Wordpress Themes

2014

TV EBD - A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Pr√°tica - Ev. Luiz Henrique

Assista os vídeos da TV EBD com a aula da Lição 9 - A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Prática. Para facilitar o download, o vídeo é dividido em 5 partes. Você pode assistir aqui mesmo, clicando nos vídeos, ou clicar nos links, acima dos vídeos para salvar; ao abrir a nova página, clique no botão Download. Os vídeos são produzidos pelo Ev. Luiz Henrique e também publicados no site Estudos Bíblicos EBD, ou no blog EBDnaTV.

1ª Parte - Lição 9 - 3T/2014

2ª Parte - Lição 9 - 3T/2014

3ª Parte - Lição 9 - 3T/2014

4ª Parte - Lição 9 - 3T/2014

5ª Parte - Lição 9 - 3T/2014

converter em pdf.

Question√°rio - A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Pr√°tica - Ev. Luiz Henrique

Questionário da Lição 9 - A Verdadeira Sabedoria Se Manifesta Na Prática

Responda conforme a revista da CPAD do 3¬ļ Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos

Tema: F√Č E OBRAS - Ensinos de Tiago para uma Vida Crist√£ Aut√™ntica

Complete os espa√ßos vazios e marque com “V” as respostas verdadeiras e com “F” as falsas.

 

TEXTO √ĀUREO

1- Complete:

“Quem dentre v√≥s √© _____________________ e inteligente? Mostre, pelo seu bom ______________, as suas obras em ________________________ de sabedoria” (Tg 3.13).

 

VERDADE PR√ĀTICA

2- Complete:

A verdadeira _______________________ não se manifesta na _______________ do crente através do discurso, mas das ______________.

 

I- A CONDUTA PESSOAL DEMONSTRA SE A NOSSA SABEDORIA √Č DIVINA OU DEMON√ćACA (Tg 3.13-15).

3- Por que a sabedoria n√£o se mostra com discurso (v. 13)?

(¬†¬†¬† ) Segundo as Escrituras, quem √© s√°bio? De acordo com o que nos ensina Tiago, √© aquela pessoa que “ganha almas” e quem “teme a DEUS”.

(¬†¬†¬† ) Segundo as Escrituras, quem √© s√°bio? De acordo com o que nos ensina Tiago, √© aquela pessoa que apresenta “bom trato com os outros” e “obras de mansid√£o”.

(    ) Note que os conceitos de sabedoria, conforme expostos no texto, apenas podem ser provados pela prática.

(    ) Quem se julga sábio e inteligente, para fazer jus aos termos, deve demonstrar sabedoria e habilidade na vida diária, tanto para com os de dentro da igreja, quanto para com os de fora.

 

4- Como é a inveja e a facção (v.14) na vida do mestre?

(    ) Se para ocupar a posição de mestre a pessoa for motivada pela inveja, ou por um sentimento faccioso, de nada valerá o ensino por ela ministrado.

(¬†¬†¬† ) O que Tiago apresenta na passagem em estudo diz respeito ao conte√ļdo her√©tico ministrado pelo mestre e √† postura soberba e arrogante adotada por ele ao ministr√°-lo.

(¬†¬†¬† ) O que Tiago apresenta na passagem em estudo n√£o diz respeito ao conte√ļdo ministrado pelo mestre, mas √† postura soberba e arrogante adotada por ele ao ministr√°-lo.

(¬†¬†¬† ) As informa√ß√Ķes podem at√© ser corretas e ortodoxas, mas a postura adotada pelo mestre lan√ßar√° por terra, ou n√£o, o discurso por ele proferido.

(    ) O mestre, por vocação, compreende a sua posição de servo.

(    ) Ele gosta de estar com as pessoas. Assim, naturalmente, ele ensinará o aluno com eficiência, mas principalmente, com o seu exemplo e respeito.

 

5- Como é a sabedoria do alto e a sabedoria diabólica (v. 15)?

(    ) A fonte da verdadeira sabedoria é o temor ao Senhor.

(    ) A fonte da verdadeira sabedoria são as obras realizadas para o Senhor.

(    ) Mediante a nossa reverência e confiança depositada no Altíssimo, o próprio DEUS concede-nos sabedoria para vivermos.

(    ) Mas não podemos nos esquecer da falsa sabedoria.

(¬†¬†¬† ) Esta sabedoria afirma-nos Tiago, √© “terrena”, “animal” e “diab√≥lica”, pois n√£o edifica, mas destr√≥i; n√£o une, mas divide; n√£o √© humilde, mas soberba.

(¬†¬†¬† ) √Č na arena da pr√°tica que a nossa conduta pessoal demonstrar√° o tipo de sabedoria que obtemos - se do alto ou se terrena.

(    ) DEUS nos guarde da falsa e diabólica sabedoria!

 

II- ONDE PREVALECEM A INVEJA E SENTIMENTO FACCIOSO, PREVALECE TAMB√ČM O MAL (Tg 3.16)

6- Como combater a maldade do coração humano?

(¬†¬†¬† ) “Quem quiser ser realmente o maior deve tornar-se o menor de todos, e aquele que desejar o lugar de governo tem de se apresentar como servo”.

(¬†¬†¬† ) √Č o que ensina o Senhor JESUS nos Evangelhos.

(    ) Apesar de a lealdade e a autorrealização serem sentimentos que despertam desejos latentes no ser humano, os discípulos de CRISTO não podem permitir que tais desejos os dominem.

(    ) Apesar de a vaidade e a ambição serem sentimentos que despertam desejos latentes no ser humano, os discípulos de CRISTO não podem permitir que tais desejos os dominem.

 

7- Por que a inveja e a facção instauram a desordem?

(    ) JESUS de Nazaré sabia desde antemão que a soberba dominaria o coração de seus seguidores.

(    ) JESUS de Nazaré sabia desde antemão que a vaidade dominaria o coração de muitos dos seus seguidores.

(    ) A Epístola de Tiago relata exatamente os problemas anteriormente abordados por JESUS.

(¬†¬†¬† ) Nos dias do meio-irm√£o do Senhor, a “inveja” e o “esp√≠rito faccioso” assolavam as igrejas locais.

(    ) Atualmente, muitos são os problemas dessa natureza em nossas igrejas.

(¬†¬†¬† ) Injusti√ßas e persegui√ß√Ķes ocorrem em nossas comunidades at√© mesmo em nome de DEUS, quando sabemos que o Senhor nada tem com tais atitudes.¬†¬†

 

8- Como s√£o as obras perversas?

(¬†¬†¬† ) Como √© do conhecimento de cada salvo em CRISTO, onde h√° “lutas” e “esp√≠rito corajoso”, o mal impera.¬†

(¬†¬†¬† ) Como √© do conhecimento de cada salvo em CRISTO, onde h√° “inveja” e “esp√≠rito faccioso”, o mal impera.¬†

(¬†¬†¬† ) Em um ambiente onde a perversidade e a malignidade est√£o presentes, muitas pessoas “adoecem” e at√© “morrem” espiritualmente.

(    ) Maldades contra o irmão, mentiras contra o próximo, mexericos e falatórios, enfim, são atitudes que as pessoas que passam a frequentar uma igreja local, naturalmente, esperam não encontrar.

Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Pr√°tica - Ev. Luiz Henrique

LI√á√ēES B√ćBLICAS - 3¬ļ Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: F√Č E OBRAS - Ensinos de Tiago para uma Vida Crist√£ Aut√™ntica

Coment√°rio: Pr. Eliezer de Lira e Silva
Complementos, ilustra√ß√Ķes, question√°rios e v√≠deos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

N√ÉO DEIXE DE ASSISTIR AOS V√ćDEOS DA LI√á√ÉO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICA√á√ēES DETALHADAS DA LI√á√ÉO

http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

 

TEXTO √ĀUREO

“Quem dentre v√≥s √© s√°bio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansid√£o de sabedoria” ¬†(Tg 3.13).

 

VERDADE PR√ĀTICA

A verdadeira sabedoria não se manifesta na vida do crente através do discurso, mas das obras.

 

LEITURA DI√ĀRIA

Segunda - 2 Cr 9.22 O rei mais s√°bio do mundo

Terça - Jó 28.28 Sabedoria e inteligência

Quarta - Sl 111.10; Pv 9.10 O princípio da sabedoria

Quinta - Dn 2.20,21 DEUS é o dono da sabedoria

Sexta - Lc 2.52 JESUS cresceu em sabedoria

S√°bado - Cl 4.5 Sabedoria para com “os de fora”

 

 

LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE - Tiago 3.13-18

13 Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansidão de sabedoria. 14 Mas, se tendes amarga inveja e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. 15 Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica. 16 Porque, onde há inveja e espírito faccioso, aí há perturbação e toda obra perversa. 17 Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois, pacífica, moderada,  tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia. 18 Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz.

Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Pr√°tica - Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco

Aula pr√©via referente a Li√ß√£o 9: A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Pr√°tica do 3¬ļ Trimestre de 2014: F√© e obras ‚ÄĒ ensinos de Tiago para uma vida crist√£ aut√™ntica, como prepara√ß√£o dos Professores da EBD durante a semana anterior a aula.

Lição 9 - 3T/2014

converter em pdf.

A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Prática - Sulamita Macêdo

Professoras e professores, observem estas orienta√ß√Ķes:

1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se h√° alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email. Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 - Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 - Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associada a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 - Agora, iniciem o estudo da li√ß√£o. Observem as seguintes sugest√Ķes:

- Falem que o tema da aula ser√° “A Verdadeira Sabedoria se Manifesta pela Pr√°tica”.

- Trabalhem o conte√ļdo da li√ß√£o, buscando a participa√ß√£o dos alunos, para isto motivem a turma de forma que cada aluno se sinta confiante para expor suas ideias.

- Perguntem: O que é sabedoria e conhecimento?Aguardem as respostas.Depois falem que a aquisição de conhecimento não significa que a pessoa possui sabedoria relacional, apontada por Tiago, pois muitas vezes a pessoa pode tornar-se soberba, arrogante e tratar mal o próximo.

- Dividam a turma em dois grupos.Peçam que o grupo 01 leia Tg 3.14 a 16 e escreva numa cartolina as características da sabedoria terrena.Solicitem que o grupo 02 leia Tg 3.13 e 18 e escreva numa cartolina as características da sabedoria divina.Depois, os grupos devem apresentar o que caracteriza cada uma delas.

- Em seguida, trabalhem com os alunos cada caracter√≠stica dos 02 tipos de ¬†sabedorias, enfatizando a import√Ęncia da sabedoria que vem do alto, que abrange¬† o aspecto espiritual, sentimental, emocional e relacional.

- Vejam estas sugest√Ķes de textos e din√Ęmicas que ajudam a exemplificar o tema. Escolham pelo menos uma delas.¬†Para trabalhar sobre:A inveja, utilizem a din√Ęmica¬†“Inveja”.O trato com as pessoas, utilizem a din√Ęmica¬†“Relacionamentos”¬†ou o texto¬†“Para se Ter um Bom Relacionamento”.¬†Entreguem este texto para cada aluno da seguinte forma: dobrem o papel ao meio, repita a opera√ß√£o e depois lacre-o com durex colorido. Depois solicitem para que os alunos abram o texto e realizem a leitura de forma compartilhada. Falem que para ler o texto precisamos abri-lo, isto √©, devemos estar abertos a manter bons relacionamentos.- Para concluir, utilizem a din√Ęmica¬†“Construindo Pontes”.Tenham uma excelente e produtiva aula!

Din√Ęmica: Inveja

Objetivo: Estudar sobre a inveja.

Material:

Texto “A inveja do Pequeno Ramo”(postado no procedimento)

01 ramo

01 figura de sol

Flores

Folhas secas

01 saco

Sementes

Procedimento:

1 - Leiam com os alunos o texto “A inveja do Pequeno Ramo”(postado abaixo), para que os alunos entendam o que v√£o fazer.

2 - Agora, ap√≥s a leitura, fa√ßam uma encena√ß√£o deste texto. Para isto, voc√™s precisam observar as seguintes orienta√ß√Ķes:O narrador deve ser o professor.Escolher um aluno para ser o pequeno ramo, entregar para ele um ramo verde e folhas secas.Escolher um aluno para ser o jardineiro e outra pessoa para ser a filha; o jardineiro entra com um saco no bolso.Observar as orienta√ß√Ķes em it√°lico e entre par√™nteses para os alunos realizarem.
A inveja do Pequeno Ramo

Era uma vez um pequeno ramo. O pequeno ramo estava no topo de uma montanha. A montanha mais bela e alta da floresta, do lado da casa de um jardineiro trabalhador. O pequeno ramo era feliz com seus outros amigos ramos ali(todos os alunos devem ficar agachados deste o in√≠cio da leitura).Ent√£o o tempo foi passando, e a chuva ca√≠a(os alunos devem dizer chu√° chu√°),¬†e o sol nascia(um aluno deve mostrar o sol).¬†E todos os ramos come√ßaram a crescer(os alunos devem se levantar).¬†Os amigos do pequeno ramo, agora j√° n√£o eram mais ramos, e sim, bot√Ķes de flor(os alunos mostram as flores). O pequeno ramo ficou feliz pelos amigos, e resolveu parar seu trabalho de crescimento para observ√°-los.Ent√£o se passou mais um tempo e os amigos do pequeno ramo j√° viraram canteiros de rosa. E nada do pequeno ramo crescer(o aluno “pequeno ramo” deve permanecer abaixado). Mas dessa vez, o pequeno ramo n√£o ficou feliz pelos amigos. Ele ficou triste(fazer cara de pessoa triste). Ficou triste e chateado porque seus amigos estavam crescendo e ficando mais bonitos do que ele, simples mato amarelado.Os amigos do pequeno ramo j√° eram grandes arbustos e o pequeno ramo estava t√£o triste de ver seus amigos t√£o grandes, que ele resolveu ser a praga que estragava a beleza dos grandes arbustos florais.Agora, os arbustos deixaram cair sementes(os alunos jogam sementes pelo ch√£o),¬†que se multiplicaram, e que formaram um jardim. E cada vez mais, o pequeno ramo tentava estragar a beleza do jardim, se alastrando por todo o gramado.Chegou um dia que ele ficou t√£o triste, mas t√£o triste por causa dos amigos, que resolveu se transformar em uma verdadeira praga parasita, e come√ßou a influenciar os amigos a deixar de produzir aquelas flores t√£o belas, para que fossem apenas simples arbustos, e o lugar iria ficar mais bonito.
- Simplicidade, meus colegas, simplicidade. Ele os enganava.Alguns caíam em sua conversa, outros não.Até que um dia veio o jardineiro daquele lugar, com a filha pequena(o aluno jardineiro e a filha entram). A menina adorou as roseiras. Mas ela notou que havia um matinho chato as enforcando(a menina fica olhando entre as roseiras). Então pediu para o pai arrancar o que estava estragando o trabalho tão bonito do tempo, e da natureza, com seu coração todo mole pelas rosas.Então o pequeno ramo foi arrancado(o aluno pequeno ramo sai, puxado pelo braço). E só o que sobrou dele, foram suas folhas secas imundas, que o jardineiro recolheu(o aluno jardineiro apanha as folhas secas e coloca no saco), feliz por ter se livrado de uma praga inconveniente, e causado um sorriso a mais no rosto da pequena filha.Autoria do texto desconhecida.

3 - Depois, analisem com os alunos sobre as consequências da inveja do pequeno ramo.

4 - Em seguida, falem sobre a inveja dos irmãos de José(personagem bíblico); leiam Gn 37. 5 a 11 e se possível apresentem figuras que ilustrem esta narrativa.Vocês podem conseguir as figuras no departamento infantil da igreja. Pelo fato de mostrar figuras, isto não quer dizer que é algo infantil, pois depende do enfoque dado pelo professor para o tipo de aluno que tem.

5 - Depois, leiam Gn 49.22 “Jos√© √© um ramo frut√≠fero, ramo frut√≠fero junto √† fonte; seus ramos correm sobre o muro.”Em seguida, fa√ßam uma compara√ß√£o entre Jos√©, um ramo frut√≠fero, com o ramo do texto que n√£o cresceu, estabelecendo diferen√ßas entre eles sobre a inveja, um que foi invejado e o que aconteceu com os irm√£os invejosos e o pequeno ramo que invejava seus amigos ramos que cresceram e ele n√£o.Por Sulamita Macedo.

Din√Ęmica: Relacionamentos

Objetivo: Exemplificar atos de respeito ao próximo

Material:¬ľ da folha de papel of√≠cio e caneta para cada aluno.

Procedimento:

- Organizem os alunos em círculo.

- Distribuam ¬ľ da folha de papel of√≠cio.

- Solicitem para que cada aluno escreva o que ele deseja que seu colega do lado esquerdo realize, naquele momento da aula. Normalmente as a√ß√Ķes s√£o engra√ßadas e at√© “micos”.Veja um exemplo: Maria deve fazer tal coisa. Jo√£o( nome da pessoa que est√° escrevendo).Orientem que o colega n√£o pode ver o que o aluno est√° escrevendo.

- Recolham todos os papéis.

- Agora, falem: A regra da brincadeira est√° mudada, o “feiti√ßo virou contra o feiticeiro”. Quem vai realizar a tarefa √© a pessoa que escreveu e n√£o o colega para quem voc√™ desejou.

- Então, os alunos deverão realizar as tarefas.Certamente, haverá um pouco de rejeição ou vergonha, mas encorajem os alunos.

- Depois, falem: Esta é a finalidade da brincadeira: não desejar aos outros ou fazer algo com os outros, que você não gostaria para você.

- Para concluir, leiam:”E, como v√≥s quereis que os homens vos fa√ßam, da mesma maneira lhes fazei v√≥s tamb√©m” Lc¬† 6.31 Ou se preferir a vers√£o NTLH: “Fa√ßam aos outros a mesma coisa que querem que eles fa√ßam a voc√™s”.Ideia original desta t√©cnica desconhecidaEsta vers√£o da din√Ęmica por Sulamita Macedo
Texto de Reflex√£o

Para se Ter um Bom Relacionamento

- Coloque-se no lugar do outro para pelo menos tentar compreender o seu ponto de vista.

- A gentileza é fundamental para manter um bom convívio com as pessoas.

- √Č poss√≠vel discutir sem maltratar, sem ofender, sem atacar ou humilhar o outro.

- Confie e seja digno de confiança. Lembre-se, não basta parecer confiável e honesto, tem que ser confiável e honesto.

- Cultive o respeito m√ļtuo por meio de pequenas a√ß√Ķes no dia-a-dia.

- N√£o se envergonhe de pedir ajuda, sempre que for necess√°rio.

- N√£o se envergonhe de pedir desculpas, sempre que for necess√°rio.

- N√£o maltrate nem se deixe maltratar.

- Sorria, sempre! Para fazer cara feia, 72 m√ļsculos entram em a√ß√£o, para sorrir, apenas 23. Al√©m disso, o sorriso traz resultados mais agrad√°veis e positivos do que a cara feia.- Contribua com 100% para construir um √≥timo relacionamento!Autoria do texto desconhecida.
Din√Ęmica: Construindo Pontes

Objetivo:Concluir o estudo sobre a verdadeira sabedoria que se manifesta na pr√°tica.Enfatizar a import√Ęncia do bom trato com o pr√≥ximo.

Material:

Cadeiras

exto “A Ponte” para cada aluno(postado abaixo)

Procedimento:

- Falem: Vamos fazer de conta que voc√™s estavam discutindo sobre um determinado tema de conhecimento de todos, por√©m como havia opini√Ķes conflitantes, houve uma discuss√£o acalorada, e dessa forma o grupo se dividiu, se distanciando um do outro, n√£o se falando mais.

- Dividam a turma em 02 grupos.- Peçam para que fiquem um de frente para o outro, com um espaço livre entre eles.

- Depois, falem: Os grupos est√£o separados por causa de um problema de relacionamento, isto √©, discutiram e est√£o brigados por falta de bom trato com o pr√≥ximo que tinham opini√Ķes diferentes.

- Coloquem entre os alunos uma fila de cadeiras.

- Falem: Esta fila de cadeiras nos remete a empecilho de comunicação.

- Perguntem:O que pode ser modificado para que esta situa√ß√£o seja resolvida, de acordo com o que acabamos de estudar nesta li√ß√£o?Aguardem as sugest√Ķes.Espera-se que os alunos apresentem a ideia de que a fila de cadeiras seja retirada, promovendo um restabelecimento de comunh√£o entre os grupos e bom trato entre as pessoas.

- Depois, falem: O conhecimento sem o uso da sabedoria divina pode tornar as pessoas soberbas e de mal trato com os demais. Podemos ter conhecimento acompanhado de obras de mansidão, pois a sabedoria divina proporciona frutos de justiça que se semeia na paz, para os que praticam a paz(Tg 3. 13 e 18).

- Em seguida, leiam o texto¬†“A Ponte”(postado abaixo), para exemplificar o tema.

- Para finalizar, falem da import√Ęncia de n√£o construir cercas de separa√ß√£o, mas construir pontes que unam as pessoas.Que tal deixar que o carpinteiro Jesus trabalhe na nossa mente e atitudes para que sejamos promotores de pontes e n√£o de cercas?Que tal formar uma ponte entre os grupos, atrav√©s do abra√ßo?Por Sulamita Macedo.
Texto de Reflex√£o

A Ponte

Dois irm√£os que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desaven√ßa em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. O que come√ßou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras r√≠spidas, seguidas por semanas de total sil√™ncio.Numa manh√£, o irm√£o mais velho ouviu baterem na sua porta. Ao abri-la, notou um homem com uma caixa de ferramenta de carpinteiro na m√£o.- Estou procurando trabalho, disse ele. Talvez voc√™ tenha algum servi√ßo para mim.- Sim, disse o fazendeiro. Claro! V√™ aquela fazenda ali, al√©m do riacho? √Č do meu vizinho. Na realidade do meu irm√£o mais novo. N√≥s brigamos e n√£o posso mais suport√°-lo. V√™ aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta.- Acho que entendo a situa√ß√£o, disse o carpinteiro. Mostre-me onde est√£o a p√° e os pregos.O irm√£o mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro. Quando o fazendeiro chegou, n√£o acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi constru√≠da ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou:- Voc√™ foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei.Mas as surpresas n√£o pararam a√≠. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irm√£o se aproximando de bra√ßos abertos. Por um instante, permaneceu im√≥vel do seu lado do rio. O irm√£o mais novo ent√£o falou:- Voc√™ realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse.De repente, num s√≥ impulso, o irm√£o mais velho correu na dire√ß√£o do outro e abra√ßaram-se, chorando no meio da ponte. O carpinteiro que fez o trabalho partiu com sua caixa de ferramentas.- Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para voc√™. E o carpinteiro respondeu:- Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir…
Autoria do texto desconhecida.

Publicado no blog Atitude de Aprendiz 

converter em pdf.

A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Prática - Luciano de Paula Lourenço

Texto Base: Tiago 3:13-18
“Quem dentre v√≥s √© s√°bio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansid√£o de sabedoria” (Tg 3:13).

INTRODUÇÃO

Dando continuidade ao estudo da Ep√≠stola de Tiago, estudaremos nesta Aula “a sabedoria como a habilidade de exercer uma √©tica correta com vistas a praticar o que √© certo. Veremos a pessoa s√°bia como algu√©m que se mostra madura em todas as circunst√Ęncias da vida, pois √© no cotidiano que a sabedoria do crente deve se mostrar”. A Carta de Tiago √© um conjunto de serm√Ķes que trata de modo muito pr√°tico a forma como um servo de Deus deve viver, e isso inclui agir com sabedoria em todos os momentos. Na vida crist√£ n√£o vale a m√°xima¬†fa√ßa¬†o que eu digo, mas n√£o fa√ßa o que eu fa√ßo.¬†Na vis√£o de Tiago, as atitudes corretas t√™m mais sentido do que palavras vazias e sem exemplo de vida.
I. A CONDUTA PESSOAL DEMONSTRA SE A NOSSA SABEDORIA √Č DIVINA OU DEMON√ćACA (Tg 3:13-15)
1. Sabedoria n√£o se mostra com discurso (Tg 3:13).¬†”Quem dentre v√≥s √© s√°bio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansid√£o de sabedoria“.
Um crist√£o desejoso de crescer na vida crist√£ certamente privilegia a palavra falada e escrita. Lemos a B√≠blia e ouvimos as prega√ß√Ķes em nossas igrejas, e cremos que os discursos s√£o elementos de comunica√ß√£o que atingem sua finalidade: convencer pessoas e motiv√°-las a que tenham atitudes que agradem a Deus. Entretanto, devemos nos lembrar de que a sabedoria n√£o √© demonstrada apenas em nossos discursos, mas tamb√©m em nossas atitudes. Palavras, como diz a sabedoria popular, o vento leva. Entretanto, atitudes falam mais alto do que nossas pr√≥prias palavras, e ficam marcadas em nossas vidas.
Discursos, por mais elaborados que sejam, tornam-se inócuos se desprovidos de atitudes que os espelhem. Deus espera ver em nós atitudes condizentes com o que ensinamos e pregamos, para que a mensagem do evangelho seja não apenas um conjunto de palavras bem apresentadas, mas acima de tudo, o poder de Deus manifesto em nossas vidas, moldando-nos de acordo com a sua vontade e mostrando ao mundo a diferença que Deus faz. (1)
2. A inveja e fac√ß√£o (Tg 3:14).¬†“Mas, se tendes amarga inveja e sentimento faccioso em vosso cora√ß√£o, n√£o vos glorieis, nem mintais contra a verdade“.¬†Inveja e fac√ß√£o s√£o dois sentimentos que andam muito pr√≥ximos de n√≥s.
A inveja¬†√© caracterizada pelo desgosto que uma pessoa tem em rela√ß√£o a outra pessoa e contra o que¬†¬†essa outra pessoa possui. Diferente da arrog√Ęncia, que faz com que o arrogante veja outras pessoas como se ele estivesse em uma posi√ß√£o superior, o invejoso v√™ a si pr√≥prio como uma pessoa que est√° em posi√ß√£o inferior. Ele imagina que a pessoa alvo de seu sentimento n√£o √© digna de ter o que tem, e se imagina como merecedora daqueles talentos, dons ou bens que a pessoa tem.¬†(2)
O sentimento facccioso.¬†√Č outra caracter√≠stica de quem alega ter a sabedoria e n√£o¬†consegue demonstr√°-la na pr√°tica. A falsa sabedoria manifesta-se atrav√©s de um sentimento faccioso. H√° grandes feridas nos relacionamentos dentro das fam√≠lias e das igrejas. A palavra que Tiago usa,erithia, significa esp√≠rito de partidarismo. Subentende a inclina√ß√£o por usar meios indignos e divis√≥rios para promover os pr√≥prios interesses. Era a palavra usada por um pol√≠tico √† cata de votos. As pessoas est√£o a seu favor ou est√£o contra voc√™. Tiago, ent√£o, prop√Ķe √† igreja um desafio √†queles que afirmavam ter a verdadeira sabedoria: eles precisavam observar a verdadeira sabedoria que vem do C√©u.
Paulo alertou os crentes de Filipos sobre o perigo de estarem envolvidos na obra de Deus com motiva√ß√Ķes erradas: vangl√≥ria e partidarismo (cf Fp 2:3). Essa exorta√ß√£o √© bastante atual!
3. Sabedoria do alto e sabedoria diab√≥lica (Tg 3:15). “Essa n√£o √© a sabedoria que vem do alto, mas √© terrena, animal e diab√≥lica”.
De modo meio ir√īnico, Tiago agora compara a sabedoria possu√≠da por aquelas pessoas invejosas e facciosas com a sabedoria que desce l√° do alto. A verdadeira sabedoria, e as Escrituras deixam isso claro, procede somente de Deus:¬†“… o Senhor d√° a sabedoria” (Pv 2:6). √Č por isso que ela pode ser obtida apenas se a pedirmos a Deus (Tg 1:5).
A sabedoria que n√£o produz um bom estilo de vida (Tg 3:13) √©, em suma, caracterizada “pelo mundo, pela carne e pelo dem√īnio”. Em cada uma destas formas, ela √© a ant√≠tese direta da “sabedoria que desce l√° do alto” - celestial em natureza, espiritual em ess√™ncia e divina em sua origem.
II. ONDE PREVALECEM A INVEJA E SENTIMENTO FACCIOSO, PREVALECE TAMB√ČM O MAL (Tg 3:16)
“Porque, onde h√° inveja e esp√≠rito faccioso, a√≠ h√° perturba√ß√£o e toda obra perversa”.
1. A maldade do cora√ß√£o humano.¬†Uma das quest√Ķes mais dif√≠ceis com que temos de lidar √© a capacidade de o cora√ß√£o humano ser mal. H√° muitos gestos de bondade, generosidade e altru√≠smo ao longo da hist√≥ria em todas as culturas, mas h√° muito mais registros da capacidade m√° do homem agindo tanto em grupo quanto individualmente.
A maldade humana se desenvolve na mais tenra idade, e n√£o s√£o poucos os atos maldosos cometidos por crian√ßas e adolescentes. Veja o que est√° escrito em G√™nesis 8:21: “…¬†disse o SENHOR em seu cora√ß√£o: N√£o tornarei mais a amaldi√ßoar a terra por causa do homem, porque a imagina√ß√£o do cora√ß√£o do homem √© m√° desde a sua meninice...”. Assim sendo, a igreja deve investir com muita dedica√ß√£o na apresenta√ß√£o do evangelho tamb√©m para as crian√ßas, a fim de que ainda pequenas tenham a oportunidade de conhecer a Jesus Cristo e receberem a salva√ß√£o.
A maldade do cora√ß√£o humano √© vista n√£o apenas entre as pessoas que n√£o conheciam ao Senhor, mas igualmente entre o povo de Deus houve manifesta√ß√£o de maldades e de pensamentos ruins. Jeremias, usado por Deus, reclamou com os habitantes de Jerusal√©m sobre suas atitudes: “Lava o teu cora√ß√£o da malicia, √≥ Jerusal√©m, para que sejas salva; at√© quando permanecer√£o no meio de ti os teus maus pensamentos?” (Jr 4:14). Jeremias ainda reitera a capacidade m√° que o cora√ß√£o humano possui: “Enganoso √© o cora√ß√£o, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecer√°?” (Jr 17:9). Isso n√£o ocorreu somente com Israel, mas tamb√©m dentro da pr√≥pria igreja (Tg 3:12; 4:1-3; 2Co 12:20).
A maldade do cora√ß√£o humano, certamente, ter√° resultados terr√≠veis. Veja estas palavras do Senhor atrav√©s do Jeremias: “Eu, o SENHOR, esquadrinho o cora√ß√£o, eu provo os pensamentos; e isso para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas a√ß√Ķes” (Jr 17:10).
2. A inveja e a fac√ß√£o instauram a desordem.¬†”…¬†a√≠ h√° perturba√ß√£o…”.¬†Inveja e sentimento faccioso s√£o evid√™ncias da falsa sabedoria. S√£o atitudes a serem evitadas pelos salvos em Cristo, pois, inevitavelmente, trazem desordem no meio do povo de Deus.
A fac√ß√£o √© o desejo de divis√£o. √Č aquele sentimento que n√£o se contenta em presenciar a unidade de um grupo. Pessoas unidas tendem a ser mais exitosas em seus intentos, mas grupos divididos n√£o costumam ter for√ßa suficiente para alcan√ßar desafios. Por isso o sentimento faccioso √© t√£o importante para Satan√°s. Ele sabe que quando h√° unidade na igreja local, as pessoas oram mais umas pelas outras, s√£o mais misericordiosas, ajudam-se e buscam sempre a solu√ß√£o de poss√≠veis conflitos, de forma que a igreja fica fortalecida. Mas se uma igreja √© dominada pelo esp√≠rito faccioso, n√£o poder√° crescer, mesmo que seja rica em dons e manifesta√ß√Ķes espirituais.
A igreja de Corinto √© um exemplo cl√°ssico¬†de comunidade que foi atingida pela desordem, fruto de fac√ß√Ķes. Nessa igreja encontravam-se crist√£os que haviam recebido dons espirituais de poder, elocu√ß√£o e de revela√ß√£o. Mas, desconhecia a forma correta de utiliza√ß√£o desses dons. Por causa disso, passou por diversos problemas, at√© que fosse orientada pelo ap√≥stolo Paulo n√£o apenas em rela√ß√£o ao uso correto dos dons, mas igualmente quanto √† pr√°tica da comunh√£o.
O problema não estava nos dons espirituais, pois eles foram dados por Deus para a edificação da igreja. O problema estava no partidarismo daquela congregação. Aqueles crentes eram muito divididos. Uns eram de Paulo, outros de Apolo, outros de Pedro e outros, de Jesus. Como pode uma igreja ser sadia se seus membros competem entre si, e trabalham em prol de grupos internos? O problema não eram os dons espirituais, e sim a desunião do grupo.
E o que dizer da inveja?¬†De acordo com Tiago, a inveja colabora com a perturba√ß√£o e toda obra perversa. Pessoas dominadas pela inveja n√£o conseguem contribuir nem com sua pr√≥pria vida nem com as pessoas que a cercam. A inveja faz a pessoa perder o foco em si mesma e em Deus, al√©m de fazer com que ela se concentre em outras pessoas, como se elas tivessem tudo e o invejoso, nada. Os talentos e bens dos outros s√£o o alvo dos invejosos, que buscam ter justamente aquilo que outras pessoas t√™m. N√£o raro, pessoas dominadas pela inveja n√£o desejam apenas ter o que o outro tem, mas se poss√≠vel, desejam ver aquela pessoa sem aquilo que tem. Quer dizer, n√£o basta para o invejoso ter alguma coisa; ele precisa ver o outro sem nada. Clique aqui para ler o texto completo »

converter em pdf.

A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Prática - Ev. José Roberto A. Barbosa

A VERDADEIRA SABEDORIA SE MANIFESTA NA PR√ĀTICA

Texto √Āureo Tg. 3.13 - Leitura B√≠blica Tg. 3.13-18

Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa

www.subsidioebd.blogspot.com

Twitter: @subsidioEBD

INTRODUÇÃO

√Č comum √†s pessoas desta gera√ß√£o buscarem informa√ß√Ķes, algumas delas ainda se interessam por conhecimento, mas poucas querem realmente sabedoria. Na aula de hoje atentaremos para a verdadeira sabedoria, como demonstra√ß√£o de temor a Deus, demonstrada em obedi√™ncia. Mostraremos, a princ√≠pio, a partir das orienta√ß√Ķes de Tiago, o que √© a verdadeira sabedoria, em seguida, destacaremos que essa se manifesta na pr√°tica, e por fim, que √© evid√™ncia de uma vida crist√£ aut√™ntica.

1. A VERDADEIRA SABEDORIA

A fonte da verdadeira sabedoria √© o pr√≥prio Deus, considerando que os homens, pelas suas investiga√ß√Ķes, s√£o incapazes de obt√™-la. Por isso Tiago pergunta: Quem √© s√°bio e tem entendimento? A concep√ß√£o de sabedoria em Tiago √© bastante parecida com aquela do autor dos Prov√©rbios (Pv. 8.1-21). Para esses a sabedoria √© muito mais que mero ac√ļmulo de conhecimento, trata-se de uma compreens√£o da vontade de Deus, e de uma pr√°tica condizente com essa revela√ß√£o. Os gregos antigos se vangloriavam de sua sophia - sabedoria, por isso faltava-lhes humildade. Como diz Paulo, ao escrever aos Romanos, os intelectuais, dizendo-se s√°bios, tornaram se loucos e trocaram a gl√≥ria de Deus imortal por imagens (Rm. 1.22,23). Os s√°bios segundo o mundo precisam ser mais humildas, reconhecerem que necessitam de Deus, e que n√£o sabem de tudo, admitirem que s√£o ignorantes em rela√ß√£o a muitas coisas, principalmente no que tange √†s de Deus (Sl. 111.10). A prepot√™ncia do neoateismo tem distanciado muitas pessoas de Deus, a falta de humildade e senso de ignor√Ęncia, conduz o ser humano a pensar que √© maior que o Criador. Ser ateu significa fechar-se ao mist√©rio, √† possibilidade da revela√ß√£o divina, a assumir-se dogm√°tico em rela√ß√£o √† exist√™ncia de Deus, a acreditar na eternidade da mat√©ria, mesmo sem ter fundamento cient√≠fico. H√° intelectuais que t√™m muito conhecimento, graduam-se, fazem seus mestrados e doutorados, por causa disso perdem a singeleza de cora√ß√£o. Isso resulta, no contexto da Ep√≠stola de Tiago, em soberba, e dificuldade para manter relacionamentos duradouros e saud√°veis (Tg. 3.13,14). A raz√£o dessa condi√ß√£o est√° na fonte dessa sabedoria, que √© da terra, n√£o do c√©u. A verdadeira sabedoria vem do alto, n√£o √© uma empreitada humana, tal como foi a torre de Babel (Gn. 11.9).

2. MANIFESTA-SE NA PR√ĀTICA

Essa sabedoria humana se caracteriza por: 1) ser terrena (Tg. 3.15), portanto √© deste mundo (I Co. 1.20,21), proveniente da mera raz√£o humana; 2) ser animal, ou mais propriamente, f√≠sica (Tg. 3.15), ou natural ( Co. 2.14); e 3) ser demon√≠aca (Tg. 3.15), por se respaldar nas mentiras do diabo (Rm. 1.18-25), pois ele √© o pai da mentira (Jo. 8.44). A verdadeira sabedoria, a que vem do alto, portanto de Deus, √© fruto de ora√ß√£o (Tg. 1.15), √© recebida quando algu√©m a busca, e se predisp√Ķe a se apropriar dela, √© uma d√°diva do Senhor (Tg. 1.17), A manifesta√ß√£o concreta dessa sabedoria √© o pr√≥prio Cristo, nEle repousa a sophia tou theou - a sabedoria de Deus (I Co. 1.13), os tesouros da sabedoria s√£o encontrados nEle (Cl. 2.3). A maneira de conhecermos essa sabedoria √© atrav√©s da Palavra de Deus, pois s√£o as Escrituras que nos tornam s√°bios para a salva√ß√£o (II Tm. 3.15). A sabedoria humana se manifesta: 1) por meio de inveja amargurada (Tg. 3.14,16), busca apenas a autopromo√ß√£o, rouba a gl√≥ria de Deus (I Co. 1.23-31); 2) um sentimento faccioso (Tg. 3.14,15), √© o partidarismo, na busca pela satisfa√ß√£o dos interesses particulares (Fp. 2.3); 3) fundamentada na mentira (Tg. 3.14), se alimenta da vaidade, e n√£o respeita limites para adquirir fama (I Co. 4.5). Mas a verdadeira sabedoria, que se manifesta na pr√°tica, √© pura (Tg. 3.17), est√° livre da ambi√ß√£o e dos sentimentos de vangloria; √© pacificadora (Tg. 3.17) n√£o semeia contendas entre os irm√£os, estimulando a competitividade (Tg. 4.1,2); √© ponderada (Tg. 3.17), n√£o se lan√ßa precipitadamente, principalmente para tirar vantagem dos mais fracos. A verdadeira sabedoria tamb√©m √© trat√°vel, se deixa persuadir com facilidade, demonstra abertura para o aprendizado. H√° pessoas nas igrejas que, assim como procedeu Nabal, n√£o conseguem maturidade espiritual, pois s√£o intrat√°veis (I Sm. 25.3,17). A sabedoria do alto tamb√©m √© cheia de miseric√≥rdia (Tg. 3.17), n√£o lida com as pessoas demonstrando inclem√™ncia, muito pelo contrario, sabem que foram alcan√ßados pela gra√ßa de Deus, por isso demonstram amor e compaix√£o. Essa √© uma sabedoria que produz frutos dignos de arrependimento, est√° fundamentada nas virtudes do Esp√≠rito (Gl. 5.22), por isso n√£o mostra parcialidade, principalmente em rela√ß√£o aos mais pobres (Tg. 3.17), e n√£o se revela fingida, com hipocrisia, visando apenas benef√≠cios particulares.

3. DA VIDA CRISTÃ AUTÊNTICA

A vida crist√£ dever ser marcada pela autenticidade, nela n√£o h√° lugar para fingimentos, ou palavras fr√≠volas. Os fariseus do tempo de Jesus eram pessoas que se pautavam em uma religiosidade aparente (Mt. 23). Eles foram denunciados por Jesus porque n√£o levavam a s√©rio sua cren√ßa em Deus, e mais que isso, se gloriavam das suas exterioridades, em detrimento dos valores interiores. Nestes dias, nos quais as igrejas evang√©licas buscam apenas aumentar o n√ļmero dos seus adeptos, carecemos de uma f√© crist√£ aut√™ntica, diferente do fermento dos fariseus e saduceus, que busca crescimento a qualquer custo (Mt. 6.6,7). A vida crist√£ aut√™ntica √© uma escolha, que se fez apesar de tudo e de todos, uma entrega incondicional, uma disposi√ß√£o a confiar na Palavra de Deus (Rm. 11.8-12). Por esse motivo, os crist√£os, em todos os tempos, precisam decidir, se viver√£o a partir da sabedoria da terra ou do c√©u. As op√ß√Ķes que o mundo oferece s√£o as mais diversas, as obras da carne se apresentam como uma alternativa atraente (Gl. 5.17). Mas n√£o estamos determinados a nos conduzir pela natureza pecaminosa, para isso √© preciso investir na vida espiritual, na sabedoria praticada, concretizada na disciplina. O hedonismo tem influenciado muitos crist√£os a entregarem-se aos desejos pecaminosos. H√° aqueles que n√£o fazem mais a diferen√ßa entre o que √© certo e o que √© errado, est√£o com as mentes cauterizadas (I Tm. 4.1,2). Um pensador disse, expressando a vis√£o deste mundo, que a melhor maneira de vencer uma tenta√ß√£o √© entregar-se a ela. At√© mesmo os crist√£os est√£o esquecendo a sabedoria do alto, e se voltando para os prazeres como um fim √ļltimo. As consequ√™ncias da falta de sabedoria do alto s√£o desastrosas, de acordo com Tiago, resultam em desordem, e em todo tipo de pr√°tica vil. Por outro lado, a sabedoria do alto, traz colheita de justi√ßa. Como bem lembrou Paulo aos G√°latas, e bastante apropriado aos crist√£os de hoje, aquilo que o homem plantar, isso tamb√©m ceifar√° (Gl. 6.7). Deus n√£o se deixa escarnecer, portanto, sejamos cautelosos em rela√ß√£o √†s sementes que estamos colocando na terra (Pv. 22.8).

CONCLUSÃO

Há cristãos que desprezam a sabedoria de Deus, o autor de Provérbios nos lembra que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria (Pv. 1.7). Salomão, após ter passado pela juventude, e ao se encontrar em idade avançada, lembrou que o melhor é viver para o Criador. Esse é o dever de todo homem e mulher que deseja agradar ao Senhor, e viver autenticamente para Ele (Ec. 12.13). Essa sábia opção, além de satisfazer a Deus, nos faz bem, pois a vontade do Senhor, em Sua sabedoria, não é para o nosso mal, antes para bem (Rm. 12.1,2).

BIBLIOGRAFIA

SHEDD, R. P., BIZERRA, E. F.¬†Uma exposi√ß√£o de Tiago. S√£o Paulo: Shedd Publica√ß√Ķes, 2010.

WIERSBE, W. W. Be mature: James. Colorado Springs: David C. Cook, 2008.

Publicado no Blog Subsídio EBD 

converter em pdf.

A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Pr√°tica - Ev. Natalino das Neves

Aula ministrada pelo Ev. Natalino das Neves - Projeto IEADSJP_EBDTV.

Projeto da IEADSJP - Igreja Evangélica Assembleia de Deus de São José dos Pinhais

Baixe, também, os slides da aula, clicando aqui.

Publicado no Blog do Ev. Natalino das Neves

Lição 9 - 3T/2014

converter em pdf.

A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Pr√°tica - AD Londrina

Aula ministrada pelo Prof. Ailton Nantes para EBD da Asssembléia de Deus em Londrina.

Acesse: www.adlondrina.com.br

Lição 9 - 3T/2014

converter em pdf.

O Cuidado com a Língua - Thiago Santos

Por Thiago Santos  
INTRODUÇÃO

I - A SERIEDADE DOS MESTRES (Tg 3.1,2)

II - A CAPACIDADE DA L√ćNGUA (Tg 3.3-9)

III - NÃO PODEMOS AGIR DE DUPLA MANEIRA (Tg 3.10-12)

CONCLUSÃO

A NOCIVIDADE DA L√ćNGUA PROVENIENTE DO CORA√á√ÉO HUMANO. TIAGO 3.8-10.

Os des√≠gnios do cora√ß√£o do homem s√£o conhecidos por meio de suas palavras. Pois “do que h√° em abund√Ęncia no cora√ß√£o, disso fala a boca” (Mt 12.34). Por conseguinte, Tiago esbo√ßa o terceiro cap√≠tulo de sua ep√≠stola, exortando em rela√ß√£o √† nocividade da l√≠ngua (Tg 3.1-12). Como j√° ressaltamos em outra ocasi√£o, a pr√°tica da maledic√™ncia √© extremamente prejudicial para igreja, pois resulta em contendas e divis√Ķes danosas ao bom funcionamento do Corpo de Cristo. Nesta li√ß√£o, discutiremos acerca dos des√≠gnios do cora√ß√£o humano que originam palavras de b√™n√ß√£o e maldi√ß√£o. Para tratarmos deste assunto, precisamos considerar a advert√™ncia de Tiago em rela√ß√£o √† l√≠ngua, que apesar de ser um membro t√£o pequeno, tem a capacidade de causar efeitos significativamente ben√©ficos ou mal√©ficos ao homem (Tg 3.5,6). Vale ressaltar que “o cora√ß√£o humano √© enganoso e perverso”, e “que dele procedem as sa√≠das da vida” (cf. Jr 17.9; Pv 4.23). Por isso, o crente deve ter o cora√ß√£o puro, de forma que de sua boca emane somente o que for para edifica√ß√£o dos irm√£os e tamb√©m para adorar a Deus. Conforme o meio irm√£o do Senhor questiona, pode “de uma mesma boca procede[r] b√™n√ß√£o e maldi√ß√£o”? Na sequ√™ncia ele ent√£o exorta: “Meus irm√£os, n√£o conv√©m que isto se fa√ßa assim” (cf. 3.10). Do mesmo modo, a autenticidade da nova natureza no crente decorre da qualidade de suas palavras. Tiago faz uso ainda das seguintes analogias para ilustrar que n√£o deve haver dubiedade na vida dos que foram gerados pela Palavra da Verdade: “uma mesma fonte n√£o pode jorrar √°gua doce e tamb√©m amarga”; e acrescenta, “n√£o pode a figueira produzir azeitonas ou a videira figos” (cf. 3.11,12). Portanto, a instabilidade nas palavras √© fruto de um cora√ß√£o impuro e indeciso em seu relacionamento com Deus. Nesta li√ß√£o, o professor deve levar seus alunos a perceber a rela√ß√£o existente entre os des√≠gnios do cora√ß√£o do homem e a nocividade da l√≠ngua.

A boca fala da abund√Ęncia do que h√° no cora√ß√£o

A respeito disso, o l√≠der da igreja em Jerusal√©m, j√° havia exortado os crentes da “dispers√£o”, a que rejeitassem toda duplicidade do cora√ß√£o, uma vez que tal comportamento indica inconst√Ęncia na f√© (cf. Tg 1.8). Sendo assim, as palavras proferidas s√£o fruto do que existe no interior do homem, como afirmou Jesus em resposta aos fariseus: “O homem bom tira boas coisas do seu bom tesouro, e o homem mau do mau tesouro tira coisas m√°s” (Mt 12.35). Desse modo, o cora√ß√£o do homem precisa estar puro para que produza frutos de justi√ßa. O cora√ß√£o que est√° cheio de perversidade, certamente maquinar√° maus des√≠gnios que resultar√£o em obras da carne, conduta esta incompat√≠vel aos que s√£o gerados pela palavra da verdade (cf. Tg 1.8). No livro de Prov√©rbios encontramos a seguinte declara√ß√£o: “Sobre tudo o que deves guardar, guarda o teu cora√ß√£o, porque dele procedem as sa√≠das da vida” (cf. 4.23). Logo, os sentimentos humanos precisam estar bem tratados e purificados de maneira que as palavras evidenciem um bom car√°ter, diante de Deus e dos homens. No Coment√°rio B√≠blico Beacon, encontramos a seguinte cita√ß√£o de Horton: “Toda conduta √© resultado de fontes escondidas. Todas as palavras s√£o a express√£o de pensamentos. A coisa primeira e mais importante √© que as fontes escondidas dos pensamentos e sentimentos sejam mantidas puras. A origem de todos os nossos problemas √© a amargura do cora√ß√£o, o sentimento de inveja, a erup√ß√£o repentina de desejos pervertidos. Uma salva√ß√£o meramente exterior n√£o tem valor algum; uma mudan√ßa de local, uma f√≥rmula m√°gica, um perd√£o convencionado, n√£o podem tocar a raiz do mal” (CPAD, 2005, p.368). Assim, √© importante considerar que muitas das vezes, o cora√ß√£o do homem se deixa enganar por suas emo√ß√Ķes, o que de fato, compromete o seu comportamento. Em raz√£o disso, a Palavra de Deus exorta o cuidado com as palavras, uma vez que muitas decis√Ķes s√£o tomadas de acordo com o estado emocional em que o homem se encontra no momento.

O coração do homem é enganoso 

Desse modo, o cora√ß√£o que nutre sentimentos facciosos, √© sutilmente engodado pela sedu√ß√£o do pecado. Isso porque, tais sentimentos, muitas vezes s√£o expressos atrav√©s de palavras pronunciadas no calor das emo√ß√Ķes. Por este motivo, Tiago descreve a l√≠ngua como “um fogo; como mundo de iniquidade, a l√≠ngua est√° posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e √© inflamada pelo inferno” (Tg 3.6). Assim sendo, o dom√≠nio da l√≠ngua √© indispens√°vel para que os crentes mantenham a pureza crist√£, pois os que n√£o refreiam a l√≠ngua pecam com maior frequ√™ncia (cf. 1.19). No entanto, h√° muitos tamb√©m que, desde a inf√Ęncia, n√£o est√£o habituados a pensar antes de agir, pois em meio a uma sociedade imediatista, a maioria das pessoas n√£o √© educada a ter essa prud√™ncia. Em consequ√™ncia, o cora√ß√£o do homem demonstra a sua maldade de forma at√© mesmo impercept√≠vel para o pr√≥prio homem. Por esta causa, a Palavra de Deus descreve o cora√ß√£o como enganoso e perverso, visto que tais atitudes s√£o oriundas do pensamento humano que, cedendo √† tenta√ß√£o, acaba consumando o pecado de forma concreta (cf. Jr 17.9; Tg 1.14,15). Acerca disto, o Coment√°rio B√≠blico de Matthew Henry: Isa√≠as a Malaquias discorre: “O cora√ß√£o ilude os homens levando-os √† ru√≠na. O fato de enganarem e destru√≠rem a si mesmo representa a exacerba√ß√£o desta ru√≠na. Nisso o cora√ß√£o √© perverso e desesperadamente corrupto; √© mortal e est√° desesperado. A situa√ß√£o √© realmente ruim, e at√© certo ponto deplor√°vel e irremedi√°vel, se a consci√™ncia que deveria corrigir os erros das outras faculdades √©, em si mesma, a origem da falsidade e uma l√≠der da desilus√£o. O que acontecer√° com um homem se nele, aquela que deveria ser a l√Ęmpada do Senhor emite uma luz falsa, se a representante de Deus na alma que √© encarregada de cuidar de seus interesses, os trai?” (CPAD, 2010, p.434). Portanto, a nocividade presente na l√≠ngua prov√©m de um cora√ß√£o que necessita ser purificado de toda perversidade acumulada. Para isso, o Esp√≠rito Santo manifesta a sua a√ß√£o na vida dos crentes a fim de que tenham um linguajar s√£o perante Deus, pois “a boca do justo produz sabedoria em abund√Ęncia, mas a l√≠ngua da perversidade ser√° desarraigada” (Pv 10.31).

Devemos ter um coração puro e sem duplicidade 

Em vista disso, Tiago exorta os crentes a possu√≠rem um cora√ß√£o puro, livre de qualquer duplicidade, pois “de uma mesma fonte n√£o pode jorrar √°gua doce e √°gua amarga” (Tg 3.11,12). A l√≠ngua fraudulenta, a maledic√™ncia e as palavras torpes, s√£o todas obras infrutuosas das trevas que caracterizam o homem carnal, sem dom√≠nio pr√≥prio (cf. Gl 5.19-22). Todavia, os que servem a Deus, contam com a gra√ßa divina para obterem o controle da l√≠ngua, visto que da boca do justo deve emanar somente o que for para edifica√ß√£o da Igreja. Tal atitude indica a necessidade da a√ß√£o do Esp√≠rito sobre os pensamentos para que o cora√ß√£o esteja preservado da mal√≠cia que origina a imoralidade. Evidentemente, que n√£o temos o dom√≠nio pleno sobre tudo o que pensamos, mas podemos sujeitar a nossa mente ao dom√≠nio de Cristo por meio do Evangelho. A respeito disto, o ap√≥stolo Paulo discorre em sua segunda carta aos cor√≠ntios dizendo: “destruindo os conselhos e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo entendimento √† obedi√™ncia de Cristo” (2 Co 10.5). Sendo assim, √© importante que os crentes mantenham a mente disciplinada com as coisas que s√£o do alto, para que a natureza pecaminosa que permeia sobre a l√≠ngua seja refreada (cf. Fl 4.8). Porquanto, √† medida que os maus des√≠gnios do enganoso cora√ß√£o conduzem o homem a distanciar-se do Criador, a pureza de cora√ß√£o, torna o homem √≠ntimo de Deus e transbordante da sabedoria divina para que os seus l√°bios professem somente b√™n√ß√£os e n√£o maldi√ß√£o.

Considera√ß√Ķes finais

√Ä vista disso, Tiago conclui que a l√≠ngua nociva √© decorrente dos maus des√≠gnios do cora√ß√£o do homem. Pois, um cora√ß√£o cheio de perversidade n√£o pode agradar a Deus e, por conseguinte, desagradar√° tamb√©m aos que lhe ouvem (cf. Tg 3.9). A l√≠ngua, quando n√£o refreada, origina palavras que ferem profundamente o cora√ß√£o daqueles que a ouvem, ao mesmo tempo em que macula as vestes daqueles que a articulam precipitadamente. Apesar de ser um membro t√£o pequeno, a l√≠ngua exerce papel decisivo na vida do homem. Logo, √© de suma import√Ęncia que os crentes conservem o cora√ß√£o puro diante de Deus, pois caso n√£o seja tratado, o ac√ļmulo de sentimentos facciosos afetar√° as emo√ß√Ķes e consequentemente as rela√ß√Ķes entre os irm√£os (cf. Tg 1.21). Assim, conv√©m que da boca dos que servem a Deus, emane a sabedoria divina para que “o bom aproveitamento na Palavra seja manifesto a todos” (cf. 1 Tm 4.13,15). Porquanto, os l√°bios dos santos devem ser utilizados unicamente para louvor e gl√≥ria do Senhor, como diz o salmista Davi, “Abre, Senhor, os meus l√°bios, e a minha boca entoar√° o teu louvor” (Sl 51.15). Sendo assim, importa que os crentes mantenham o cora√ß√£o puro e n√£o sejam inconstantes na f√©, mas guardem o cora√ß√£o de toda d√ļvida que possa comprometer o relacionamento com Deus, pois Cristo j√° declarou: “Bem-aventurados s√£o o limpos de cora√ß√£o, porque eles ver√£o a Deus” (Mt 5.8).

Publicado no Portal CPAD 

converter em pdf.