrigou a todos que se curvassem diante de um ídolo. Contudo, eles demonstraram sua fidelidade mantendo-se de pé mesmo sob sentença de morte. Nesta lição, destacaremos algumas virtudes destes servos do Senhor e o que Deus pode realizar quando alguém se compromete com a sua Palavra, custe o que custar.

I - A PROPOSTA ARDILOSA DO REI NABUCODONOSOR

O registro do capítulo 3 do livro de Daniel sugere claramente que o propósito principal desta parte do livro é diretamente prático e não doutrinário. Como podemos ver, não há predições. A narrativa simplesmente fala do destino dos três amigos de Daniel na qualidade de firmes confessores da fé (Daniel não aparece no capítulo). “Por que Daniel não foi descoberto em desobediência civil como os três foram, explica-se melhor pela conjectura de que estivesse ausente da cidade em alguma obrigação oficial” (MOODY, sd, pp. 29,30 - acréscimo nosso).

1.1 A promoção da idolatria (Dn 3.1). O paganismo fazia parte da cultura babilônica. Deuses como Aku, Bel, Nebo dentre outros eram adorados em Babilônia (Dn 1.7; 2.11; 3.12,14,18;5.4,23). A narrativa do capítulo 3 de Daniel elucida bem esta verdade, pois narra a construção de um ídolo (Dn 3). A descrição de quem a erigiu: Nabucodonosor; o material com que foi feito: ouro; o seu tamanho 30 metros de altura por 3 de largura; e as pessoas convidadas para prestigiar o evento nos mostra quão significativa era esta reunião e quão imponente era a estátua (Dn 3.1,2). Há três opiniões principais entre os estudiosos da Bíblia sobre que tipo de ídolo era esse que foi construído por Nabucodonosor: (1ª) Talvez ele estivesse tentando reproduzir a estátua que vira em sonho (Dn 2.31-49); (2ª) podia estar homenageando seu padroeiro, Nebo, ou alguma outra divindade; e, (3ª) poderia ser uma imagem de si mesmo na tentativa de auto deificar-se, o que era uma prática pagã comum aos grandes conquistadores (Jz 8.27; II Sm 18.18; Dn 4.29,30). A Bíblia condena veemente a prática da idolatria (Êx 20.2-4,23; Lv 19.4; 26.1; Dt 7.5,25; 12.3; I Rs 14.9; Is 2.8,9; 57.5; Jr 1.16; At 15.28,29; I Co 10.14; Cl 3.5; I Pe 4.3; I Jo 5.21).

1.2 A unificação da religião. A política de Nabucodonosor após conquistar cidades era de torná-las colônias de exploração exigindo o pagamento de tributo (II Rs 24.1; 36.10), e conduzir cativos à elite do reino para que estes pudessem auxiliá-lo na administração do seu império (Dn 1.3-5; 3.4,5). Sabedor de que os seus conquistados eram de outras religiões, Nabucodonosor, intentou na construção dessa grande imagem de escultura fazer com que seu governo fosse supremo em tudo, tanto no aspecto civil quanto religioso, promovendo um grande culto ecumênico (Dn 3.3-5).

“Inicialmente, o ecumenismo era a concretização do ideal apostólico de agregação de todos os que professam o nome de Cristo. Com o passar dos tempos, porém, a palavra foi sendo desvirtuada até ser tomada como um perfeito sinônimo para o sincretismo religioso. Os que buscam semelhante universalidade, pregam a união indistinta entre protestantes, católicos, judeus, espíritas, budistas etc. Tal união é contrária ao espírito das Escrituras; tanto o Antigo quanto o Novo Testamento são exclusivistas em matéria de fé e prática” (Lv 20.23-27; II Co 6.14-18) (ANDRADE, 2006, pp. 156,157).

1.3 Um decreto real nocivo (Dn 3.4-5,10). Para forçar os convidados adorarem a estátua, o sagaz Nabucodonosor através do arauto anunciou que a homenagem aquele ídolo tinha a força de um decreto “Tu, ó rei, fizeste um decreto” (Dn 3.10-a). O Aurélio diz que um decreto é uma “determinação escrita, emanada do chefe do Estado, ou de outra autoridade superior” (FERREIRA, 2004, p. 608). Diante disto, não adorar a imagem era estar em desobediência civil a autoridade constituída. A Bíblia recomenda que o servo de Deus esteja sujeito a autoridade e a obedeça (Dn 3.12; 6.10,11; Lc 20.22-25; Rm 13.1-7; I Tm 2.1,2; I Pe 2.17). Todavia, quando a autoridade cria leis e decretos que contrariam a Palavra de Deus, que é a nossa regra de fé e prática, devemos preferir a vontade soberana do Senhor (Lc 12.31-33; At 5.27-29).

1.4 A pena capital (Dn 3.6,11). Nabucodonosor parecia prever que alguns daqueles líderes que foram convidados para a cerimônia de consagração da estátua se opusesse a prostrar-se perante ela, por isso providenciou uma penalidade, um castigo severo para o que procedesse assim “E qualquer que não se prostrar e não a adorar, será na mesma hora lançado dentro da fornalha de fogo ardente” (Dn 3.6). A fornalha de que se refere o texto “trata-se de um forno grande, com abertura no alto, usado para moldar coisas (Dn 3.22,23). Ao nível do chão havia uma porta, por onde o metal era extraído (Dn 3.26). Esse tipo de forno recebia o combustível pelo alto, ao passo que era fechado por tijolos nos quadro lados. Ele era usado para infligir punição capital por parte dos persas (Jr 29.22; Os 7.7). Usualmente tinha forma de cúpula” (CHAMPLIN, p. 808, 2004 - acréscimo nosso). Como podemos ver, o verdadeiro servo de Deus está disposto a sofrer o pior dos castigos que contrariar a vontade do Senhor (Dn 6.10-17; Hb 11.34-38).

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A Providência Divina na Fidelidade Humana - Francisco A. Barbosa

TEXTO ÁUREO
Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei” (Dn 3.17).

VERDADE PRÁTICA
Se formos fiéis, a providência divina jamais faltará.

HINOS SUGERIDOS
178, 244, 296

LEITURA DIÁRIA
Segunda - Sl 34.17

Deus ouve quando clamamos
Terça - Sl 68.10

bondade de Deus
Quarta - Fp 2.8-11

Jesus, nome sobre todo o nome
Quinta - Sl 50.15

Deus nos livra do mal
Sexta - Sl 59.16

O Senhor nos protege na angústia
Sábado - Mt 6.13

Pertencem a Deus o reino, o poder e a glória

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Daniel 3.1-7,141. O rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro, cuja altura era de sessenta côvados, e a sua largura de seis côvados; levantou-a no campo de Dura, na província de babilônia.2. Então o rei Nabucodonosor mandou reunir os príncipes, os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juízes, os capitàes, e todos os oficiais das províncias, para que viessem à consagração da estátua que o rei Nabucodonosor tinha levantado.3. Então se reuniram os príncipes, os prefeitos e governadores, os capitàes, os juízes, os tesoureiros, os conselheiros, e todos os oficiais das províncias, à consagração da estátua que o rei Nabucodonosor tinha levantado; e estavam em pé diante da imagem que Nabucodonosor tinha levantado.4. E o arauto apregoava em alta voz: Ordena-se a vós, ó povos, nações e línguas:5. Quando ouvirdes o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles, e de toda a espécie de música, prostrar-vos-eis, e adorareis a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor tem levantado.6. E qualquer que não se prostrar e não a adorar, será na mesma hora lançado dentro da fornalha de fogo ardente.7. Portanto, no mesmo instante em que todos os povos ouviram o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério e de toda a espécie de música, prostraram-se todos os povos, nações e línguas, e adoraram a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor tinha levantado.14. Falou Nabucodonosor, e lhes disse: É de propósito, ó Sadraque, Mesaque e Abednego, que vós não servis a meus deuses nem adorais a estátua de ouro que levantei?

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Analisar a tentativa de Nabucodonosor de instituir uma religião mundial.
  • Conscientizar-se de que não podemos aceitar a idolatria.
  • Compreender a fidelidade dos amigos de Daniel ante a fornalha ardente

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
A história narrada no capítulo três ocorreu possivelmente no final do reinado de Nabucodonosor. O texto é mais uma prova de que vale a pena ser fiel a Deus até mesmo quando somos desafiados em nossa fé. Nabucodonosor já havia se esquecido da manifestação do poder de Deus na revelação dos seus sonhos (Dn 2.1-49). Tornou-se um déspota que exigia dos seus súditos um servilismo irracional. No meio da multidão dos súditos, porém, estavam os três jovens hebreus, fiéis ao Deus de Israel, do qual não transigiram de modo algum. [Comentário: Na história que o capítulo 3 de Daniel nos apresenta, percebe-se a obsessão do rei da Assíria, Nabucodonosor, pelo poder quando ele se engrandece e exige que seus súditos o adorem como um deus. Os especialistas em Antigo Testamento afirmam que essa história ocorreu quase ao final do seu reinado (Jr 32.1; 52.29). Temos mais uma prova, aqui no capítulo três, de que vale a pena ser fiel a Deus até mesmo quando nossa fé é desafiada. Aquele soberano esquecera da manifestação do poder do Deus de Israel quando teve resposta na revelação dos seus sonhos, mas embriagado pelo poder e pelo fulgor de sua própria glória, conseguiu com sua presunção, chegar ao ápice da paciência de Deus; não se contentou em ser apenas “a cabeça de ouro” da grande estátua do seu sonho no capítulo dois. Ergue uma imensa estátua de ouro, tendo cerca de 30 m de altura, equivalente a oito andares de um edifício, e ordena que os representantes das nações, seus súditos, se ajoelhassem e adorassem àquela estátua que representava ele mesmo.Tornou-se um déspota que exigia dos seus súditos um servilismo irracional. No meio da multidão dos súditos estavam os três jovens hebreus fiéis ao Deus de Israel, que não temiam recusar-se a adorar a outro deus que não YAHWEH.] Convido você para mergulharmos mais fundo nas Escrituras!
I. A TENTATIVA DE SE INSTITUIR UMA RELIGIÃO MUNDIAL
1. A grande estátua. Embriagado pelo poder e pelo fulgor de sua própria glória, o rei caldeu chegou ao ápice da presunção, não se contentando em ser apenas “a cabeça de ouro” da grande estátua do seu “primeiro” sonho (Dn 2.36-45). Nabucodonosor perdeu o bom senso e construiu uma enorme estátua de ouro maciço (Dn 3.1). Também ordenou que os representantes das nações, súditos seus, se ajoelhassem e adorassem a estátua que o representava. A grande estátua de Nabucodonosor remete-nos a uma outra estátua que será erguida pelo último império mundial gentílico, profetizado como o reino do Anticristo que aparecerá no “tempo do fim” (Ap 13.14,15). [Comentário: Não parece provável que Nabucodonosor tenha erigido uma imagem a um dos antigos deuses da Babilônia, visto que a terra estava cheia de deidades e templos competindo entre si. É possível, no entanto, que esse sonho tivesse marcado profundamente o rei, em relação ao seu lugar no mundo e na história. Afinal, não era ele a cabeça de ouro? Não era ele o primeiro e maior de todos os reis da terra? Não é difícil imaginar a crescente vaidade desse déspota oriental, cuja mente pagã falhou em sondar o verdadeiro significado das percepções espirituais que Deus havia tentado compartilhar com ele. Essa estátua de dois metros e sessenta de largura e vinte e sete metros de altura, que se elevava acima do campo de Dura, sendo visível a quilômetros de distância, proclamava a todos o esplendor do homem que a havia projetado e a glória do rei que ela simbolizava. O campo de Dura certamente ficava próximo de Babilônia, mas sua localização exata é desconhecida. Qualquer que tenha sido o motivo de Nabucodonosor, o decreto que convocava todos os líderes políticos do reino, grandes e pequenos, não deixava dúvida quanto à exigência do rei. Instantaneamente, após o sinal combinado de antemão se o som da orquestra imperial, cada homem deveria prostrar-se em adoração diante da imagem. Roy E. Swim. Comentário Bíblico Beacon. Daniel. Editora CPAD. Vol. 4. pag. 509.]. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Providência Divina na Fidelidade Humana - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orientações:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:

- Apresentem o título da lição: Providência Divina na Fidelidade Humana.

- Depois, perguntem:Quais os desafios que os cristãos enfrentam na atualidade quanto a sua fé em Deus?Escutem atentamente cada resposta e escrevam no quadro. Se necessário, acrescentem outras.

- Depois, falem: Estes são os desafios que nós os crentes fiéis enfrentamos no cotidiano quanto a fé cristã. Na lição de hoje, vamos estudar sobre um desafio enfrentado por 03 jovens, Sadraque, Mesaque e Abedenego, que resolveram não se prostrar diante da estátua do rei Nabucodonosor.

- Agora, peçam para que os alunos relatem este acontecimento. Cada aluno deverá dizer uma frase, completando a história que começa assim:O rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro…Esta atividade tem o objetivo de fazer lembrar os alunos sobre os acontecimentos desta narrativa. Alguns alunos podem não conhecer ou não se lembrar dos detalhes desta história, daí a importância de recontá-la, para que o tema a ser estudado de forma contextualizada seja compreendido e significativo.

- Em seguida, trabalhem os pontos levantados na lição.

- Para concluir, utilizem a dinâmica “Na Fornalha”.Tenham uma excelente e produtiva aula!
Dinâmica: Na Fornalha

Objetivo: Refletir e reconhecer que nas dificuldades Jesus está conosco.

Material:01 caixa de palitos de fósforos(tipo longo).

Procedimento:

- Leiam Daniel 3. 12, 15, 17, 19, 20, 21, 24, 25, 27.

- Solicitem que os alunos acompanhem em suas Bíblias a leitura citada.

- Falem: Lemos o relato sobre 03 jovens judeus que foram jogados na fornalha, mas neste momento de extrema dificuldade tiveram a companhia do 4º. Homem(Deus), que estava com eles, guardando-os na fornalha e não da fornalha.Há momentos que também nos sentimos como se estivéssemos na fornalha, Jesus não nos prometeu ausência de problemas, mas que estaria conosco, conforme lemos em João 16.33 e Mateus 28.20b.- Solicitem agora para que alguns alunos contem uma situação difícil, que eles sentiram como se estivessem na fornalha. Para tanto, peçam para que os alunos risquem o fósforo e, enquanto a chama estiver acesa, contem qual foi o problema e a solução e como se sentiu amparado por Jesus. Caso a chama se apague antes do aluno terminar o relato, deixe que ele conclua.Dessa forma, isto é, com o fósforo aceso, o aluno deverá ter mais objetividade no relato e o fogo se apresenta como um símbolo de ter estado na fornalha da aflição.

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A Providência Divina na Fidelidade Humana - Luciano de Paula Lourenço

Texto Base: Daniel 3:1-7,14

“Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei” (Dn 3:17).
INTRODUÇÃO

Nesta Aula, trataremos acerca da fidelidade de Hananias, Misael e Azarias. Três jovens que tinham uma fé imutável no seu Deus. Eles foram provados numa fornalha ardente, todavia permaneceram fiéis e Deus os livrou da maldade do rei Nabucodonosor e de seus inimigos. Esses jovens não concordaram em se dobrar diante de uma estátua, que representava o orgulho de um déspota, e desobedeceram a uma lei que ia contra os princípios divinos. Nabucodonosor era um homem embriagado pelo poder; ficou cego pelo fulgor de sua própria glória. Ele não se contentou em ser rei de reis, em ser o maior rei da terra, mas quis ser adorado como deus.Obedecer a Deus é sempre a melhor alternativa, mesmo que nos leve até a fornalha ardente. Às vezes cruzamos os vales da sombra da morte, mas temos a presença amiga e consoladora do divino Pastor para nos encorajar. Passamos pelas ondas, pelos rios e até pelo fogo, mas o Senhor sempre aparece para nos livrar (Is 43:2) - “quando passares pelas águas, estarei contigo, e, quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti“. Jesus é o quarto Homem na fornalha ardente (Dn 3:24-25). O senhor não nos livra da fornalha, mas nos salva do fogo da fornalha. Na jornada da fé há tempestade, mas também há Deus conosco; há fornalha ardente, mas há o quarto Homem. As provações vêm, e às vezes com ímpeto, mas Jesus sempre vem ao nosso encontro na hora da crise.

I. A TENTATIVA DE SE INSTITUIR UMA RELIGIÃO MUNDIAL

1. A grande estátua. ”O Rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro, cuja altura era de sessenta côvados, e a sua largura, de seis côvados; levantou-a no campo de Dura, na província de Babilônia” (Dn 3:1).O Império Babilónico foi o primeiro grande império mundial a construir uma grande estátua que deveria ser adorada por todos súditos do império. Provavelmente a imagem que o rei mandou erguer fosse uma estátua dele próprio. Isto significava uma espécie de culto ao rei; uma divinização do governante. É uma prova de que ele não se converteu depois que o seu sonho foi interpretado por Daniel. Adorar a estátua significava, além da idolatria, a adoração ao rei. Judá havia “sentido na pele”, recentemente, o resultado desastroso da idolatria.Era uma estátua muito alta, uma clara demonstração da altivez do rei. Um côvado em Israel media cerca de 40 cm; na época de Ezequiel, media 51,8 cm, porém o côvado babilônico media aproximadamente 49 cm, o que daria à estátua uma altura próxima dos 29 metros (um edifício de mais de nove andares).A obsessão pelo poder faz a pessoa perder o bom senso. O rei Nabucodonosor estava dopado pela ideia de ser o maior e perdeu a autocrítica embriagado pelo próprio poder e cego pelo fulgor de sua própria glória. Ele não se contentou em ser apenas a cabeça de ouro da estátua do seu sonho. No capítulo dois havia uma estátua no seu sonho e no capitulo três ele constrói literalmente uma estátua para si. Essa presunção vislumbra profeticamente outra estátua (imagem) que será erguida pelo último império mundial gentílico profetizado como o reino do Anticristo e será no “tempo do Fim” (Ap 13:14,15). (1)2. A diferença entre as estátuas. É necessário destacar a diferença entre a estátua do capítulo 2 e a do capítulo 3. A estátua do capítulo 2 era simbólica, que surgiu no sonho do rei Nabucodonosor, e a estátua do capítulo 3 era literal, construída pelos homens. A estátua do capítulo 3 tinha a forma de um obelisco e tinha um aspecto um tanto grotesco que revelava a intenção vaidosa de Nabucodonosor de impor-se pela idolatria do homem e sua autodeificação aos olhos dos súditos (cf Dn 4:30).3. A inauguração da estátua de ouro. Todos compareceram à inauguração da estátua, por força do edito do rei, e todos deveriam adorar a estátua de ouro (Dn 3:4). O rei testava seu poder de dominação requerendo dos exilados que renegassem suas crenças e substituíssem seus deuses pelos deuses da Babilônia. O objetivo era escravizar todos os seus súditos e obrigá-los a servirem às divindades caldeias. Ele queria uma religião totalitária em que as pessoas obedecessem não pela lealdade, mas pela força bruta (Dn 3:5,6).Nabucodonosor foi seduzido por seu ego presunçoso que se via superior a tudo e a todos. Ele estava embriagado por sua própria glória temporal e passageira, por isso seu coração se engrandeceu e ele desejou ser adorado como deus. Não lhe bastou a revelação de que o único Deus verdadeiro triunfaria na história conforme está expresso no capitulo dois. Ele preferiu exaltar a si mesmo e para tal instituiu o culto a si e, também, a adoração dos seus falsos deuses. O objetivo era escravizar as consciências e obrigá-las a servirem aos seus deuses.

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Tv EBD - A Providência Divina na Fidelidade Humana - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 4 - A Providência Divina na Fidelidade Humana. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 6 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 4 - 4T/2014

2ª Parte - Lição 4 - 4T/2014

3ª Parte - Lição 4 - 4T/2014

4ª Parte - Lição 4 - 4T/2014

5ª Parte - Lição 4 - 4T/2014

6ª Parte - Lição 4 - 4T/2014

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A Providência Divina na Fidelidade Humana - Ev. Luiz Henrique

Lição 4 - A Providência Divina Na Fidelidade Humana

Lições Bíblicas - 4º Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: A Integridade Moral e Espiritual - O Legado Do Livro De Daniel Para A Igreja Hoje.

Comentários: Pr. Elienai Cabral
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

Questionário

NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

 

TEXTO ÁUREO

Eis que o nosso DEUS, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei” (Dn 3.17).

 

VERDADE PRÁTICA

Se formos fiéis, a providência divina jamais faltará.

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Sl 34.17 DEUS ouve quando clamamos

Terça - Sl 68.10 A bondade de DEUS

Quarta - Fp 2.8-11 JESUS, nome sobre todo o nome

Quinta - Sl 50.15 DEUS nos livra do mal

Sexta - Sl 59.16 O Senhor nos protege na angústia

Sábado - Mt 6.13 Pertencem a DEUS o reino, o poder e a glória

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE- Daniel 3.1-7,14

Daniel 3.1 O Rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro, cuja altura era de sessenta côvados, e a sua largura, de seis côvados; levantou-a no campo de Dura, na província de Babilônia. 2 E o rei Nabucodonosor mandou ajuntar os sátrapas, os prefeitos, os presidentes, os juízes, os tesoureiros, os conselheiros, os oficiais e todos os governadores das províncias, para que viessem à consagração da estátua que o rei Nabucodonosor tinha levantado. 3 Então, se ajuntaram os sátrapas, os prefeitos, os presidentes, os juízes, os tesoureiros, os conselheiros, os oficiais e todos os governadores das províncias, para a consagração da estátua que o rei Nabucodonosor tinha levantado, e estavam em pé diante da imagem que Nabucodonosor tinha levantado. 4 E o arauto apregoava em alta voz: Ordena-se a vós, ó povos, nações e gente de todas as línguas: 5 Quando ouvirdes o som da buzina, do pífaro, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles e de toda sorte de música, vos prostrareis e adorareis a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor tem levantado. 6 E qualquer que se não prostrar e não a adorar será na mesma hora lançado dentro do forno de fogo ardente. 7 Portanto, no mesmo instante em que todos os povos ouviram o som da buzina, do pífaro, da harpa, da sambuca, do saltério e de toda sorte de música, se prostraram todos os povos, nações e línguas e adoraram a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor tinha levantado.

Daniel 3.14 Falou Nabucodonosor e lhes disse: É de propósito, ó Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que vós não servis a meus deuses nem adorais a estátua de ouro que levantei?

INTERAÇÃO

Você já foi desafiado em sua fé? DEUS permite que situações adversas nos sobre- venham para provar a nossa fidelidade. Os amigos de Daniel foram provados por uma fornalha ardente, todavia eles se mantiveram fiéis e DEUS os livrou da maldade dos homens. A fé que nos faz não recuar, não temer e permanecer firmes diante dos males da vida. Os amigos de Daniel não concordaram em se dobrar diante de uma estátua e desobedeceram a uma lei que ia contra os princípios divinos. Diante de leis injustas (como a que legaliza o aborto), a quem obedecer, a DEUS ou ao homem? Obedecer a DEUS é sempre a melhor alternativa, mesmo que nos leve até a fornalha ardente. Hananias, Misael e Azarias não se intimidaram diante da afronta de Nabucodonosor, pois aqueles que confiam suas vidas a DEUS não tem medo da morte ou do que o homem possa fazer. Que tenhamos a mesma fé dos amigos de Daniel para enfrentar as tribulações desta vida.

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Questionário - A Providência Divina na Fidelidade Humana - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 4 - A Providência Divina Na Fidelidade Humana

Responda conforme a revista da CPAD do 4º Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

TEMA: A INTEGRIDADE MORAL E ESPIRITUAL - O LEGADO DO LIVRO DE DANIEL PARA A IGREJA HOJE.

Comentário: Pr. Elienai Cabral

Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas.

 

TEXTO ÁUREO

1- Complete:

Eis que o nosso _________________, a quem nós __________________, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua _________________, ó rei” (Dn 3.17).

 

VERDADE PRÁTICA

2- Complete:

Se formos ________________, a ________________ divina jamais ________________.

 

I. A TENTATIVA DE SE INSTITUIR UMA RELIGIÃO MUNDIAL

3- Embriagado pelo poder e pelo fulgor de sua própria glória, o rei caldeu chegou ao ápice da presunção, não se contentando em ser apenas “a cabeça de ouro” da grande estátua do seu “primeiro” sonho (Dn 2.36-45). O que fez ele?

(    ) Nabucodonosor perdeu o bom senso e construiu uma enorme estátua de ouro, prata, cobre e ferro.

(    ) Nabucodonosor perdeu o bom senso e construiu uma enorme estátua de ouro maciço.

(    ) Também ordenou que os representantes das nações, súditos seus, se ajoelhassem e adorassem a estátua que o representava.

(    ) A grande estátua de Nabucodonosor remete-nos a uma outra estátua que será erguida pelo último império mundial gentílico, profetizado como o reino do Anticristo que aparecerá no “tempo do fim”.

 

4- Quais as diferenças entre a estátua do capítulo dois e a do capítulo três de Daniel?

(    ) A estátua do capítulo dois era literal, construída por ordem do rei caldeu.

(    ) A estátua do capítulo dois era simbólica e apareceu no sonho de Nabucodonosor.

(    ) A estátua do capítulo três era literal, construída por ordem do rei caldeu.

(    ) A estátua erigida tinha a forma de um obelisco que revelava, segundo se supõe, a intenção vaidosa de Nabucodonosor em autodeificar-se.

 

5- Quais os objetivos de Nabucodonosor para a  inauguração da estátua de ouro?

(    ) Com o coração engrandecido, Nabucodonosor desejou ser adorado como deus.

(    ) Nabucodonosor desejava uma religião totalitária em que as pessoas obedecem pela lealdade.

(    ) Não lhe bastou a revelação de que o único DEUS verdadeiro triunfaria na história.

(    ) Ele preferiu exaltar a si mesmo e aos seus deuses.

(    ) O objetivo era escravizar todos os seus súditos e obrigá-los a servirem as divindades caldeias.

(    ) Ele queria uma religião totalitária em que as pessoas obedecem não pela lealdade, mas pela força bruta.

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A Providência Divina na Fidelidade Humana - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO ÁUREO = ”Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei”(Dn 3.1 7).
VERDADE PRATICA = Se formos fieis, a providencia divina jamais faltara
LETURA BÍBUCA = Daniel 3.1-7,14
INTRODUÇÃO
Em todos os tempos, os crentes fiéis têm mantido a decisão de não abrir mão de seu direito de fidelidade a Deus e de obediência a Ele em tudo, mesmo que esta posição irredutível custe-lhes a vida. Daniel nos legou o verdadeiro exemplo de fidelidade a Deus, e sua fidelidade obteve a aprovação e a conseqüente recompensa divina. Deus jamais deixa os seus servos desamparados (SI 9.10).
A TENTATIVA DE SE INSTITUIR UMA RELIGIÃO MUNIDAL
3: 1 - Freqüentemente consideramos as histórias da Bíblia como interessantes, porém não relevantes para nossa situação. Se pudermos imaginar que as personagens envolvidas foram pessoas como nós, com emoções e tentações semelhantes, somente então conseguiremos juntar força. Esta é uma história tão necessária em nossa geração porque a fé deles foi extremamente desafiada, contudo eles tinham uma coragem inabalável. Eles tinham seus valores corretos; eles sabiam para que estavam vivendo e pelo que morreriam. Sem esse tipo de visão não resistiremos à tentação.
O rei fez uma imagem de ouro e levantou-a na planície de Dura, que se acredita estar cerca de vinte quilômetros a sudoeste da Babilônia. Essa grande imagem mediria cerca de 2,70 x 27 metros. É incerto se a própria imagem era deste tamanho ou se estava colocada sobre um mastro dando as dimensões totais desta medida.
3:2-3 - Nabucodonosor reuniu todo o povo importante de seu reino para que viessem à consagração dessa imagem.
3:4-5 - Quem resistiria a sua ordem? O próprio Nabucodonosor era um poderoso monarca e um general tremendamente bem sucedido, que nunca tinha perdido uma batalha. Ele reinou durante quarenta anos sobre a Babilônia, e sua astúcia e sagacidade são brilhantemente registradas pela história.
Além disso, a importância dessa imagem foi mostrada pelo fato de ser feita de ouro (nada avarento quanto a esta honra ao seu deus). Agora ele buscava um reino unido para adorar este ídolo gigantesco, cada vez que se ouvisse o som da música.
A fornalha ardente, 3:6
Não somente a ordem do rei era irresistível em si, a ameaça de morte na fornalha ardente era intimidante. É, na verdade, duro argumentar com uma pessoa que pode nos por num fogo chamejante.
A pressão da multidão, 3:7
A pressão dos iguais é uma das maiores tentações. Se todos estão fazendo alguma coisa, poucas pessoas têm força para serem diferentes. A sociedade é um monstro. A !TI0da é cruelmente coercitiva. Ela ordena: “Faze o que os outros fazem” (vestir, beber, falar, etc.). E assim deve ter sido na Babilônia. Ao som da música as multidões se prostraram para adorar.
A fé deles é declarada, 3:8-15.
Certos caldeus levantaram acusação contra eles, 3.8-12.
3:8 - Os caldeus mantinham uma posição proeminente na sociedade babilônia; assim, quando acusaram os judeus isso foi feito, sem dúvida, para parecer um serviço patriótico quando, na verdade, era instigado pelo ciúme e pela inveja.
3:9-12 - Informaram o rei de que “certos judeus”, aos quais tinham sido dadas posições de importância no seu reino, não queriam curvar-se diante da imagem e que sua recusa em fazer isso tinha o efeito de desrespeitar o próprio rei e os seus deuses. Não nos é dito porque Daniel não foi acusado. Aparentemente, ele não estava com os outros, nesse tempo.
O rei se enraiveceu e não pôde acreditar, 3:13-15.
3: 13-14 - “É verdade?” o rei pergunta a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Pode ter sido inacreditável para o rei que alguém ousasse rejeitá-lo. Seguramente, ele pensou que estava mal informado; ninguém ousaria discutir a palavra do rei ou desobedecer sua ordem.
3: 15 - O rei mostra sua imparcialidade dando-lhes outra oportunidade para provarem sua lealdade. Além do mais, qual deus poderia livrá-los das mãos de Nabucodonosor?
Não precisamos responder-te, 3:16-18.
3: 16 - Estes judeus fiéis não precisavam de mais consideração ou discussão: - Não precisamos dar-te resposta a respeito disto. Em outras palavras, - Não temos que pensar mais sobre isso. Não nos curvaremos! Muitos poderiam ter raciocinado sobre sua situação e mudado de opinião. Eles poderiam ter argumentado: é inútil resistir; por que jogar fora oportunidades de subir de cargo? ídolo nada é apenas um símbolo de homenagem política; isto é somente uma vez, e não por muito tempo; poderia fazer melhor vivendo do que morrendo; ou morte numa fornalha ardente é pedir demais da minha fé. Clique aqui para ler o texto completo »

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A Providência Divina na Fidelidade Humana - AD Londrina

Aula ministrada pelo Professor Ailton Nantes para EBD da Asssembléia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 4 - 4T/2014

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