Abel, Exemplo de Caráter que Agrada a Deus – Luciano de Paula Lourenço

Abel, Exemplo de Caráter que Agrada a Deus – Luciano de Paula Lourenço

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Texto Base: Gênesis 4:8-16

“Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e, por ela, depois de morto, ainda fala” (Hb.11:4).

INTRODUÇÃO

A partir desta Aula, estudaremos alguns personagens bíblicos, cujo caráter é exemplar para obtermos uma melhoria de nossa vida cristã. Eles demonstram que é indispensável ter uma vida de santidade para ser salvo, ou seja, ser salvo não é somente ser membro de uma igreja, mas é ser justificado, regenerado e viver em santificação, “sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb.12:14; 1Ts.5:23). Inicialmente, estudaremos o caráter de Abel, filho de Adão e Eva. Veremos que Abel tinha um caráter impoluto e probo, que agradava a Deus; conduzia-se de modo correto, demonstrando ter um relacionamento leal com Deus e um coração piedoso.

I. A OFERTA DE ABEL

Desde o princípio da humanidade, o ser humano apresenta culto a Deus. Na família de Adão e Eva o culto a Deus era realizado sob a forma de sacrifícios e orações, apresentação de ofertas e consagração a Deus do melhor que havia (Gn.4:3,4). A Escritura não nos fala como esses sacrifícios eram oferecidos, mas o que é claro é que aqueles primeiros sacrifícios tiveram origem no senso de dependência de Deus e de gratidão a Ele. Seu objetivo era expressar a consagração humana e sua entrega a Deus. A questão não era propriamente a oferta, mas a disposição do ofertante expressa na oferta. Tanto quanto à disposição quanto à oferta, Abel trouxe um sacrifício melhor do que o de Caim (Hb.11:4), e foi recompensado com o favor do Senhor.

  1. Uma oferta agradável a Deus. Caim e Abel tiveram destinos diferentes. Caim tornou-se lavrador e Abel tornou-se pastor de ovelhas. Ao fim de algum tempo, ambos resolveram oferecer um sacrifício a Deus. Caim levou alguns frutos do solo, mas Abel ofereceu o melhor dos seus carneiros. Deus se agradou da oferta de Abel, mas não a de Caim (Gn.4:4,5) – “Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício” (Hb.11:4).

Caim irou-se com a rejeição de sua oferta – “E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o seu semblante” (Gn.4:5). O fracasso de Caim no culto, e a ira subsequente, são fatores básicos para seu comportamento não-ético. O cristão verdadeiro e o não verdadeiro são diferenciados por suas atitudes básicas em relação a Deus.

Por que Deus rejeitou a oferta de Caim? A razão de Deus ter aceitado o sacrifício de Abel e rejeitado o de Caim não foi baseado no fato de que o sacrifício de Caim era sem sangue. Muitas das oferendas exigidas no Antigo Testamento eram sem sangue, como as ofertas de manjares (cf. Lv.2:1-16). A diferença estava nos corações daqueles dois ofertantes. A Bíblia relata que o modo de vida de Caim não era agradável a Deus e, por isso, Deus não aceitou a sua oferta. Abel ofereceu com fé (Hb.11:4), ao passo que Caim, não. Aliás, a Bíblia afirma que Caim era do maligno (1João 3:12), ou seja, não tinha um coração temente e submisso a Deus e, por isso, não foi aceita a sua oferta. Esta diferença básica entre os dois ofertantes é indicada pelas palavras no texto sagrado: Deus “atentou para Abel e para sua oferta. Mas para Caim e para a sua oferta não atentou” (Gn.4:4,5). Provérbios 21:27 diz: “O sacrifício dos ímpios é abominação; quanto mais oferecendo-o com intenção maligna!”. Somente quando são oferecidos com fé, os sacrifícios e o serviço dos homens agradam a Deus (cf.Is.1:11-17; Ml.1:6-14).

Na realidade, a chave para o fracasso de Caim se encontra nas cuidadosas descrições do texto sagrado, referentes ao tributo de Caim e Abel – “Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor” (Gn.4:3). Aqui, não há indicação que este “fruto da terra” seja o primeiro e o melhor. Abel ofertou o melhor que tinha; ele “trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura” (Gn.4:4); seu coração era sincero; seu culto era verdadeiro (Hb.11:4). Portanto, o pecado de Caim foi a superficialidade; ele parece religioso, porém seu coração não é totalmente dependente de Deus, não é sincero nem grato.

Hoje, o que oferecemos ao Senhor no culto? Nossas ofertas demonstram a atitude real de nossos corações? (Sl.51:17). Deus se agrada do gesto de gratidão e reconhecimento, do que está no coração do homem, não do que está sendo apresentado em termos materiais. Tanto assim é que, ao indagar Caim sobre sua oferta, Deus diz que ele deveria ter feito bem, ou seja, não como um mero formalismo, não como um mero ritual, mas como algo espontâneo e que proviesse do fundo da alma, pois, somente neste caso é que haverá aceitação por parte do Senhor (Gn.4:7).

  1. Uma oferta profética. O sacrifício que Abel ofertou é considerado o primeiro registrado na Bíblia de que Deus se agradou. Abel deve ter recebido alguma revelação de que o pecador podia se aproximar de Deus com base somente no sangue derramado. Talvez ele tenha aprendido isso de seus pais, que foram reconduzidos à comunhão com Deus somente depois de ele os ter vestido com peles de animais (Gn.3:21). De qualquer modo, ele revelou fé ao se aproximar de Deus com o sangue de um sacrifício. Deus se agradou da sua oferta, e o próprio Jesus reconheceu quão elevado era o caráter santo de Abel (Mt.23:35). Certamente, a morte do cordeiro ou de uma ovelha, dos primogénitos do rebanho de Abel, prefigurava o sacrifício de Cristo, que se ofereceu a si mesmo imaculado em nosso lugar (Hb.9:14), como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1:29).
  1. Uma oferta valiosa. Abel adorou a Deus oferecendo o melhor de seu rebanho. Ele não ofereceu um sacrifício qualquer, mas dentre as primícias do seu rebanho. Afirma o texto sagrado: “Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o SENHOR de Abel e de sua oferta” (Gn.4:4). Notemos que Deus “agradou-se” primeiro de Abel e, depois, de sua oferta. Deus olha a atitude do ofertante, a qual é mais importante do que sua oferta.

O culto de Caim era uma forma religiosa sem fé, mas Abel ofereceu a Deus seu coração. O escritor da Epístola aos Hebreus afirma: “Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e, por ela, depois de morto, ainda fala” (Hb.11:4).

Caim tinha um coração mau, dominado pelo ódio e pela inveja, por isso, teve o seu sacrifício rejeitado. Deus não olhou e não olha para a oferta em si, porque o mais importante é o coração, o caráter do ofertante. Por isso, Jesus declarou: “Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem, e apresenta a tua oferta” (Mt.5:23,24).

Devemos observar, também, que a rejeição da oferta de Caim não decorre do fato de ter sido feita de vegetais ou de ter sido uma oferta incruenta, mas a Bíblia é clara ao afirmar que Caim era do maligno (1João 3:12), ou seja, não tinha um coração temente e submisso a Deus e, por isso, não teve aceita a sua oferta. A Bíblia nos mostra que Deus observa o coração do ofertante (Is.1:2-20; Mt.5:21-26).

II. A INJUSTIÇA CONTRA ABEL

  1. Abel era um homem justo. Diz o texto sagrado: “Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo” (Hb.11:4). O sacrifício de Abel (um animal substituto) foi um sacrifício perfeito e sincero, por isso teve a aprovação de Deus e foi considerado justo; o próprio Jesus testemunhou que Abel era justo (cf. Mt.23:35). Não foi a excelência pessoal de Abel que Deus olhou ao considerá-lo justo, mas a excelência do sacrifício que ele trouxe e a fé nele, Deus. E assim também é conosco: não somos justificados por causa de nossas boas obras, mas apenas por causa da excelência do sacrifício de Jesus e o fato de o aceitarmos.
  1. Abel, o primeiro mártir. Como afirma o pr. Elinaldo Renovato, “Abel foi o primeiro pastor de ovelhas; o primeiro a oferecer sacrifício de animais no culto a Deus; foi o primeiro homem justo e também o primeiro mártir. Ele foi o primeiro a entrar para a galeria dos mártires por causa de sua fé e também o primeiro a ter seu nome registrado na galeria dos heróis da fé (Hb.11:4). O primeiro homem a ser morto por seu próprio irmão”.

O simples ato da desobediência de Adão e Eva degenerou-se rapidamente em violento assassinato. Caim matou o seu irmão Abel. Este foi o primeiro assassinato da história humana – uma vida tirada pelo derramamento de sangue humano. Caim, ao invés de buscar a Deus, deu lugar ao Diabo, por isso, seu caráter foi deformado. Diz o texto sagrado: “Não como Caim, que era do maligno e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas” (1João 3:12). Segundo William Macdonald, “Abel foi morto por Caim porque a lei odeia a graça. O homem que se acha justo odeia a verdade de que ele não pode se salvar e que deve se lançar ao amor e à misericórdia de Deus”.

A história bíblica continua relatando o terrível crime que nasceu do ódio e da inveja. Da mesma forma que Jesus, Abel foi morto por inveja (Mc.15:10). Para Caim sujeitar o pecado que estava prestes a atacar e destruir a sua vida e a de seus descendentes, ele teria de expulsar o ódio e a inveja doentia que inundavam o seu coração. Desse modo, o pecado não encontraria lugar em sua vida. Infelizmente, isso não ocorreu. Após ter o seu sacrifício rejeitado, Deus lhe deu a chance de corrigir o seu erro e fazer uma nova tentativa. Deus até mesmo o encorajou a fazer isto (cf. Gn.4:7), mas Caim se recusou e o resto da sua vida é um exemplo assustador do que acontece com os que se recusam a admitir os seus erros.

Semelhante a Caim seremos, vítimas do pecado, caso não o vençamos. Porém, o pecado não pode ser evitado através de nossas próprias forças. Nós precisamos buscar a Deus para receber fé e procurar outros irmãos em Cristo para que nos ajudem a ter força e coragem. O Espirito Santo nos ajuda a vencer o pecado. Esta será uma batalha para toda a vida, a qual não será vencida até que estejamos com Cristo num estado glorificado.

  1. O sangue de Abel. Caim matou seu irmão no campo, sem testemunhas. Seria o crime perfeito, caso não tivesse havido o testemunho de Deus. Deus é o supremo e reto juiz e nenhum crime fica impune aos Seus olhos. Não há como fugir deste juízo (Sl.139:1-12). Jesus disse: “Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto” (Mc.4:22).

Vem o Senhor e pergunta-lhe: “Onde está Abel, teu irmão?” (Gn.4:9). Caim desculpa-se, como se estivesse noutro lugar: “… E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão? ” (Gn.4:9). Caim teve a audácia de mentir diante de Deus e ainda de o afrontar sobre a guarda do irmão. Mas o sangue de Abel clamava por justiça – “E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra” (Gn.4:10).

É bem provável que Caim, ao ser arguido de forma tão direta pelo Autor e Conservador da vida, haja sido tomado pela surpresa. Afinal, o seu crime fora executado com requinte, astúcia e muita discrição. Ninguém viu nada; nem o pai, nem a mãe. Talvez ele não soubesse ainda que Deus é tanto Onisciente quanto Onipresente. Mas, agora, sabe que nada poderá escondê-lo do Juiz de toda a Terra. Caim, a exemplo de seus pais, procura esquivar-se de suas responsabilidades, não assumindo sua culpa. O pecado faz obscurecer a responsabilidade e a autocrítica do ser humano, que está com seu entendimento cegado pelo mal (cf. 2Co.4:3,4).

Em virtude do pecado de Caim contra o seu irmão, Deus o amaldiçoa em toda a terra, retira a sua habilidade para o cultivo da terra e o sentencia a uma vida como fugitivo e errante (Gn.4:12). Deus reconhece a pessoa inocente e, cedo ou tarde, Ele punirá o culpado.

III. UM HOMEM QUE AGRADOU A DEUS

  1. Abel soube agradar a Deus. A Bíblia demonstra que pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim. Ao ofertar, Abel alcançou testemunho de Deus que era justo, ou seja, foi justificado por Deus. Deus justificou (alcançou testemunho) Abel, e então, ele foi aceito por Deus e, consequentemente, a sua oferta (Hb.11:4). Abel sabia da existência de Deus por intermédio de seus pais, e ao aproximar-se para ofertar, tinha plena certeza que Deus é galardoador daqueles que O buscam. Deus é galardoador dos que O buscam, e não daqueles que ofertam ou sacrificam, queranimais ou cereais (Hb.11:6).

É bom enfatizar que não é a oferta de bois, bodes e ovelhas que tornam o homem agradável a Deus. Também não é a presença de sangue proveniente de animais que redime o homem “porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados” (Hb.10:4). Se não é o sangue dos touros e bodes que tira o pecado, é certo que não foi o fato de Abel ter ofertado uma ovelha que o tornou aceito diante de Deus. Muitos anunciam que Abel foi aceito por oferecer uma ovelha, o que deixa subentendido ter havido sangue na oferta, sendo aceito pelo tipo e modo de sacrifício. Mas, o correto é a declaração do escritor aos Hebreus, que dá conta que Abel foi aceito pela fé, pois sem fé é impossível agradar a Deus.

O que ocorreu com Abel, também ocorreu com Abraão, conforme afirma as Escrituras Sagradas – “Creu Abrão no Senhor, e isso lhe foi imputado para justiça” (Gn.15:6). Deus aceitou Abel e Abraão porque os justificou, pois, jamais Deus aceita o ímpio (Ex.23:7). Antes de ser justificado, Abel e Abraão eram ímpios do mesmo modo que Caim, pois foram gerados em pecado. Abraão e Abel foram justificados por Deus, o que demonstra que eles também não contrariam a afirmação bíblica de que não há um justo se quer (cf.Rm.3:10).

  1. Abel, buscou a Deus. O relato bíblico nos autoriza afirmar que Abel buscou a Deus com fé e sinceridade. Ele entendeu que seu sacrifício deveria ser do melhor do que possuía. Deus se alegrou com a entrega que Abel fez a Ele. Aquela oferta não foi valorizada pelo que ela representava financeiramente, mas pela honra que o rapaz deu ao Senhor. Abel buscou a Deus. Diz o texto sagrado: “Abel, por sua vez, trouxe as partes gordas das primeiras crias do seu rebanho. O Senhor aceitou com agrado Abel e sua oferta” (Gn.4:4). Muitos só se lembram de buscar a Deus quando estão cercados pelas dificuldades. Não deixe para buscar a Deus somente nos tempos de crise; busque-o continuamente, Ele se agradará disso. Deus está clamando:“busque a minha face!” (Am.5:4). Como? Buscar através da comunhão, através da leitura da Palavra, da oração e da decisão de obedecê-lo – “Quando tu disseste: Buscai o meu rosto, o meu coração te disse a ti: o teu rosto, SENHOR, buscarei” (Sl.27:8).

Busquemos a Deus em todo tempo, para que estejamos protegidos da ira que está por vir sobre a face da terra; busquemos a Deus, para compreendermos o amor que Ele tem por nós; busquemos a Deus enquanto há tempo. Que Deus nos guarde, e nos dê sabedoria e amor para oferecermos a Ele, continuamente, “sacrifício de louvor” (Sl.50:14).

  1. Caim agradou ao Diabo. Caim foi recebido em seu lar como uma bênção de Deus (cf.Gn.4:1), e assim poderia ter sido se tivesse buscado agradá-lo. Como primeiro filho de Adão, cabia-lhe, entre outras coisas, a herança messiânica. Se ele tivesse permanecido fiel, estaria hoje entre os ancestrais de Cristo. Mas, agindo como agiu, foi arrolado como o primeiro descendente espiritual de Satanás. A Bíblia relata que seu modo de vida não era agradável a Deus; ele se afastou de Deus, e, por conseguinte, todos os seus descendentes caíram em desgraça, por isso foram destruídos no dilúvio. Judas nos exorta que evitemos nos apartar do Deus vivo, pois este caminho conduz, inevitavelmente, à destruição (Jd.11-13).

Adão e Eva agiram apenas contra Deus, mas Caim agiu contra Deus e outras pessoas. Apesar das honras que lhe conferiam a primogenitura, Caim deixou-se dominar por uma inveja tola e injustificável.

“O caminho de Caim é muito fácil de trilhar. Basta dar vazão ao ódio, à inveja, ao rancor, à raiva e a tudo que não esteja de acordo com o nosso interesse. O caminho de Caim está a cada dia próximo de nós, quando rejeitamos considerar o nosso próximo superior a nós mesmos. O caminho de Caim está mais próximo das nossas vidas, quando procuramos fugir da realidade inventando desculpas para não fazermos a nossa parte com retidão” (Ensinador Cristão, nº 64. CPAD).

CONCLUSÃO

Adão e Eva pecaram, pois desobedeceram a Deus dando ouvidos ao Diabo. A desobediência deles trouxe o pecado para a raça humana. Talvez eles pensassem que seu pecado – comer uma fruta – não era tão mau, mas note a rapidez com que a natureza pecaminosa se desenvolveu em seus filhos. Toda a tragédia humana decorre daquele gesto de desobediência. Caim, também, preferiu desobedecer ao Criador. Mas, nem tudo está perdido, Abel optou em dedicar-se a adorar a Deus e servi-lo com lealdade e sinceridade; ele teve um caráter que agradara a Deus; sigamos, pois, o seu exemplo.

Vale lembrar que um pequeno pecado pode crescer fora de controle. Permita que Deus o ajude com seus “pequenos” pecados antes que se tornem grandes tragédias.

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Luciano de Paula Lourenço

Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com

Referências Bibliográficas:

Bíblia de Estudo Pentecostal.

Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.

Comentário Bíblico popular (Antigo e Novo Testamento) – William Macdonald.

Comentário do Novo Testamento – Aplicação Pessoal. CPAD.

Revista Ensinador Cristão – nº 70. CPAD.

Comentário Bíblico Pentecostal. Novo Testamento. CPAD.

Ev. Caramuru Afonso Francisco. A natureza do Caráter Cristão.PortalEBD_2007.

O Caminho de Caim. Dr. Caramuru Afonso Francisco. PortalEBD_2002.

Pr. Elinaldo Renovato de Lima. O Caráter do Cristão.CPAD.

Publicado no Blog do Luciano de Paula Lourenço

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