Wordpress Themes

2014

O Pren√ļncio do Tempo do Fim - Ev. Jos√© Roberto A. Barbosa

O PREN√öNCIO DO TEMPO DO FIM

Texto √Āureo Dn. 8.19 - Leitura B√≠blica 8.1-11




Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

O cap√≠tulo 8 de Daniel tem rela√ß√£o direta com os cap√≠tulos 2 e 7, mas diferentemente daqueles cap√≠tulos, estudaremos, nesta li√ß√£o, que o profeta foi transportado em esp√≠rito at√© Sus√£, e tamb√©m atrav√©s do tempo. O car√°ter da revela√ß√£o de Deus, consoante ao que estudaremos nesta li√ß√£o, vai al√©m da dimens√£o espa√ßo-tempo. Na aula de hoje atentaremos inicialmente para as vis√Ķes de Deus a Daniel, com √™nfase no carneiro, o bode e o pequeno chifre. Mostraremos, ao final, que essas vis√Ķes s√£o prenuncio do tempo do fim, que alimentam a esperan√ßa da igreja.

1. A VISÃO DO CARNEIRO

A vis√£o dada por Deus a Daniel aconteceu na hist√≥ria, no terceiro ano do rei Belsazar; em Sus√£, que era capital do reino da prov√≠ncia de El√£o, junto ao rio Ulai. A maioria dos estudiosos defende que essa n√£o foi uma viagem literal, mas um translado espiritual, o profeta teria sido conduzido em esp√≠rito √†quele lugar. Sus√£ era uma cidade importante, mesmo depois da queda da Babil√īnia, isso porque os reis medo-persas habitavam naquela localidade tr√™s meses por ano. As vis√Ķes dadas ao profeta apontam para o tempo do fim (Dn. 8.17), ao tempo que fora determinado por Deus para o desfecho de todas as coisas (Dn. 8.19), em dias distantes daqueles vivenciados por Daniel (Dn. 8.26). Nessa vis√£o √© revelado a Daniel o surgimento de um rei que √© o prot√≥tipo de Anticristo, algu√©m que prefigura aquele que no futuro assim se manifestar√°. Inicialmente √© preciso destacar que esse pequeno chifre do cap√≠tulo 8 √© diferente daquele do cap√≠tulo 7. O anticristo do cap√≠tulo 7 √© escatol√≥gico, ele emergir√° do imp√©rio romano, enquanto que o anticristo do cap√≠tulo 8 suceder√° os quatro reis da queda do imp√©rio grego. Diante da grandeza da revela√ß√£o Daniel cai por terra, perdendo os sentidos, com o rosto por terra. Nessa vis√£o Daniel trata a respeito de um carneiro, que aparece de tr√™s maneiras diferentes, com dois chifres (Dn. 8.3,20), descrevendo o imp√©rio medo-persa, que sucederia para conquistar a Babil√īnia. O chifre mais alto descreve o poder dos persas, consolidado atrav√©s de Ciro, o persa, que tomou o lugar de Dario, o medo. Esse carneiro descrito por Daniel √© irresist√≠vel (Dn. 8.3,4), e que se engrandeceu (Dn. 8.4). Isso porque nenhuma for√ßa daquele tempo seria capaz de se opor ao governo medo-persa.

2. A VISÃO DO BODE

O bode da vis√£o de Daniel revela um dos maiores governos da √©poca antiga, trata-se de Alexandre o Grande, tamb√©m denominado de Magno. Ele conquistou todo o mundo conhecido rapidamente (Dn. 8.5,21). Essa vis√£o explicita o que historicamente √© constatado em rela√ß√£o √† hist√≥ria dos gregos. Alexandre expandiu o reino grego em pouco mais de dez anos, para isso destruiu o governo medo-persa. Em 334 a. C., Alexandre atravessou o estreito de Dardanelos e derrotou os s√°trapas. N√£o muito tempo depois, em 333 a. C., derrotou Dario III na batalha de Issos. Em 331, venceu as for√ßas medo-persas na batalha de Baugamela. Esse seria um l√≠der poderoso, atestado na revela√ß√£o de Daniel (Dn. 8.5). Por isso √© descrito como “o chifre not√°vel”, considerando sua disposi√ß√£o para a guerra. O profeta antecipa as vit√≥rias de Alexandre sobre o imp√©rio medo-persa (Dn. 8.6,7). Mas esse reino, como todos os outros que j√° passaram, tamb√©m ter√° o seu fim. Daniel aponta para sua ruina (Dn. 8.8), destacando que esse governo findar√° em decad√™ncia. Alexandre morreu repentinamente em 323 a. C, justamente no momento que pretendia reconstruir a cidade da Babil√īnia. Em consequ√™ncia da sua morte, o imp√©rio grego foi dividido em quatro partes, para quatro reis, sendo eles Casandro (Maced√īnia e Gr√©cia no ocidente), L√≠simaco (Tr√°cia e Bit√≠nia no norte), Ptolomeu (Palestina, Ar√°bia e o Egito, no sul), e Sel√™uco (S√≠ria e Babil√īnia no oriente).

3. O PEQUENO CHIFRE

Em seguida Daniel reporta um pequeno chifre, conforme j√° destacamos anteriormente, diferente daquele do cap√≠tulo 7. Esse √© apenas um prot√≥tipo daquele, prefigura sua atua√ß√£o que ser√° mais intensa no futuro. O pequeno chifre do cap√≠tulo 8 √© descrito a partir da sua proced√™ncia (Dn. 8.8-22). Ele se origina do bode, que √© o imp√©rio grego, advindo, portanto, do imp√©rio de Alexandre. Para n√≥s, os conhecedores da hist√≥ria, esse pequeno chifre √© conhecido, ainda que n√£o o fosse para Daniel. Ele √© um precursor do anticristo que se revelar√° no tempo do fim. N√£o podemos deixar de destacar que muitos anticristos j√° existiram, e muitos outros existem ou existir√£o (I Jo. 2.18). O pequeno chifre do cap√≠tulo 8 √© reconhecido historicamente como Ant√≠oco IV, chamado de Ant√≠oco Epif√Ęnio, que reinou na S√≠ria, entre 175 a a63 a. C. Como a maioria dos imp√©rios humanos, se destaca pelo sentimento megaloman√≠aco (Dn. 8.11,25). Ant√≠oco achou pouco ser um grande rei, quis fazer-se deus, por isso mandou fabricar moedas que tinha sua ef√≠gie. Al√©m disso, destacou-se por ser um rei tirano (Dn. 8.9,10), um grande perseguidor do povo de Deus. Ele teve a aud√°cia de profanar o templo do Deus de Israel, primeiramente se opondo a todos aqueles que considerassem o livro da Lei. Em 169 a. C., saqueou o templo e proibiu os sacrif√≠cio. O templo de Jerusal√©m foi denominado de Templo de J√ļpiter Ol√≠mpico. Ele colocou sua imagem no lugar sant√≠ssimo e determinou que um porco fosse sacrificado naquele lugar. Como se isso n√£o bastasse, obrigou os judeus a comerem a carne do porco, dentro daquele recinto.

CONCLUSÃO

A apostasia de Antíoco Epifánio aponta para o fim, o tempo no qual o anticristo imperará na terra (II Ts. 2.3,4). A igreja do Senhor Jesus não passará por esse momento sombrio, pois estará nos ares, celebrando as bodas com o Noivo. A grande esperança da igreja é o dia no qual a trombeta soará, os mortos ressuscitarão primeiro, e os que estiverem vivos serão transladados (I Ts. 5.13-18). Essas palavras servem de conforto para a igreja, e para todos aqueles que amam a vinda do Senhor (II Tm. 4.8).

BIBLIOGRAFIA

LOPES, H. D. Daniel. São Paulo: Hagnos, 2005.

WEIRSBE, W. W. Be resolute: Daniel. David Cook: Ontario, 2008.

Publicado no blog Subsídio EBD

converter em pdf.

O Pren√ļncio do Tempo do Fim - Luciano de Paula Louren√ßo

Texto Base: Daniel 8:1,3-11
“E disse: Eis que te farei saber o que h√° de acontecer no √ļltimo tempo da ira; porque ela se exercer√° no determinado tempo do fim” (Dn 8:19)

INTRODUÇÃO

Nesta Aula, trataremos da segunda visão que Deus deu a Daniel sobre a ascensão e queda de dois impérios: Medo-Persa e Grego. Estes impérios, tratados no capítulo 7, e representados pelo Urso (Dn 7:5) e pelo Leopardo (Dn 7:6), ganham um sentido especial e particular no capítulo 8. Aqui, eles são representados por dois outros animais, e com caraterísticas especiais: o carneiro (Dn 8:3,4) e um bode (Dn 8:5-9), respectivamente. Ambos eram animais poderosos, mas foram destruídos, porque ninguém prevalece contra o cetro de Deus.
Os elementos hist√≥ricos da profecia tiveram seu cumprimento no passado, por√©m, algumas carater√≠sticas desses dois imp√©rios personificam o futuro de Israel e o que acontecer√° no “tempo do fim”(Dn 8:19). Daniel ficou fraco e enfermo diante dos fatos futuros que haveriam de vir. Essa vis√£o prova que Deus √© quem dirige a hist√≥ria. Ele tem em suas m√£os as r√©deas da hist√≥ria do mundo.
I. A VISÃO DO CARNEIRO E DO BODE (Dn 8:3-5).
1. A vis√£o do carneiro (Dn 8:3,4,20). “Aquele carneiro que viste com duas pontas s√£o os reis da M√©dia e da P√©rsia”¬†(Dn 8:20).
O texto de Daniel 8:20 √© claro: o carneiro simboliza o imp√©rio Medo-Persa, representado por Dario e Ciro, respectivamente. N√£o mais aquele “urso” faminto do cap√≠tulo 7:5; j√° enfraquecido, √© agora representado ao profeta Daniel como sendo um animal dom√©stico - carneiro -, em vez de uma fera selvagem - o urso.
Segundo o Rev. Hernandes Dias Lopes, Daniel descreve o carneiro de três maneiras distintas.
Em primeiro lugar,¬†fala que ele tem dois chifres¬†(Dn 8:3,20). Essa √© uma descri√ß√£o do imp√©rio Medo-Persa que se levantaria para conquistar a Babil√īnia. Na mesma noite em que o rei Belsazar fazia uma festa e zombava dos vasos do templo, a Babil√īnia caiu nas m√£os dos medo-persas.
Em segundo lugar,¬†fala que tal carneiro √© irresist√≠vel¬†(Dn 8:3,4). A uni√£o dos Medos e Persas em um s√≥ imp√©rio criou um ex√©rcito poderoso que conquistou territ√≥rios para o oeste (Babil√īnia, S√≠ria e √Āsia Menor), ao norte (Arm√™nia) e ao sul (Egito e Eti√≥pia). Nenhum ex√©rcito existente naqueles tempos tinha a for√ßa ou a capacidade necess√°ria para deter o avan√ßo dos Medo-Persas.
Em terceiro lugar, fala que o carneiro engrandeceu-se (Dn 8:4). Nenhum exército naqueles dias podia resistir ou deter o avanço do reino medo-persa. Isso levou esse reino a tornar-se opulento, poderoso e cheio de soberba. Por isso, engrandeceu-se, e aí estava a gênese de sua futura queda.
2. Os chifres do carneiro.¬†”E levantei os meus olhos e vi, e eis que um carneiro estava diante do rio, o qual tinha duas pontas; e as duas pontas eram altas, mas uma era mais alta do que a outra; e a mais alta subiu por √ļltimo”¬†(Dn 8:3).
Daniel contempla na sua vis√£o que o audacioso carneiro tinha “duas pontas”, pontiagudas; mas, uma delas era mais alta do que a outra. O chifre maior √© uma descri√ß√£o do poder prevalecente dos persas na lideran√ßa do imp√©rio. Na cronologia hist√≥rica, Ciro, o persa, tomou o lugar de Dario, o medo. Eventos importantes aconteceram no per√≠odo desses dois reis at√© que o carneiro foi vencido, surgindo na vis√£o de Daniel a figura de um bode que ataca o carneiro e o vence.
Na cultura persa, a figura do carneiro era muito popular. Esse animal é sempre referido ao macho das ovelhas. Simboliza força e bravura na defesa da sua família. Seus chifres são símbolos do poder de domínio e autoridade do carneiro para defender seu rebanho. O símbolo mais importante dos Medos-Persas era a cabeça de ouro de um carneiro que fazia parte da coroa real.
3. A vis√£o do bode (Dn 8:5-8).¬†”E, estando eu considerando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no ch√£o; e aquele bode tinha uma ponta not√°vel entre os olhos”¬†(Dn 8:5).
O profeta Daniel, em sua grande vis√£o deixa um pouco de lado o carneiro (imp√©rio medo-persa) e agora d√° destaque outro animal - o bode. O bode √© uma descri√ß√£o prof√©tica acerca do imp√©rio Greco-Maced√īnio. No cap√≠tulo 7:6, ele √© representado pelo “leopardo”. Agora, em Daniel 8:4 ele √© representado pelo “bode voador”. Em sentido profundo da exegese, o bode representava o poderoso ex√©rcito Greco-Maced√īnico comandado por Alexandre Magno, enquanto que a “ponta not√°vel entre os olhos” representava o pr√≥prio Alexandre - “mas o bode peludo √© o rei da Gr√©cia; o chifre grande entre os olhos √© o primeiro rei”¬†(Dn 8:21). Segundo o Rev. Hernandes Dias Lopes, Daniel elenca quatro fatos a seu respeito:
Em primeiro lugar, fala da rapidez de suas conquistas (Dn 8:5,21). As conquistas de Alexandre foram extensas e rápidas. Em apenas treze anos Alexandre conquistou todo o mundo conhecido de sua época.
Em segundo lugar, Daniel fala do poder desse líder (Dn 8:5). Alexandre é descrito como o chifre notável. Foi um líder forte, ousado e guerreiro. Era um homem irresistível, um líder carismático, com punho de aço.
Em terceiro lugar, Daniel fala dos triunfos de Alexandre sobre o império Medo-Persa (Dn 8:6,7). O poderio e a força de Alexandre são descritos na maneira como enfrentou o carneiro: (a) fere-o; (b) quebra seus dois chifres; (c) derruba-o na terra; e (d) pisoteia-o.
Em quarto lugar,¬†Daniel fala do engrandecimento e queda de Alexandre e seu reino -¬†E o bode se engrandeceu em grande maneira; mas, estando na sua maior for√ßa, aquela grande ponta foi quebrada; e subiram no seu lugar quatro tamb√©m not√°veis, para os quatro ventos do c√©u” (Dn 8:8). “O engrandecimento de um imp√©rio √© ao mesmo tempo prel√ļdio de sua queda e decad√™ncia. Quanto mais se aproxima do auge de seu poder, tanto mais perto est√° tamb√©m de seu fim”. A Gr√©cia n√£o foi uma exce√ß√£o.
Daniel 8:8 profetiza a morte inesperada de Alexandre¬†Magno¬†na Babil√īnia, em 323 a.C, exatamente quando ele queria reconstruir a cidade da Babil√īnia, contra a palavra prof√©tica de que a cidade jamais seria reconstru√≠da. Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

O Pren√ļncio do Tempo do Fim - AD Londrina

Aula ministrada pela Professora Persiliana para EBD da Asssembleia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 9 - 4T/2014

converter em pdf.

O Pren√ļncio do Tempo do Fim - Sulamita Mac√™do

Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se h√° alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

3 - Ap√≥s a chamada, solicitem ao secret√°rio da classe a rela√ß√£o dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, atrav√©s de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).Os alunos se sentir√£o queridos, cuidados, perceber√£o que voc√™s sentem falta deles. Dessa forma, voc√™s estar√£o estabelecendo v√≠nculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, voc√™s iniciam o estudo da li√ß√£o. Vejam estas sugest√Ķes:

- Apresentem o t√≠tulo da li√ß√£o: O Pren√ļncio do Tempo do Fim.

- Falem: O texto b√≠blico base da li√ß√£o est√° no cap√≠tulo 8 do livro de Daniel e refere-se a descri√ß√£o da 2¬™. vis√£o de Daniel. Fa√ßam um relato da vis√£o.√Č interessante que voc√™s apresentem figuras dos animais ou outro recurso visual, pois a associa√ß√£o do que √© falado com o que se v√™ melhora a reten√ß√£o da aprendizagem.√Ä medida que a leitura for realizada, falem o que simboliza:

Os dois animais: o carneiro e o bode.

A luta dos dois animais dentro do contexto profético.

Os chifres do carneiro - 01 menor que o outro

Os chifres quebrados pelo bode

Os 04 chifres menores

O pequeno chifre

O tempo do fim

- Para concluir a aula, utilizem a din√Ęmica¬†“Come√ßo, Meio e Fim”.Tenham uma excelente e produtiva aula!

Din√Ęmica: Come√ßo, Meio e Fim

Objetivo:

Relembrar o momento inicial de ingresso no Reino de Deus, a permanência e a esperança na 2ª. vinda de Jesus.

Material:

Palavras digitadas: Início, Meio e Fim

01 Bíblia01 par de sapatos

Procedimento:

- Dividam os alunos em 02 grupos e formem 02 filas, uma de frente para outra.

- Coloquem no in√≠cio da fila a palavra “Come√ßo” e no final a palavra “Fim”. No meio, coloquem o par de sapatos.

- Se coloquem no “in√≠cio” e falem: Estudamos sobre reinos que tiveram in√≠cio, meio e fim. Tamb√©m temos uma hist√≥ria com in√≠cio, meio e fim.

- Falem, ainda: Nós tivemos um momento especial quando ingressamos no reino de Deus, através do evangelho, aceitando o sacrifício de Jesus. Podemos dizer que este foi o ponto inicial de uma vida em comunhão com Deus(neste momento pequem a Bíblia, simbolizando o ingresso na vida cristã).

- Hoje,  vocês estão caminhando nesta jornada (vão até onde está o par de sapatos) na esperança da 2ª vinda de Cristo, o tempo do fim. Agora, apontem para o final da fila.

- Enquanto esperamos a volta de Cristo, estamos lutando com alegria, dificuldades, vit√≥rias, gozando de b√™n√ß√£os espirituais.- Agora, pe√ßam para os alunos falarem sobre o in√≠cio da sua vida crist√£, sua experi√™ncia atual que representa o “meio” da estrada e como tem se portado esperando o tempo do fim - a 2¬™ vinda de Cristo.- Os alunos devem se posicionar no “in√≠cio”, depois no “meio” para falar de forma objetiva dessa experi√™ncia, utilizando os objetos descritos no item material.Por Sulamita Macedo.

Texto Pedagógico

Como utilizar bem o tempo de aula da EBD

N√£o perca tempo!

Vamos pensar um pouco sobre o tempo de aula da Escola Bíblica Dominical. Nas escolas seculares, a hora/aula dos turnos matutino e vespertino tem 50 minutos de duração, enquanto no noturno 40m, com 5 aulas diárias. Na EBD, temos 01 aula semanal, geralmente, de 50 a 60 minutos. Considero que é este tempo é pouco, o ideal seria 1h30m. Mas, qualquer que seja o tempo destinado para a aula, deve ser bem utilizado.

Você já parou para pensar nesse tempo de aula da EBD, relacionando a totalidade de tempo semanal que seu aluno está exposto a muitas formas de informação e influência? Com certeza é um espaço temporal mínimo, então não desperdice os minutos precisos destinados para o estudo da lição. Mas, O que você tem feito com o tempo de aula da EBD?Uma das formas de utilizar bem o tempo da aula da EBD é realizar o planejamento de ensino, para que o momento da aula seja ocupado com o estudo e com atividades importantes e consistentes para o tema a ser abordado. A outra forma é executá-lo com sucesso.
Ao iniciar a aula, mantenha um contato com os alunos, de forma breve. Na parte inicial das li√ß√Ķes que s√£o publicadas neste blog, coloco repetidamente algumas sugest√Ķes de como realiza-la, que deve acontecer antes de come√ßar o estudo da li√ß√£o. Com certeza, voc√™ j√° deve conhecer!Em seguida, fa√ßa a introdu√ß√£o do tema, tamb√©m de forma r√°pida, situando o aluno no contexto da li√ß√£o, associando o tema com aulas anteriores, estimulando o aluno para o que vai ser estudado neste dia. Lembre-se de que a aula n√£o come√ßa aqui, pois j√° teve seu in√≠cio naquele momento inicial, j√° citado no par√°grafo anterior.Depois, utilize o tempo com o desenvolvimento da li√ß√£o, mantendo o foco da aula, com a explana√ß√£o do tema a ser estudado e execu√ß√£o de atividades relevantes. Utilize m√©todos variados e t√©cnicas adequados ao assunto e para os alunos.¬† Veja, no marcador “Textos Pedag√≥gicos” deste blog, textos sobre diferentes formas de dinamizar as aulas da EBD.Para conclus√£o da aula, reserve um tempo para fazer o fechamento da li√ß√£o, enfatizando os pontos mais importantes, levando o aluno a refletir sobre estes ensinamentos para sua vida pr√°tica. Da√≠, a necessidade de contextualizar o tema da aula com o tipo de aluno que voc√™ tem, desde a o desenvolvimento da li√ß√£o, para que neste momento de finalizar a aula, o aluno possa tamb√©m fazer suas pr√≥prias conclus√Ķes.N√£o h√° necessidade de uma rigidez temporal cronometrada pelo rel√≥gio de forma exagerada, para a execu√ß√£o das 03 partes da aula - a introdu√ß√£o, o desenvolvido e a conclus√£o. √Č necess√°rio apenas um olhar atento e cuidadoso para que n√£o haja perda de tempo. Veja esta sugest√£o, para uma aula de 60 minutos: reserve 10 minutos para a introdu√ß√£o, 40 minutos para o desenvolvimento, 10 minutos para a conclus√£o, aproximadamente.H√° professores que n√£o planejam a li√ß√£o, nem t√™m cuidado com o tempo de aula e pode achar que 50 a 60 minutos √© um grande intervalo temporal para a aula. Ent√£o, come√ßa a contar hist√≥rias pessoais ou de outrem, divaga pelo assunto sem objetivo, quando percebe o tempo j√° passou e resta pouco tempo para coisas importantes. Dessa forma, o professor manteve o tempo de aula ocupado, mas foi mal utilizado. Da√≠, a import√Ęncia de ler a li√ß√£o, destacando os pontos mais importantes para trabalhar primeiro, depois os outros pontos ser√£o abordados. Planeje a aula, n√£o improvise.O professor, tendo conhecimento de como dividir o tempo de aula, n√£o desperdi√ßar√° este momento precioso de ensino da Palavra de Deus, saber√° o que vai realizar dentro da organiza√ß√£o previamente feita e o tempo ser√° ocupado e bem utilizado.”Tudo tem o seu tempo determinado, e h√° tempo para todo o prop√≥sito debaixo do c√©u”(Ec 3:1), inclusive ministrar uma boa aula, utilizando bem o tempo!
Por Sulamita Macedo.

Publicado no blog Atitude de Aprendiz

converter em pdf.

O Pren√ļncio do Tempo do Fim - Ev. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula pr√©via referente a Li√ß√£o 9: O Pren√ļncio do Tempo do Fim do 4¬ļ Trimestre de 2014: Integridade Moral e Espiritual ‚ÄĒ o legado do livro de Daniel para a Igreja hoje, como prepara√ß√£o dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 9 - 4T/2014

converter em pdf.

TV EBD - Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 8 - Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 8 - 4T/2014

2ª Parte - Lição 8 - 4T/2014

3ª Parte - Lição 8 - 4T/2014

4ª Parte - Lição 8 - 4T/2014

5ª Parte - Lição 8 - 4T/2014

converter em pdf.

Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Ev. Luiz Henrique

Lição 8 - Os Impérios Mundiais E O Reino Do Messias

Li√ß√Ķes B√≠blicas - 4¬ļ Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: A Integridade Moral e Espiritual - O Legado Do Livro De Daniel Para A Igreja Hoje.

Coment√°rios: Pr. Elienai Cabral
Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

Question√°rio

N√ÉO DEIXE DE ASSISTIR AOS V√ćDEOS DA LI√á√ÉO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICA√á√ēES DETALHADAS DA LI√á√ÉO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

veja

LI√á√ÉO 12, ZACARIAS, O REINADO MESSI√āNICO - 4¬ļ Trimestre de 2012¬†¬† ¬† ¬†¬†¬†¬†¬†

http://www.youtube.com/playlist?list=PL9TsOz8buX1_ZiGvlR4p5ETqRtT6ABKj2

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv-2trim2012.htm (Arrebatamento, Governo do Anticristo, Milênio, Formosa Jerusalém, Juízo Final)

 

 

TEXTO √ĀUREO

“E o reino, e o dom√≠nio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o c√©u ser√£o dados ao povo dos santos do Alt√≠ssimo; o seu reino ser√° um reino eterno, e todos os dom√≠nios o servir√£o, e lhe obedecer√£o” (Dn 7.27).

 

VERDADE PR√ĀTICA

Enquanto os impérios humanos caem, o Reino de DEUS se expande através de JESUS CRISTO.

 

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - Hb 1.3 JESUS é rei eternamente

Ter√ßa - Dn 2.44 O reino do Messias ser√° √ļnico e eterno

Quarta - Dn 7.14 O reino do Messias é invencível

Quinta - Ap 19.15 JESUS, o Rei dos reis

Sexta - Ap 20.4 O reino milenial de CRISTO

S√°bado - Mt 6.33; Mc 4.11; Mt 12.28 A realidade do Reino de DEUS

 

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE - Daniel 7.3-8,13,14

Daniel 7.3 E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar. 4 O primeiro era como le√£o e tinha asas de √°guia; eu olhei at√© que lhe foram arrancadas as asas, e foi levantado da terra e posto em p√© como um homem; e foi-lhe dado um cora√ß√£o de homem. 5 Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca tr√™s costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne. 6 Depois disso, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas; tinha tamb√©m esse animal quatro cabe√ßas, e foi-lhe dado dom√≠nio. 7 Depois disso, eu continuava olhando nas vis√Ķes da noite, e eis aqui o quarto animal, terr√≠vel e espantoso e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava, e fazia em peda√ßos, e pisava aos p√©s o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha dez pontas. 8 Estando eu considerando as pontas, eis que entre elas subiu outra ponta pequena, diante da qual tr√™s das pontas primeiras foram arrancadas; e eis que nessa ponta havia olhos, como olhos de homem, e uma boca que falava grandiosamente.

Daniel 7.13 Eu estava olhando nas minhas vis√Ķes da noite, e eis que vinha nas nuvens do c√©u um como o filho do homem; e dirigiu-se ao anci√£o de dias, e o fizeram chegar at√© ele.
14 E foi-lhe dado o dom√≠nio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, na√ß√Ķes e l√≠nguas o servissem; o seu dom√≠nio √© um dom√≠nio eterno, que n√£o passar√°, e o seu reino, o √ļnico que n√£o ser√° destru√≠do.

INTERAÇÃO

O texto bíblico que vamos estudar é todo o capítulo sete de Daniel.

 

OBJETIVOS - Após a aula, o aluno deverá estar apto a:

Descrever e explicar a vis√£o dos quatro animais.

Identificar o clímax da visão do profeta.

Compreender a volta de JESUS à luz do capitulo sete de Daniel.

Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

Questionário - Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 8 - Os Impérios Mundiais E O Reino Do Messias

Responda conforme a revista da CPAD do 4¬ļ Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

TEMA: A INTEGRIDADE MORAL E ESPIRITUAL - O LEGADO DO LIVRO DE DANIEL PARA A IGREJA HOJE. Coment√°rio: Pr. Elienai Cabral

Complete os espa√ßos vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas.

 

TEXTO √ĀUREO

1- Complete:

“E o reino, e o ____________________________, e a majestade dos reinos debaixo de todo o c√©u ser√£o dados ao ___________________________ dos santos do Alt√≠ssimo; o seu reino ser√° um reino eterno, e todos os __________________________ o servir√£o, e lhe obedecer√£o” (Dn 7.27).

 

VERDADE PR√ĀTICA

2- Complete:

Enquanto os__________________________ humanos __________________________, o Reino de DEUS se __________________________ através de JESUS CRISTO.

 

COMENT√ĀRIO - INTRODU√á√ÉO

3- Qual a mudança de narrativa no capítulo sete de Daniel? Quais as principais diferenças entre as narrativas anteriores e as do capítulo sete?

(¬†¬†¬† ) Agora estamos diante de uma s√©rie de quatro vis√Ķes do profeta.

(¬†¬†¬† ) √Č o “apocalipse do Antigo Testamento” apresentando quatro imp√©rios simbolizados por quatro animais.

(    ) A visão do capítulo dois foi dada a um rei que se converteu, Nabucodonosor, enquanto que a do capítulo sete, a um profeta de DEUS, o profeta Daniel.

(    ) A visão do capítulo dois foi dada a um rei pagão, Nabucodonosor, enquanto que a do capítulo sete, a um servo de DEUS, o profeta Daniel.

(    ) Veremos que em Nabucodonosor, a visão revela o lado político dos impérios apresentados como uma grande estátua.

(    ) Em Daniel, através dos quatro animais, ela revela o lado moral e espiritual desses impérios.

(¬†¬†¬† ) Os fatos s√£o os mesmos, mas os objetivos das duas vis√Ķes t√™m finalidades distintas.

(    ) No capítulo sete, DEUS revela a Daniel o fim dos quatro impérios e o surgimento do reino eterno do Messias prometido.

 

I. A VISÃO DOS QUATRO ANIMAIS (Dn 7.1-8)

4- Quando Daniel recebeu a vis√£o sobre os quatro animais?

(¬†¬†¬† ) No primeiro ano do rei Nabucodonor, que era regente da Babil√īnia.

(¬†¬†¬† ) No primeiro ano do rei Belsazar, que era co-regente com o seu pai, Nabonido da Babil√īnia.

(¬†¬†¬† ) No primeiro ano do rei Ciro, que era regente da Babil√īnia e do reino da M√©dia e da P√©rsia.

 

5- Como foi a primeira parte da vis√£o de Daniel (vv.1-3)? Complete:

a) O “__________________________ com asas de √°guia” (v.4). Animal semelhante ao __________________________ com asas de √°guia. Asas do __________________________ eram arrancadas. Animal foi erguido da terra, posto de p√© como um ser humano e, logo depois, ele recebeu um cora√ß√£o humano. O___________________________ representava o imp√©rio da __________________________. b) O ___________________________ (v.5). Figura semelhante a um ____________________________. Erguido de um lado e tinha em sua boca tr√™s __________________________. “Levanta-te, devora muita carne”. O ________________ simbolizava o imp√©rio __Medo-Persa__. c) O __________________________ com quatro asas (v.6). Este possu√≠a quatro cabe√ßas e tinha quatro asas de aves em suas costas. Foi-lhe dado dom√≠nio. O __________________________ simbolizava o imp√©rio da ___________________________. d) Uma apar√™ncia indescrit√≠vel (vv.7,8). “Terr√≠vel, espantosa e extremamente forte”. Ela tinha enormes dentes de __________________________, comia e triturava o que encontrasse pelo caminho. Em sua cabe√ßa havia ainda dez ___________________________. Enquanto Daniel prestava aten√ß√£o nos dez __________________________, um ______________________ pequeno surgiu entre os dez; mas tr√™s dos primeiros dez ________________________ foram arrancados pela raiz. No ________________________ pequeno havia tamb√©m olhos como “olhos humanos” e uma boca que proferia “palavras arrogantes”. O animal, aqui descrito, simbolizava o imp√©rio _______________________.

 

6- O bloco dos versículos 9 a 14 revelam mais duas figuras. Quais são?

(    ) A do anticristo e a do Filho do Homem.

(    ) A do Ancião e a do Filho do Homem.

(    ) A do Anjo do Senhor e a do Filho do Homem.

Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

O Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Ev. Isaías de Jesus

TEXTO √ĀUREO =¬†”E o reino, e o dom√≠nio, e a majestade dos remos debaixo de todo o c√©u ser√£o dados ao povo dos santos do Alt√≠ssimo; o seu reino ser√° um reino eterno, e todos os dom√≠nios o servir√£o, e lhe obedecer√£o”(Dn 7.2 7).
VERDADE PR√ĀTICA =¬†Enquanto os imp√©rios humanos caem, o Reino de Deus se expande atrav√©s de Jesus Cristo.
LETURA BIBLICA = Daniel 7: 3-8, 13,14
INTRODUÇÃO
Daniel 7 conclui a seção aramaica do livro (veja comentários em 1.1-2) e encerra as mensagens relacionadas aos poderes pagãos mundiais. Em certo sentido, esse capítulo serve de ponte entre a seção gentia e a seção judaica seguinte. A primeira seção, expressa na língua das terras onde Israel e Judá estavam exilados, levou a palavra de Deus aos imperadores e impérios dos gentios. A segunda, na língua da promessa ao povo da promessa, levou a palavra infalível de Deus ao remanescente de Israel. A perspectiva da primeira é a ordem mundial gentia. A perspectiva da segunda seção apresenta o Reino de Deus em primeiro plano, ainda que em conflito com as forças do mundo. Assim, esse sétimo capítulo faz convergir as duas perspectivas, a terrena e a celestial. Junto com o capítulo 2, ele tem sido definido como o coração da mensagem de Daniel.
A VISÃO DOS QUATRO ANIMAIS
O Sonho De Daniel Com As Quatro Bestas E Sua Interpretação, 7:1-14
7: 1 - Enquanto no capítulo 2 o sonho era de Nabucodonosor, registramos aqui o sonho de Daniel. Em muitos aspectos, estes sonhos são paralelos; de fato, o sonho de Daniel parece dar ampliação e entendimento tanto a Daniel 2 como a Apocalipse 13. Estes capítulos fornecem uma chave para o entendimento do livro de Apocalipse.
7:2-3 - Quatro grandes animais vieram do mar, cada uma diferente da outra.¬†Estas quatro bestas s√£o identifica das como quatro reinos (7:17, 23). O “mar” parece representar a massa humana da sociedade (Isa√≠as 17:12; Apocalipse 17:15). Os “ventos” s√£o for√ßas usadas por Deus para comandar e at√© mesmo para destruir (Jeremias 49:36; 51: 1).

Os animais e a imagem de Nabucodonosor (7.1-3).¬†No primeiro ano de Belsazar (1) seria quatorze anos antes da queda do reino Babil√īnico. O sonho de Daniel sobre a ordem das coisas futuras lan√ßou a vista do tempo em que o profeta se encontrava, mais de cinco s√©culos antes do nascimento de Cristo, at√© a nossa era e at√© o fim dos tempos. Da sua perspectiva, rodeado por uma escurid√£o silenciosa da noite (2), emergiu uma figura violenta e furiosa - tempestuosos ventos do c√©u, animais rugindo (3) subindo das √°guas, espalhando-se pela terra, um ap√≥s o outro.
Os ventos do c√©u agitando o mar √© uma figura ilustrativa das duas dimens√Ķes da realidade na hist√≥ria. H√° a exist√™ncia terrena de pessoas e na√ß√Ķes representada pelo mar agitado e a terra s√≥lida. H√° a ordem celestial, sobrenatural. Os dois dom√≠nios est√£o envolvidos no curso dos afazeres humanos, e entre eles e dentro deles h√° um conflito din√Ęmico de for√ßas.
H√° um paralelo impressionante entre a vis√£o de Daniel descrita aqui e a vis√£o de Nabucodonosor da grande imagem. Na verdade, elas claramente retratam as mesmas realidades hist√≥ricas, embora de pontos de vista diferentes. O cap√≠tulo 2 retrata a hist√≥ria como Deus permitiu que um monarca pag√£o a vislumbrasse. A imagem continha elementos da pr√≥pria situa√ß√£o de Nabucodonosor. Na vis√£o de Daniel compartilhamos da concep√ß√£o de um homem de Deus que consegue captar um vislumbre da perspectiva de Deus. Nabucodonosor viu a ordem mundial elevando-se em uma magnific√™ncia esplendorosa, um colosso dourado cintilante, mas Daniel viu a mesma subst√Ęncia em forma de animais temerosos e vorazes.
Stevens percebe a relev√Ęncia do s√≠mbolo da bestialidade sendo aplicado aos tiranos da hist√≥ria. “Devemos nos curvar em respeito diante dessa manifesta√ß√£o avaliadora divina sobre o car√°ter do governo imperial do mundo. Quais s√£o os atributos dos animais? Guardar o que √© seu a qualquer custo; brigar por aquilo que n√£o t√™m, mas que querem ter; voar e procurar a viol√™ncia, sedentos de sangue a qualquer provoca√ß√£o [.,,] inclinados a sentir o m√°ximo de satisfa√ß√£o no sangue, na agonia, na perda e na morte dos objetos da sua f√ļria […] Deus anteviu esse esp√≠rito predominante nos imp√©rios mundiais at√© o fim. Na verdade, esse √© o verdadeiro esp√≠rito do imp√©rio mundial. E o militarismo √© o seu instrumento indispens√°vel”.15 Verdadeiramente, “o SENHOR n√£o v√™ como v√™ o homem” (1 Sm 16.7).
7:4 - A primeira besta era como um le√£o com asas de √°guia, mas lhe foi dado uma mente de homem. Esta representaria a Babil√īnia (veja Daniel 2:37-38).
O le√£o com asas (7.4).¬†A identifica√ß√£o dos tr√™s primeiros animais parece claramente um paralelo com a interpreta√ß√£o de Daniel da imagem do cap√≠tulo 2. O le√£o com asas de √°guias […] foi levantado […] e posto em p√© como um homem e recebeu um cora√ß√£o de homem.Essa imagem provavelmente representa Nabucodonosor como a grande personifica√ß√£o do imp√©rio babil√īnico. Sua degrada√ß√£o √© sugerida pelo despojar das asas, e sua restaura√ß√£o pelo presente de um cora√ß√£o e a postura ereta de um homem. O rei dos animais √© representado pela for√ßa e ferocidade, e o rei das aves, pela gra√ßa, agilidade e voracidade; combinados retratam o poder e a grandeza r√©gia desse rei e de seu reino.
7:5 - O segundo animal era como um urso levantando-se sobre um de seus lados, com três costelas entre os dentes. Como este corresponde ao sonho de Nabucodonosor, representa o império medo-persa (Daniel 2:39; também 8:3, 20).
O urso desajeitado (7.5).¬†O segundo animal, semelhante a um urso, “tendo sua pata levantada, pronto para atacar” (Berkeley), era o segundo animal mais feroz. As tr√™s costelas em sua boca e a ordem: Levanta-te, devora muita carne, descrevem seu instinto predat√≥rio. Os reinos da Babil√īnia, L√≠dia e Egito podem representar as costelas entre os dentes do urso. Pusey descreve de maneira v√≠vida a impassibilidade desajeitada do imp√©rio persa-imponente e pesado na sua estrat√©gia militar, devastador de vidas e recursos humanos. A campanha militar de Xerxes contra a Gr√©cia, que experimentou sua derrota inicial na batalha de Maratona, mais se assemelhava √† migra√ß√£o de imensos bandos do que √† a√ß√£o de um ex√©rcito. Estima-se em mais de dois milh√Ķes e meio de soldados em a√ß√£o.
7:6 - A terceira besta era como um leopardo, mas com quatro asas e quatro cabe√ßas.¬†Esta corresponderia ao imp√©rio maced√īnio ou grego (Daniel 2:39; tamb√©m 8:8, 21).
O leopardo com suas asas velozes (7.6). O leopardo com quatro asas de ave é um símbolo apropriado do grego Alexandre, cuja velocidade impressionante e poder admirável rapidamente colocaram a Pérsia e o mundo aos seus pés. A divisão em quatro partes do seu reino logo após a sua morte é sugerida pelas quatro cabeças.
Poder, saque e terror (7).¬†O car√°ter distinto do quarto animal √© o terror que provoca no observador; ele era terr√≠vel e espantoso e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro. “Ele devorava e dilacerava suas v√≠timas em peda√ßos e pisoteava o que sobrava com seus p√©s” (Berkeley). Sua diferen√ßa marcante em rela√ß√£o aos outros animais antes dele era especificamente notada.
Dez chifres (7).¬†Da sua cabe√ßa cresciam dez pontas (”chifres”, ARA). S√≠mbolos de poder militar, esses chifres representam dez reis ou reinos (cf. v. 24). Saindo da mesma cabe√ßa eles apresentavam uma unidade na diversidade, como partes de um mesmo animal. Eles tamb√©m pertenciam ao mesmo per√≠odo hist√≥rico em contraste com as sucessivas apari√ß√Ķes dos animais.

Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias - Francisco A. Barbosa

TEXTO √ĀUREO

‚ÄúE o reino, e o dom√≠nio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o c√©u ser√£o dados ao povo dos santos do Alt√≠ssimo; o seu reino ser√° um reino eterno, e todos os dom√≠nios o servir√£o, e lhe obedecer√£o‚ÄĚ (Dn 7.27).

VERDADE PR√ĀTICA

Enquanto os impérios humanos caem, o Reino de Deus se expande através de Jesus Cristo.

HINOS SUGERIDOS

90, 94, 599.

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - Hb 1.3
Jesus é rei eternamente

Terça - Dn 2.44
O reino do Messias ser√° √ļnico e eterno

Quarta - Dn 7.14
O reino do Messias é invencível

Quinta - Ap 19.15
Jesus, o Rei dos reis

Sexta - Ap 20.4
O reino milenial de Cristo

S√°bado - Mt 6.33; Mc 4.11; Mt 12.28
A realidade do Reino de Deus

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE

Daniel 7.3-8,13,14.3 - E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar.4 - O primeiro era como le√£o e tinha asas de √°guia; eu olhei at√© que lhe foram arrancadas as asas, e foi levantado da terra e posto em p√© como um homem; e foi-lhe dado um cora√ß√£o de homem.5 - Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca tr√™s costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne.6 - Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas: tinha tamb√©m este animal quatro cabe√ßas, e foi-lhe dado dom√≠nio.7 - Depois disto, eu continuava olhando nas vis√Ķes da noite, e eis aqui o quarto animal, terr√≠¬≠vel e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em peda√ßos, e pisava aos p√©s o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez pontas.8 - Estando eu considerando as pontas, eis que entre elas subiu outra ponta pequena, diante da qual tr√™s das pontas primeiras foram arrancadas; e eis que nesta ponta havia olhos, como olhos de homem, e uma boca que falava grandiosamente.13 - Eu estava olhando nas minhas vis√Ķes da noite, e eis que vinha nas nuvens do c√©u um como o filho do homem: e dirigiu-se ao anci√£o de dias, e o fizeram chegar at√© ele.14 - E foi-lhe dado o dom√≠nio e a honra, e o reino, para que todos os povos, na√ß√Ķes e l√≠nguas o servissem: o seu dom√≠nio √© um dom√≠nio eterno, que n√£o passar√°, e o seu reino o √ļnico que n√£o ser√° destru√≠do.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

  • Descrever¬†e explicar a vis√£o dos quatro animais.
  • Identificar¬†o cl√≠max da vis√£o do profeta.
  • Compreender¬†a volta de Jesus √† luz do capitulo sete de Daniel.

PALAVRA CHAVE

Império: Forma de governo monárquico, cujo soberano tem o título de imperador ou de imperatriz.
COMENT√ĀRIO
INTRODUÇÃO
Na li√ß√£o desta semana, veremos uma mudan√ßa narrativa no cap√≠tulo sete de Daniel. Agora estamos diante de uma s√©rie de quatro vis√Ķes do profeta. √Č o “apocalipse do Antigo Testamento” apresentando quatro imp√©rios simbolizados por quatro animais. A vis√£o do cap√≠tulo dois foi dada a um rei pag√£o, Nabucodonosor, enquanto que a do cap√≠tulo sete, a um servo de Deus, o profeta Daniel. Veremos que em Nabucodonosor, a vis√£o revela o lado pol√≠tico dos imp√©rios apresentados como uma grande est√°tua. Em Daniel, atrav√©s dos quatro animais, ela revela o lado moral e espiritual desses imp√©rios. Os fatos s√£o os mesmos, mas os objetivos das duas vis√Ķes t√™m finalidades distintas. No cap√≠tulo sete, Deus revela a Daniel o fim dos quatro imp√©rios e o surgimento do reino eterno do Messias prometido..¬†[Coment√°rio:¬†Estamos iniciando o exame de um dos mais excitantes e emocionantes cap√≠tulos da B√≠blia. A mensagem b√°sica de Daniel 7 √© que Deus passa a confirmar ao profeta Daniel tudo o que havia mostrado a Nabucodonosor (cap√≠tulo 2), ou seja, os acontecimentos vindouros, compreendidos desde o reino babil√īnico at√© a segunda vinda gloriosa de nosso Senhor Jesus Cristo e o estabelecimento do Reino Milenar Messi√Ęnico. No cap√≠tulo 7, no entanto, al√©m de dar mais detalhes sobre aqueles imp√©rios mundanos do ponto de vista pol√≠tico e militar que se sucederiam, Deus acrescenta um fato novo: o surgimento de um poder religioso que haveria de perseguir e tentar extinguir os santos do Alt√≠ssimo. A grande certeza expressa na Palavra de Deus √© que em breve este poder, em toda a sua abrang√™ncia, perder√° o seu dom√≠nio e ser√° destru√≠do. Na vit√≥ria final, o filho do homem (Jesus Cristo) √© o instrumento indispens√°vel e √© por meio dEle que Seu povo herdar√° o reino eterno. Este √© o cl√≠max do estudo do cap√≠tulo 7 de Daniel. A vis√£o de todos esses acontecimentos foi dada a Daniel, segundo dados hist√≥ricos, em 553 a.C., considerado como sendo o “primeiro ano de Belsazar, rei de Babil√īnia.” (Daniel 7:1). O rei Nabucodonosor havia falecido h√° nove anos. O pr√≥prio Daniel tinha aproximadamente a idade de 70 anos. Devemos lembrar que a queda de Babil√īnia (cap√≠tulo 5) e sua experi√™ncia na cova dos le√Ķes (cap√≠tulo 6) ainda se encontravam no futuro, pois os cap√≠tulos de Daniel n√£o est√£o em ordem cronol√≥gica. Entretanto, cinquenta e um anos haviam decorrido desde o sonho tido por Nabucodonosor, relatado no cap√≠tulo 2. O relevante √© que Daniel 7 √© uma profecia poderosa, cheia de verdades importantes para o nosso tempo. Os grandes eventos da hist√≥ria mundial t√™m seguido fielmente a profecia com uma precis√£o extraordin√°ria.]Convido voc√™ para mergulharmos mais fundo nas Escrituras!
I. A VISÃO DOS QUATRO ANIMAIS (Dn 7.1-8)
1. A vis√£o.¬†Daniel recebeu a vis√£o sobre os quatro animais no primeiro ano do rei Belsazar da Babil√īnia. √Č importante lembrarmos, aqui, que Belsazar n√£o governou sozinho. Ele foi corregente com o seu pai, Nabonido. Veremos agora a primeira parte da vis√£o de Daniel (vv.1-3):¬†[Coment√°rio:¬†O profeta Daniel relata a sua vis√£o: “Eu estava olhando, numa vis√£o noturna, e eis que os quatro ventos do c√©u agitavam o Mar Grande. E quatro grandes animais, diferentes uns dos outros, subiam do mar. O primeiro era como le√£o, e tinha asas de √°guia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, e foi levantado da terra, e posto em dois p√©s como um homem; e foi-lhe dado um cora√ß√£o de homem. Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca tr√™s costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne. Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha tamb√©m este animal quatro cabe√ßas; e foi-lhe dado dom√≠nio. Depois disto, eu continuava olhando, em vis√Ķes noturnas, e eis aqui o quarto animal, terr√≠vel e espantoso, e muito forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava e fazia em peda√ßos, e pisava aos p√©s o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.” Daniel 7:1-7. De acordo com o relato b√≠blico, o profeta Daniel viu subindo do Mar Grande, quatro grandes animais. √Č importante observar que o mar estava sendo agitado pelos quatro ventos do c√©u quando estes quatro animais apareceram. Os quatro ventos que agitaram o Mar Grande (Daniel 7:2) significam lutas, guerras e como√ß√Ķes (Jeremias 49:36 e 37). Os reinos surgiram e ru√≠ram como resultado das guerras. Mar e √°guas, nas profecias, representam povos, multid√Ķes, na√ß√Ķes e l√≠nguas (Isa√≠as 17:12 e 13; Jeremias 47:1 e 2; Apocalipse 17:15). Nesta profecia, ao ser mencionado o “Mar Grande” (atualmente conhecido por Mar Mediterr√Ęneo), Deus queria tamb√©m chamar a aten√ß√£o quanto √† localiza√ß√£o geogr√°fica onde ocorreriam esses conflitos. Os quatro ventos soprando sobre o mar simbolizam destrui√ß√£o, conflitos e guerras entre a humanidade. Eles sopraram sobre povos, na√ß√Ķes e dessas guerras entre os homens surgiram quatro grandes bestas ou monarquias, que tiveram seu per√≠odo de dom√≠nio uma ap√≥s outra.]
a) O “le√£o com asas de √°guia” (v.4). O vers√≠culo quatro descreve um animal semelhante ao le√£o com asas de √°guia. Enquanto Daniel o contemplava, as asas do le√£o eram arrancadas. Posteriormente, o animal foi erguido da terra, posto de p√© como um ser humano e, logo depois, ele recebeu um cora√ß√£o humano. O le√£o representava o imp√©rio da Babil√īnia.[Coment√°rio:¬†O Imp√©rio Babil√īnico, representado na grande est√°tua pela cabe√ßa de ouro (Daniel 2:32), √© apropriadamente representado aqui por um le√£o, o primeiro desses quatro grandes animais (Daniel 7:4). O profeta Jeremias se refere √† Babil√īnia como um le√£o (Jeremias 4:6 e 7). Os s√≠mbolos de Babil√īnia s√£o todos superlativos: O ouro (uma representa√ß√£o de Babil√īnia, conforme Daniel 2:38) √© o mais precioso dentre todos os metais; o le√£o √© o rei dos animais; a √°guia √© o rei do ar. A Babil√īnia foi um reino rico e poderoso. Exerceu o seu dom√≠nio de 606 a 538 a.C. Quanto √†s asas de √°guia sem d√ļvida denotam a rapidez com que Babil√īnia estendeu suas conquistas sob o reinado de Nabucodonosor. Ao lhe serem arrancadas as asas, lembre-se do que aconteceu com Nabucodonosor (Daniel 4:33 e 34).]
b) O urso (v.5). Daniel viu uma figura semelhante a um urso. Este fora erguido de um lado e tinha em sua boca tr√™s costelas. A este animal as pessoas diziam: “Levanta-te, devora muita carne”. O urso simbolizava o imp√©rio Medo-Persa.¬†[Coment√°rio:¬†O Imp√©rio Medo-Persa, simbolizado na grande est√°tua pelo peito e bra√ßos de prata (Daniel 2:32 e 39), √© aqui representado pelo segundo animal, semelhante a um urso. Dominou de 538 a 331 a.C. O animal tinha tr√™s costelas na boca, simbolizando a conquista de tr√™s reinos: Babil√īnia, Egito e L√≠dia, que deram grande poder aos persas. A profecia indica que o urso se “levantou de um lado”. A hist√≥ria confirma que, apesar de os Medos e Persas terem se unido nas batalhas, os Persas eram mais fortes. Uma outra refer√™ncia quanto a esta desigualdade de for√ßas, n√≥s encontramos registrado em Daniel 8:3, onde diz que o carneiro tinha dois chifres. Eles eram altos, mas um era mais alto do que o outro. O carneiro representava a Medo-Persa (Daniel 8:20)..]
c) O leopardo com quatro asas (v.6). Outro animal era uma figura semelhante ao leopardo. Este possu√≠a quatro cabe√ßas e tinha quatro asas de aves em suas costas. Foi-lhe dado dom√≠nio. O leopardo simbolizava o imp√©rio da Gr√©cia.¬†[Coment√°rio:¬†A Gr√©cia √© simbolizada na grande est√°tua pelo ventre e coxas de bronze Daniel 2:32 e 39). Este poderoso Imp√©rio √© aqui representado pelo terceiro animal, semelhante a um leopardo. A pr√≥pria B√≠blia confirma a sequencia destes reinos. Gr√©cia √© tamb√©m representada pelo bode (Daniel 8:21), o qual derrotou o carneiro, uma representa√ß√£o da Medo-Persa (Daniel 8:20). Gr√©cia governou o mundo de 331 a 168 a.C. O animal tinha nas costas quatro asas de ave. As quatro asas representam a grande velocidade nas conquistas. A Gr√©cia, sob o comando de Alexandre, o Grande, literalmente voou em sua conquista de domina√ß√£o do mundo. A profecia relata que este animal tinha quatro cabe√ßas, significando que, com a morte prematura de seu maior comandante, Alexandre, o Grande, quatro generais o substitu√≠ram. Eram eles: Cassandro (Maced√īnia), Lis√≠maco (Tr√°cia), Ptolomeu (Egito) e Seleuco (S√≠ria).] Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.