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A Conquista de Jericó - Ev. Luiz Henrique

Complementos, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
TEXTO √ĀUREO
“Pela f√©, ca√≠ram os muros de Jeric√≥, sendo rodeados durante sete dias” (Hb 11.30).
VERDADE PR√ĀTICA
Fé em DEUS e obediência aos seus desígnios são virtudes imprescindíveis àqueles que desejam superar todos os obstáculos da vida espiritual.
LEITURA B√ćBLICA EM CLASSE Js 6.1-5, 15, 16, 20
1- Ora, Jericó cerrou-se e estava cerrada por causa dos filhos de Israel: nenhum saía nem entrava. 2 - Então, disse o SENHOR a Josué: Olha, tenho dado na tua mão a Jericó, e ao seu rei, e aos seus valentes e valorosos. 3 - Vós, pois, todos os homens de guerra, rodeareis a cidade, cercando a cidade uma vez; assim fareis por seis dias. 4 - E sete sacerdotes levarão sete buzinas de chifre de carneiro diante da arca, e no sétimo dia rodeareis a cidade sete vezes; e os sacerdotes tocarão as buzinas. 5 - E será que, tocando-se longamente a buzina de chifre de carneiro, ouvindo vós o sonido da buzina, todo o povo gritará com grande grita; e o muro da cidade cairá abaixo, e o povo subirá nele, cada qual em frente de si. 1 5 - E sucedeu que, ao sétimo dia, madrugaram ao subir da alva e da mesma maneira rodearam a cidade sete vezes; naquele dia somente, rodearam a cidade sete vezes. 16 - E sucedeu que, tocando os sacerdotes a sétima vez as buzinas, disse Josué ao povo: Gritai, porque o SENHOR vos tem dado a cidade! 20 - Gritou, pois, o povo, tocan­do os sacerdotes as buzinas; e sucedeu que, ouvindo o povo o sonido da buzina, gritou o povo com grande grita; e o muro caiu abaixo, e o povo subiu à cidade, cada qual em frente de si, e tomaram a cidade.
Observa√ß√Ķes:
A cidade estava fechada tanto para sair como para entrar, provavelmente por grandes port√Ķes de madeira, com refor√ßo de ferro.
O n√ļmero sete quase sempre representa DEUS na b√≠blia ou o total do que se quer representar, como as sete igrejas do apocalipse, as sete ta√ßas, as sete pragas, os sete cavalos, os sete casti√ßais, etc… (7 dias dura a prociss√£o, 7 sacerdotes levam 7 trombetas, no 7¬ļ dia d√£o 7 voltas).
Josu√© j√° havia enviado dois espias para sondarem aquela cidade e suas prote√ß√Ķes contra invas√£o. O povo estava ansioso para ver outro milagre, pois tinham experimentado da travessia do Jord√£o, tinham se santificado, se circuncidado, participado da ceia e agora estavam a um passo da primeira grande batalha, mas deveriam apenas assistir “de camarote” o poder de DEUS em a√ß√£o. √Č assim, quando estamos em comunh√£o com o Senhor: Ele ganha as lutas por n√≥s, temos apenas que darmos uma pequena parcela de trabalho, o milagre √© Ele que faz. O Pr√≠ncipe do ex√©rcito de DEUS estava ali - O poderoso nas batalhas.
A conquista da cidade de Jericó, feita pelo povo de Israel conduzido por Josué, aparece narrada no cap. 6 do livro de Josué e situa-se cerca de 1400 a.C., quando os israelitas chegaram à Palestina, a Terra Prometida.
A primeira cidade inimiga que encontraram foi Jericó, um centro importante e rico (Js 6,24), rodeado por muralhas altas e poderosas (6,5). No seu interior habitavam os cananeus, com um rei, serviços secretos de inteligência (Js 2,2) e um valoroso exército. Os israelitas, pelo contrário, eram desorganizado de tribos e clãs que vinham a fugir da escravidão do Egito. Como é que poderiam conquistar todo o país, se a primeira cidade já parecia inconquistável?
Nesse momento Deus falou a Josué e explicou-lhe a estratégia que deviam utilizar para vencer e destruir Jericó, exterminando todos os habitantes da cidade. Era um ritual estranho: durante 7 dias, marchariam em círculo à volta da cidade, com a Arca da Aliança; os sacerdotes iriam tocando as trombetas, enquanto o resto do povo acompanharia com um solene silêncio; dariam uma volta cada dia e voltariam para o acampamento, no sétimo dia rodeariam sete vezes. (Js 6,15-20).
Esta batalha de Jericó aparece como um acontecimento militar chave para o povo de Israel, uma vez que lhe abriu as portas da conquista da Palestina.
A f√© n√£o segue padr√Ķes humanos e nem v√™ l√≥gica humana nas coisas. A f√© obedece a DEUS e v√™ o resultado logo ap√≥s ser exercida.
O perfeito louvor pode expulsar dem√īnios (Caso de Davi com Saul) e demonstrar o poder de DEUS (Caso das trombetas sendo tocadas em volta dos muros).
Num dia de Sábado aconteceu a derrota de Jericó - Dia de batalha espiritual e não de descanso.
A ordem era queimar tudo, pois tudo era oferecido a deuses ou ídolos pagãos. O povo de DEUS não se suja com o mundo.
N√£o s√£o os guerreiros a terem o papel principal no combate, mas os sacerdotes;
São usadas trombetas, principal instrumento musical de louvor a Deus e de oração em todas as festas religiosas (Nm 10,10);
Nenhum general dirige a batalha, mas a Arca da Aliança;
Os soldados israelitas assistem a uma procissão, e não a um combate, guardando o respeitoso silêncio próprio da oração;
O grito de guerra que lan√ßam no √ļltimo dia era o clamor que os israelitas costumavam lan√ßar nas suas festas religiosas (2Sm 6,15; Lv 25,9; Nm 29,1);
N√£o nos esque√ßamos que eles escreviam para que os seus relatos fossem lidos no templo, nas suas reuni√Ķes e grupos de ora√ß√£o.
Não rodearam muito perto dos muros, pois ficavam em cima de uma colina, cercando a cidade. Não poderiam os israelitas ficarem muito perto dos muros para não levarem flechadas, ou água quente, ou lançadas dos inimigos em cima do muro. Os muros caíram de dentro para fora e rolaram ribanceira abaixo e eles passaram por cima deles para invadir a cidade e destruir tudo, menos a casa de Raabe.
A cidade de Jeric√≥ foi descoberta em 1868, a 28 Km ao nordeste de Jerusal√©m, perto do Mar Morto. As primeiras escava√ß√Ķes realizaram-se entre 1908 e 1910, pelos alem√£es E. Sellin y C. Watzinger. 240m abaixo do n√≠vel do mar. “cidade da lua”, nome derivado provavelmente da adora√ß√£o do deus-lua - “Yarih” ou “Yerah”.
Entre 1930 e 1936 houve uma 2¬™ campanha arqueol√≥gica, dirigida pelo ingl√™s John Garstang. Finalmente, entre 1952 e 1959 houve a 3¬™ e √ļltima campanha, dirigida pela arque√≥loga Kathleen Kenyon.
A primeira surpresa surgiu quando se verificou que Jericó seria a cidade mais antiga do mundo, pois encontraram-se restos de uma muralha de defesa (com 6 metros de largura, com outro muro de 2m de largura pelo lado de dentro e uma torre de 9 metros, ainda faltando seu topo, de onde se calcula que todo o muro tinha cerca de 9m de altura com as torres mais altas, um pouco), datada de aproximadamente 4.000 a.C.
Ent√£o, Jeric√≥ erguia-se num f√©rtil o√°sis, de abundantes palmeiras e t√Ęmaras, com copiosas nascentes de √°gua. Os habitantes da cidade enterravam os seus mortos debaixo do piso das suas pr√≥prias casas.
A 2¬™ grande descoberta foi que n√£o houve apenas uma Jeric√≥, mas muitas, pois ao longo da sua hist√≥ria a cidade foi destru√≠da e reconstru√≠da numerosas vezes, devido a cat√°strofes, guerras, invas√Ķes, conflitos, dando origem a um total de 17 Jeric√≥, o que mostra a sua import√Ęncia estrat√©gica. A √ļltima Jeric√≥ que os arque√≥logos encontraram foi a do ano 1550 a.C.
H√° diverg√™ncias quanto ao significado do nome Jeric√≥ (”lugar de perfume” ou “cidade da lua”). Em Deuteron√īmio 34:3 √© chamada de “cidade das palmeiras”. Com certeza, pode-se afirma ser um dos mais antigos povoados de todo o Oriente M√©dio, com cerca de oito mil anos de exist√™ncia. Em v√°rias ocasi√Ķes, a cidade mudou de lugar, em conseq√ľ√™ncia de guerras, terremotos e outras cat√°strofes que assolaram a regi√£o.
A cidade canaanita do Antigo Testamento estava localizada no sop√© do Monte da Tenta√ß√£o, pr√≥ximo da Fonte de Eliseu (2Re 2:19-22), e tinha certa import√Ęncia em sua √©poca (cerca de 3.000 anos a.C).
Essa cidade foi destru√≠da pelos israelitas, em meados do S√©c XIII a.C. ocasi√£o em que Josu√© lan√ßou-lhe uma maldi√ß√£o, dizendo: “Maldito seja o homem que se levantar e reedificar esta cidade de Jeric√≥; sobre seu primog√™nito a fundar√°, e sobre o seu filho mais novo lhe por√° as portas.” (Js 6:26).
Esta profecia teve fiel cumprimento nos dias de Hiel, o betelita, que a reedificou, sendo que “…em Abir√£o, seu primog√™nito, a fundou, e em Segube, seu filho menor, p√īs as suas portas” (1Rs 16:34).
Esse lugar esteve totalmente encoberto at√© o ano 1907, quando foram iniciadas amplas escava√ß√Ķes que culminaram com a descoberta das muralhas da cidade, cujas funda√ß√Ķes eram compostas de pedras maci√ßas, sem acabamento, sobre as quais foram eregidos os muros, em pedras de barro cozido.
Nessa ocasião, também foram escavados os restos da muralha canaanita, destruída quando da conquista dos hebreus.
A Jeric√≥ do Novo Testamento - pela qual Jesus passou in√ļmeras vezes, a caminho de Jerusal√©m - estava situada a uns 3 Km ao sul da Jeric√≥ do Antigo Testamento.
Essa cidade foi edificada na época do nascimento de Jesus e continuou crescendo até o final do Séc. III. A partir de então, foi gradualmente desaparecendo, até o Séc. VIII, quando os árabes a converteram em uma guarnição militar.
Nos √ļltimos anos, habitantes de Jerusal√©m constru√≠ram em Jeric√≥ belas casas de inverno, aproveitando o seu clima subtropical que, al√©m de excelente para passar o inverno, propicia condi√ß√Ķes para cultivo de belos jardins e in√ļmeras √°rvores frut√≠feras, al√©m das variedades tradicionais, como as palmeiras e o sic√īmoro, a √°rvore na qual Zaqueu subiu para ver Jesus passar (Lc 19:4).
INTERAÇÃO
Nesta li√ß√£o estudaremos “A Conquista de Jeric√≥”. Todavia, o tema que domina todo o conte√ļdo √© “O Triunfo da F√©” (Hb 1 1.30). O pastor e te√≥logo Sidlow Baxte afirma que a queda de Jeric√≥ apresenta “os princ√≠pios em que a f√© opera, luta e aguarda”. Portanto, professor (a), enfatize aos alunos que na hist√≥ria de Js 6, a f√© triunfou diante das poderosas muralhas de Jeric√≥ (v. 1). Se DEUS concedeu a vit√≥ria aos servos obedientes :- do passado, tamb√©m dar√° aos filhos submissos do presente. F√© e obedi√™ncia ,s√£o requisitos indispens√°veis para a destrui√ß√£o das fortalezas do Inimigo (1 Co 3.9, 2 Co 10.4).¬†
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Viver no cotidiano a fé bíblica.
Descrever os fatos da conquista de Jericó.
Relacionar a submissão à fé.
ORIENTA√á√ÉO PEDAG√ďGICA
Professor (a) pergunte aos seus alunos se existem evid√™ncias arqueol√≥gicas da destrui√ß√£o de Jeric√≥. Informe-os que a cidade datava de aproximadamente 7500 a.C., sendo uma das mais antigas do mundo. De acordo com dois arque√≥logos, John Garstang e Bryant Wood, a data da queda de Jeric√≥ pode ser fixada em cerca de 1400 a.C. (o fim do per√≠odo da Idade do Bronze Antigo). A fixa√ß√£o desta data harmoniza-se perfeitamente com o registro da B√≠blia que afirma: a fortifica√ß√£o da cidade (6.1), a destrui√ß√£o pelo fogo (6.24), a conquista no tempo da colheita, na primavera (6.20), e a cidade abandonada , depois da conquista (6.26). Com in√ļmeras evid√™ncias B. Wood, provou que as desco¬≠bertas arqueol√≥gicas da cidade de Jeric√≥ confirmam o relato e a cronologia b√≠blica.
Jeric√≥, uma das mais formid√°veis cidades do mundo antigo, tornara-se o maior obst√°culo para Israel desde sua sa√≠da do Egito. Era uma cidade-fortaleza. Suas altas e fortes muralhas a tornavam, praticamente, indestrut√≠vel. Os habitantes daquela cidade tinham uma sensa√ß√£o de seguran√ßa que ningu√©m jamais poderia sentir em outro lugar. Apesar de parecer invenc√≠vel, DEUS a entregou a Josu√©: “Olha, tenho dado na tua m√£o a Jeric√≥” (Js 6.2). N√£o h√° nada, nem ningu√©m que consiga resistir ao poder e √† soberania de DEUS quando Ele decide agir em favor dos seus servos.
A Queda dos Muros de Jericó
TEXTO B√ćBLlCO B√ĀSICO Js 6.1-5,15-20; Hb 11.30
Jericó parecia indestrutível. No entanto, os filhos de Israel, orientados por DEUS, rodearam-na sete vezes. E, no sétimo dia, após a sétima volta, eis que os muros da perversa cidade palestina caem estrondosamente. Em nossa vida, também, enfrentamos dificuldades imensuráveis. Todavia, quando clamamos ao Senhor, as barreiras desaparecem. E, então, cantamos o hino da vitória!
ORIENTA√á√ēES B√ĀSICAS
1. Incutir nos alunos o valor da perseverança e da infalibilidade das promessas do Senhor DEUS.
2. Lembrar-Ihes que, com DEUS ao nosso lado, não hã barreiras intransponíveis.
MOTIVAÇÃO
No inicio da aula de hoje, descreva rapidamente como eram os muros de Jericó. Em seguida, fale acerca de outras cidades que, à semelhança de Jericó, eram também inexpugnáveis e, no entanto, caíram por terra. Diante de DEUS, não hã barreiras! Deixe bem clara aos alunos esta sublime verdade.
Introdução
DEUS D√Ā INSTRU√á√ēES PARA QUE OS SACERDOTES E O EX√ČRCITO RODEIEM A CIDADE
Rodeareis a cidade por seis dias
Sete sacerdotes levar√£o sete buzinas
Sétimo dia - Todos sacerdotes tocam, todo povo gritam.
A QUEDA DOS MUROS E A CONQUISTA DA CIDADE
O muro da cidade caíram abaixo
A fé cooperou e DEUS operou
Onde h√° sangue a casa n√£o cai
A reedificação da cidade de Jericó
JERIC√ď REPRESENTA AS FORTALEZAS DO MAL
As armas de nossa milícia são poderosas em DEUS
SUBS√ćDIO CRONOL√ďGICO
A tomada de Jericó pelos filhos de Israel deu-se entre 16 e 21 de abril de 1422 a,C.
SUBS√ćDIO GEOGR√ĀFICO
Aqui est√£o mais algumas informa√ß√Ķes sobre a cidade de Jeric√≥: “Segundo alguns pesquisadores, Jeric√≥, se n√£o √© a cidade mais antiga do mundo, certamente √© a mais antiga de toda a Cana√£. Como prova disto s√£o apresentados os vest√≠gios de vida humana na Idade da Pedra encontrados nas camadas mais profundas de suas ru√≠nas. Fica localizada na parte inferior do vale do Jord√£o, a oito quil√īmetros deste na dire√ß√£o oeste, a 12 quil√īmetros ao norte do Mar Morto e a 24 quil√īmetros de Jerusal√©m na dire√ß√£o leste; e, ainda, a 272 metros abaixo do n√≠vel do Mediterr√Ęneo, junto da fonte de Eliseu ou Ain es-Sultan. Ao tempo da Conquista de Cana√£ pelo povo de Israel, Jeric√≥ era uma cidade grande e bem fortificada, dominando a passagem do Jord√£o ao sudeste da Palestina √† margem do caminho de Jerusal√©m para a Transjord√Ęnia. Entretanto, foi destru√≠da, milagrosamente, aos olhos do povo de DEUS comandado por Josu√©, depois de um cerco de sete dias com marchas ao redor de seus muros. (Js 6). Naquela ocasi√£o Josu√© amaldi√ßoou o homem que viesse a reedificar a cidade o que se cumpriu cerca der quinhentos anos depois, nos dias do rei Acabe (1 Rs 16.34). Uma vez reedificada, Jeric√≥ aos poucos foi retomando seu lugar de import√Ęncia e v√°rias ocorr√™ncias ali verificadas com rela√ß√£o ao povo hebreu, tanto no tempo do Velho Testamento como no do Novo Testamento, est√£o registradas na B√≠blia. A cidade moderna est√° a 1.600 metros a sudeste da anterior.” (Geografia B√≠blica, de autoria de Osvaldo Ronis).
Raabe era realmente uma prostituta?Josué 2:1-7
“No relato desses acontecimentos Raabe √© chamada em hebraico de zonah, um termo que a vers√£o da B√≠blia que conhecemos extra√≠das dos textos mais antigos, considera como “meretriz”. Os autores judeus, entretanto n√£o estando dispostos a aceitar a id√©ia de que seus ancestrais houvessem tido um envolvimento pouco recomend√°vel no in√≠cio daquele grande empreendimento, preferiram interpretar aquela palavra como ‚Äėhospedeira’, ou seja, algu√©m que mantinha uma estalagem, como se aquele voc√°bulo fosse derivado da palavra hebraica que significa ‚Äėalimentar’. Os int√©rpretes crist√£os est√£o inclinados a adotar esta interpreta√ß√£o pelo car√°ter da mulher sobre quem o ap√≥stolo Paulo muito bem falou, e tamb√©m porque Mateus 1:5 d√° entender que ela mais tarde se tornou ancestral de Jesus Cristo por casar-se com Salmom, pr√≠ncipe de Jud√°. No entanto, devemo-nos limitar a considerar os fatos como os conhecemos, e n√£o distorc√™-los a fim de resolver as dificuldades encontradas. Hoje em dia, √© universalmente admitido por todo estudiosos hebreus consciente, que ‚Äėzonah’ significa ‚Äėmeretriz’ e n√£o hospedeira. Em todos os textos onde aparece, essa palavra tem o significado de ‚Äėmeretriz’, e a id√©ia de ‚Äėhospedeira’ n√£o √© representada por esta ou qualquer outra palavra hebraica, pois a fun√ß√£o relativa a ela n√£o existia naquela √©poca. N√£o havia estalagens naquele tempo, e eventualmente quando se passou a usar certos tipos de albergues, em qualquer pa√≠s do Oriente eles certamente nunca foram dirigidos por mulheres. Por outro lado, estrangeiros vindos da outra margem do rio, poderiam entrar na casa de uma prostituta sem que isso levantasse suspeitas. Os bedu√≠nos do deserto freq√ľentemente assim procedem hoje em dia em suas visitas ao Cairo e Bagd√°.
A casa deste tipo de mulher era tamb√©m a √ļnica que eles, como perfeitos estranhos poderiam ter acesso, e certamente tamb√©m era o √ļnico lugar onde conseguiriam obter a informa√ß√£o de que necessitavam, sem levantar suspeitas de outros homens. A ocorr√™ncia de analogias na palavra, na coisa toda em si, e na probabilidade das circunst√Ęncias, deve ser suficiente para resolver a quest√£o. Se a nossa preocupa√ß√£o refere-se √† moralidade de Raabe, a melhor prova que temos de que ela mudou sua vida reside no fato de ela haver subseq√ľentemente se casado com Salmom; isto implica em uma pr√©via convers√£o ao juda√≠smo, para o que, de fato, sua conversa com os espias demonstra que estava preparada.” (Fallows, Bible Commentary,Vol. 3, p. 1424).
Que Raabe possuía uma fé sincera em Jeová e evidenciado pelo fato de que tanto Paulo como Tiago a citaram como exemplo daquele grande atributo (veja Hebreus 11:31; Tiago 2:25).
APLICAÇÃO PESSOAL
“Pela f√©, ca√≠ram os muros de Jeric√≥, sendo rodeados durante sete dias” (Hb 11.30). A f√© n√£o busca a l√≥gica da raz√£o humana. A raz√£o desconhece as raz√Ķes da f√©. Para os habitantes e soldados de Jeric√≥, diante daquele muro intranspon√≠vel estava apenas um grupo de estrangeiros ou bedu√≠nos √† procura de uma batalha ingl√≥ria. Quase √© poss√≠vel ouvi-Ios zombando daqueles sem-terra, com chifres de carneiro no lugar de uma lan√ßa; com uma caixa de ouro em vez de carros de guerra. Por√©m, a f√© n√£o necessita de for√ßas b√©licas; n√£o suplica por armamento, mas por obedi√™ncia e ousadia no Senhor. Ao toque da buzina, um abalo s√≠smico talvez, por√©m pouco importa os meios, os muros da grande cidade ru√≠ram. Esta √© a l√≥gica da f√©: O imposs√≠vel se torna poss√≠vel quando estamos na rela√ß√£o certa com DEUS.
Obs.: Nem todo o muro caiu, um pedaço não caiu! Depois de tudo ruir, restava um pedaço do muro, em cima, uma casa, na casa uma janela, na janela um fio vermelho, dentro da casa uma família salva pela graça de DEUS, mediante a fé de Raabe, a prostituta que se tornou matriarca da família de JESUS.
AUX√ćLIO BIBLIOGR√ĀFICO
Subs√≠dio Arqueol√≥gico “A evid√™ncia de Jeric√≥”
O arqueólogo B. Wood tem demonstrado que uma vez que a destruição esteja corretamente datada, a evidência arqueológica se harmoniza perfeitamente com o registro bíblico:
1) A cidade era extremamente fortificada no período da Idade do Bronze I, o tempo da conquista de acordo com a cronologia bíblica (Js 2.5,7,15; 6.5,20).
2) A cidade foi maciçamente destruída pelo fogo (Js 6.24).
3) Os muros de fortificação caíram ao mesmo tempo em que a cidade foi destruída, possivelmen­te por uma atividade sísmica (Js 6.20).
4) A destruição ocorreu no tempo da colheita da primavera, conforme indicado por grandes quantidades de grãos estocados na cidade (Js 2.6; 3.15; 5.10).
5) O ataque a Jericó foi breve, uma vez que o grão estocado na cidade não foi consumido (Js 6.15,20).
6) Os gr√£os n√£o foram saqueados, como era usualmente na antig√ľidade, de acordo com a ordem divina (Js 6.17,18).
7) Os habitantes não tiveram nenhuma oportunidade de fugir com os produtos alimentícios (Js 6.1).
8) Jeric√≥ ficou abandonada por um per√≠odo seguinte a destrui√ß√£o, de acordo com a maldi√ß√£o de Josu√© (Js 6.26).”
(PRICE, R. Arqueologia bí­blica. 5.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.134.)
Dados Arqueológicos sobre Jericó
Jeric√≥ desperta a aten√ß√£o de arque√≥logos e estudiosos por ser uma das cidades mais antigas do mundo. As escava√ß√Ķes as ru√≠nas de Jeric√≥ foram conduzidas pelo Dr. John Garstang, diretor da Escola Brit√Ęnica de Arqueologia de Jerusal√©m, e do Departamento de Antig√ľidades do governo da Palestina (1929-36) e ap√≥s a II Guerra Mundial, por Kathleen Kenyon.¬†
Os estudos arqueol√≥gicos narram que numa √©poca muito anterior a invas√£o de Josu√©, existia culto aos mortos em Jeric√≥, esta pr√°tica tinha manifesta√ß√Ķes muito interessantes: os cad√°veres eram decapitados e as cabe√ßas conservadas, modelando-se-lhes os tra√ßos com argila colocando no cr√Ęnio e inserindo fragmentos de conchas nas √≥rbitas dos globos oculares. Esses cr√Ęnios “refeitos” oferecem-nos preciosas informa√ß√Ķes sobre as caracter√≠sticas √©tnicas das popula√ß√Ķes que habitavam a regi√£o muito antes dela ser tomada por Josu√© e talvez sejam os mais antigos retratos conhecidos. Uma nota arqueol√≥gica do Manual B√≠blico de H.H.Halley aponta que Garstang encontrou em sua escava√ß√£o nas ru√≠nas de Jeric√≥, a cidade queimada a fogo; muros derrubados; g√™neros aliment√≠cios carbonizados; cer√Ęmica e escaravelhos, provas que evidenciam que a cidade tinha sido destru√≠da cerca de 1.400 a.C. (segundo a data√ß√£o arqueol√≥gica adotada por este arque√≥logo); coincidindo com o tempo de Josu√© e descobriu evid√™ncias muito pormenorizadas que confirmam a narrativa b√≠blica de modo not√°vel .
E a muralha ruiu por terra… (Josu√© 6:20). O Dr. Garstang descobriu que o muro realmente “foi abaixo”, caiu, e que era duplo; os dois muros ficavam separados um do outro por uma dist√Ęncia de 5 m; o muro externo tinha 2 m de espessura; o interno, 4 m; ambos de uns 10 m de altura. Eram constru√≠dos n√£o muito solidamente, sobre alicerces defeituosos e desnivelados, com tijolos de 10 cm de espessura, por 30 a 60 cm de comprimento, assentados em argamassa de lama. Os dois muros se ligam entre si por meio de casas constru√≠das de trav√©s na parte superior, como a casa de Raabe “sobre o muro”. Verificou tamb√©m que o muro externo ruiu para fora, pela encosta da colina, arrastando consigo o muro interno e as casas, ficando as camadas de tijolos cada vez mais finas √† propor√ß√£o que rolavam ladeira abaixo. O Dr. Garstang pensa haver ind√≠cios de que o muro foi derribado por um terremoto.
 
Queimaram a cidade…(Josu√© 6:24). Sinais da conflagra√ß√£o e destrui√ß√£o ficaram bem n√≠tidos. Garstang encontrou grandes camadas de carv√£o vegetal e cinzas e ru√≠nas do muro avermelhado pelo fogo. O muro externo foi o que mais sofreu, as casas ao longo foram arrasadas pelo inc√™ndio. Garstang encontrou debaixo das cinzas e dos muros ca√≠dos, nas ru√≠nas de salas de provis√Ķes, abund√Ęncia de g√™neros aliment√≠cios, trigo, cevada, t√Ęmaras, lentilhas e semelhantes, reduzidos a carv√£o pelo calor intenso, e intactos: evid√™ncia de que os conquistadores, Josu√© e seu ex√©rcito, evitaram apropriar-se dos alimentos, como lhes fora ordenado (Josu√© 6:18).

Acima temos uma reconstru√ß√£o da torre de vigia e o plano baixo com algumas localiza√ß√Ķes referentes a cidade antiga de Jeric√≥, os dados presentes s√£o de escava√ß√Ķes recentes. Uma imponente torre de vigia, erguida em pedra, guarda a cidade de Jeric√≥. Medindo pelo menos 8,50 metros, da base ao topo, a torre foi constru√≠da com pedras de talhe grosseiro e unidas com barro; obtinha-se acesso ao teto plano por uma escada √≠ngreme que partia de uma estrada na base, como mostra o corte desta reconstru√ß√£o . O ponto vermelho na planta indica a torre que ficava bem junto a parte interna da muralha da cidade; acredita-se que tamb√©m se situasse internamente a abundante fonte perene (ponto azul), embora a parte da muralha identificada pela linha interrompida marrom ainda n√£o tenha sido escavada. As curvas de n√≠vel mostram a √≠ngreme inclina√ß√£o atual do terreno resultante de camadas de ocupa√ß√£o que se superpuseram durante milhares de anos.

 

SINOPSE DO T√ďPICO (1) Josu√©, quando preparava o povo para a conquista, encontrou¬≠se com Jeov√°, que se manifestara como “pr√≠ncipe do ex√©rcito do Senhor.
SINOPSE DO T√ďPICO (2) Jeric√≥ era uma cidade-fortaleza, cercada de muros colossais e considerada invicta pelos cananeus.
SINOPSE DO T√ďPICO (3) Josu√© e o povo obedeceram irrestritamente a DEUS, contor¬≠nando a cidade de Jeric√≥ v√°rias vezes at√© o momento de os muros ru√≠rem e a fortaleza ser conquistada.
Ajuda:
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - B√≠blias, CD’S, DVD’S, Livros e Revistas. BEP - B√ćBLIA de Estudos Pentecostal.
http://universobiblico.com.br/assembleia/Users/sony.com/Desktop/videosebdnatv.htm¬†¬† (V√ćDEOS da EBD na TV, DE LI√á√ÉO INCLUSIVE)
B√ćBLIA ILUMINA EM CD¬†- B√ćBLIA de Estudo NVI EM CD - B√ćBLIA Thompson EM CD. ¬†
Nosso novo endereço:http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/
Veja vídeos em http://www.ebdweb.com.br/, em http://www.idbpa.net/joomla/index.php?option=com_content&task=category&sectionid=10&id=44&Itemid=133&limit=50&limitstart=0 - Ou nos sites seguintes:
4Shared, BauCristao, Dadanet, Dailymotion, GodTube, Google, Magnify, MSN, Multiply, Netlog, Space, Videolog, Weshow, Yahoo, Youtube. 
Veja http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/bibliaconstituicaodivina.htm  
http://br.geocities.com/aguazul2001br/Biblia/Antigo/Intrjsue.htm
http://www.geocities.com/pjchronos/Jerico/jer_arqu.htm
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    EDMUNDO DOS SANTOS
    Escreveu:

    IRMAO EVANGELISTA LUIZ HENRIQUE; Apartir de quinta fera d/semana eu procuro a EBD na web para assistir a sua aula que e uma bençao pois tambem sou professor de escola dominical e o seu trabalho de audio e vidio tem me dado inspiraçao;;

    este fim de semana nao encontrei ; o que aconteceu? senti falta da sua aula que tem sido uma bençao na minha vida

    SOU DA ASSEMBLEIA DE DEUS MINIST/ DO BELEM (RIO CLARO)

    A PAZ DO SENHOR


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    sandra
    Escreveu:

    Querido irm√£o este site tem sido uma ben√ß√£o, e nos tem auxiliado muito nas aulas da escola dominical, tem sido muito graficante,muito proveitoso mesmo, n√£o quero perder uma aula sua, gostaria de que os mapas, e as figuras fossem colocadas de modo que pudessem “colar” para usar na nossa aula, na nossa igreja. Desde j√° muito agradecida por todo esse trabalho. Sou membra da Ass. De Deus em S√£o Paulo-Guaianazes - Pastor Jairo Bartolomeu da Rocha. A paz do Senhor(Aguardo respostas quanto aos mapas e figuras)


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    Luiz Henrique de Almeida Silva
    Escreveu:

    A paz do Senhor. Era só entrar em http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/videosebdnatv.htm - desde Sexta-feira a noite estava pronto, não deu tempo para ser colocado aqui.


  4. Warning: file_get_contents(http://...@hotmail.com) [function.file-get-contents]: failed to open stream: HTTP request failed! HTTP/1.1 404 Not Found in /home/storage/1/49/c5/ebdweb1/public_html/wp-content/plugins/bbuinfo-blogblogs-user-info-plugin/bbuinfo.php on line 174
    Luiz Henrique de Almeida Silva
    Escreveu:

    Irmã Sandra é só entrar em http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/ e depois em EBD e ver a lição desejada.


  5. Warning: file_get_contents(http://...@hotmail.com) [function.file-get-contents]: failed to open stream: HTTP request failed! HTTP/1.1 404 Not Found in /home/storage/1/49/c5/ebdweb1/public_html/wp-content/plugins/bbuinfo-blogblogs-user-info-plugin/bbuinfo.php on line 174
    PR JONAS CORREA
    Escreveu:

    ==Gostaria de saber sobre a km que tinha o muro de jericó.
    ==Por favor me ajude estamos num debate na ESCOLA DOMIICAL.

    ATT Jonas

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