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2014

O Tempo da Profecia de Daniel - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO ÁUREO = ”Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição” ( 2 Ts 2: 3 ).
VERDADE PRÁTICA = O tempo do fim é a ocasião em que Deus fará com que o seu Reino triunfe sobre todos os poderes do mal.
LEITURA BIBLICA = Daniel 12: 1-7, 7-911-13
INTRODUÇÃO
O TEMPO DA PROFECIA
12: 1 - Durante o domínio romano haveria uma grande catástrofe, “qual nunca houve, desde que houve nação”. Jesus confirmou esta profecia quando ele falou sobre a destruição de Jerusalém em Mateus 24:21-22 e Marcos 13: 19-20. Os discípulos se livraram porque Jesus os tinha prevenido quanto aos sinais da destruição iminente. Ele até tinha ligado a destruição de Jerusalém com a profecia de Daniel (Mateus 24:15; Lucas 21:20-22).
Haverá um tempo de angústia (1). O reino do Anticristo está em toda parte nas Escrituras retratado como uma crise do mal. As palavras de Gabriel sucintamente o descrevem como um tempo “quando a rebelião dos ímpios tiver chegado ao máximo” (8.23, NVI). Um tema recorrente nas Escrituras é o ensino que um tempo de grande angústia será o clímax da era da rebeldia do homem contra Deus e conduzirá ao ponto culminante do Reino de Deus. Jeremias se refere ao “tempo da angústia para Jacó” (Jr 30.7). Jesus em seu discurso descreve esse tempo de angústia como “dias de vingança” (Lc 21.22) e “grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo […] nem tampouco haverá jamais” (Mt 24.21; Mc 13.19-20). A interpretação futurista considera uma boa parte do livro de Apocalipse um retrato desse período, especialmente os capítulos 6-19.
Mas a Grande Tribulação traz consigo muito mais do que o clímax do mal; ela introduz o triunfo de Deus. Um dos aspectos importantes que o livro de Daniel ensina é que os poderes do mundo celestial estão profundamente interessados e engajados nos afazeres dos homens na terra. E, naquele tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta pelos filhos do teu povo. Esse é o arcanjo convocado para socorrer o Ser glorioso em 10.13. Vemos o clímax dramático em Apocalipse 12.7-8: “E houve batalha no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão; e batalhavam o dragão e os seus anjos, mas não prevaleceram”.
Fica claro que o povo de Israel está envolvido no clímax da história. Seguidas vezes encontramos em Daniel as seguintes expressões: o teu povo ou os filhos do teu povo. Ao mesmo tempo é necessário guardar uma perspectiva. Deus tem uma preocupação com toda a humanidade. Os eventos que marcam o clímax das eras são cósmicos; seu impacto é internacional e mundial. A Palestina é, sem dúvida, um estágio da ação divina. Mas toda a terra e os céus constituem a cena da operação final de Deus nessa era. O ponto para o qual a história está se movendo é a culminação do Reino de Deus
12:2-3 - Isto não aponta necessariamente para a ressurreição final, mas antes a uma ressurreição espiritual. Ele diz que “muitos”, em vez de “todos,” se erguerão. No final da ressurreição, “todos” sairão dos túmulos (João 5:28-29). Além disso, quando isto é ligado com o versículo 10, os “muitos” que são purificados são contrastados com os ímpios que continuam a proceder impiamente. Daniel 12:2 é cumprido na ressurreição espiritual daqueles que aceitaram Cristo (João 5:25). Mas “alguns” que obedeceram voltaram à vergonha e desprezo eternos (Mateus 24: 12-13) enquanto “alguns” permaneceram fiéis à vida eterna.
E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão (2). Essa é a revelação mais clara da doutrina da ressurreição no Antigo Testamento. Ela nos lembra que é Cristo que “trouxe à luz a vida e a incorrupção” (2 Tm 1.10). Alguns intérpretes acreditam que a ressurreição mencionada aqui é uma ressurreição parcial relacionada somente aos judeus que morreram na tribulação. Calvino insiste em que esse estreitamento do escopo é injustificável. Para ele, esse texto ressalta o aspecto do mal e do bem, ou seja, alguns serão separados para a vida eterna e outros para vergonha e condenação eterna. Ele entende que a palavra muitos significa “os muitos” ou “todos” e que aqui se tem em mente a ressurreição geral.
Os sábios, pois, resplandecerão como o resplendor do firmamento […] como as estrelas, sempre e eternamente (3). Esses sábios são abençoados com a “sabedoria que vem do alto” (Tg 3.17). A palavra sábios (chappim), usada mais freqüentemente em Daniel (14 vezes), significa aqueles que possuem a sabedoria humana, ou seja, os magos. Nesse texto é usado hamaskkilim, palavra que vem da raiz sakal, que significa ser prudente, inteligente, ter entendimento, ensinar. Por isso, lemos na nota de rodapé da KJV: “aqueles que ensinam”. D. L. Moody disse: “Não são os grandes desse mundo que brilharão mais. Sabemos muito pouco a respeito de Nabucodonosor e outros reis, exceto pelo fato de preencherem a história desses humildes homens de Deus L .. ] Mas os homens de Deus resplandecem [ … ] Já passaram mais de 2.500 anos desde a época de Daniel, mas milhões de pessoas continuam lendo acerca da sua vida e ações. E assim será até o fim. Ele será mais conhecido e mais amado; ele resplandecerá mais à medida que o mundo envelhece.
RESSURREIÇÃO E VIDA ETERNA
12:4-6 - O livro seria selado e guardado para “os últimos dias.” Um dos dois anjos pergunta, “Quanto tempo levará até o fim destas maravilhas?” Oito vezes nestes capítulos “o fim” (referindo a um tempo indicado) é mencionado (11: 27,35,40; 12:4,6,8-9, 13). Será que isto se refere a: o fim do mundo; o fim do sistema judaico e economia; ou o fim de Roma, que marcou o fim dos reinos mundiais pagãos? Nada indica que o fim do mundo seja indicado, e o fato que o tempo na terra tem continuado centenas de anos depois que os quatro reinos mundiais passaram, prova que Daniel não tinha em vista o fim deste mundo. Há razões plausíveis para aceitar qualquer dos dois últimos pontos de vista.
a) Características dos últimos dias (12.4). A mensagem final do glorioso Mensageiro a Daniel foi: fecha estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo (4). Que as palavras foram fechadas e o livro está selado fica evidente pela imensa confusão que tem caracterizado a interpretação desse livro nesses mais de dois milênios. Adam Clarke escreve: “A profecia não será entendida até que seja cumprida. Então, a profundidade da sabedoria e da providência de Deus sobre essas questões será claramente percebida”.
Mas, fechar o livro não significa o fim das coisas. Haverá um tempo de intensa atividade na área de transporte, educação e comunicação. Então, esses acontecimentos do fim compelirão os sábios a procurar uma sabedoria mais profunda acerca da revelação deste livro. Dificilmente podemos evitar em identificar a breve descrição de Daniel com os nossos dias.
Muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará. O transporte de massas e a velocidade são marcas da nossa era. A mobilidade ininterrupta dos povos do mundo, a comunicação de massa quase instantânea, a demanda insistente e universal por educação pelas massas, são características dos nossos tempos.
Quanto tempo durará? (12.5). Enquanto Daniel estava parado à beira do rio (5, Tigre, ele recebeu uma mensagem final concernente aos mistérios que tinha visto. Completamente consciente, ele estava vendo além do véu da visão humana.
O mesmo Ser glorioso, vestido de linho (7), que havia aparecido no início dessa manifestação, estava presente para confortá-lo e dar entendimento. Young diz: “A descrição parece indicar que a Pessoa Majestosa aqui presente não é outro senão o próprio Senhor. A revelação, portanto, é uma teofania, uma aparição pré-encarnada do Filho Eterno”.

12:7 - O mensageiro vestido de linho identificou que seria “quando se acabar a destruição do poder do povo santo”. A referência a “tempo, dois tempos e metade de um tempo” também foi usada em Daniel 7:25 e parece claramente paralela ao período descrito em Apocalipse 12:4 (d. Apocalipse 11:4; 12:6; 11:2; 13:5). No Apocalipse tinha sido dado poder a Roma para perseguir o povo de Deus durante este período. Contudo, chegou a hora quando Roma caiu como império mundial, enquanto que o reino de Deus continuou. O povo de Deus pode ter sido espalhado e perseguido, mas não foi destruído. Clique aqui para ler o texto completo »

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O Tempo da Profecia de Daniel - Francisco A. Barbosa

TEXTO ÁUREO

“Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição” (2Ts 2.3). [homem do pecado: - “homem da injustiça” em alguns manuscritos. É chamado de anticristo nas cartas de João.]

VERDADE PRÁTICA

O tempo do fim é a ocasião em que Deus fará com que o seu Reino triunfe sobre todos os poderes do mal.

HINOS SUGERIDOS

2, 334, 432.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Mc 13.22
Os falsos cristos e profetas

Terça - 2Ts 2.3,4
“O homem da iniquidade”

Quarta - Ap 13.1-18
A falsa trindade

Quinta - Dn 9.24-27
A Grande Tribulação

Sexta - Dn 9.27; 12.7
O controle do tempo do fim está com Deus

Sábado - 1Ts 4.16-18
O Arrebatamento da Igreja será antes da Tribulação

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Daniel 12.1-4,7-9,11-13.1 - E, naquele tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta pelos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, livrar-se-á o teu povo, todo aquele que se achar escrito no livro.2 - E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para vergonha e desprezo eterno.3 - Os sábios, pois, resplandecerão como o resplendor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas, sempre e eternamente.4 - E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará.7 - E ouvi o homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio, quando levantou a sua mão direita e a sua mão esquerda ao céu e jurou, por aquele que vive eternamente, que depois de um tempo, de tempos e metade de um tempo, e quando tiverem acabado de destruir o poder do povo santo, todas essas coisas serão cumpridas.8 - Eu, pois, ouvi, mas não entendi; por isso, eu disse: Senhor meu, qual será o fim dessas coisas?9 - E ele disse: Vai, Daniel, porque estas palavras estão fechadas e seladas até ao tempo do fim.11 - E, desde o tempo em que o contínuo sacrifício for tirado e posta a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias.12 - Bem-aventurado o que espera e chega até mil trezentos e trinta e cinco dias.13 - Tu, porém, vai até ao fim; porque repousarás e estarás na tua sorte, no fim dos dias.

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Compreender o tempo do cumprimento da profecia entregue a Daniel.
  • Explicar a doutrina da ressurreição do corpo na Bíblia.
  • Reconhecer a nossa limitação e finitude como seres humanos.

PALAVRA CHAVE

Ressurreição: Ato ou efeito de ressurgir ou ressuscitar; retorno da morte à vida.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Chegamos ao fim de mais um trimestre e bem como ao de mais um ano. Os meus votos são de que ao longo deste trimestre você tenha crescido no conhecimento e na graça de nosso Senhor! Que a esperança da iminente volta de Jesus possa inflamar o seu coração! Na lição desta semana estudaremos o capítulo 12 do livro de Daniel. Nele, não encontramos nenhum aspecto profético em relação às histórias das nações, como encontramos até o capítulo 11.35, excetuando Daniel 9.27. Mas veremos os seguintes temas mencionados no último capítulo de Daniel: O tempo da profecia, a ressurreição dos mortos, a recompensa dos justos e o castigo eterno dos ímpios. Bons estudos! [Comentário:Chegamos ao fim do último trimestre de 2014. Tivemos uma revista difícil, mas cativante. Hoje, estamos no capítulo 12, uma seqüência cronológica do capítulo 11, O anjo ainda está revelando a Daniel uma brilhante descrição do tempo do fim. Segundo a interpretação dispensacionalista, os últimos três anos e meio da septuagésima semana de Daniel (Mt 24.21-28). Daniel profetiza um tempo de angústia para Israel em cumprimento a Jr 30.7 (Ap 6.17), todavia o propósito de Deus é livrar os que pertencem ao seu povo, cujos nomes estão escritos “no livro” (Fp 4.3; Ap 3.5; 21.27). Esses colocaram sua fé, em definitivo, em Jesus como seu Messias, Salvador e Senhor. Como escreve o Rev. Hernandes Dias Lopes, “Deus levanta a ponta do véu e revela o fim da história com nuanças gloriosas“.]Convido você para mergulharmos mais fundo nas Escrituras!
I. O TEMPO DA PROFECIA (Dn 12.1)
1. Qual é o tempo? (v.1). A expressão “naquele tempo” se refere ao período da Grande Tribulação. Quando o Anticristo liderará o mundo política e belicamente. Será um período de brutal e sangrenta perseguição contra os judeus e tantos quantos estiverem a favor de Israel (Dn 11.35,40). Em suas terras, o povo judeu sofreu muitas invasões de inimigos. Porém, nem as piores incursões contra Israel, como as da Babilônia e os horrores do holocausto nos dias de Hitler (1939-1945), podem se comparar com o “tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo” (v.1). A proporção deste conflito ultrapassará qualquer outro momento da história da civilização (Mt 24.21,22; cf. Jr 30.5-7). [Comentário: Haverá um tempo de angústia (1). O reino do Anticristo está em toda parte nas Escrituras retratado como uma crise do mal. As palavras de Gabriel sucintamente o descrevem como um tempo “quando a rebelião dos ímpios tiver chegado ao máximo” (8.23, NVI). Um tema recorrente nas Escrituras é o ensino que um tempo de grande angústia será o clímax da era da rebeldia do homem contra Deus e conduzirá ao ponto culminante do Reino de DEUS. Jeremias se refere ao “tempo da angústia para Jacó” (Jr 30.7). Jesus em seu discurso descreve esse tempo de angústia como “dias de vingança” (Lc 21.22) e “grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo […] nem tampouco haverá jamais” (Mt 24.21; Mc 13.19-20). A interpretação futurista considera uma boa parte do livro de Apocalipse um retrato desse período, especialmente os capítulos 6-19. Roy E. Swim. Comentário Bíblico Beacon. Daniel. Editora CPAD. Vol. 4. pag. 543.]
2. A libertação de Israel. No livro de Daniel, o arcanjo Miguel, príncipe de Deus, entrou em batalha contra as forças do mal a fim de que o anjo Gabriel levasse a mensagem ao profeta. Miguel é o guardião de Israel contra as potestades satânicas, identificadas como “reis e príncipes da Pérsia e da Grécia”. Estes criavam obstáculos aos desígnios divinos. No capítulo doze, para proteger o povo de Deus, Miguel entrou mais uma vez em batalha contra as forças opositoras de Satanás. Aqui, há uma relação escatológica com a passagem de Apocalipse 12.7-9, isto é, a batalha de Miguel com o Dragão e os seus anjos. Segundo a visão do apóstolo João, no meio desta batalha havia uma mulher vestida com o sol, a lua sob os pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça (Ap 12.1). Esta visão não é a respeito da Igreja, mas de Israel, que receberá de Deus uma intervenção através do arcanjo Miguel (Ap 12.7,8). [Comentário: Mas a Grande Tribulação traz consigo muito mais do que o clímax do mal; ela introduz o triunfo de Deus. Um dos aspectos importantes que o livro de Daniel ensina é que os poderes do mundo celestial estão profundamente interessados e engajados nos afazeres dos homens na terra. E, naquele tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta pelos filhos do teu povo. Esse é o arcanjo de 10.13. Vemos o clímax dramático em Apocalipse 12.7-8: “E houve batalha no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão; e batalhavam o dragão e os seus anjos, mas não prevaleceram”. Fica claro que o povo de Israel está envolvido no clímax da história. Seguidas vezes encontramos em Daniel as seguintes expressões: o teu povo ou os filhos do teu povo. Ao mesmo tempo é necessário guardar uma perspectiva. Deus tem uma preocupação com toda a humanidade. Os eventos que marcam o clímax das eras são cósmicos; seu impacto é internacional e mundial. A Palestina é, sem dúvida, um estágio da ação divina. Mas toda a terra e os céus constituem a cena da operação final de Deus nessa era. O ponto para o qual a história está se movendo é a culminação do Reino de Deus. Roy E. Swim. Comentário Bíblico Beacon. Daniel. Editora CPAD. Vol. 4. pag. 543.]
3. Os anjos no mundo hoje. O mundo espiritual é real e muitas vezes não o percebemos. Os anjos são espíritos ministradores em favor não só da nação de Israel, mas especialmente da Igreja de Cristo. Eles não recebem adoração de homens e nem podem interferir na vida espiritual dos filhos de Deus sem a expressa ordem do Pai. Portanto, não sejamos meninos nem infantis neste assunto (Cl 2.18; Gl 1.8). Os anjos de Deus terão uma participação especial antes e após o arrebatamento da Igreja e nas circunstâncias que envolverão Israel e o resto do mundo na Grande Tribulação (1Ts 4.13-17; Ap 12.1-9). [Comentário: O teólogo Americano, fundador do Seminário Teológico de Dallas, Lewis Sperry Chafer, escreve em sua obra Teologia Sistemática (Editora Hagnos): O serviço fiel dos anjos para a raça humana não pode ser explicado com base no próprio amor deles pela humanidade. Eles estão interessados naquilo que diz respeito ao Deus deles. Ele deu o seu Filho para morrer por uma raça perdida de homens, eles o seguem tanto quanto possível e ao menos prestam um serviço imediato, por amor dEle, onde lhes é designado. Não é imaginação, mas realidade, que os anjos são servos dos homens em milhares de maneiras. Nenhuma verdade é mais estabelecida na Escritura do que aquela que é afirmada em Hebreus 1.14: “Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor dos que hão de herdar a salvação?” Com respeito aos ministérios específicos dos anjos na terra e em favor da raça humana - especialmente os santos - os detalhes formam um campo muito extenso de investigação que não pode ser empreendido aqui. Embora os anjos estivessem presentes na criação, nenhuma referência é feita aos ministérios deles na terra até o tempo de Abraão. Na companhia do Senhor, eles visitaram o patriarca nos carvalhais de Manre (Gn 18.1,2), e dali partiram para libertar Ló. Os anjos apareceram a Jacó e eram familiares a Moisés. Está escrito que a Lei “foi promulgada por meio de anjos” (Gl 3.19), e foi administrada por “ministério de anjos” (At 7.53). O cuidado que eles têm pelo povo eleito de Deus é afirmado em ambos os testamentos. No Salmo 91.11,12 está escrito: “Porque a seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos. Eles te susterão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra”; e em Hebreus 1.14: “Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor dos que hão de herdar a salvação?” È um anjo que permanece com os três homens na fornalha de fogo (Dn 3.25), e com Daniel na cova dos leões (Dn 6.22). Em seu segundo advento, “mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles ajuntarão do seu reino todos os que servem de tropeço, e os que praticam a iniquidade, e lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes” (Mt 13.41,42; cf. v. 30). Também é dito que Cristo “enviará os seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus” (Mt 24.31). A presença dos anjos nas cenas do segundo advento é enfatizada geralmente. Está escrito: “Porque o Filho do homem há de vir na glória do seu Pai, com os seus anjos; e então retribuirá a cada um segundo as suas obras” (Mt 16.27). “E digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens, também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus; mas quem me negar diante dos homens, será negado diante dos anjos de Deus” (Lc 12.8, 9). A estes deve ser acrescentado Judas 14, contexto a que as palavras milhares de santos são melhor traduzidas como santas miríades, e podem se referir a anjos. Lewis Sperry Chafer. Teologia Sistemática. Editora Hagnos. Vol I-II. pag. 444-445.]
SINOPSE DO TÓPICO (1)

O capítulo doze de Daniel mostra dois mundos: o material (libertação de Israel) e o espiritual (atuação dos anjos). Deus intervindo na criação.
II. RESSURREIÇÃO E VIDA ETERNA (Dn 12.2-4)
1. Ressurreição. Quando lemos o Antigo Testamento temos a impressão de não vermos a doutrina da ressurreição dos mortos com clareza, principalmente nos livros da Lei, o Pentateuco. Entretanto, aqui, Daniel não nos deixa dúvidas quanto à veracidade desta gloriosa doutrina: “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para vergonha e desprezo eterno” (v.2). [Comentário: A Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal (Editora CPAD) traz o seguinte comentário: “Esta é uma clara referência à ressurreição dos justos e dos ímpios, embora o destino eterno de cada grupo seja bem diferente. Até esta época, não era comum ensinar sobre a ressurreição, apesar de todos os israelitas crerem que um dia seriam incluídos na restauração do novo Reino. Esta referência à ressurreição física dos salvos e dos perdidos foi uma renúncia severa da crença comum (ver também Jó 19.25,26; Si 16.10; e Is 26.19 para outras referências sobre a ressurreição no AT)“. Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Editora CPAD. pag. 1112. O teólogo e filósofo Americano Russell Norman Champlin em sua obra Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia (Editora Hagnos), escreve o seguinte: As declarações que têm sido extraídas do Pentateuco, apesar de darem a entender um «após-vida», são extremamente duvidosas como evidências da crença na ressurreição, dentro dos livros de Moisés. O trecho de Êx 3.6,16 é usado pelo Senhor Jesus, nas citações, a fim de provar o fato de que os antigos patriarcas continuavam vivendo, mas isso, por si mesmo, dificilmente poderia servir de prova da ressurreição no livro de Êxodo, ainda que possa mostrar que o judaísmo posterior veio a encarar tais passagens desse modo. Sabemos, de fato, que assim aconteceu (Mc 12.18). O rabino Simai argumenta em prol da ressurreição com base em Êx 6.3,4 (a promessa de que a Terra Prometida seria dada aos patriarcas), mas isso provavelmente foi compreendido pelos próprios patriarcas como uma promessa referente aos seus descendentes. A exclamação de Jacó: «A tua salvação espero, ó Senhor! (Gn 49.18), bem como O desejo expresso por Balaão: «Que eu morra a morte dos justos, e o meu fim seja como o dele» (Nm 23.10), apesar de indicarem alguma crença no «após-vida», dificilmente podem ser considerados como uma afirmação da ressurreição naquele período tão remoto. Naturalmente, a famosa passagem da ressurreição, em Jó 19.23-27, é uma declaração expressa dessa crença; e o livro de Jó é o mais antigo volume da coletânea do Velho Testamento. Porém, essa doutrina não se tomou tradicional na fé judaica senão depois que já estava escrito o Pentateuco. Pela época em que foi registrada a história dos reis (I e II Reis), essa doutrina já deveria estar bem estabelecida em Israel, porquanto os Salmos certamente contêm tal pensamento (Sl 17.15), e a literatura daquele período registra várias ressurreições contemporâneas (1Rs 17.17,24; 2Rs 4.18-37; 13.20-25). Nos livros proféticos, a passagem de Is 26.16-19 provavelmente é a passagem isolada mais importante de todo o Antigo Testamento, acerca da ressurreição. A passagem de Ez 37.1-14, apesar de provavelmente ter por - referência primária - a restauração da nação de Israel, igualmente ensina a doutrina da ressurreição, No trecho de Dn 12.2 essa doutrina se faz perfeitamente clara. A igreja cristã primitiva se utiliza dos trechos de Jr 18.3-6 e Sl 88.10 como textos de prova da doutrina da ressurreição (Sl 16.9 mui provavelmente prediz especificamente a ressurreição de Cristo). E o trecho de Os 6.2 é outra profecia acerca da ressurreição de Cristo, ao passo que Os 13.14 fala sobre a ressurreição em geral. A crença na ressurreição foi-se tornando cada vez mais comum após os exílios, sobretudo no período dos Macabeus. E, pelo tempo em que nasceu Jesus Cristo, era uma crença praticamente universal na Palestina e no judaísmo em geral. Os fariseus eram os grandes defensores dessa doutrina, e a isso haviam acrescentado a crença na sobrevivência da alma, nos anjos, nos espíritos e na existência de um mundo sobrenatural. A grande exceção no judaísmo era a tradição dos saduceus. Os saduceus se ufanavam de sua “pureza doutrinária», rejeitando aquilo que reputavam meros mitos. Esses consideravam o Pentateuco como seu «cânon» das Escrituras. Por essa mesma razão rejeitavam eles a ressurreição, a sobrevivência da alma, a existência dos espíritos, etc., porquanto essas doutrinas não são claramente ensinadas no Pentateuco, apesar de haver ali alguns indícios das mesmas (Josefo, Antiq, 18.1.4, onde vemos que os saduceus chegavam até a negar a imortalidade da alma, quanto mais a realidade da ressurreição).CHAMPLIN, Russell Norman, Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia. Vol. 1. Editora Hagnos. pag. 675-676.] Clique aqui para ler o texto completo »

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O Tempo da Profecia de Daniel - Pr. Adilson Guilhermel

Texto Áureo: 2 Tessalonissenses 2.3 Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição.
Leitura Bíblica em Classe: Daniel 12.1-4,7-9,11-13

O TEMPO DA PROFECIA DE DANIEL SE CUMPRIU, ESTÁ SE CUMPRINDO E SE CUMPRIRÁ

Introdução: Através desse estudo no livro de Daniel, está mais do que esclarecido que as visões, sonhos e revelações dadas a esse profeta, não se prendiam apenas a sua época, isto porque houve revelações para o seu tempo, para os nossos tempos e para tempos que hão de vir. É importante sabermos que todas as revelações que já se cumpriram e estão em cumprimento, aconteceram e acontecem exatamente como o profeta recebeu e deixou registrado nas Escrituras Sagradas; isso reforça a tese sobre as que faltam a se cumprir, que sem sombra de dúvida acontecerão exatamente como foi registrado. Como estas revelações têm sido precisas no seu cumprimento, é necessário que a Igreja sempre venha a ser doutrinada sobre esse tema, pois são temas que envolvem a eternidade da alma tanto para o céu, como para o inferno. 
1 - MIGUEL SERÁ O GUARDIÃO DE ISRAEL QUANDO NOS MEADOS DA TRIBULAÇÃO O ANTICRISTO SE REVELAR - Daniel 12.1 E NAQUELE tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro.
*O evangelho será pregado na tribulação e quem se converter terá seu nome no livro da vida - E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo. Apocalipse 20:15
Esta revelação descreve os meados da grande tribulação com a expressão “tempo do fim”. Esse será o tempo em que o anticristo romperá a sua aliança com Israel, profanando o templo e revelando-se como ditador do mundo, e mais ainda, como deus. Exatamente nesse período haverá batalha no céu espaciais sendo os protagonistas dessa batalha o arcanjo Miguel e Satanás chamado de o grande dragão. (E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos; Apocalipse 12:7). Nessa batalha o arcanjo Miguel vencerá Satanás e o lançará por terra e na fúria dessa derrota ele investirá furiosamente contra Israel (E, quando o dragão viu que fora lançado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho homem. Apocalipse 12:13). Para esses perseguidos por Satanás, Deus providenciou um lugar de refúgio onde eles permanecerão por toda segunda metade da tribulação, e só sairão quando Cristo voltar a terra para derrotar todos esses seres malignos. Porém nem todo Israel ficará abrigado nesse período e isso permitirá que Satanás continue perseguindo os restantes do povo de Israel (E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo. Apocalipse 12:17). Nesse período as almas que aceitarem Cristo pela pregação do evangelho do reino serão salvos e terão os seus nomes escritos no livro da vida. Assim ganharão o direito de estarem habitando no reino milenar governado por Cristo. Miguel nesse período estará em plena atividade dando cobertura aos perseguidos por Satanás.

2 - O CORPO DOS QUE FORAM E DOS QUE VÃO SERÃO GLORIFICADOS, QUEM NÃO FOR VAI PARA O INFERNO - Daniel 12.2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.
*Os portais celestiais se abrirão para a noiva prudente, já para a noiva néscia ele será fechado - E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta. Mateus 25:10
Esta revelação envolve duas situações em relação à transformação dos corpos chamada de ressurreição. Quando Jesus voltar nos ares para buscar a sua Igreja, os mortos que já partiram salvos voltarão com Ele e serão ressuscitados, ou seja, trata-se do corpo carnal que um dia morreu e foi sepultado. Esse corpo de alguma forma sobrenatural se unirá ao espírito que havia subido para a glória e se transformará em um corpo glorificado. Isso tudo acontece num abrir e piscar de olhos. Quanto aos vivos salvos, esses não conhecerão a morte, pois no momento do arrebatamento os corpos vivos serão transformados se tornando em corpos glorificados. Quando Jesus voltar a terra no final da tribulação junto com a sua Igreja, os salvos e mártires da grande tribulação serão ressuscitados para entrar no reino. Contudo, aqueles que morreram sem Cristo na grande tribulação só serão ressuscitados para o julgamento do grande trono branco, onde serão julgados e condenados para toda eternidade. (E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras. Apocalipse 20:13). Cabe a Igreja dar mais atenção a essas revelações e estar atenta e prudente para esse momento, pois quando os portais eternos se fecharem, não haverá mais oportunidade de salvação. Jesus deixou bem claro sobre essa situação na parábola das dez virgens. Cinco foram salvas para a eternidade com Cristo e cinco ficaram para a eternidade com o Diabo, e Ele estava falando de crentes prudentes e crentes néscios. 
3 - QUEM É SÁBIO PARA PARA BENEFICIAR E INSTRUIR ALMAS TEM GLÓRIA RESERVADA NO CÉU - Daniel 12.3 Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça, como as estrelas sempre e eternamente.
*Quanto mais fizermos em benefício das almas, maior será a glória e o galardão que Cristo dará - Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus. Lucas 6:35
As nossas recompensas na eternidade após o arrebatamento da Igreja dependerá da maneira como vivemos e servimos no reino de Deus. Isso é que irá determinar as recompensas quando as nossas obras forem julgadas no Tribunal de Cristo. As maiores recompensas estão reservadas para todos os ganhadores de almas para o reino de Deus e essas recompensas são graus de glorificação, ou seja, será como patentes adquiridas por bons serviços prestados como é no militarismo. Quem não vive das fantasias dos que acham que a Igreja vai ficar no céu celestial passeando em ruas de ouro e habitando em mansões, sabe que a realidade é outra completamente fora dessas ilusões. A igreja estará reinando com Cristo aqui nesta terra em corpos glorificados durante o período milenar e durante esse reino na terra, compartilharemos do trabalho que Ele tem para nós, de acordo com o modo como vivemos para Ele e o servimos aqui nessa terra. Os que sofrem a serviço de Cristo serão os mais recompensados ao participar do seu reino milenar e da sua glória.
4 - A PROFECIA É CONHECIDA NO CUMPRIMENTO, ISRAEL NA TRIBULAÇÃO CORRERÁ PARA CONHECER - Daniel 12.4 E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento se multiplicará.
*O conhecimento dessa profecia tem se multiplicado na Igreja que busca e deseja a vinda de Cristo - Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém. 2 Pedro 3:18 Clique aqui para ler o texto completo »

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O Tempo da Profecia de Daniel - Ev. Luiz Henrique

Lição 13 - O Tempo da Profecia De Daniel

Lições Bíblicas - 4º Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: A Integridade Moral e Espiritual - O Legado Do Livro De Daniel Para A Igreja Hoje.

Comentários: Pr. Elienai Cabral
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

Questionário

NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

veja

LIÇÃO 12, ZACARIAS, O REINADO MESSIÂNICO - 4º Trimestre de 2012 -  http://www.youtube.com/playlist?list=PL9TsOz8buX1_ZiGvlR4p5ETqRtT6ABKj2

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv-2trim2012.htm (Arrebatamento, Governo do Anticristo, Milênio, Formosa Jerusalém, Juízo Final)

VÍDEOS - 2º Trimestre de 2012 -

Lição 1, Apocalipse, a revelação de Jesus Cristo,

Lição 2, A visão do Cristo Glorificado,

Lição 10, O governo do Anticristo,

Lição 11, O Evangelho do Reino no império do mal,

Lição 12, O Juízo Final,

Lição 13, A formosa Jerusalém

 

TEXTO ÁUREO

“Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição” (2 Ts 2.3).

 

VERDADE PRÁTICA

O tempo do fim é a ocasião em que DEUS fará com que o seu Reino triunfe sobre todos os poderes do mal.

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Mc 13.22 Os falsos cristos e profetas

Terça  - 2 Ts 2.3,4 “O homem da iniquidade”

Quarta - Ap 13.1-18 A falsa trindade

Quinta - Dn 9.24-27 A Grande Tribulação

Sexta - Dn 9.27; 12.7 O controle do tempo do fim está com DEUS

Sábado - 1 Ts 4.16-18 O Arrebatamento da Igreja será antes da Tribulação

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE- Daniel 12.1-4,7-9,11-13

Daniel 12.1-4

1 E, naquele tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta pelos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, livrar-se-á o teu povo, todo aquele que se achar escrito no livro. 2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno. 3 Os entendidos, pois, resplandecerão como o resplendor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas, sempre e eternamente. 4 E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará.

Daniel 12.7-9

7 E ouvi o homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio, quando levantou a sua mão direita e a sua mão esquerda ao céu e jurou, por aquele que vive eternamente, que depois de um tempo, de tempos e metade de um tempo, e quando tiverem acabado de destruir o poder do povo santo, todas essas coisas serão cumpridas. 8 Eu, pois, ouvi, mas não entendi; por isso, eu disse: Senhor meu, qual será o fim dessas coisas? 9 E ele disse: Vai, Daniel, porque estas palavras estão fechadas e seladas até ao tempo do fim.

Daniel 12.11-13

11 E, desde o tempo em que o contínuo sacrifício for tirado e posta a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias. 12 Bem-aventurado o que espera e chega até mil trezentos e trinta e cinco dias. 13 Tu, porém, vai até ao fim; porque repousarás e estarás na tua sorte, no fim dos dias.

 

INTERAÇÃO

“Ressurreição dos mortos”, “castigo eterno dos ímpios”, “estado eterno de justiça”, você crê nestas promessas? A pergunta faz sentido quando temos a consciência de estarmos vivendo um período materialista e consumista. Uma das maiores dificuldades dos discípulos de JESUS foi a de entender que o Reino de DEUS não era deste mundo. Não por acaso, quando JESUS partiu para ser crucificado seus discípulos o abandonaram. Eles não suportaram a decepção de ver o representante “do reino de Israel” morrer sem estabelecê-lo na Terra. Que risco não entender a mensagem de JESUS! Os discípulos só a compreenderiam depois de caminhar três anos com Ele e após a Sua ressurreição.

 

OBJETIVOS- Após a aula, o aluno deverá estar apto a:

Compreender o tempo do cumprimento da profecia entregue a Daniel.

Explicar a doutrina da ressurreição do corpo na Bíblia.

Reconhecer a nossa limitação e finitude como seres humanos.

 

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

A doutrina da ressurreição de JESUS e do corpo é o fundamento da fé cristã e da esperança da Igreja. Ao iniciar o segundo tópico da aula, leia os seguintes textos bíblicos: Jó 19.25-27; Sl 16.9,10; 17.15; Dn 12.1-3; Mt 22.23-32; Jo 6.39,40,44 e 54; At 17.18; 24.15; 1 Co 15.17,22; 2 Tm 2.18. Destaque alguns deles juntamente com os seus alunos. Em seguida, reconheça que muitos crentes têm dificuldades de entender a ideia da ressurreição do corpo no Antigo Testamento. Mas, por intermédio dos textos destacados, afirme que tanto no Antigo quanto em o Novo Testamento, a Bíblia confirma a realidade da ressurreição do nosso corpo. E a prova disso é a de que JESUS ressuscitou dentre os mortos. Esta é a nossa esperança!

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Questionário - O Tempo da Profecia de Daniel - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 13 - O Tempo da Profecia De Daniel

Responda conforme a revista da CPAD do 4º Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

TEMA: A INTEGRIDADE MORAL E ESPIRITUAL - O LEGADO DO LIVRO DE DANIEL PARA A IGREJA HOJE.

Comentário: Pr. Elienai Cabral

Complete os espaços vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas.

 

TEXTO ÁUREO

1- Complete:

“Ninguém, de maneira alguma, vos _________________________, porque não será assim sem que antes venha a _________________________ e se manifeste o homem do ___________________________, o filho da __________________________” (2 Ts 2.3).

 

VERDADE PRÁTICA

2- Complete:

O tempo do _________________________ é a ocasião em que DEUS fará com que o seu Reino __________________________ sobre todos os poderes do __________________________.

 

I. - O TEMPO DA PROFECIA (12.1)

3- A que se refere a expressão “naquele tempo” e como será esse período?

(    ) Se refere ao período da Grande Tribulação.

(    ) Se refere ao período do Milênio.

(    ) O Anticristo liderará o mundo política e belicamente.

(    ) Será um período de brutal e sangrenta perseguição contra os judeus e tantos quantos estiverem a favor de Israel (Dn 11.35,40).

(    ) Em suas terras, o povo judeu sofreu muitas invasões de inimigos. Porém, nem as piores incursões contra Israel, como as da Babilônia e os horrores do holocausto nos dias de Hitler (1939-1945), podem se comparar com o “tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo” (v.1).

(    ) A proporção deste conflito ultrapassará qualquer outro momento da história da civilização (Mt 24.21,22; cf. Jr 30.5-7).

 

4- Quem é e o que tem a ver o arcanjo Miguel com a libertação de Israel?

(    ) No livro de Daniel, o arcanjo Miguel, príncipe de DEUS, entrou em batalha contra as forças do mal a fim de que o anjo Gabriel levasse a mensagem ao profeta.

(    ) Miguel é o guardião do mundo contra as potestades satânicas, identificadas como “reis e príncipes das regiões celestes”. Estes criavam obstáculos aos desígnios divinos.

(    ) Miguel é o guardião de Israel contra as potestades satânicas, identificadas como “reis e príncipes da Pérsia e da Grécia”. Estes criavam obstáculos aos desígnios divinos.

(    ) No capítulo doze, para proteger o povo de DEUS, Miguel entrou mais uma vez em batalha contra as forças opositoras de Satanás.

(    ) Aqui, há uma relação escatológica com a passagem de Apocalipse 12.7-9, isto é, a batalha de Miguel com o Dragão e os seus anjos.

(    ) Segundo a visão do apóstolo João, no meio desta batalha havia uma mulher vestida com o sol, a lua sob os pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça (Ap 12.1). Esta visão não é a respeito da Igreja, mas de Israel, que receberá de DEUS uma intervenção através do arcanjo Miguel (Ap 12.7,8).

 

5- Como são os anjos no mundo hoje?

(    ) O mundo espiritual é real e muitas vezes não o percebemos.

(    ) Os anjos são ministros em favor de todos os seres humanos.

(    ) Os anjos são espíritos ministradores em favor não só da nação de Israel, mas especialmente da Igreja de CRISTO.

(    ) Eles não recebem adoração de homens e nem podem interferir na vida espiritual dos filhos de DEUS sem a expressa ordem do Pai.

(    ) Não sejamos meninos nem infantis neste assunto (Cl 2.18; Gl 1.8).

(    ) Os anjos de DEUS terão uma participação especial antes e após o arrebatamento da Igreja e nas circunstâncias que envolverão Israel e o resto do mundo na Grande Tribulação (1 Ts 4.13-17; Ap 12.1-9).

 

II. - RESSURREIÇÃO E VIDA ETERNA (Dn 12.2-4)

6- Vemos a doutrina das duas Ressurreições na bíblia (AT)?

(    ) Não. Apenas ideias a respeito.

(    ) Quando lemos o Antigo Testamento temos a impressão de não vermos a doutrina da ressurreição dos mortos com clareza, principalmente nos livros da Lei, o Pentateuco.

(    ) Entretanto, aqui, Daniel não nos deixa dúvidas quanto à veracidade desta gloriosa doutrina: “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para vergonha e desprezo eterno” (v.2).

 

7- Como serão as duas ressurreições?

(    ) O texto de Daniel, versículo 1, nos informa um livro onde constam os nomes dos santos a ressuscitar para a vida eterna e dos ímpios para a vergonha e o desprezo eterno.

(    ) O versículo 2 não se refere a uma ressurreição geral, isto é, de todos os que já dormem.

(    ) O versículo 2 se refere a uma ressurreição geral, isto é, de todos os que já dormem.

(    ) O texto diz apenas “muitos dos que dormem”. Esta expressão pode se referir aos “mártires da grande tribulação que ressuscitarão” (Ap 7.14,15).

(    ) O texto sugere também o advento das duas ressurreições conforme vemos no Apocalipse (20.12,13).

(    ) A primeira ressurreição refere-se aos justos e a segunda, após o Milênio, aos ímpios (Jo 5.29; Mt 25.46; cf. Dn 12.2; Jo 5.28,29; 1 Co 15.51,52).

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TV EBD - O Tempo da Profecia de Daniel - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 13 - O Tempo da Profecia de Daniel. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 6 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 13 - 4T/2014

2ª Parte - Lição 13 - 4T/2014

3ª Parte - Lição 13 - 4T/2014

4ª Parte - Lição 13 - 4T/2014

5ª Parte - Lição 13 - 4T/2014

6ª Parte - Lição 13 - 4T/2014

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O Tempo da Profecia de Daniel - Rede Brasil de Comunicação

Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Recife / PE

Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais

Pastor Presidente: Aílton José Alves

Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524

LIÇÃO 13 - O TEMPO DA PROFECIA DE DANIEL - 4º TRIMESTRE 2014

(Dn 12.1-4; 7-9,11-13)

INTRODUÇÃO

Em Daniel, capítulos 10-12, o profeta recebe a revelação dos últimos acontecimentos com a nação de Israel. A nação escolhida fará um acordo de paz por sete anos com o Anticristo - o chifre pequeno (Dn 7.8). Na metade do tempo proposto, o Anticristo desencadeará uma grande perseguição contra o povo judeu. Todavia, Deus protegerá os fiéis. Nesta lição destacaremos o cuidado divino com o Israel fiel durante esse período turbulento; veremos informações sobre a Grande Tribulação; e, ainda pontuaremos como se dará a conversão dos judeus durante a angústia de Jacó.

I - O CUIDADO DIVINO COM ISRAEL DURANTE A GRANDE TRIBULAÇÃO

“As profecias de Daniel até 11.35 podem ser com relativa facilidade relacionadas a acontecimentos da história antiga, os quais lhes deram cumprimento, mas, a partir daí até o final do capítulo 12, não encontramos qualquer correspondência com a história passada, pois dizem respeito a eventos que ainda estão porvir” (GILBERTO, 2010, p. 62 - acréscimo nosso). O capítulo 12 do livro de Daniel inicia mostrando que Deus dará proteção ao remanescente judeu:

1.1 Proteção espiritual (Dn 12.1). Deus protegerá o seu povo remanescente através do arcanjo Miguel no período sombrio da Grande Tribulação. “Este ser angelical é citado nas Escrituras como um anjo guerreiro; seu nome significa: “Quem é semelhante a Deus?”. Ele é sempre citado em conexão com a guerra (Dn 10.13,21; 12.1; Ap 12.7). Em Dn 10.13,21, ele é apontado como o anjo guardião da nação de Israel (Dn 12.1). Miguel é o chefe, o comandante, o capitão dos exércitos celestes, em oposição as hostes espirituais das trevas. A expressão o “Arcanjo” designa algum altíssimo poder angelical, dotado de autoridade sobre larga área, celestial ou terrena; “arcanjo” ou “arca”, como já ficou demonstrado, sugere um “anjo comandante”, principal e poderoso” (SILVA, 1986, p. 195 - grifo nosso). “Miguel não só aparece num momento especifico, mas há um tempo em que ele será ativo, um período que coincidirá com a época do Anticristo (Dn 11.45). Miguel também se levantará quando o Anticristo começar sua carreira (Dn 11.36), ou, mais provavelmente, no meio da carreira do Anticristo, quando ele volta sua atenção para a terra gloriosa (Dn 11.41). Ele está pronto para lutar, pois é um momento crítico para Israel. O agente de Satanás, o Anticristo, está prestes a desatar o mais horrendo genocídio jamais experimentado na história da humanidade” (TOKUNBOH, 2010, p. 1038 - grifo nosso).

1.2 Proteção física (Dn 11.41). Tanto o profeta Daniel como João o escritor do livro do Apocalipse nos mostram que, durante o tempo da Grande Tribulação haverá uma área demarcada por Deus, diante da face do destruidor, que ele não terá acesso. Esta área servirá de “refúgio” para o seu povo: o remanescente. “Tanto no Antigo como no Novo Testamento, esse lugar de “refúgio” tem vários nomes: (a) O lugar preparado por Deus (Ap 12.6); (b) O refúgio (Is 16.4); (c) O quarto (Is 26.20); e, (d) O isolamento (SI 55.5-8). Na simbologia profética, isso significa “o deserto dos povos” (Ez 20.35). Será, sem dúvida, o que está depreendido do presente texto: “Edom e Moabe, e as primícias dos filhos de Amom”. Esses países serão os únicos a escaparem da influência do Anticristo. Essa região será demarcada por Deus naqueles dias sombrios da Grande Tribulação e servirá de “refúgio perante a face do destruidor” (Is 16.4). O monte Sião será também demarcado (Ob v.17; Ap 14.1). Todos esses lugares acima mencionados se transformarão no “deserto de Deus”, preparado para a “mulher” (o Israel Fiel) durante a época da Grande Angústia (Sl 60.8-12; Is 16.4; 26.20; 64.10; Jr 32.2; 40.11; Ez 20.35; Dn 11.41; Os 2.14; Mt 24.36; Ap 12.6,13-17) (SILVA, 1986, pp. 222,223 - acréscimo e grifo nosso).

II - QUANDO E COMO SERÁ A GRANDE TRIBULAÇÃO

A Bíblia nos diz que o Anticristo aparecerá logo após o Arrebatamento da Igreja (II Ts 2.6). Ele proporá a algumas nações e a Israel um pacto de sete anos “E ele firmará aliança com muitos por uma semana” (Dn 9.24-a).

Todavia, após o término da primeira fase do seu governo (três anos e meio), o Anticristo irá se voltar contra Israel, rompendo a aliança de paz que havia feito com os judeus por sete anos e desencadeará uma grande perseguição contra este povo e sua religião “e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação […]” (Dn 9.27-b; cf. Dn 7.25).

2.1 A grande tribulação (Dn 12.1-b). É a “provação a que sera submetida a descendência de Israel durante a Grande Tribulação. A expressão usada pelo profeta Jeremias nos dá uma ideia desse momento difícil: “Ah! porque aquele dia e tão grande, que não houve outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; todavia, há de ser livre dela” (Jr 30.7).

Angústia fala de um aperto sem referências, quer na história sagrada, quer na história secular do povo de Deus. É o sofrimento dos sofrimentos! (ANDRADE, sd, p. 21 - acréscimo e grifo nosso). Em Marcos 13.19, Jesus acrescenta ainda mais informações. Eis algumas informações sobre este período de tentação que há de vir: (a) durará três anos e meio (Dn 7.25; Dn 12.1,7; Ap 11.2; 13.5,6); (b) será um tempo de angústia incomparável (Jr 30.7; Dn 12.1; Mc 3.19; Lc 21.25 ) e, (c) alcançará Israel e o mundo gentio (Dn 7.24,25; Ap 3.10).

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O Tempo da Profecia de Daniel - Thiago Santos

INTRODUÇÃO

I - O TEMPO DA PROFECIA (Dn 12.1)

II - RESSUREIÇÃO E VIDA ETERNA (Dn 12.2-4)

III - A PROFECIA FOI SELADA (Dn 12.8-11)

CONCLUSÃO

O GALARDÃO DE DEUS AOS QUE ENSINAM A JUSTIÇA

Neste trimestre, aprendemos concernente a integridade moral e espiritual daqueles que possuem uma aliança de amor com o Criador. Por conseguinte, encontramos também na profecia de Daniel que há uma recompensa para aqueles que servem a Deus e ensinam a sua justiça aos simples. O profeta anuncia que haverá um dia, em que todos quantos instruem a justiça, resplandecerão no Reino de Deus, ou seja, receberão o galardão da recompensa por anunciarem as verdades da graça de Deus. O ensino da justiça consiste na sabedoria que vem do Alto, transmitida por intermédio dos “sábios e instruídos” na Palavra de Deus, dentre eles, Daniel que foi relevante para o seu tempo durante o período do cativeiro babilônico.

Da mesma forma, os que ensinam a palavra de Deus com dedicação e anunciam o evangelho de Cristo, também receberão o galardão da justiça quando nosso Senhor vier nas nuvens do céu. Porquanto, assim como a igreja é conhecida como sal da terra e luz do mundo, também há de resplandecer quando receber da mão do Senhor a coroa de glória por ter realizado a obra de Deus com tanto primor. Partindo desta premissa, o professor poderá apresentar aos seus alunos, o quadro profético encontrado nas Escrituras, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento concernente a entrega dos galardões. Enfatize também a respeito da sabedoria do Alto concedida aos “sábios e instruídos na justiça divina”.

A profecia de Daniel e a entrega dos galardões

Em vista disso, a profecia de Daniel declara que “os sábios resplandecerão como o resplendor do firmamento e muitos que ensinam a justiça refulgirão como estrelas eternamente” (cf. Dn 12.3). A predição aponta para um tempo futuro em que haverá um dia em que todos os que praticaram a Palavra de Deus e se dedicaram ao ensino da justiça, hão de receber a recompensa por terem realizado com dedicação a Obra de Deus que é de tamanha relevância neste mundo.

Precedente a isso, Daniel descreve de forma sucinta o evento mais esperado pelos crentes do Novo Testamento e que o apóstolo Paulo faz referência em suas epístolas: a ressurreição dos mortos e o Arrebatamento da Igreja (cf. Dn 12.1-3). Naquele dia, ao soar da trombeta, o mesmo Senhor descerá do céu com alarido e voz de arcanjo a encontrar a igreja nos ares (1 Ts 5.16). Tal evento será precedido pela ressurreição dos mortos, descrita por Daniel.

Em seguida, todos estarão com Cristo nos ares. Somente então, todos hão de receber a recompensa de tudo quanto realizaram para Deus. Dessa forma, podemos observar na revelação concedida a Daniel que Deus fará justiça aos seus servos que entregaram suas vidas a fim de levarem o ensino da justiça a todos que Deus ordenara declarar a sua Palavra.

O ensino da justiça aos simples

Desse modo, a justiça anunciada pelos “sábios e instruídos”, não consistia em sabedoria humana ou filosofias vãs. Antes, o teor do ensino instruído por estes homens provinha do Alto, a fim de transmitirem a mensagem do Reino em qualquer época que Deus apontasse que deveriam anunciar. Muitos destes eram verdadeiros profetas do Altíssimo que entregaram suas próprias vidas para serem mortos, outros passaram fome, ficaram doentes, sofreram rejeição de seus próprios familiares e etc. Tudo isso por causa da mensagem de Deus que foram incumbidos de anunciar.

Entretanto, não recuaram em ensinar a justiça divina aos simples de coração. De acordo com o Dicionário Bíblico Vine, a justiça de Deus possui várias designações: “A palavra justiça engloba tudo o que Deus espera do seu povo. Os verbos associados com ‘justiça’ indicam a praticabilidade deste conceito. A pessoa julga, trata, sacrifica e fala com justiça; e a pessoa aprende, ensina e busca a justiça. Fundamentado num relacionamento especial com Deus, o santo do Antigo Testamento pedia a Deus que o tratasse com justiça: ‘Ó Deus, dá ao rei os teus juízos e a tua justiça, ao filho do rei’ (Sl 72.1). A Septuaginta dá as seguintes traduções: dikaios (‘aqueles que são retos, justos, íntegros, que se conformam com as leis de Deus’); dikalosune (‘justiça, retidão’); e eleemousune (‘escritura de terra, esmola, doação de caridade’)” (CPAD, 2002, p.163).

Desta forma, em várias referências bíblicas, encontramos a justiça divina manifesta nas mensagens anunciadas pelos profetas ao seu povo, a fim de que conhecessem a justiça e a praticasse. Portanto, é inerente ao caráter de Deus a justiça e Ele deseja que o homem aprenda a praticar a justiça também. “Mas o que se gloriar glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o Senhor que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor” (Jr 9.24).

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O Tempo da Profecia de Daniel - TV ADNP

Programa TV Escola Bíblica, da TV ADNP, apresentado pelo Pr. Paulo Rogério.

Acesse: www.tvadnp.com/

Lição 13 - 4T/2014

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O Tempo da Profecia de Daniel - EBP em Foco

Aula ministrada no Programa EBP em Foco da EBD da Asssembleia de Deus em Teófilo Otoni/MG.

Lição 13 - 4T/2014

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